quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Projeto aposta na Educação Financeira para promover inclusão e sustentabilidade

O endividamento das famílias brasileiras atingiu níveis alarmantes em 2025, passando de 79% em outubro, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Como agravante, os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) mostram que 30,5% das famílias estavam com dívidas atrasadas e 13,2% não tinham condições de quitá-las. A pesquisa considera, como dívidas, as contas a vencer nas modalidades cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e de casa. Segundo a confederação, o aumento do endividamento pode ter sido consequência das compras durante a Black Friday e as antecipadas para o Natal.

“Há também um forte apelo de consumo, agravado pelos jogos de apostas, a facilidade do comércio eletrônico e tantas outras transformações que a gente fica sem saber para onde ir”, pondera a pesquisadora doutora Branca Regina Cantisano dos Santos e Silva, da Faculdade de Administração e Finanças da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FAF/Uerj). Ela venceu o edital Pensa Rio - Apoio ao Estudo de Temas Relevantes e Estratégicos para o Estado do Rio de Janeiro com o projeto “Educação Financeira Inteligente como Ferramenta de Inclusão Social e Desenvolvimento Sustentável”.


O projeto considera que altos índices de endividamento perpetuam as desigualdades sociais

O objetivo do projeto é implementar, avaliar e consolidar um programa de Educação Financeira Inteligente, em um polo da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), como modelo piloto estadual, fundamentado no “Método Eu Lucro Para Sempre” (MELPS), criado e gerido pela professora Luciana Maria, CEO da Lucrativa, empresa de educação financeira, com o objetivo de formar jovens financeiramente conscientes, validar cientificamente os resultados e divulgar as metas alcançadas, para fomentar as políticas públicas, com o uso de recursos digitais (podcasts, QR Codes, murais interativos etc.), seminários e premiações, estimulando o protagonismo estudantil e promovendo aprendizagem efetiva.

“O estado do Rio de Janeiro enfrenta um desafio estrutural: jovens ingressam no mercado de trabalho sem preparo financeiro, o que contribui para altos índices de endividamento e para a perpetuação de desigualdades sociais”, consta da justificativa do projeto. Alinhado ao Plano Nacional de Educação Financeira (PNEF 2021–2030) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 8 e 10), o trabalho utiliza uma metodologia organizada em quatro etapas: Estruturação Inicial e Diagnóstico Científico; Implementação Pedagógica e Engajamento; Sistematização Científica e Expansão; e Consolidação, Sustentabilidade e Disseminação. Além da formação dos jovens em educação financeira e da conscientização sobre a importância desse aprendizado para a sociedade, serão produzidos livros temáticos, será criado o Observatório de Educação Financeira Juvenil na Uerj, entre outros resultados. “Esperamos impactar diretamente milhares de jovens e suas famílias, fortalecer a cidadania financeira, reduzir vulnerabilidades, gerar um banco de dados inédito, publicar artigos científicos, organizar eventos de disseminação e entregar uma proposta oficial de expansão educacional para a rede Faetec”, explica a professora.


Branca Cantisano: com o projeto, a pesquisadora espera impactar milhares de jovens e suas famílias, criando uma rede de disseminação para que se instaure a cultura da educação financeira

“Conseguimos reunir um grupo muito interessante”, afirma Branca, cuja equipe é composta, entre outros, pelo doutor em Administração de Empresas com ênfase em Finanças, Paulo Vitor Jordão da Gama Silva, do Departamento de Ciências Contábeis da Faculdade de Administração e Finanças da Uerj. Ele é autor de livros sobre criptomoedas e dinheiro virtual. A contribuição de Paulo Vitor no Pensa Rio está voltada à articulação entre educação financeira, tecnologia e comportamento econômico, ajudando a traduzir conceitos complexos – como crédito, risco e novas formas de dinheiro, a exemplo das criptomoedas e de projetos de moedas digitais de bancos centrais, como o DREX, no Brasil – em ferramentas práticas que ampliem a autonomia financeira dos jovens.

Outra colaboradora é Maria Isabel de Castro de Souza, que foca a educação financeira na saúde e mantém um podcast sobre o assunto na Unidade de Desenvolvimento Tecnológico da Uerj (UDT/Uerj) – onde coordena o projeto Teleodonto. Também integram a equipe a doutora Herika Crhistina Maciel de Oliveira Costa, que se dedica ao projeto de inovação social da Uerj que auxilia a população de baixa renda a preencher corretamente a declaração do Imposto de Renda; e o professor doutor José Mauro Gonçalves Nunes, psicólogo que aborda a autonomia, o senso crítico e a responsabilidade, para que o jovem aprenda desde cedo a tomar decisões conscientes sobre finanças e consumo que impactam positivamente no seu presente e no seu futuro; o professor doutor Guilherme Portugal, com prêmios na área de custos; e a doutora Danúbia da Cunha de Sá Caputo que também aborda as finanças na área da saúde.

Branca, que conta com o apoio da FAPERJ desde 2007 e, atualmente, é Cientista do Nosso Estado (CNE), já criou um "jogo da mesada", que, de forma lúdica, auxilia jovens a administrar o dinheiro que recebem da família. É um background em educação financeira. “Esperamos que o projeto crie uma rede de disseminação para que se instaure a cultura da educação financeira”, afirma a professora. Segundo ela, a Faetec promoverá um grande seminário, em parceria com diversas secretarias, para que o projeto seja incluído no currículo pedagógico do estado. “A educação financeira pode vir a ser uma grande virada na educação, não apenas junto aos alunos do ensino médio, mas também do fundamental”, aposta a pesquisadora.


Autor: Paula Guatimosim
Fonte: faperj
Sítio Online da Publicação: faperj
Data: 28/01/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=946.7.0

Pesquisas desenvolvidas na UFRJ avançam no cuidado com a saúde mental

Pesquisas conduzidas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vêm ampliando o conhecimento científico sobre saúde mental ao abordar temas como ansiedade, autoestima, depressão e suas relações com doenças neurológicas. Os estudos buscam compreender diferentes dimensões desses transtornos e desenvolver estratégias de intervenção capazes de contribuir para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da população. A campanha "Janeiro Branco", que acontece sempre no primeiro mês do ano, procura sensibilizar a sociedade para os impactos do adoecimento mental.




Um dos projetos em andamento analisa os impactos psicofisiológicos da ansiedade em estudantes universitários, grupo que apresenta índices crescentes de sintomas ansiosos. A pesquisa investiga como esses sintomas afetam aspectos acadêmicos, sociais, econômicos e a saúde mental dos jovens, além de propor estratégias de intervenção voltadas ao manejo da ansiedade e à redução de seus efeitos negativos.

Outro estudo apoiado pela Fundação avalia a eficácia de uma intervenção terapêutica em grupo para o aumento da autoestima, baseada no protocolo T’AMA, desenvolvido por Fennell. A pesquisa será conduzida por meio de um ensaio clínico randomizado, com grupos controle ativo e passivo, e tem como objetivo gerar evidências científicas sobre a aplicação dessa abordagem no contexto brasileiro. A baixa autoestima está associada a diversos desfechos negativos, como depressão, ansiedade, distúrbios alimentares e dificuldades no tratamento de outros transtornos psicológicos.

Na área biomédica, uma terceira pesquisa investiga as conexões moleculares entre a doença de Alzheimer e a depressão, duas condições frequentemente associadas, especialmente na população idosa. O estudo busca compreender como alterações na síntese proteica cerebral podem representar um elo entre essas doenças, contribuindo para a identificação de novos mecanismos fisiopatológicos e potenciais alvos terapêuticos.

Para a presidente da FAPERJ, Caroline Alves, o apoio a pesquisas em saúde mental é estratégico para o desenvolvimento científico e social do estado. “A saúde mental é um dos grandes desafios da atualidade e exige respostas baseadas em evidências científicas. Ao apoiar pesquisas que vão da clínica à biologia molecular, a FAPERJ reafirma seu compromisso com a produção de conhecimento de excelência, capaz de gerar impactos concretos na vida das pessoas e subsidiar políticas públicas mais eficazes”, destaca.

Ao fomentar pesquisas que abordam diferentes aspectos da saúde mental, a FAPERJ fortalece a ciência produzida no estado do Rio de Janeiro e contribui para o desenvolvimento de soluções inovadoras, com potencial de beneficiar tanto a prática clínica quanto a formulação de estratégias de cuidado em saúde.




Autor: Cristina Cruz
Fonte: faperj
Sítio Online da Publicação: faperj
Data: 28/01/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=953.7.8

O que se sabe sobre os casos do vírus Nipah na Índia

Dois casos confirmados do vírus Nipah na Índia provocaram alerta a nível internacional.

A Índia confirmou dois casos do vírus Nipah em Bengala Ocidental, uma região na parte oriental do país que faz fronteira com Bangladesh, Butão e Nepal.

Ambos os pacientes infetados são profissionais de saúde da região e estão hospitalizados nos cuidados intensivos.

O governo indiano acrescentou que 196 contactos dos casos confirmados estão assintomáticos e testaram negativo para o vírus.



O Ministério da Saúde refere que os dados disponíveis indicam não haver motivo para alarme no que diz respeito à segurança dos indivíduos e dos seus familiares.
O que é o vírus Nipah?

O vírus Nipah é uma doença que pode ser transmitida por animais, através de alimentos contaminados ou pelo contacto com uma pessoa infetada.

É encontrado principalmente em morcegos nas regiões costeiras e em várias ilhas do Oceano Índico, Índia, Sudeste Asiático e Oceânia.

O vírus Nipah tem potencial epidémico ou pandémico significativo, uma vez que pode ser transmitido por animais domésticos, sendo também possível a transmissão secundária entre seres humanos.

Em pessoas infetadas, provoca quadros que vão desde assintomáticos até doenças respiratórias agudas e encefalite fatal.


Países vizinhos reforçam vigilância

Alguns países vizinhos da Índia estão a implementar controlos para viajantes provenientes da região indiana afetada e a emitir alertas oficiais.

A Tailândia introduziu controlos nos aeroportos para pessoas que viajem de Bengala Ocidental. Até ao momento, nenhum caso foi detetado fora da Índia.

O país também recomenda vigilância especial para visitantes em áreas associadas a morcegos.


O Nepal também implementou novas medidas na sequência dos casos na Índia, reforçando a vigilância na sua fronteira com a Índia e nos aeroportos.
Surtos de Nipah em 2025

Não é invulgar ocorrerem surtos do vírus Nipah em áreas de maior risco.

Desde 1998, foram registados surtos no Bangladesh, Índia, Malásia, Filipinas e Singapura, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em julho de 2025, a Índia confirmou quatro casos, incluindo duas mortes em dois distritos do estado de Kerala, no sudoeste do país, uma região com surtos regulares desde 2018.

O Bangladesh reportou também quatro casos do vírus entre janeiro e agosto de 2025. A doença é endémica no país e, desde o primeiro surto reconhecido em 2001, infeções em humanos têm sido detectadas quase todos os anos.

Em ambos os casos, a OMS considerou baixo o risco de propagação internacional da doença.

No entanto, a agência internacional salienta a necessidade de aumentar a sensibilização para os fatores de risco, uma vez que atualmente não existem medicamentos ou vacinas específicos para a doença causada pelo vírus Nipah.



Autor: Marta Iraola Iribarren
Fonte: euronews
Sítio Online da Publicação: euronews
Data: 28/01/2026
Publicação Original: https://pt.euronews.com/saude/2026/01/28/india-o-que-se-sabe-sobre-os-casos-do-virus-nipah

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

O pólo norte magnético abranda e muda de direção: teremos de mudar as nossas bússolas e GPS?


Diferença entre polo norte magnético e polo norte geográfico
O polo geográfico marca o ponto para onde converge o eixo de rotação da Terra, enquanto que o polo magnético é o ponto indicado pelas bússolas, com tendência a deslocar-se lentamente, pois é o resultado do ferro líquido no núcleo externo do planeta. Um exemplo das mudanças seculares que estes metais podem causar é a lenta deslocação do pólo norte magnético da Terra em direção à Sibéria, um processo que tem vindo a ocorrer continuamente nas últimas décadas.

Uma vez que o Modelo Magnético Mundial (WMM) é de natureza preditiva, torna-se menos preciso ao longo do tempo e tem de ser atualizado com as mais recentes projeções derivadas de dados recolhidos mais recentemente. As atualizações estão programadas para ocorrer de cinco em cinco anos.


A bússola é um instrumento que deteta e alinha-se com o campo magnético terrestre. Este campo faz com que a Terra se manifeste como um íman, permitindo a orientação nas bússolas.
Este modelo é usado para diversos fins no dia a dia da Terra, sendo referência para governos e empresas no que toca a localizar com precisão o campo magnético. O recurso a este modelo permite que a aviação comercial e militar, a marinha e organizações como a NATO e a Organização Hidrográfica Internacional consigam funcionar, bem como no caso dos indivíduos ou setor privado (presente em quase todos os smartphones, calibração de bússolas digitais ou mapas de navegação como o GPS do carro com muito maior precisão).

O ritmo do campo magnético regista uma maior desaceleração
Um dos dados mais significativos desta última versão do modelo é o ritmo do campo magnético. O pólo norte magnético tem sido conhecido ao longo da sua história por se mover lentamente, permitindo assim que o modelo seja atualizado só no fim de um longo período de tempo. Nos últimos anos a taxa de movimento do pólo norte magnético foi estimada em cerca de 50/60 km por ano.

Autor: tempo
Fonte: tempo
Sítio Online da Publicação: tempo
Data: 13/01/2026

Cérebro: Descoberto “botão” que nos faz procrastinar


Inúmeras vezes, descobrimos que sabemos o que é preciso fazer, compreendemos a urgência, entendemos a recompensa... mas algo dentro de nós se recusa a dar o primeiro passo. Essa estranha paralisia não é simples preguiça, nem falta de interesse. É uma barreira invisível, muitas vezes intransponível, que separa o pensamento da acção. Um grupo de cientistas conseguiu vislumbrar o que acontece no cérebro nesses momentos e, com isso, pode ter-se aberto uma porta inesperada para a compreensão de distúrbios mentais profundamente incapacitantes.

Num estudo publicado na Current Biology e liderado por Ken-Ichi Amemori, do Instituto para o Estudo Avançado da Biologia Humana da Universidade de Quioto, foi identificado um circuito cerebral específico que actua como um verdadeiro travão interno. 

Esta via, que liga o estriado ventral (EV) ao pálido ventral (PV), parece impedir o início de uma acção quando o contexto antecipa desconforto ou esforço, mesmo que a recompensa seja clara. De forma reveladora, inibir esta conexão em macacos treinados com tarefas difíceis restaurou a sua vontade de agir, sem alterar a sua avaliação do objectivo final.



Autor: nationalgeographic
Fonte: nationalgeographic
Sítio Online da Publicação: nationalgeographic
Data: 13/01/2026

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Injeção transforma células imunes em tumores em combatentes anticâncer


Nanopartículas reprogramam macrófagos dentro de tumores para combater células cancerígenas Kateryna Kon/Science Photo Library via Getty Images
Pesquisadores do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST) desenvolveram uma abordagem que pode transformar o tratamento de tumores sólidos. A técnica consiste em reprogramar células do sistema imunológico que já estão presentes dentro dos tumores, convertendo-as em máquinas de combate ao câncer: tudo isso sem necessidade de retirar as células do corpo do paciente.
 O estudo, divulgado pela revista científica ACS Nano, conforme informações do Science Daily, representa um avanço importante na imunoterapia. Diferentemente das terapias convencionais com células CAR (do inglês "Chimeric Antigen Receptor"), que exigem extração, modificação laboratorial e reinserção das células, o novo método atua diretamente no ambiente tumoral.


Autor: epocanegocios
Fonte: epocanegocios
Sítio Online da Publicação: epocanegocios
Data: 12/01/2026

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

FAPESP apoiará redes de pesquisa em Transição Energética

Propostas em novo programa devem articular equipes multidisciplinares que contribuam com abordagens inovadoras ao desenvolvimento de soluções em descarbonização da economia, eficiência energética e análise de impactos socioambientais
Foto de Red Zeppelin em Pexels

A FAPESP anuncia o lançamento de uma chamada de propostas, no âmbito do novo Programa de Pesquisa em Transição Energética (PFTE), que apoiará a formação de redes de colaboração em pesquisa explorando diferentes áreas do conhecimento e envolvendo diferentes equipes no estado de São Paulo.

O PFTE busca promover soluções sustentáveis e inovadoras que acelerem a diversificação da matriz energética, fortalecendo, de um lado, a competitividade e o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono no estado de São Paulo e no Brasil e, de outro, contribuindo para o alcance das metas climáticas nacionais, ao alinhar seus objetivos ao Plano de Ação Climática (PAC 2050) e ao Plano Estadual de Energia 2050 (PEE 2050) do Governo do Estado de São Paulo

Interessados em participar da Chamada devem alinhar suas propostas a um ou mais dos seguintes eixos temáticos do PFTE:

a) Tecnologias de Baixo Carbono e Captura, com foco no desenvolvimento de energias renováveis e novos materiais e sistemas para armazenagem, transporte e distribuição de energia;
b) Eficiência e Otimização do Uso da Energia, o que inclui a descarbonização dos setores de consumo e modernização da infraestrutura;
c) Adaptação e Resiliência de Sistemas de Energia, englobando ações e estratégias para fortalecer a resiliência às mudanças climáticas;
d) Economia, Políticas Públicas e Sustentabilidade, abrangendo mecanismos de financiamento da economia de baixo carbono e a avaliação da sustentabilidade ambiental das novas tecnologias.

A chamada priorizará propostas que respondam a perguntas inovadoras, que deem preferência a abordagem multidisciplinar e que reúnam grande potencial de inserção internacional.

A rede de pesquisa deve incluir um Pesquisador Responsável (PR) e, no mínimo, dois Pesquisadores Principais (PP) por cada grande área do conhecimento envolvida na proposta. Exige-se que as áreas de atuação de PRs e PPs sejam distintas – evidenciando a criação de novas colaborações – assim como as instituições de pesquisa a que estão vinculados.

A FAPESP apoiará os projetos selecionados na chamada por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projetos Temáticos, que prevê financiamento por até 60 meses, prorrogáveis por mais 12. O custo total da proposta deverá ser de até R$ 2,5 milhões, incluindo todos os custos do projeto, inclusive os valores de Reserva Técnica e Reserva Técnica Institucional.

A proposta deve ser submetida por meio do sistema SAGe até 16 de março de 2026.

A chamada está disponível na íntegra em: https://fapesp.br/17933.



Autor: FAPESP
Fonte: FAPESP
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data: 17/12/2025
Publicação Original: https://fapesp.br/17941/fapesp-apoiara-redes-de-pesquisa-em-transicao-energetica