quinta-feira, 30 de julho de 2026

Seminário debate desafios para o fortalecimento do sistema de saúde

Financiamento, regionalização, governança, relação público-privada e fortalecimento do caráter público do Sistema Único de Saúde (SUS) estiveram entre os temas debatidos no seminário O SUS em perspectiva nacional e estadual, realizado na Fiocruz. A atividade reuniu pesquisadores, gestores e especialistas para discutir desafios estruturais do SUS sob a perspectiva da atuação dos Executivos federal e estaduais. O encontro integrou uma agenda de debates técnicos do Observatório do SUS voltada à análise de temas estratégicos para o sistema de saúde brasileiro.



Debate mostrou que um dos principais entraves para o SUS continua sendo a consolidação da regionalização (Foto: Informe Ensp)

O seminário representou um momento de síntese das discussões realizadas ao longo do primeiro semestre. A proposta foi reunir contribuições para o debate sobre os desafios atuais e futuros do SUS. O diretor da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), Marco Menezes, ressaltou o papel estratégico do SUS na sociedade brasileira.

Segundo os especialistas, pensar o futuro do SUS exige compreender os processos históricos, sociais e econômicos que condicionam o sistema de saúde, já que as políticas de saúde não podem ser analisadas isoladamente das demais políticas sociais e econômicas. Também foi chamada a atenção para o crescimento do setor privado na saúde suplementar.

O encontro apresentou uma análise crítica sobre o financiamento público destinado a instituições privadas e organizações sociais. Os pesquisadores afirmam que há contradições importantes na atual configuração do sistema, especialmente na destinação de recursos públicos ao setor privado.

O debate mostrou que um dos principais entraves para o SUS continua sendo a consolidação da regionalização. Para os pesquisadores, a organização regional é condição necessária para garantir a integralidade do cuidado e superar os limites da atuação isolada dos municípios. E fizeram um alerta: é necessário fortalecer a governança regional e rever a lógica de financiamento.

Grupos de trabalho

No período da tarde, a programação foi dedicada a grupos fechados de trabalho, voltados ao aprofundamento de temas estratégicos para o fortalecimento do SUS. A dinâmica incluiu apresentação inicial dos eixos temáticos e debate a partir de perguntas norteadoras sobre a situação atual do sistema, as proposições em discussão e as medidas necessárias para enfrentar desafios nos próximos anos.

Um dos grupos discutiu financiamento e relações público-privado, articulando o tema aos modelos jurídico-institucionais de gestão e à gestão do trabalho em saúde. Entre os elementos debatidos estiveram o padrão de gastos em saúde no Brasil, a participação do setor privado, as regras de financiamento público, a sobrecarga dos orçamentos municipais, a multiplicidade de vínculos de trabalho e os limites enfrentados pelos entes federativos na organização da força de trabalho em saúde.

Outro grupo abordou regionalização e redes, em diálogo com necessidades, emergências e desafios sanitários contemporâneos. As discussões envolveram temas como vazios assistenciais, desigualdades regionais, tempos de espera para acesso à atenção especializada, pactuações regionais, consórcios interfederativos, envelhecimento populacional, doenças crônicas, saúde mental, violências, acidentes de trânsito, eventos climáticos extremos e emergências sanitárias.

Subsídios técnicos para o debate sobre o SUS

Ao longo do seminário, os participantes destacaram que o fortalecimento do SUS depende do enfrentamento de desafios estruturais, como o financiamento público, a regionalização, a gestão do trabalho, a relação entre os setores público e privado e a articulação entre políticas sociais e econômicas.

As reflexões apresentadas na atividade integram a agenda de debates do Observatório do SUS sobre temas estratégicos para o sistema de saúde brasileiro. O conjunto das discussões busca contribuir para a qualificação do debate público sobre o SUS, reafirmando sua centralidade como política pública essencial para a garantia do direito à saúde no país.

Período eleitoral

Durante o período eleitoral (de 4 de julho até 25 de outubro), os conteúdos digitais publicados e disponibilizados pela Agência Fiocruz de Notícias (AFN) acompanham as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O documento esclarece que é permitida a divulgação de "conteúdo meramente informativo ou de serviço ao cidadão". 




Autor: fiocruz
Fonte: fiocruz
Sítio Online da Publicação: fiocruz
Data: 29/07/2026
Publicação Original: https://fiocruz.br/noticia/2026/07/seminario-debate-desafios-para-o-fortalecimento-do-sistema-de-saude

Especialistas da Fiocruz discutem o desafio do controle da dengue em tempos de emergência climática



O efeito das mudanças climáticas na saúde já é uma realidade e, com isso, é necessário que pesquisadores e profissionais da área se preparem para enfrentar novos desafios. As arboviroses, por exemplo, são enfermidades diretamente impactadas pelas chuvas e calor, que aumentam a sua incidência. Para debater a questão, a Fiocruz sediou um Encontros do Conhecimento, no qual especialistas discutiram o tema Dengue: da epidemiologia à segurança das vacinas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 5,6 bilhões de pessoas vivem em áreas de risco para a dengue, que é considerada uma doença modelo quando se fala em aquecimento global, justamente pela sua epidemiologia. De acordo com os pesquisadores, há uma expansão acelerada da dengue no mundo, tanto em termos de extensão geográfica quanto de altitude, como no caso do Nepal, que nunca havia registrado casos e atualmente tem surtos frequentes.

O debate, no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), mostrou que no Brasil a enfermidade também mudou muito seu padrão epidemiológico. Hoje há dengue em todos os lugares do país, já que o vetor, o mosquito Aedes aegypti, se adaptou ao ambiente urbano. Nos estados do Sul há uma letalidade bastante alta e o sistema de saúde não estava preparado para enfrentar um número grande de casos.

Para este ano, com a perspectiva de um forte El Niño a partir de setembro, espera-se que a região das Américas tenha uma incidência alta de dengue. Na Ásia, onde o fenômeno climático já afeta o clima, observa-se mudança na epidemiologia da doença. Como as lacunas no enfrentamento da dengue ainda são muitas – poucas opções de vacina, falta de um tratamento direcionado, dificuldade no diagnóstico pelos sintomas inespecíficos e o desafio do controle do vetor –, os especialistas sugerem que uma vigilância inteligente seria uma saída. A ideia seria utilizar sistemas complementares de maneira integrada, o que resultaria em dados suficientes para antecipar com precisão futuros casos.

O básico que funciona: controle do vetor

Também se discutiu a dificuldade para o desenvolvimento de um imunizante para a doença. De acordo com os pesquisadores, o problema central seria produzir uma vacina tetravalente, que seja eficaz contra os quatro sorotipos do vírus, e balanceada, ou seja, que promova resposta imunológica duradoura também para os quatro sorotipos.

A lição é que o controle do vetor é fundamental para evitar surtos e epidemias de dengue, por meio da eliminação de criadouros do mosquito em áreas públicas e, em residências, com a ajuda da população. O Ministério da Saúde emitiu Nota Técnica para alertar os estados e municípios para a possibilidade de aumento de arboviroses devido ao El Niño e um dos pontos do comunicado é o reforço nas ações de mobilização da sociedade em prol da eliminação do mosquito.

Período eleitoral

Durante o período eleitoral (de 4 de julho até 25 de outubro), os conteúdos digitais publicados e disponibilizados pela Agência Fiocruz de Notícias (AFN) acompanham as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O documento esclarece que é permitida a divulgação de "conteúdo meramente informativo ou de serviço ao cidadão".




Autor: fiocruz
Fonte: fiocruz
Sítio Online da Publicação: fiocruz
Data: 24/07/2026

Julho Amarelo: Fiocruz alerta para a prevenção de hepatites virais

O mês de julho é lembrado em todo o país pela luta contra as hepatites virais. A infecção integra a lista de doenças negligenciadas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a data foi instituída no Brasil pela Lei nº 13.802/2019, com base na agenda global dedicada ao tema pela OMS. Entre os desafios enfrentados está a meta de transformar radicalmente o cenário de propagação das hepatites em todo o território nacional até 2030, uma vez que o Brasil é uma das 38 nações para uma resposta focal às hepatites virais, segundo Relatório Global da OMS sobre Hepatite (2024).



Castelo da Fiocruz iluminado de amarelo pela conscientização sobre as hepatites virais (Foto: Peter Ilicciev)

Neste cenário desafiador, iniciativas de destaque no combate e controle das hepatites virais vêm de Rondônia. A integração entre assistência, vigilância laboratorial e pesquisa científica tem sido fundamental para ampliar o acesso ao diagnóstico e fortalecer estratégias de enfrentamento, especialmente das hepatites B, C e Delta, muito comuns na região. Uma parceria entre a Fiocruz e o Centro de Pesquisa em Medicina Tropical tem permitido o diagnóstico e o tratamento de pacientes provenientes de diferentes regiões da Amazônia.

Ao longo de três décadas, 8.385 pacientes foram acompanhados pelo Ambulatório do Centro de Pesquisa em Medicina Tropical, que é referência no tratamento das hepatites virais crônicas na Região Norte. Desse total, 5.098 pacientes foram diagnosticados com hepatite B; 2.512 com hepatite C; 339 com hepatite Delta; e 59 com hepatite A. Outras etiologias somaram 337 pessoas infectadas no período.

Os dados demonstram a elevada incidência das hepatites virais crônicas em Rondônia, com atenção para as hepatites B e C, além da presença significativa da hepatite Delta, doença de relevância epidemiológica na Amazônia com necessidade de diagnóstico especializado, estratégias específicas de vigilância e acompanhamento contínuo dos pacientes, muitas vezes com acesso aos serviços de saúde precário ou inviabilizado por barreiras logísticas, como é o caso de populações ribeirinhas e indígenas.

A distribuição dos casos se mostrou variada entre as cinco regiões do país. Enquanto o Nordeste apresentou a maior proporção das infecções pelo vírus A (29,2%), o Sudeste manteve as maiores taxas dos vírus B e C, com 34,0% e 57,7%, respectivamente, seguindo-se da região Sul, com 30,9% e 27,0%. O Norte acumulou, no período, 72,4% do total de casos de hepatite D (ou Delta).

Diagnóstico molecular da hepatite Delta

Como resultado de experiências técnico-científicas, o Laboratório de Virologia Molecular da Fiocruz Rondônia é referência para o diagnóstico molecular e quantificação da carga viral do vírus da hepatite Delta (HDV), em parceira com o Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde. A parceria tem papel fundamental na implementação das estratégias nacionais para a ampliação do acesso ao diagnóstico molecular da doença.

Atualmente, o laboratório fornece suporte técnico a instituições parceiras, participa da implantação e padronização de protocolos laboratoriais e atua na capacitação de profissionais envolvidos no diagnóstico molecular das hepatites virais. A atuação integrada entre assistência, vigilância e pesquisa fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS) e permite que cada vez mais pessoas de áreas remotas e com quadros históricos de desigualdade tenham acesso a diagnósticos mais precisos, permitindo um melhor acompanhamento médico. Isso contribui para a geração de conhecimento científico aplicado às necessidades da população brasileira.

Período eleitoral

Durante o período eleitoral (de 4 de julho até 25 de outubro), os conteúdos digitais publicados e disponibilizados pela Agência Fiocruz de Notícias (AFN) acompanham as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O documento esclarece que é permitida a divulgação de "conteúdo meramente informativo ou de serviço ao cidadão".






Autor: fiocruz
Fonte: fiocruz
Sítio Online da Publicação: fiocruz
Data: 29/07/2026
Publicação Original: https://fiocruz.br/noticia/2026/07/julho-amarelo-fiocruz-alerta-para-prevencao-de-hepatites-virais

terça-feira, 28 de julho de 2026

FAPERJ divulga resultado final da edição 2026 do Programa de Apoio à Editoração


A Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) divulgou, nesta quinta-feira, dia 16 de julho, o resultado final do Edital FAPERJ Nº 03/2026 – Programa de Apoio à Editoração. A iniciativa reafirma o compromisso da Fundação com o fortalecimento da produção científica, acadêmica, técnica, educativa e cultural do estado, ao incentivar a publicação e a difusão do conhecimento produzido nas instituições fluminenses.

Nesta edição, o edital recebeu 391 propostas, demonstrando a relevância do programa para a comunidade científica do Rio de Janeiro. Ao todo, foram aprovados 138 projetos, vinculados a instituições de ensino e pesquisa sediadas no estado.

Entre as instituições com maior número de propostas contempladas estão a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 39 projetos aprovados; a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com 38; a Universidade Federal Fluminense (UFF), com 19; a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), com 10; a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com 8; e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), com 7. Também tiveram projetos aprovados instituições como Fundação Getulio Vargas (FGV), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Colégio Pedro II, Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), entre outras.

A distribuição por áreas do conhecimento evidencia a diversidade da produção científica apoiada pela FAPERJ. As Ciências Humanas lideram o número de projetos aprovados, com 57 propostas, seguidas pelas Ciências Sociais Aplicadas, com 32, e por Linguística, Letras e Artes, com 24. O edital também contemplou projetos nas áreas de Ciências da Saúde, Ciências Biológicas, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Agrárias, Engenharias e Empreendedorismo.

O Programa de Apoio à Editoração financia a publicação de livros, coletâneas, obras de referência, e-books, edições temáticas e produções audiovisuais de caráter científico, acadêmico, técnico, educativo e cultural. O objetivo é ampliar a circulação do conhecimento produzido no estado, fortalecer a produção intelectual das instituições de pesquisa e democratizar o acesso à ciência.

A presidente da FAPERJ, Caroline Alves, destacou que o investimento em editoração científica amplia o alcance das pesquisas desenvolvidas no estado e fortalece o papel da ciência na sociedade. “A editoração científica é uma etapa fundamental para que o conhecimento produzido nas nossas universidades e centros de pesquisa alcance a sociedade. Ao investir nesse programa, a FAPERJ fortalece a divulgação da produção intelectual fluminense, incentiva a valorização da ciência e amplia o acesso a conteúdos que contribuem para o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro”, afirmou.

Confira abaixo a lista final dos aprovados na chamada:




Autor: faperj
Fonte: faperj
Sítio Online da Publicação: faperj
Data: 16/07/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1069.7.8

FAPERJ divulga resultado preliminar dos Programas PV e PVE 2026



A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) divulgou, nesta quinta-feira, 16 de julho de 2026, os resultados preliminares do Programa Pesquisador Visitante – PV (Edital FAPERJ Nº 05/2026) e do Programa Pesquisador Visitante Emérito – PVE (Nº 06/2026). Foram selecionadas 20 propostas no âmbito do programa PV, e 11 para o programa PVE, totalizando 31.

Os programas têm como objetivo fortalecer a pesquisa científica e a pós-graduação no estado do Rio de Janeiro por meio da atração e da integração de pesquisadores de reconhecida excelência às instituições fluminenses de ensino e pesquisa.

O Programa Pesquisador Visitante (PV) destina-se a pesquisadores de destacada produção científica, prioritariamente vinculados a instituições de outros estados brasileiros ou do exterior, estimulando o intercâmbio científico, a cooperação interinstitucional e o desenvolvimento de projetos de pesquisa em parceria com grupos sediados no estado do Rio de Janeiro.

Já o Programa Pesquisador Visitante Emérito (PVE) é direcionado a pesquisadores aposentados com reconhecida liderança científica e elevada produtividade acadêmica, permitindo que continuem contribuindo com atividades de pesquisa, inovação e formação de recursos humanos altamente qualificados.

A presidente da FAPERJ, Caroline Alves, destaca que os programas reforçam o compromisso da Fundação com o fortalecimento da ciência fluminense e a excelência da pesquisa. “Os programas Pesquisador Visitante e Pesquisador Visitante Emérito representam um investimento estratégico na ciência do estado do Rio de Janeiro. Ao promover o intercâmbio entre pesquisadores de excelência, fortalecendo a cooperação científica nacional e internacional, a FAPERJ amplia as oportunidades de inovação, qualificação de recursos humanos e produção de conhecimento, contribuindo diretamente para o desenvolvimento científico, tecnológico e social do nosso estado”, disse Caroline.

A diretora Científica da FAPERJ, Eliete Bouskela, destaca que os programas representam um importante instrumento para fortalecer a pesquisa e a pós-graduação no estado. Segundo ela, as iniciativas ampliam a cooperação científica entre instituições e promovem o intercâmbio de conhecimento, contribuindo para a formação de novos pesquisadores e para o avanço da ciência fluminense. “Os programas Pesquisador Visitante e Pesquisador Visitante Emérito ampliam a cooperação científica entre instituições do Rio de Janeiro, do Brasil e do exterior, promovendo o intercâmbio de conhecimento e a formação de novos pesquisadores. Ao atrair cientistas de reconhecida excelência, a FAPERJ reforça seu compromisso com a internacionalização da pesquisa e com o fortalecimento do sistema de ciência, tecnologia e inovação do nosso estado”, afirma Eliete.

Com a continuidade dessas iniciativas, a FAPERJ reafirma seu compromisso com a valorização da ciência fluminense, promovendo a integração entre pesquisadores, o fortalecimento dos programas de pós-graduação e a consolidação de redes de colaboração capazes de impulsionar a produção científica, a inovação e o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro.



NOTA: interposição de recursos – Prazo de 05 (cinco) dias úteis após a divulgação do resultado preliminar das propostas aprovadas na página da FAPERJ (www.faperj.br).




Autor: faperj
Fonte: faperj
Sítio Online da Publicação: faperj
Data: 16/07/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1067.7.7

FAPERJ divulga resultado do Programa de Apoio à Jovem Cientista Mulher – Dra Tatiana Sampaio




A FAPERJ divulga nesta quinta-feira, 16 de julho, o resultado preliminar do Programa de Apoio à Jovem Cientista Mulher – Dra Tatiana Sampaio (Edital FAPERJ Nº 08/2026). Lançado originalmente em 2023, o programa retorna em 2026 associado a uma homenagem à cientista Tatiana Sampaio, cujo trabalho pioneiro abriu novas perspectivas para o tratamento de lesões medulares, área historicamente marcada por grandes desafios terapêuticos. Para a presidente da FAPERJ, Caroline Alves, a ação configura um avanço relevante no reforço à ciência fluminense e na expansão de diretrizes institucionais direcionadas à paridade de gênero no meio acadêmico-científico. "Iniciativas como essa colaboram para criar condições mais favoráveis à estabilização da jornada de jovens cientistas mulheres e à exaltação do potencial feminino na geração de conhecimento", destacou.

O edital contempla duas faixas de financiamento, sendo a Faixa A destinada a propostas coordenadas por pesquisadoras que possuam bolsa vigente da FAPERJ, nas modalidades Cientista do Nosso Estado (CNE) ou Jovem Cientista do Nosso Estado (JCNE), ou bolsa de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Já a Faixa B é voltada a pesquisadoras que não possuam essas bolsas vigentes. No total, a chamada selecionou 98 projetos de pesquisa liderados por jovens cientistas mulheres vinculadas a Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) sediadas no estado do Rio de Janeiro.

A diretora científica da FAPERJ, Eliete Bouskela, enfatizou que investir em medidas que enfrentem as desigualdades ainda vigentes no percurso científico é fundamental para alargar as oportunidades voltadas às mulheres na ciência. "Ao apoiar jovens cientistas mulheres, a FAPERJ robustece a pesquisa científica e tecnológica no estado e colabora para que essas pesquisadoras desenvolvam todo o seu potencial e sigam gerando conhecimento de excelência, com repercussão expressiva para a sociedade", disse Eliete.

Para a pesquisadora e neurocientista Leticia de Oliveira, presidente da Comissão Permanente de Equidade, Diversidade e Inclusão da FAPERJ, a evasão de mulheres da carreira científica não decorre da falta de talento, mas de desigualdades que ainda persistem. "Este edital representa uma política estratégica para promover equidade, ampliar oportunidades e fortalecer a permanência das pesquisadoras na ciência", declarou.

O resultado divulgado possui caráter preliminar.
Os proponentes poderão apresentar recursos entre os dias 20 e 24 de julho de 2026.
Confira a lista das propostas selecionadas:






Autor: faperj
Fonte: faperj
Sítio Online da Publicação: faperj
Data: 16/07/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1064.7.0

sábado, 25 de julho de 2026

Formulário de inscrição para o Evento de Lançamento da Coleção 11 do MapBiomas

Formulário de inscrição para o Evento de Lançamento da Coleção 11 do MapBiomas

Seminário Anual MapBiomas - Lançamento da Coleção 11.

Realização:
12 de agosto de 2026 às 8h30.
Auditório do Museu Nacional da República - Brasília, DF. 

Preencha o formulário abaixo e participe do evento presencial.
biologia.psilva@gmail.com Mudar de conta
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(i) organização logística e controle de acesso ao evento;

(ii) realização de levantamento de impacto das iniciativas da Rede MapBiomas e do Instituto de Apoio ao MapBiomas;

(iii) organização e aprimoramento de eventos futuros.

Em caso de dúvidas ou solicitações referentes ao tratamento dos seus dados (como acesso, correção, anonimização, exclusão ou revogação do consentimento), entre em contato através do e-mail: contato@mapbiomas.org

De acordo. 


Autor: MapBiomas
Fonte: MapBiomas
Sítio Online da Publicação: MapBiomas
Data: 14/07/2026
Publicação Original: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSexMpabAJgC8YJS_tVog0izp3ftNS7OcT7fGhCS2FiVX0qbSA/viewform