Serão selecionadas propostas de pesquisas em qualquer área do conhecimento com duração de até 24 meses
A FAPESP anuncia o lançamento de uma nova chamada de propostas com a National Research Foundation of Korea (NRF), destinada ao financiamento de projetos colaborativos entre pesquisadores do estado de São Paulo e da Coreia do Sul.
A chamada – quarta no âmbito do acordo de cooperação entre as instituições – está aberta a propostas em todas as áreas do conhecimento e prevê o apoio a até três projetos de pesquisa, com duração máxima de 24 meses, na modalidade Auxílio à Pesquisa Regular.
O prazo para submissão das propostas vai até 30 de junho de 2026. As propostas deverão ser submetidas simultaneamente à FAPESP, por meio do sistema SAGe, e à NRF, pelo sistema ERND.
No âmbito da chamada, a FAPESP poderá financiar até R$ 200 mil por projeto ao ano para a equipe paulista, excluindo-se os valores de Reserva Técnica. Já a NRF financiará até KRW 30 milhões anuais por proposta para a equipe sul-coreana.
Poderão participar da chamada pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior e pesquisa do estado de São Paulo que atendam aos requisitos da modalidade Auxílio à Pesquisa Regular da FAPESP, bem como pesquisadores elegíveis da Coreia do Sul conforme as normas da NRF.
Cada proposta deverá ser elaborada conjuntamente por um pesquisador responsável no estado de São Paulo e um pesquisador responsável na Coreia do Sul, com o mesmo título e conteúdo científico correspondente submetido às duas agências.
Segundo a chamada, pesquisadores que já atuam como pesquisadores responsáveis ou principais em projetos em andamento poderão submeter propostas, desde que apresentem justificativa científica demonstrando complementaridade ou nova linha de pesquisa em colaboração internacional.
A chamada está publicada em fapesp.br/18200.
Autor: FAPESP
Fonte: FAPESP
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data: 20/05/2026
Publicação Original: https://fapesp.br/18202/fapesp-anuncia-nova-chamada-com-a-nrf-da-coreia-do-sul
quarta-feira, 17 de junho de 2026
FAPESP anuncia nova chamada com a NRF, da Coreia do Sul
FAPESP e NERC lançam nova chamada em ciências ambientais
Serão apoiadas pesquisas colaborativas de alto impacto reunindo pesquisadores do Reino Unido e do estado de São Paulo

A FAPESP e o Natural Environment Research Council (NERC) anunciam a edição de 2026 da chamada para colaborações no âmbito do acordo mantido pela Fundação com o United Kingdom Research and Innovation (UKRI), do qual faz parte o NERC.
O objetivo da chamada FAPESP-NERC Global Partnerships Seedcorn Fund é promover parcerias entre grupos de pesquisa de São Paulo e do Reino Unido em ciências ambientais por meio de mecanismos de colaboração de curto prazo.
Propostas devem ser submetidas nas áreas de atuação do NERC, que incluem ciências terrestres, marinhas, biologia de água doce, arqueologia, ciências polares e atmosféricas e observação da Terra. São elegíveis pesquisadores de São Paulo com auxílios FAPESP vigentes.
Os projetos receberão apoio para atividades de mobilidade e intercâmbio (como diárias de viagens e workshops) e para custos de estudos exploratórios (insumos, serviços de terceiros e equipamentos de baixo custo). No caso da FAPESP, o financiamento será baseado na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, com limite de orçamento de R$ 400 mil e previsão de conclusão em até dois anos.
O prazo para recebimento de propostas termina em 16 de julho de 2026. A chamada de propostas está disponível em: https://fapesp.br/18225.
Foto: NASA Johnson Space Center/Wikimedia Commons
Autor: FAPESP

A FAPESP e o Natural Environment Research Council (NERC) anunciam a edição de 2026 da chamada para colaborações no âmbito do acordo mantido pela Fundação com o United Kingdom Research and Innovation (UKRI), do qual faz parte o NERC.
O objetivo da chamada FAPESP-NERC Global Partnerships Seedcorn Fund é promover parcerias entre grupos de pesquisa de São Paulo e do Reino Unido em ciências ambientais por meio de mecanismos de colaboração de curto prazo.
Propostas devem ser submetidas nas áreas de atuação do NERC, que incluem ciências terrestres, marinhas, biologia de água doce, arqueologia, ciências polares e atmosféricas e observação da Terra. São elegíveis pesquisadores de São Paulo com auxílios FAPESP vigentes.
Os projetos receberão apoio para atividades de mobilidade e intercâmbio (como diárias de viagens e workshops) e para custos de estudos exploratórios (insumos, serviços de terceiros e equipamentos de baixo custo). No caso da FAPESP, o financiamento será baseado na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, com limite de orçamento de R$ 400 mil e previsão de conclusão em até dois anos.
O prazo para recebimento de propostas termina em 16 de julho de 2026. A chamada de propostas está disponível em: https://fapesp.br/18225.
Foto: NASA Johnson Space Center/Wikimedia Commons
Autor: FAPESP
Fonte: FAPESP
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data: 12/05/2026
Publicação Original: https://fapesp.br/18228/fapesp-e-nerc-lancam-nova-chamada-em-ciencias-ambientais
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data: 12/05/2026
Publicação Original: https://fapesp.br/18228/fapesp-e-nerc-lancam-nova-chamada-em-ciencias-ambientais
FAPESP apoiará inovação tecnológica nas FATECs
Nova iniciativa destinará R$ 20 milhões para até 250 projetos coordenados por docentes das FATECs, com a concessão de 500 Bolsas de Iniciação Tecnológica

A FAPESP lança uma nova chamada de propostas para apoiar projetos de inovação tecnológica desenvolvidos nas Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATECs), do Centro Paula Souza.
Com investimento total de R$ 20 milhões, a chamada poderá financiar até 250 projetos em qualquer área do conhecimento relacionada ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. Os projetos serão financiados na modalidade Auxílio à Inovação Regular e poderão ter duração de até 18 meses, com possibilidade de prorrogação por até 12 meses.
Cada proposta aprovada poderá receber até R$ 50 mil em recursos de custeio e até duas Bolsas de Iniciação Tecnológica (IT), com duração inicial de até 12 meses e possibilidade de prorrogação por mais 12 meses. No total, a chamada poderá conceder até 500 bolsas.
O objetivo da iniciativa é ampliar a participação de estudantes das FATECs em atividades de pesquisa aplicada, estimulando sua formação em inovação tecnológica e contribuindo para a diversificação da força de trabalho em pesquisa e desenvolvimento no estado de São Paulo.
As propostas deverão ser submetidas por docentes das FATECs do Centro Paula Souza que possuam vínculo empregatício com a instituição, tenham título mínimo de mestre e competência comprovada na área do projeto proposto.
Os estudantes beneficiados pelas bolsas deverão estar regularmente matriculados em cursos de graduação das FATECs, ter concluído disciplinas relevantes para o desenvolvimento das atividades previstas e apresentar bom desempenho acadêmico.
As pesquisas deverão ser desenvolvidas nas próprias FATECs. Os recursos de custeio poderão contemplar, entre outros itens, aquisição de materiais de consumo, pequenos equipamentos, contratação de serviços especializados, despesas de transporte e diárias vinculadas às atividades do projeto.
As propostas deverão ser submetidas exclusivamente por meio do Sistema de Apoio à Gestão (SAGe), da FAPESP.
O prazo para submissão vai até 13 de julho de 2026. Os resultados serão divulgados a partir de 17 de agosto de 2026, e o início dos projetos está previsto para ocorrer a partir de 1º de setembro de 2026.
A chamada de propostas está publicada em: fapesp.br/18231.
Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: air-it@fapesp.br.

A FAPESP lança uma nova chamada de propostas para apoiar projetos de inovação tecnológica desenvolvidos nas Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATECs), do Centro Paula Souza.
Com investimento total de R$ 20 milhões, a chamada poderá financiar até 250 projetos em qualquer área do conhecimento relacionada ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. Os projetos serão financiados na modalidade Auxílio à Inovação Regular e poderão ter duração de até 18 meses, com possibilidade de prorrogação por até 12 meses.
Cada proposta aprovada poderá receber até R$ 50 mil em recursos de custeio e até duas Bolsas de Iniciação Tecnológica (IT), com duração inicial de até 12 meses e possibilidade de prorrogação por mais 12 meses. No total, a chamada poderá conceder até 500 bolsas.
O objetivo da iniciativa é ampliar a participação de estudantes das FATECs em atividades de pesquisa aplicada, estimulando sua formação em inovação tecnológica e contribuindo para a diversificação da força de trabalho em pesquisa e desenvolvimento no estado de São Paulo.
As propostas deverão ser submetidas por docentes das FATECs do Centro Paula Souza que possuam vínculo empregatício com a instituição, tenham título mínimo de mestre e competência comprovada na área do projeto proposto.
Os estudantes beneficiados pelas bolsas deverão estar regularmente matriculados em cursos de graduação das FATECs, ter concluído disciplinas relevantes para o desenvolvimento das atividades previstas e apresentar bom desempenho acadêmico.
As pesquisas deverão ser desenvolvidas nas próprias FATECs. Os recursos de custeio poderão contemplar, entre outros itens, aquisição de materiais de consumo, pequenos equipamentos, contratação de serviços especializados, despesas de transporte e diárias vinculadas às atividades do projeto.
As propostas deverão ser submetidas exclusivamente por meio do Sistema de Apoio à Gestão (SAGe), da FAPESP.
O prazo para submissão vai até 13 de julho de 2026. Os resultados serão divulgados a partir de 17 de agosto de 2026, e o início dos projetos está previsto para ocorrer a partir de 1º de setembro de 2026.
A chamada de propostas está publicada em: fapesp.br/18231.
Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: air-it@fapesp.br.
Autor: FAPESP
Fonte: FAPESP
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data: 17/05/2026
Publicação Original: https://fapesp.br/18232/fapesp-apoiara-inovacao-tecnologica-nas-fatecs
terça-feira, 16 de junho de 2026
Congresso discute os desafios da produção de vinhos e uvas e do enoturismo em território fluminense

Mesa de abertura do Congresso no Palácio Tiradentes: representantes do poder público, profissionais e produtores discutiram caminhos para apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva da uva, do vinho e do enoturismo em território fluminense (Foto: Marcos Patricio)
A FAPERJ participou do III Congresso Desafios do Enoturismo no Estado do Rio de Janeiro realizado, dias 19 e 20 de maio, no Palácio Tiradentes, antiga sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O evento reuniu produtores de uvas e de vinhos, pesquisadores, representantes dos poderes Executivo e Legislativo, além de técnicos e profissionais dos setores agrícola e de turismo para discutir as perspectivas do enoturismo e da vitivinicultura fluminense. Organizado pelo Departamento de Geografia e Meio Ambiente da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), o encontro teve o apoio da FAPERJ.
A cerimônia de abertura do evento foi mediada pelo deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha, que destacou o crescimento da produção de vinhos no interior fluminense. “Era inacreditável, há duas décadas, que o estado do Rio de Janeiro pudesse chegar ao estágio que atingiu no plantio de uvas. O Rio de Janeiro está dando exemplo, gerando emprego, renda e desenvolvimento local”, afirmou o parlamentar, que é autor de um Projeto de Lei, em tramitação na Alerj, destinado a apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva da uva, do vinho e do enoturismo no estado.
Representando a Presidência da FAPERJ, o assessor da Diretoria de Tecnologia, Marcelo Corenza, ressaltou a importância dos editais lançados pela Fundação para induzir o desenvolvimento da vitivinicultura e apoiar a criação e estruturação de territórios fluminenses com o registro de Indicações Geográficas (IGs). “A FAPERJ vem lançando uma série de editais voltados ao fomento da cadeia agroprodutiva fluminense. Em 2021, fizemos um estudo e identificamos uma ausência de registros de Indicações Geográficas no estado, que são instrumentos importantes de valorização de produtos originários de territórios específicos, como é o Queijo da Canastra, por exemplo. Então, em 2022, lançamos o primeiro edital Apoio a Indicações Geográficas, que teve dez projetos aprovados, entre eles o polo de moda íntima de Nova Friburgo. Em 2025, lançamos uma segunda edição deste edital, que teve 14 propostas de IGs aprovadas, sendo que duas dessas submeteram o pedido de registro no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI): a farinha de mandioca de São Francisco de Itabapoana e o abacaxi do Norte Fluminense”, contou Corenza.
O deputado Jair Bittencourt avaliou o potencial do enoturismo no interior do estado. “Há uma produção extraordinária no Rio de Janeiro, com grandes produtores, e uma estrutura sendo montada para receber turistas. O turismo no interior é um caminho natural para o desenvolvimento do estado, gerando renda para a agricultura familiar e fortalecendo toda a cadeia produtiva ligada ao campo”, afirmou.

Os assessores da Diretoria de Tecnologia da FAPERJ Guilherme Santos (esq.) e Marcelo Corenza representaram a Fundação e destacaram os impactos do edital Apoio a Indicações Geográficas para induzir o desenvolvimento regional
(Fotos: Lécio Augusto Ramos)
O congresso foi apoiado pelo edital Apoio à Organização de Eventos Científicos, Tecnológicos e de Inovação no Estado, da FAPERJ. “Nesta terceira edição do congresso, reunimos representantes do setor público, de associações de produtores, pesquisadores e profissionais da área para discutir ações e projetarmos as perspectivas de evolução do enoturismo no estado do Rio de Janeiro”, explicou a curadora do encontro, Geiza Rocha, pesquisadora do Departamento de Geografia da PUC-Rio.
Também participaram da cerimônia de abertura, o secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro, Felipe da Costa Brasil; o diretor do Departamento de Geografia e Meio Ambiente da PUC-Rio, professor Glaucio José Marafon; a chefe-geral da Embrapa Agrobiologia, Cristhiane Oliveira da Graça Amancio; o vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio de Janeiro (Faerj) e superintendente-adjunto do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural-Rio (Senar-Rio), Mauricio Salles; o presidente da Associação dos Vitivinicultores da Serra do Rio de Janeiro (Aviva), Ideraldo Luiz Machado; e o coordenador de Desenvolvimento Regional da Secretaria de Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar, Diogo Campos Versari; entre outros. Também estiveram presentes representantes das prefeituras de municípios produtores; da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio); da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (Emater-Rio) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RJ).
Na quarta-feira, 20 de maio, o deputado estadual e ex-secretário de Turismo do estado do Rio de Janeiro, Gustavo Tutuca, deu início ao segundo dia de evento. Ele traçou um panorama do turismo durante a pandemia, quando as medidas restritivas afetaram negativamente o setor, mas destacou a recuperação da atividade com o fim do isolamento e a volta das famílias ao turismo ao ar livre. Tutuca informou que o turismo internacional também vem batendo marcas expressivas de crescimento no estado, tendo alcançado a marca de 2,2 milhões em 2025. Para este ano, que já acumula 17% de aumento nos primeiros meses, a previsão é de que 2,5 milhões de turistas estrangeiros visitem o Rio de Janeiro. Gustavo Tutuca acredita que desenvolver novas e atrativas rotas do turismo no interior pode aumentar a permanência do turista estrangeiro no estado.

Uvas produzidas na Vinícola Arouca, de Areal: o município no Centro-Sul fluminense é conhecido como a capital da uva do estado do Rio de Janeiro e vem atraindo visitantes com o enoturismo (Foto: Vinícola Arouca/Divulgação)
A diretora executiva da Diretoria de Suporte Operacional, Controladoria e Administração da Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio), Fernanda Curdi, destacou que o enoturismo tem potencial de fortalecer toda a cadeia econômica regional. Em sua opinião, o turismo de experiência é uma vocação do Rio de Janeiro e o enoturismo abre novas oportunidades para diversas regiões do estado. “Para que essa atividade se expanda, o investimento é fundamental, e a AgeRio trabalha para ampliar e interiorizar o acesso ao crédito”, afirmou Fernanda, citando como exemplo o Fungetur, que concede crédito de até R$ 15 milhões.
Em seguida, o assessor da Diretoria de Tecnologia da FAPERJ, Guilherme Santos, falou das políticas de fomento da Fundação, a primeira entre as Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) a criar editais para apoiar o Agro. Ele destacou o Programa de Estruturação e Consolidação de Indicações Geográficas, que qualifica e certifica produtos e/ou serviços de determinadas regiões, como o champagne francês, por exemplo, que só pode receber essa denominação se for produzido na região homônima. O assessor da FAPERJ destacou a parceria do Sebrae na identificação das potenciais IGs no estado, e acrescentou que o processo de certificação (atribuição do INPI) envolve muitas pesquisas. “Temos um potencial enorme para esse Agro de maior valor agregado”, afirmou. O resultado da segunda edição do programa foi divulgado este mês e 16 projetos foram contemplados.
O casal Angélica e Leandro Caiafa Orçay, proprietários da Casa Caiafa, estão investindo em um novo projeto turístico na região serrana de Nova Friburgo (Três Picos), no Rio de Janeiro. Há quatro anos, eles escolheram a região, que possui altitude (1350 metros) e temperatura adequadas à produção de vinho e azeite, duas de suas paixões. Os olivais ocupam quatro hectares e, em breve, ocuparão mais quatro. Já os vinhedos, cultivados em outros quatro hectares e com previsão de expansão de mais cinco ainda este ano, são compostos por uvas Syrah, Sauvignon Blanc, Malbec, Pinot Noir e Chardonnay, além de variedades italianas, entre elas a Sangiovese. Segundo Angélica, os testes já mostram um grande potencial para a produção de espumantes. Ela conta que, ao contrário da região de Areal, onde o produtor adota a poda invertida (ou poda dupla), uma técnica para alterar o ciclo da videira, em Nova Friburgo o casal faz a poda normal e produz vinho no inverno. O terroir decorrente da altitude, clima e solo é de uma uva com mais acidez e vinhos mais frutados.

Proprietários da Casa Caiafa, Angélica e Leandro Caiafa investem na produção de vinhos em Nova Friburgo, na Região Serrana (Foto: Paula Guatimosim)
O presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio de Janeiro (Emater-Rio), Marcelo Monteiro da Costa, destacou o papel das 72 unidades da Emater no estado. “O extensionista ouve e percebe os anseios de quem vive da terra”, ressaltou, acrescentando que além da experiência em observar a execução dos projetos no campo, a Emater também auxilia na elaboração de políticas públicas. Segundo dados da Associação dos Vitivinicultores da Serra do Rio de Janeiro (Aviva), atualmente há mais de 40 hectares de área plantada em Areal e municípios adjacentes, dezenas de vinícolas em formação e muitas já em produção. Mas, segundo o presidente da Emater, esse circuito das vinícolas colaborou para incrementar a produção de uvas de mesa pelos agricultores familiares da região, incluindo uma comunidade quilombola.
Para o coordenador de Agronegócio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Rio de Janeiro, Daniel Freitas, o estado tem uma grande oportunidade para desenvolver o enoturismo, agregando diversos atrativos como restaurantes, pousadas e as próprias vinícolas. Em sua opinião, a região Sul do Brasil continuará sendo o grande referencial na produção de vinhos no País, mas o Rio de Janeiro pode conquistar uma boa fatia do mercado de vinhos finos, principalmente no comércio regional. “O vinho tem um grande potencial de mercado, principalmente quando aliado ao turismo de experiência”, aposta Freitas, lembrando que o Sebrae apoia outros circuitos similares, como o Circuito do Vale do Café, por exemplo. Freitas finalizou a mesa de abertura, mediada por Geiza Rocha, doutoranda em Geografia pela PUC-Rio, curadora do evento e apresentadora do Podcast O Rio é Di Vino, que vai ao ar toda quinta-feira com episódios sobre o universo da vitivinicultura.
Autor: FAPERJ
Fonte: FAPERJ
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data: 21/05/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1023.7.0
Poluentes invisíveis na água ameaçam pesca, biodiversidade e saúde no Rio

Integrantes da equipe que participam da pesquisa realizam trabalho experimental em bancada de laboratório na UniRio (Foto: GPEC/UNIRIO)
Poluentes invisíveis presentes na água de rios, lagoas e áreas costeiras do estado do Rio de Janeiro estão no centro de uma pesquisa inédita que pode ajudar a proteger a biodiversidade aquática, a produção pesqueira e até a saúde humana. A iniciativa, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), investiga os chamados “contaminantes emergentes”, substâncias químicas como resíduos de medicamentos, produtos de higiene pessoal, pesticidas e outros compostos que chegam aos ecossistemas aquáticos principalmente por meio do esgoto e do descarte inadequado. A pesquisa conta com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), por meio do Programa de Apoio à Jovem Cientista Mulher com Vínculo em ICTs do Estado do Rio de Janeiro.
Embora esses contaminantes já tenham sido identificados em diferentes partes do mundo, ainda existem poucas informações sobre seus impactos nos ambientes aquáticos brasileiros. A pesquisa fluminense nasceu justamente da observação feita pelos cientistas da UniRio sobre a presença crescente dessas substâncias em ecossistemas do estado.
O estudo mapeou os níveis de poluentes em rios, lagoas e áreas costeiras e analisou como eles afetam espécies aquáticas, incluindo organismos que vivem na natureza e também aqueles criados em sistemas de aquicultura. Além disso, os pesquisadores investigam possíveis impactos na cadeia produtiva da pesca e na segurança alimentar da população.
Segundo a bióloga Raquel de Almeida, coordenadora da pesquisa, o trabalho busca entender como esses contaminantes se acumulam no ambiente e quais consequências podem trazer para os ecossistemas e para a sociedade. “Esses poluentes muitas vezes passam despercebidos, mas podem provocar alterações importantes na biodiversidade aquática e até chegar ao consumo humano por meio da cadeia alimentar. Nosso objetivo é gerar dados científicos que contribuam para estratégias de monitoramento, controle e preservação ambiental”, explica a pesquisadora.
A primeira etapa da pesquisa está em fase final e já apresenta resultados considerados promissores. Além do diagnóstico ambiental, o projeto aposta no desenvolvimento de soluções sustentáveis, incluindo o uso de tecnologias inovadoras, produtos naturais e microrganismos da biodiversidade brasileira para reduzir os impactos desses contaminantes nos ecossistemas aquáticos. “A ideia é não apenas identificar o problema, mas também buscar alternativas viáveis e sustentáveis para minimizar os danos ambientais e proteger a produção pesqueira e a qualidade da água”, destaca Raquel.
O estudo segue o conceito de “Saúde Única” (One Health), que integra saúde humana, animal e ambiental, além de dialogar com metas globais de desenvolvimento sustentável relacionadas à preservação da vida marinha, acesso à água de qualidade e segurança alimentar.

Raquel Almeida: coordenadora da pesquisa realiza trabalho de dissecção em peixe para separação de tecidos utilizados em análise de contaminantes (Foto: Divulgação)
A presidente da FAPERJ, Caroline Alves, ressaltou a importância de investir em pesquisas voltadas à preservação ambiental e à segurança alimentar. “Investir em ciência é fundamental para anteciparmos problemas que impactam diretamente a saúde da população, o meio ambiente e a economia. Essa pesquisa representa um avanço importante para o estado do Rio de Janeiro, ao produzir conhecimento estratégico capaz de contribuir para políticas públicas, sustentabilidade e qualidade de vida”, afirmou Caroline Alves.
Com resultados inéditos para o estado do Rio de Janeiro, a expectativa é que os dados produzidos sirvam de base para políticas públicas, ações de conservação ambiental e fortalecimento da chamada Economia Azul, modelo voltado ao uso sustentável dos recursos marinhos e costeiros.
Por que isso importa?
Os chamados contaminantes emergentes podem afetar diretamente a qualidade da água e comprometer espécies aquáticas consumidas pela população, como peixes e frutos do mar. Além dos riscos ambientais, os impactos atingem pescadores, produtores da cadeia pesqueira e comunidades que dependem economicamente desses recursos.
A pesquisa também contribui para a preservação da biodiversidade aquática e para a criação de políticas públicas voltadas à segurança alimentar, ao monitoramento ambiental e ao uso sustentável dos recursos hídricos. Outro ponto importante é o desenvolvimento de estratégias inovadoras e sustentáveis capazes de minimizar os danos causados por esses poluentes invisíveis nos ecossistemas do estado do Rio de Janeiro.
Autor: FAPERJ
Fonte: FAPERJ
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data: 28/05/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1029.7.2
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data: 28/05/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1029.7.2
Startup oferece aluguel de abelhas para polinização de cafezais no estado do Rio de Janeiro

Paula Barbosa, CEO da Rent a Bee: startup oferece aluguel e transporte de abelhas para propriedades especializadas na produção de cafés especiais, com o monitoramento da polinização dos insetos no cafezal e a avaliação da produtividade (Fotos: Divulgação)
Voando de flor em flor, as abelhas são responsáveis pela polinização das diversas espécies vegetais e têm sido fundamentais ao longo da história para promover a variabilidade genética das plantas e a agricultura. Promovendo de forma inovadora essa tecnologia natural no estado do Rio de Janeiro, a startup Rent a Bee oferece um serviço inusitado: o aluguel de colmeias de abelhas (da espécie Apis mellifera) e o monitoramento técnico da polinização desses insetos em cafezais de propriedades rurais no Noroeste Fluminense. O projeto foi contemplado pela FAPERJ, por meio do edital Doutor Empreendedor.
“A polinização é um trabalho que as abelhas realizam naturalmente há 125 milhões de anos. A grande virada evolutiva dos vegetais aconteceu a partir da polinização cruzada feita pelas abelhas, que é a transferência do gameta masculino para o feminino nas flores. A partir de então começou a existir a variabilidade genética das plantas na natureza”, explicou Paula de Sousa Barbosa, CEO da Rent a Bee. E justificou: “Sem as abelhas não existem alimentos. O açaí, por exemplo, depende 100% delas. Algumas culturas de café dependem até 90% das abelhas. A carne também, porque a soja depende das abelhas. Sem o polinizador não há soja, principal fonte proteica do animal.”

Caixa com colmeia de abelhas colocada em meio ao cafezal: abelhas saem de dia para fazer a polinização e à noite voltam para o ninho, atraídas pelo odor da rainha mãe
Médica Veterinária com Doutorado em Biologia de Água Doce e Pesca Interior pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ela explica as diferentes etapas do trabalho da Rent a Bee, que tem como público-alvo produtores especializados em cafés especiais. “No nosso modelo, oferecemos não só o aluguel do enxame, mas também a prospecção e o monitoramento no cliente. Primeiro, realizamos uma visita técnica para avaliar se ele tem condições de receber os enxames de abelhas. Isso envolve avaliar se há fornecimento de água para as abelhas, se ele usa pesticidas, quem são as outras propriedades vizinhas e se aplicam pesticidas. Dez dias antes da floração da flor do café, levamos as abelhas e trabalhamos o hectare cultivado a ser melhorado com a polinização. Colocamos de sete a nove caixas com colmeias nessa área, o que representa uma média de 700 mil abelhas por hectare. Cada caixa tem 58 cm por 46 cm de altura e 41 cm de frente”, detalhou Paula, que é professora auxiliar na Estácio de Sá, em Campos dos Goytacazes.
Em parceria com o IFF, a Rent a Bee desenvolveu seu modelo de negócio e teve como experiência-piloto o atendimento a um pequeno produtor cafeeiro de Bom Jesus de Itabapoana – município situado a 330 quilômetros da capital fluminense, com tradição agropecuária. “Levamos as abelhas para lá, fizemos todo o protocolo e colhemos o café. Com os últimos dados, vamos comparar a produtividade do ano passado e a produtividade atual, para avaliar a eficácia da polinização assistida de forma inteligente”, contou.

Detalhe da colmeia dentro da caixa: para cada hectare, os profissionais levam uma média de 700 mil abelhas
Fascinada pelo universo das abelhas, Paula explica os cuidados durante o transporte dos insetos produtores de mel. “Transportamos as abelhas à noite porque elas costumam trabalhar de dia e voltar à noite para a colmeia. Elas são soltas no cafezal uns sete dias antes da floração, porque as flores do café abrem todas de uma vez. Depois que as flores caem, nós retiramos as abelhas. Elas sempre voltam sozinhas para a colmeia à noite, atraídas pelo odor da rainha, que fica no ninho e é a mãe de todas elas. E a rainha só sai do ninho quando precisa se acasalar, durante o voo nupcial com os zangões”, detalhou. “Nossa equipe tem bastante experiência de trabalho. A técnica deve ser feita com muita calma, utilizando macacões anti-ferroadas e o fumegador, um equipamento de apicultura que faz fumaça”, completou.
Paula espera que a Rent a Bee se torne um diferencial tecnológico para os produtores de cafés especiais no estado do Rio de Janeiro. “Estamos desbravando um segmento de mercado no agro fluminense. Nossa ideia é que esse conhecimento técnico se transforme em instrumento de organização e eficiência para fortalecer nossa cadeia agrária de uma maneira cada vez mais sustentável. O estado do Rio de Janeiro tem todo o potencial para que isso aconteça e a FAPERJ tem sido nossa aliada para a criação da nossa startup. Vamos fortalecer a cadeia de apicultores e cafeicultores”, concluiu.
Autor: FAPERJ
Fonte: FAPERJ
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data: 28/05/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1014.7.9
Meninas na robótica: projeto incentiva presença feminina nas áreas tecnológicas

Rafaelli Coutinho, coordenadora do projeto e professora no Cefet/RJ, destaca a importância de despertar, entre as meninas, vocações profissionais para a área de Robótica (Fotos: Divulgação)
Imagine poder desfrutar de uma lixeira ultrassônica, projetada por sua filha, que abre a tampa automaticamente ao detectar a aproximação da mão. E já pensou em implantar em casa uma horta com irrigação automatizada que une tecnologia e sustentabilidade também projetada e instalada por sua filha?
Esses são apenas dois dos miniprojetos direcionados especialmente para meninas interessadas pelas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Os miniprojetos são ensinados em oficinas oferecidas entre as atividades do projeto Meninas na Robótica, do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ), campus Nova Iguaçu. A iniciativa é apoiada pelo edital Meninas e Mulheres nas Ciências Exatas e da Terra, Engenharias e Computação da FAPERJ.
De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o percentual de mulheres graduadas em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) no Ensino Superior no Brasil era de 37%.
Dentro da perspectiva da divisão sexual do trabalho, dados mostram uma presença ainda reduzida das mulheres nessas áreas. Além disso, mulheres costumam receber salários menores do que homens e têm maior probabilidade de sofrer discriminação de gênero.
O percentual das mulheres na ativa e nas áreas de STEM vem aumentando aos poucos, mas ainda representa uma proporção bastante desfavorável. Vale destacar que 50% da população mundial é composta por mulheres e meninas.
Desconstrução da ideologia patriarcal
Diante disso, incentivar meninas para as áreas das Ciências Exatas é essencial para melhorar esse índice e contribuir para a desconstrução de uma ideologia patriarcal que ainda interdita, mesmo em níveis simbólicos, a atuação das mulheres em determinados campos laborais.
A ideia do projeto, coordenado pela professora Rafaelli de Carvalho Coutinho, do Departamento de Engenharia de Controle e Automação do Cefet/RJ, é atuar no combate e na prevenção à discriminação e à falta de representatividade feminina nas áreas tecnológicas. "Por isso, resolvemos promover a participação, o incentivo e a formação de estudantes, especialmente meninas do segundo segmento do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e do Ensino Médio, em conhecimentos básicos de robótica e programação. O foco é no empoderamento feminino em escolas públicas da Educação Básica na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Desde 2019, já conseguimos beneficiar cerca de 500 alunos, em 11 escolas", explica Coutinho.
Para além do ambiente da sala de aula, as ações elaboradas potencializam o desenvolvimento individual das estudantes a partir de uma proposta de aprendizagem baseada em projetos pequenos e simples de robótica.
Além de dialogar com um conhecimento técnico, há a reflexão e a potencialização de mensagens sobre o contexto do empoderamento feminino na ciência, a fim de incentivar o ingresso de meninas na área.

Projeto motiva o interesse das estudantes pelas carreiras tecnológicas, como Engenharia e Ciência da Computação, e ajuda a integrar o ecossistema de inovação e empreendedorismo do Cefet/RJ
Rafaelli Coutinho explica que durante a participação em capacitações formativas são apresentados às alunas temas relevantes como violência de gênero, assédio, relações étnico-raciais, saúde sexual e reprodutiva. "Estas temáticas são consideradas fundamentais para refletir sobre a condição das mulheres na sociedade, permitindo que as jovens confrontem suas concepções iniciais, ampliem seu repertório de informações e se posicionem de forma mais qualificada diante de situações presentes no cotidiano social", afirma.
Tecnologia aplicada ao cotidiano
Coutinho conta que, além da lixeira ultrassônica e da horta automatizada, foram elaboradas outras atividades. "Uma delas utiliza sensores para demonstrar como a tecnologia pode ser aplicada no dia a dia para garantir a saúde das plantas, evitando tanto a seca quanto o excesso de água no solo. Dentro do universo da robótica, também criamos atividades para a montagem de um carrinho ultrassônico, demonstrando como a tecnologia pode ser aplicada à mobilidade inteligente. Outra proposta foi a criação de um carrinho controlado por bluetooth", explica.
Ela ainda conta sobre uma outra iniciativa implantada que foi a criação de um ventilador. Nesse caso, o objetivo é mostrar como funcionam os circuitos elétricos simples e a conversão de energia elétrica em movimento, por meio de um motor que aciona a hélice do equipamento. "Com a implantação dessas atividades, percebemos melhorias no aprendizado e na mitigação de dificuldades relacionadas à concentração, ao pensamento analítico e ao planejamento de tarefas no cotidiano dessas jovens adolescentes", conta.
Formação e impacto social
Além de despertar o interesse das estudantes por cursos como Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Sistemas de Informação, o projeto desenvolvido no Cefet/RJ integra o ecossistema de inovação e empreendedorismo do campus.
O projeto teve origem na equipe de robótica do campus Nova Iguaçu do Cefet/RJ, a Bodetronic. E o principal objetivo foi aplicar a robótica em projetos que dialoguem com a sociedade e causem impacto social. "Completando 10 anos de existência em 2026, nosso projeto tem um exitoso histórico de financiamentos pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela FAPERJ", comenta.
Atualmente, a iniciativa, que conta ainda com a participação de Carla Romão, Cristiano Carvalho, Fabrício Lopes e Silva, Thiago de Moura Prego, Laura Silva de Assis, Diego Nunes Brandão, Helga Dolorico Babi, Kele Teixeira Belloze, Carmen Lucia Asp de Queiroz, Mayara Midori Omai e do professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Ubiratam Carvalho de Paula Junior, tem o apoio de ambas as agências de fomento e, até 2027, espera expandir suas ações, levando iniciativas de inclusão, formação técnica e impacto social para além da Baixada Fluminense, chegando também à Região Serrana e à cidade do Rio de Janeiro.
"Lugar de meninas e mulheres é onde elas quiserem. Precisamos desmistificar que áreas como as das Ciências Exatas sejam uma espécie de reserva de mercado para eles (meninos e homens) e incentivar todas aquelas que também tenham interesse", conclui Rafaelli Coutinho.
Autor: FAPERJ
Fonte: FAPERJ
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data: 03/06/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1032.7.0
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data: 03/06/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1032.7.0
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