quinta-feira, 16 de julho de 2026
Novo centro de pesquisa usará relógios e anéis inteligentes para detecção precoce de doenças
Plataforma que simula desequilíbrios quer antecipar risco de quedas em idosos
Plataforma criada por pesquisadores da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) pretende ajudar a prevenir quedas em idosos ao simular situações reais de desequilíbrio e analisar, em tempo real, como o cérebro, os músculos e o corpo reagem. A tecnologia, desenvolvida ao longo de mais de dez anos de pesquisa com apoio da FAPESP – dos estudos iniciais, na linha de Auxílio à Pesquisa, ao protótipo, na linha de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) –, combina sensores, realidade virtual e jogos interativos e agora se prepara para chegar ao mercado por meio da startup Kerygma Technology, incubada na própria universidade.
As quedas estão entre as principais causas de internação, perda de autonomia e morte em idosos. A prevalência de quedas na população idosa residente em áreas urbanas é de 25%, de acordo com a última edição do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), financiado pelo Ministério da Saúde. Entre pessoas com mais de 80 anos, o dado é ainda mais alarmante: quatro em cada dez pessoas sofrem esse tipo de acidente anualmente. Além das fraturas e hospitalizações, as quedas frequentemente levam à perda de independência, ao medo de caminhar e ao isolamento social.
Segundo Daniela Cristina Carvalho de Abreu, fisioterapeuta especialista em gerontologia e professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (FMRP-USP), o cenário é preocupante porque a sociedade continua tratando a queda como algo “normal” do envelhecimento. “Hoje entendemos a queda como um evento sentinela. Quando ela acontece, muito provavelmente várias alterações já vinham ocorrendo. Ela é a bandeira vermelha de que alguma coisa deixou de funcionar adequadamente.”
Foi justamente diante desse cenário que o engenheiro da computação Alessandro Pereira da Silva, líder do Laboratório de Ambientes Virtuais e Tecnologia Assistiva (LAVITA), da UMC, começou a desenvolver a tecnologia em 2012. Ele conta que a ideia surgiu a partir de uma inquietação em relação aos métodos tradicionais usados para avaliar o equilíbrio. “Na época, o estudo do equilíbrio era feito em uma plataforma estática e o paciente era o elemento de desequilíbrio. O terapeuta precisava pedir para a pessoa inclinar um pouco para frente, um pouco para trás. No mundo real, no entanto, é o chão que muda, é o ambiente que gera o desequilíbrio”, explica.
A solução encontrada foi criar uma plataforma capaz de se movimentar em diferentes direções e inclinações, simulando situações reais de instabilidade e desequilíbrio.
Simular o desequilíbrio para entender o corpo
A simulação desses desequilíbrios não acontece apenas pelo movimento da plataforma. Para tornar os exercícios mais próximos de situações do cotidiano e estimular a adesão ao tratamento, os pesquisadores incorporaram recursos de realidade virtual e gameterapia. Nos jogos desenvolvidos pela equipe, o paciente permanece sobre a plataforma enquanto controla movimentos dentro de ambientes virtuais. Em um dos cenários, por exemplo, o usuário navega por um rio e precisa deslocar o corpo lateralmente para coletar objetos. Quando surgem quedas d’água no ambiente virtual, a plataforma se inclina na mesma direção do cenário exibido nos óculos de realidade virtual.
“O sistema responde ao jogo. Quando o cenário inclina, a plataforma inclina junto. Isso aumenta muito a imersão e nos permite avaliar como o cérebro e os músculos respondem ao desequilíbrio”, explica Silva.
Enquanto isso, sensores registram continuamente como o corpo reage aos estímulos. O equipamento, que avalia quatro músculos da perna – que são chave para entender a chamada estratégia do tornozelo na correção dos desequilíbrios –, consegue rotacionar até 25 graus para frente, para trás e para os lados, com velocidade máxima de 7 graus por segundo, enquanto o sistema capta uma série de informações do paciente em tempo real.
Um dos parâmetros analisados é o chamado centro de pressão (COP), indicador que mostra como o corpo distribui o peso para manter o equilíbrio. O sistema também mede a velocidade de deslocamento corporal, a distribuição da carga corporal, a ativação muscular por meio da eletromiografia (EMG) e a atividade cerebral pelo eletroencefalograma (EEG).
“Conseguimos identificar, por exemplo, se a pessoa descarrega mais peso no lado direito do corpo do que no esquerdo. Isso pode indicar fraqueza muscular, alterações vestibulares ou compensações posturais importantes”, diz Silva. Segundo ele, a EMG permite analisar a ativação elétrica dos músculos estabilizadores envolvidos no equilíbrio postural, enquanto o EEG ajuda a identificar como o cérebro responde ao desequilíbrio.
A plataforma trabalha justamente com dois mecanismos fundamentais do equilíbrio: o controle antecipatório e o compensatório. O primeiro ocorre antes da perda de estabilidade, quando o cérebro percebe que um desequilíbrio pode acontecer e prepara o corpo para reagir. Já o compensatório entra em ação depois da instabilidade, tentando evitar a queda. Um dos diferenciais da tecnologia, segundo Silva, é a sincronização de todos esses dados em uma mesma linha temporal.
“Muitas plataformas conseguem coletar esses dados de forma isolada. O grande diferencial da nossa é que tudo é registrado de forma sincronizada. Isso diminui muito o viés metodológico para pesquisa e pode gerar futuramente um sistema preditivo de risco de queda”, afirma.
Segundo Sandra Maria Sbeghen Ferreira de Freitas, professora da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) e especialista em controle do movimento humano e biomecânica, plataformas de força já são amplamente utilizadas em pesquisa para avaliação do equilíbrio e da oscilação postural, mas a integração simultânea de diferentes tecnologias ainda é um desafio. “Plataformas de força, eletromiografia e estudos combinando esses equipamentos já existem. O diferencial desse parece estar justamente em sincronizar tudo em um mesmo sistema e transformar isso em uma ferramenta aplicável para o profissional”, afirma.

Do diagnóstico à prevenção
Para Abreu, da FMRP-USP, a primeira etapa fundamental é estratificar o risco de queda. “E isso precisa ser simples, rápido e de baixo custo. Não adianta depender de uma ferramenta cara para fazer a triagem populacional”, pondera, ao ressaltar que, atualmente, as sociedades científicas internacionais recomendam que toda pessoa idosa passe ao menos uma vez por ano por uma triagem de risco de quedas, o que ainda não acontece de forma rotineira.
A fisioterapeuta explica que a avaliação é simples: “Basicamente, fazemos três perguntas: se a pessoa caiu no último ano, se tem preocupação em cair e se sente instabilidade para andar ou realizar atividades. Depois aplicamos um teste rápido de mobilidade ou velocidade da marcha. Em menos de cinco minutos é possível classificar esse paciente como baixo, moderado ou alto risco de queda”, explica.
Na sua avaliação, ferramentas mais avançadas, como a plataforma, entram em uma segunda etapa para aprofundar a avaliação de pessoas idosas com histórico de quedas ou maior risco de novos episódios, que se beneficiam de uma melhor compreensão dos fatores associados a essa condição. “A plataforma permite integrar informações sobre aspectos musculares, neurais e biomecânicos e isso pode ajudar a personalizar os treinamentos e tratamentos”, diz Abreu, esclarecendo que, muitas vezes, uma intervenção funciona para um paciente e não funciona para outro porque as necessidades são diferentes. “Quanto mais preciso é o diagnóstico, mais direcionada tende a ser a intervenção.”
O fisioterapeuta Tabajara de Oliveira Gonzalez, integrante do grupo de pesquisa da UMC, afirma que a tecnologia surge justamente para preencher essa lacuna. “A plataforma foi pensada para responder ao desafio do envelhecimento da população. Queda em idosos é um problema de saúde pública no mundo inteiro. Você tem lesões associadas, óbitos, pacientes que acabam ficando acamados, gerando custos para o sistema de saúde e sem um trabalho preventivo muito efetivo”, afirma.
Segundo ele, embora os idosos sejam um dos principais focos das pesquisas, a plataforma pode futuramente atender diferentes perfis de pacientes com alterações de equilíbrio, incluindo pessoas com doenças neurológicas, problemas vestibulares, amputações, obesidade e até mesmo atletas em reabilitação. “Você pode ter um paciente amputado que não consegue distribuir adequadamente o peso entre os lados do corpo, uma criança com déficit cognitivo ou um atleta voltando de lesão. São muitos os públicos possíveis”, diz.
Freitas ressalta, porém, que tecnologias desse tipo ainda estão concentradas principalmente em universidades, laboratórios de pesquisa e grandes centros de reabilitação. “Essas avaliações exigem processamento de dados, interpretação especializada e equipamentos de alto custo. Por isso, ainda existem muitos desafios para transformar tudo isso em algo amplamente acessível no dia a dia clínico”, pondera.
Apesar dos recursos de realidade virtual, os pesquisadores ressaltam que a tecnologia não pretende substituir o tratamento fisioterapêutico. “Quem propõe o tratamento é o profissional. O sistema permite que o fisioterapeuta controle velocidade, inclinação, dificuldade e escolha jogos específicos de acordo com a necessidade de cada paciente”, ressalta Silva.
Abreu destaca que o treinamento físico continua sendo a principal ferramenta para prevenção de quedas. “O exercício físico é a base de tudo. E quanto mais o treino trabalha equilíbrio, força e mobilidade juntos, maior o impacto na prevenção.” Para a especialista, o grande desafio agora é transformar o conhecimento científico em política pública. “Precisamos conscientizar a população, capacitar os profissionais de saúde e criar linhas de cuidado para a pessoa idosa. Se conseguirmos identificar precocemente quem começa a perder equilíbrio, força e mobilidade, conseguimos intervir antes da queda acontecer.”
Da pesquisa ao mercado
O engenheiro eletricista André Roberto Fernandes da Silva, que também participou do desenvolvimento da tecnologia durante a realização do doutorado em Engenharia Biomédica na UMC, destaca que a equipe trabalhou desde o início para garantir segurança durante os testes. “Tivemos muita atenção para oferecer segurança também para quem usa. A plataforma possui sistemas de sustentação, barras de apoio e cintos de proteção para ampliar o uso mesmo em pessoas com comprometimento importante de equilíbrio.”
Ao final da avaliação, o sistema gera automaticamente um relatório em PDF com os dados coletados, informações clínicas do paciente e sugestões terapêuticas. A expectativa agora é avançar para uma nova etapa com apoio da inteligência artificial. “O hardware e o software básico estão prontos. O próximo passo é desenvolver uma plataforma de dados com inteligência artificial capaz de integrar todas essas informações e auxiliar na construção de modelos preditivos de risco de queda. Mas precisamos ampliar os testes humanos para validar melhor esses modelos”, afirma Fernandes da Silva.
Agora, o objetivo é transformar o protótipo acadêmico em um produto disponível. “Nós já temos um protótipo funcional pronto para comercialização. Queremos ampliar os testes fora do ambiente universitário e levar a plataforma para clínicas, hospitais e centros de reabilitação. Se conseguirmos avançar, acreditamos que em cerca de um ano e meio já será possível escalar o produto para o mercado”, conclui o engenheiro.
Autor: fapesp
Fonte: fapesp
Sítio Online da Publicação: fapesp
Data: 15/07/2026
Publicação Original: https://revistapesquisa.fapesp.br/plataforma-que-simula-desequilibrios-quer-antecipar-risco-de-quedas-em-idosos/
Agricultura do milho sustentou grandes aldeias pré-coloniais do Cerrado



quarta-feira, 15 de julho de 2026
Nova espécie de peixe das nuvens é descoberta na Caatinga do sertão cearense

Uma espécie inédita de peixe das nuvens foi descoberta no município de Penaforte, localizado no sertão do Ceará, trazendo novas perspectivas para a zoologia nacional. O achado expande o mapa de ocorrência desses animais no semiárido brasileiro, em uma área onde cientistas não tinham indício algum de populações similares. A identificação do animal foi formalizada e descrita em um artigo publicado na revista científica internacional Zootaxa.
De acordo com os registros do projeto Peixes da Caatinga, a descoberta reforça a relevância biológica do bioma e o impacto de novas ferramentas na catalogação da fauna.
Segundo os pesquisadores, o surgimento desse novo peixe na fauna cearense ajuda a entender como os ecossistemas aquáticos operam em áreas de extrema restrição hídrica.
Os especialistas apontam que o monitoramento constante do semiárido é fundamental para o avanço da ciência. Esse mapeamento serve como base para futuros planos de manejo e conservação em áreas afetadas pelo desenvolvimento de grandes obras civis.
A coordenação do grupo relatou que, diante da falta de verbas públicas para o deslocamento imediato das equipes de campo, os próprios entusiastas e cientistas organizaram uma mobilização independente para financiar a expedição. Essa viagem investigativa validou as suspeitas e coletou as amostras que comprovaram a existência do animal.
O ciclo de sobrevivência nos poções temporários do sertão
De acordo com as análises ecológicas do projeto, o peixe descoberto pertence ao grupo dos chamados peixes das nuvens, criaturas que possuem uma dinâmica de vida ligada ao regime de chuvas.
Eles habitam poças temporárias que secam completamente durante os meses de estiagem severa. Antes de a água evaporar por completo, os adultos enterram seus ovos na lama profunda, garantindo a perpetuação da linhagem biológica.
Os biólogos explicam que os ovos resistem sob a terra seca e eclodem somente quando as primeiras tempestades voltam a encher os reservatórios naturais.
Relato digital em prol da ciência
Toda essa jornada científica começou por meio de um relato digital enviado aos biólogos por um morador local, indicando a presença de animais com essas características na região de Penaforte. O material fotográfico serviu de prova inicial para que a equipe providenciasse o deslocamento emergencial. O caso ilustra como canais de comunicação direta podem acelerar o registro de novos organismos.
”Aqui, através do nosso Instagram do Peixes da Caatinga, um seguidor chamado Kaique entrou em contato dizendo que quando ele era criança brincava com peixe parecido com aqueles peixes das nuvens que eu postava constantemente. E aí eu fui pesquisar e vi que não havia nenhum registro de peixes das nuvens lá na região dele”, afirma Telton Ramos, pesquisador, biólogo e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Batismo local e a ameaça de extinção na margem da rodovia
Após análises detalhadas em ambiente de laboratório, a criatura foi batizada formalmente como Cynolebias penaforte, uma homenagem direta à cidade onde foi coletada.
O objetivo da escolha patronímica vai além do protocolo taxonômico de catalogação. A intenção da comunidade acadêmica é gerar um sentimento de orgulho e pertencimento nos moradores locais para que eles se tornem fiscais naturais do ecossistema.
A urgência no engajamento comunitário, destaca o pesquisador, se justifica pelo cenário de extrema vulnerabilidade em que a espécie recém-descoberta se encontra. O único ponto de amostragem onde o peixe foi detectado sofre com intervenções severas de infraestrutura humana.
Uma parte considerável da poça temporária onde os animais se reproduzem acabou sendo aterrada recentemente devido à proximidade com uma rodovia federal e com as estruturas da transposição do rio São Francisco.
”Essa espécie já está muito ameaçada de extinção. Nós só conseguimos registrar em uma única bursa (pequena poça d’água) temporária, que fica nas margens de uma BR, e parte dessa bursa já foi aterrada. Ou seja, a espécie está em situação bem difícil”, ressalta.
“Outro motivo é que fica muito próximo dos canais de transposição de São Francisco, que pode mexer com a hidrografia dessa bursa temporária”, alerta o biólogo Telton Ramos.
A riqueza oculta sob o solo seco do semiárido brasileiro
O pesquisador explica que as modificações no fluxo natural das águas e as obras nas adjacências do canal alteram o regime de inundação da bacia, colocando em risco o ciclo reprodutivo desses animais.
Os peixes das nuvens, esclarece ele, figuram atualmente como o conjunto de vertebrados aquáticos mais ameaçado de desaparecimento em todo o território nacional. O risco iminente de perda dessa linhagem antes mesmo de seu estudo aprofundado preocupa as entidades de preservação.
O episódio acende um alerta sobre a necessidade de se revisar o estereótipo de que o sertão nordestino possui uma fauna pobre ou simplória, argumenta o biólogo. O bioma abriga uma teia ecológica complexa e volumosa, registrando mais de 430 espécies de peixes nativos.
Muitas dessas formas de vida permanecem totalmente desconhecidas do público de massa e demandam aportes financeiros e pesquisas de campo para mapeamento.
”É uma importante descoberta para a ciência brasileira. Mostra que temos uma grande diversidade de peixes ainda desconhecida, a biodiversidade de peixes de água doce mundo, porém precisa de mais estudos. Precisamos conhecer melhor nossa biodiversidade”, conclui.
Autor: movimentoeconomico
Fonte: movimentoeconomico
Sítio Online da Publicação: movimentoeconomico
Data: 12/07/2026
Publicação Original: https://movimentoeconomico.com.br/meio-ambiente/2026/07/12/nova-especie-de-peixe-das-nuvens-e-descoberta-na-caatinga-do-sertao-cearense/?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4
Estudo detecta, pela primeira vez no Brasil, bactérias que causam doença grave em peixes de criação
A doença impacta principalmente criações de tilápia (Oreochromis niloticus) – também conhecida, comercialmente, como Saint Peter –, que é uma espécie de origem africana; mas também criações de espécies nativas do Brasil, como tambaqui, pacu e pintado-da-amazônia. Os resultados são um alerta para a necessidade de vigilância epidemiológica e desenvolvimento de vacinas.
“A identificação inicial das bactérias desse gênero é feita por exame visual das colônias no microscópio. Mas como esses microrganismos se movimentam deslizando no meio de cultura, dependendo do meio utilizado a colônia fica transparente, quase invisível. Por isso, é preciso atenção redobrada durante o exame visual”, conta Daniel de Abreu Reis Ferreira, primeiro autor do estudo, realizado com bolsa da FAPESP durante seu doutorado no Centro de Aquicultura da Universidade Estadual Paulista (Caunesp), em Jaboticabal.
O estudo foi publicado na edição deste mês da revista Microbial Pathogenesis, e conta ainda com autores da Universidade Zambeze, em Moçambique.
Doença de pele
Até pouco tempo, as quatro espécies de Flavobacterium detectadas eram conhecidas como apenas uma, Flavobacterium columnare, daí o nome da doença. A columnariose causa lesões esbranquiçadas na pele e nas nadadeiras, além de necrose nas brânquias dos peixes.
“As bactérias se alimentam de células epiteliais e matam os peixes em poucos dias, especialmente as larvas e os alevinos”, explica Fabiana Pilarski, professora do Caunesp que orientou o doutorado de Ferreira.
Pilarski é pesquisadora associada do Centro de Ciência para o Desenvolvimento Sanidade na Piscicultura, sediado no Instituto de Pesca.
Entre as 11 cepas isoladas no estudo, seis eram da espécie Flavobacterium oreochromis, até então conhecida no Brasil por infectar apenas a tilápia, peixe mais produzido no país e no mundo. Agora, o patógeno foi detectado em amostras de peixes nativos criados para consumo: tambaqui (Colossoma macropomum), lambari (Astyanax lacustris) e pacu (Piaractus mesopotamicus).
Outro resultado foi a detecção inédita de Flavobacterium davisii em um pintado-da-amazônia (Pseudoplatystoma punctifer). “Esse caso mostra que a bactéria também pode infectar siluriformes, uma ordem de peixes distinta das que ela costuma colonizar, ampliando a possibilidade de hospedeiros para esse patógeno”, explica Ferreira.
As análises mostraram ainda que os patógenos até então encontrados apenas na Ásia e nos Estados Unidos estão adaptados ao clima do Brasil. Nos testes, F. davisii e F. inkyongense, outra bactéria identificada nas análises, alcançaram condições ideais para o crescimento a 28 °C, temperatura média das águas continentais brasileiras.

Tambaqui (Colossoma macropomum) acometido por Flavobacterium oreochromis (foto: Daniel Ferreira/Caunesp)
Outras duas espécies detectadas nas análises, F. oreochromis e F. indicum, demonstraram preferência por temperaturas mais altas, sendo que a segunda apresentou o pico de desenvolvimento a 35 °C, ou seja, pode ser favorecida pelo aquecimento das águas. Outro dado alarmante é que a 28 °C as bactérias apresentaram uma alta produção de biofilme.
“O biofilme é uma matriz protetora que permite que as bactérias se mantenham num estado de dormência quando as condições não são favoráveis, voltando a se multiplicar quando o ambiente se torna propício”, diz Pilarski.
“Daí a importância de protocolos robustos de higiene e desinfecção para prevenir a colonização dos equipamentos usados para o manejo dos peixes”, completa Ferreira.
Enquanto quase todas as espécies analisadas sofreram uma queda expressiva na formação de biofilmes a 35 °C, na F. davisii esse mecanismo de defesa permaneceu bastante ativo. Os pesquisadores observaram, porém, que sob essa temperatura a bactéria teve sua mobilidade prejudicada.
“Isso sugere uma adaptação, o que chamamos de um trade-off metabólico, em que ela perderia por um lado, se movimentando menos, mas ganharia por outro, produzindo biofilme e sobrevivendo”, explica Ferreira.
Vacinas e sal
A boa notícia é que estudos realizados por outros grupos de pesquisa mostram que bactérias do gênero Flavobacterium não suportam bem a salinidade. Com isso, adicionar sal à água poderia diminuir as chances de colonização do patógeno. No entanto, ainda são necessários novos estudos para determinar os níveis ideais de salinidade para proteger cada espécie de peixe.
Os pesquisadores agora realizam estudos genômicos com as bactérias encontradas a fim de encontrar possíveis alvos para vacinas. A ideia é desenvolver os chamados imunizantes autógenos, vacinas personalizadas para as cepas presentes em cada local de produção.
“Uma vez que a columnariose ataca sobretudo a pele, uma vacina na forma de banho com a bactéria atenuada seria ideal, beneficiando principalmente os peixes jovens. É uma fase em que o sistema imune está em formação e, por serem pequenos, os alevinos poderiam ser vacinados em grande quantidade simultaneamente”, avalia Pilarski.
O artigo Molecular identification and phenotypic characterization of Flavobacterium spp. from Brazilian aquaculture fish pode ser lido em: sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0882401026002627.
Autor: fapesp
Sítio Online da Publicação: fapesp
Data: 13/07/2026
Publicação Original: https://agencia.fapesp.br/estudo-detecta-pela-primeira-vez-no-brasil-bacterias-que-causam-doenca-grave-em-peixes-de-criacao/58647
Pesquisa da UFRN revela como bromélia ajuda a regenerar a Caatinga
Em um cenário marcado por calor intenso, escassez de água e solo praticamente inexistente, uma bromélia típica da Caatinga vem se revelando uma aliada fundamental da biodiversidade. Pesquisa conduzida por cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) mostra que a macambira-de-flecha (Encholirium spectabile) cria microambientes capazes de sustentar dezenas de espécies vegetais sobre afloramentos rochosos do semiárido nordestino.
O estudo analisou 155 touceiras da espécie distribuídas em 22 afloramentos rochosos do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Ao longo das estações seca e chuvosa, os pesquisadores registraram 35 espécies de plantas vasculares associadas às bromélias, pertencentes a 20 famílias botânicas diferentes. Os resultados indicam que quanto maior a estrutura da macambira, maior também a diversidade de plantas que consegue abrigar.
A pesquisa, liderada pelo biólogo Jaqueiuto Jorge e publicada em uma revista científica internacional da área de Ecologia Vegetal, reforça o papel da macambira como uma espécie capaz de modificar o ambiente e favorecer a sobrevivência de outros organismos em condições extremas.
Segundo o pesquisador, em entrevista à Agência Saiba Mais, uma das maiores surpresas observadas durante os anos de campo foi encontrar árvores de grande porte se desenvolvendo em meio às rochas graças às condições criadas pela bromélia.
“A gente ficou impressionado ao encontrar espécies como o umbuzeiro e o mulungu crescendo sobre afloramentos rochosos. São plantas que dependem de mais nutrientes e de condições favoráveis para se estabelecer. A macambira cria esse ambiente inicial que permite a germinação e o crescimento dessas árvores”, explica.
Além da importância ecológica, o umbuzeiro representa um elo entre fauna, flora e comunidades humanas do semiárido. Seus frutos servem de alimento para animais que, por sua vez, ajudam a dispersar sementes. Aves, morcegos e pequenos mamíferos utilizam as touceiras da bromélia como abrigo e acabam contribuindo para a dinâmica de regeneração desses ambientes.
Microclima contra o calor extremo
Diferentemente de outras bromélias conhecidas por armazenar água, a macambira-de-flecha atua principalmente por sua arquitetura. Suas folhas formam estruturas que acumulam matéria orgânica, retêm sementes e criam áreas protegidas das condições mais severas do ambiente.
Foto: Jaqueiuto JorgeOs pesquisadores observaram que a temperatura dentro das touceiras tende a ser mais amena e a umidade mais elevada em comparação com as áreas expostas ao redor. Isso permite que algumas espécies permaneçam verdes e floridas por mais tempo, mesmo durante períodos de estiagem.
“O que percebemos é que as plantas associadas encontram dentro das touceiras condições mais favoráveis para sobreviver. A umidade é maior e o sombreamento reduz o estresse causado pelo calor excessivo”, afirma Jaqueiuto.
A pesquisa também identificou diferenças entre os períodos de seca e chuva. Algumas espécies aparecem apenas durante a estação chuvosa, enquanto outras conseguem atravessar os ciclos climáticos graças às condições proporcionadas pela bromélia.
Para os pesquisadores, esse papel ganha ainda mais relevância diante das mudanças climáticas. Espécies capazes de criar e manter ambientes favoráveis tendem a se tornar cada vez mais importantes em cenários de aumento das temperaturas e prolongamento das secas.
Além de sua importância para a conservação da biodiversidade, a macambira pode se tornar uma aliada em projetos de recuperação ambiental na Caatinga.
De acordo com Jaqueiuto Jorge, a espécie possui características que favorecem a regeneração de áreas degradadas. Suas raízes ajudam a estabilizar o solo e reduzir processos erosivos, enquanto a matéria orgânica acumulada em sua base cria condições para o estabelecimento de outras plantas.
“Ela é uma planta extremamente resistente e exige poucos cuidados. As raízes ajudam a segurar o solo, enquanto a matéria orgânica acumulada favorece a regeneração da vegetação. Isso faz da macambira uma candidata importante para projetos de restauração”, destaca.
Pesquisas ainda em andamento indicam que a bromélia também contribui para a decomposição da matéria orgânica e para a manutenção de invertebrados responsáveis pela formação de nutrientes no solo, ampliando seu potencial ecológico.
Os afloramentos rochosos onde a macambira ocorre estão sob pressão crescente. Entre as principais ameaças apontadas pelos pesquisadores estão o avanço da mineração, a retirada de rochas ornamentais, obras de infraestrutura e os efeitos das mudanças climáticas.
Segundo Jaqueiuto, a perda dessas bromélias pode provocar impactos que vão muito além da própria espécie.
“Quando se perde uma espécie-chave como a macambira, o impacto é muito maior porque outras plantas e animais dependem dela. Existe um risco de perda de serviços ecossistêmicos que ainda nem compreendemos totalmente”, alerta.
Após mais de uma década de pesquisas sobre a espécie, a equipe agora pretende aprofundar os estudos sobre as interações entre fauna e flora associadas às macambiras. O objetivo é entender como essas relações influenciam os chamados serviços ecossistêmicos, benefícios que alcançam tanto a biodiversidade quanto as populações humanas do semiárido. O estudo foi desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia (PPGECO), UFRN, Financiado pelo CNPq, CAPES e FAPERN.
Além do papel ecológico, a planta possui importância cultural para comunidades sertanejas. Suas folhas e frutos podem ser utilizados na alimentação, no artesanato e em práticas tradicionais, reforçando sua relevância para além dos limites dos afloramentos rochosos onde cresce.
Autor: saibamais
Fonte: saibamais
Sítio Online da Publicação: saibamais
Data: 14/07/2026
Publicação Original: https://saibamais.jor.br/2026/07/pesquisa-da-ufrn-revela-como-bromelia-ajuda-a-regenerar-a-caatinga/?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4
segunda-feira, 13 de julho de 2026
FAPESP divulga resultado de chamadas para coleções biológicas e acervos museológicos

Foto: Léo Ramos Chaves/Pesquisa FAPESP
A FAPESP anuncia o resultado para duas chamadas de propostas do PAIP – Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo, lançadas em julho de 2025: uma voltada a Coleções Biológicas e outra a Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos.
Foram no total 50 propostas selecionadas. São projetos que implementarão concepções inovadoras de armazenamento, organização e disponibilização das coleções a partir de uma perspectiva que evidencia o papel fundamental delas como ponto de partida para o desenvolvimento não só de pesquisas, mas também de projetos de caráter cultural e educativo.
Cada uma das chamadas garantirá apoio à aquisição de equipamentos multiusuários (EMU) e custos de suprimentos e serviços necessários à instalação e operacionalização do equipamento multiusuário (EMU), além de Bolsas de Treinamento Técnico e de Participação em Curso.
A chamada que contempla a infraestrutura de Coleções Biológicas teve 12 propostas selecionadas. Abarcando as coleções de herbários, zoológicas e de células e tecidos, a chamada teve como propósito modernizar e expandir a infraestrutura dessas coleções, promovendo avanços na informatização e gestão de dados biológicos, com foco em atender às necessidades de uma ciência cada vez mais integrada e orientada por dados.
Por sua vez, a chamada referente a Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos resultou em 38 projetos. Especificamente, este edital abrangeu espaços – físicos ou virtuais – destinados ao armazenamento, pesquisa e divulgação do conhecimento científico, tecnológico, artístico, histórico e cultural, com destaque para a história social, cultural e científica no Brasil.
Os projetos preveem uma contrapartida institucional das instituições solicitantes que se traduz em gestão institucional administrativa, técnica e financeira adequadas, contando com pessoal de apoio técnico dedicado à operação dos equipamentos, à gestão dos acervos e ao apoio aos usuários da instituição e externos.
Propostas selecionadas
Chamada PAIP / Coleções Biológicas:
EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas: Aquisição de MALDI-TOF Biotyper® e liofilizador para aprimoramento da Coleção de Micro-organismos "Prof. Sérgio Batista Alves" com foco no avanço na identificação e preservação de agentes para bioinsumos
Nº Processo: 2025/24486-7
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Ítalo Delalibera Junior
Instituição Sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/USP
EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas: Aquisição de plataforma para análise e disponibilização de dados ômicos e microtomográficos dos acervos Zoológicos do Instituto Butantan
Nº Processo: 2025/24572-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Antonio Domingos Brescovit
Instituição Sede: Instituto Butantan/SSSP
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EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas: Biobanco para Estudos em Envelhecimento-Transformação Digital e Expansão da Coleção
Nº Processo: 2025/24368-4
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Claudia Kimie Suemoto
Instituição Sede: Faculdade de Medicina/USP
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EMU: Modernização da infraestrutura e do sistema de gerenciamento de dados do LBP visando a garantia de sua preservação, a produção de dados digitais e o compartilhamento de dados
Nº Processo: 2025/21526-8
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Claudio de Oliveira
Instituição Sede: Instituto de Biociências de Botucatu/UNESP
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EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas: Aquisição de Microscópio DVM6 para produção de imagens e reconstruções em 3D das coleções científicas do Departamento de Biologia da FFCLRP - USP, com foco em séries-tipo, espécimes raros e de grupos ameaçados
Nº Processo: 2025/24339-4
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Tiana Kohlsdorf
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto/USP
EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas: Aquisição de Plataforma Multiusuário para Coleções Microbiológicas visando a Bioprospecção, Patógenos e Modelos Genéticos (BIPAGEN)
Nº Processo: 2025/21993-5
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Gustavo Henrique Goldman
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto/USP
EMU: Aquisição de microscópio eletrônico de varredura para o fortalecimento da infraestrutura das coleções biológicas marinhas do IOUSP na década do oceano
Nº Processo: 2025/24155-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Paulo Yukio Gomes Sumida
Instituição Sede: Instituto Oceanográfico/USP
EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas: Aquisição do aparelho - MALDI-TOF - digitalização, ampliação, qualificação e difusão da Coleção de Fungos Patogênicos Professor Carlos da Silva Lacaz da FMUSP-HC
Nº Processo: 2025/24516-3
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Gil Benard
Instituição Sede: Faculdade de Medicina/USP
EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas: Revisão, informatização e disponibilização pública dos acervos do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP)
Nº Processo: 2025/24508-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Luís Fábio Silveira
Instituição Sede: Museu de Zoologia/USP
EMU: Sistema integrado de proteção contra incêndio e modernização das Coleções Biológicas do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas - IBILCE/UNESP
Nº Processo: 2025/24598-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Fernando Barbosa Noll
Instituição Sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas de São José do Rio Preto/UNESP
EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas do Museu de Diversidade Biológica (MDBio): aquisição e incremento de equipamentos para investigações taxonômicas, estudos biogeográficos e conservação da biodiversidade
Nº Processo: 2025/24590-9
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Antônia Cecília Zacagnini Amaral
Instituição Sede: Instituto de Biologia/UNICAMP
EMU Infraestrutura de Coleções Biológicas: Aquisição de um Sistema para Criogenética de Amostras Biológicas para Institut Pasteur de São Paulo
Nº Processo: 2025/24602-7
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Coleções Biológicas
Pesquisador Responsável: Edison Luiz Durigon
Instituição Sede: Instituto Pasteur de São Paulo/IPSP
Chamada PAIP / Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos:
EMU - Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de Plataforma Integrada de Serviços de Biblioteca e Atualização do Laboratório de Digitalização
Nº Processo: 2025/24426-4
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Paulo Martins
Instituição Sede: Sistema Integrado Bibliotecas/USP
EMU Infraestrutura de Preservação Digital em Acervos Museológicos e Arquivísticos: aquisição de storages e servidores para guarda, pesquisa e disponibilização de acervos digitais de arte e arquitetura
Nº Processo: 2025/24484-4
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: José Tavares Correia De Lira
Instituição Sede: Museu Arte Contemporânea/USP
EMU - Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos: "Gestão Integrada dos Acervos Digitais dos Museus da Unesp, com sistema web e disk shelf para sistema de armazenamento NetApp, com discos SAS/SSD (GIAM-Unesp)"
Nº Processo: 2025/24596-7
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Neide Barroca Faccio
Instituição Sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia de Presidente Prudente/UNESP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de digitalizador para preservação e difusão das obras raras e dos acervos históricos do IAC, berço da ciência agrícola da América Latina
Nº Processo: 2025/24215-3
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Alessandra Alves de Souza
Instituição Sede: Instituto Agronômico de Campinas/SAASP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de Equipamentos e licenças de softwares para a criação de um Centro de Digitalização e Tratamento Inteligente de Coleções – CDTIC
Nº Processo: 2025/24438-2
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Solange Ferraz De Lima
Instituição Sede: Museu Paulista/USP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de Scanner Planetário A1 com suporte motorizado angular para digitalização de obras raras da Coleção Campiniana do CMU e acesso em plataforma digital
Nº Processo: 2025/24589-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: André Luiz Paulilo
Instituição Sede: Centro de Memória/UNICAMP
EMU: Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos- A Memória da Odontologia em Ação
Nº Processo: 2025/24578-9
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Karina Gonzales Silverio Ruiz
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba/UNICAMP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de arquivos deslizantes; sistema de detecção, alarme e supressão de incêndio; ar-condicionado para o Centro de Pesquisa e Documentação da ECA USP
Nº Processo: 2025/24367-8
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Fausto Roberto Poço Viana
Instituição Sede: Escola de Comunicações e Artes/USP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: preservação e popularização do Fundo Inezita Barroso e acervos sonoros do Arquivo do Instituto de Estudos Brasileiros
Nº Processo: 2025/24465-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável : Flávia Camargo Toni
Instituição Sede: Instituto de Estudos Brasileiros/USP
EMU: Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de equipamentos de infraestrutura em tecnologia da informação para criação do repositório educacional do estado de SP: implantação do Museu da Educação
Nº Processo: 2025/24424-1
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Carlota Josefina Malta Cardozo dos Reis Boto
Instituição Sede: Faculdade de Educação/USP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Digitalização, Preservação e Informatização do Acervo Histórico-Científico do CMAIH/SBPC
Nº Processo: 2025/24580-3
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Giselle Zenker Justo
Instituição Sede: Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Científicos e Museológicos: Aquisição de tomógrafo 3D e equipamentos de preservação para digitalização inclusiva dos acervos do IG-UNICAMP
Nº Processo: 2025/24601-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: David Jozef Cornelius Debruyne
Instituição Sede: Instituto Geociências/UNICAMP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de arquivos deslizantes para armazenamento e preservação do acervo da Biblioteca e Documentação-UNESP-Campus de Botucatu
Nº Processo: 2025/24038-4
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Silvana Artioli Schellini
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Botucatu/UNESP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de scanner profissional para digitalização de documentos musicais
Nº Processo: 2025/24582-6
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Raquel Juliana Prado Leite de Sousa
Instituição Sede: Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural/UNICAMP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: preservação e acondicionamento adequados para o acervo bibliográfico das Geociências
Nº Processo: 2025/24350-8
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Caetano Juliani
Instituição Sede: Instituto Geociências/USP
EMU Infraestrutura de pesquisa em acervos museológicos, bibliográficos e arquivísticos: aquisição de infraestrutura analítica para identificação, ampliação e modernização do acervo digital do museu Heinz Ebert
Nº Processo: 2025/24527-5
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Antonio Misson Godoy
Instituição Sede: Instituto de Geociências e Ciências Exatas de Rio Claro/UNESP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de sistema de refrigeração e desumidificação para a reserva técnica do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia-USP
Nº Processo: 2025/24496-2
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Rose Satiko Gitirana Hikiji
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas/USP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de equipamentos específicos de digitalização de acervos e servidores de armazenamento digital para a criação de Laboratório de Digitalização- Museu do Café
Nº Processo: 2025/24530-6
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Paula Ferreira Vermeersch
Instituição Sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia de Presidente Prudente/UNESP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de sistema de infraestrutura digital para preservação e acesso aos acervos do Instituto Butantan - memória científica do Estado de São Paulo
Nº Processo: 2025/24518-6
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Suzana Cesar Gouveia Fernandes
Instituição Sede: Instituto Butantan/SSSP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de Scanner Profissional Zeutschel para Digitalização e Modernização de Coleções de Acervos Históricos da Região de Ribeirão Preto
Nº Processo: 2025/24406-3
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: José Eduardo Santarém Segundo
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto/USP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de Infraestrutura de Interoperabilidade para a Fundação de Energia e Saneamento e o Instituto de Energia e Ambiente da USP aplicada à História da Energia
Nº Processo: 2025/24608-5
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Sonia Maria Troitino Rodriguez
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia e Ciências de Marilia/UNESP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de estantes deslizantes e modernização da infraestrutura para preservação do acervo e a ampliação dos espaços de estudo da Biblioteca de Física do IFGW
Nº Processo: 2025/24594-4
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Arlene Cristina Aguilar
Instituição Sede: Instituto de Física Gleb Wataghin/UNICAMP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de Scanner Planetário Profissional OS A2 Advanced para Biblioteca da FZEA/USP
Nº Processo: 2025/24533-5
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Carmen Silvia Favaro Trindade
Instituição Sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos/USP
EMU - Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de equipamento para um portal de acervos teatrais Cena da Memória: Portal do Teatro Brasileiro
Nº Processo: 2025/24607-9
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Lígia Maria Camargo Silva Cortez
Instituição Sede: Escola Superior de Artes Celia Helena/AAES
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de Serviço de Conservação, Recuperação e Digitalização do Acervo NEV-USP (CEPIx-USP)
Nº Processo: 2025/24398-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Marcos Cesar Alvarez
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas/USP
EMU: Aquisição de equipamentos e serviços para digitalização, conservação e disponibilização do acervo museológico e documental do Centro Histórico-Cultural da Enfermagem Ibero-Americana (CHCEIA)
Nº Processo: 2025/24558-8
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Rodrigo Almeida Bastos
Instituição Sede: Escola de Enfermagem/USP
EMU: Aquisição de equipamentos para implantação do Centro de Documentação e Memória
Nº Processo: 2025/24219-9
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Cauê Alves
Instituição Sede: Museu de Arte Moderna de São Paulo
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de Equipamentos e contratação de serviços de terceiros para a salvaguarda dos acervos CPV e CIM no AEL-UNICAMP
Nº Processo: 2025/24603-3
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Mario Augusto Medeiros Da Silva
Instituição Sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas/UNICAMP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Reorganização dos sistemas de armazenamento, organização, acesso e divulgação do acervo histórico da Fundação Escola de Sociologia e política de São Paulo
Nº Processo: 2025/24604-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Isabel Cristina Ayres da Silva Maringelli
Instituição Sede: Escola Sociologia e Política de São Paulo/FESPSP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de escâner planetário robotizado para a Biblioteca Joel Martins (FE/Unicamp)
Nº Processo: 2025/24546-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Ana Lúcia Horta Nogueira
Instituição Sede: Faculdade de Educação/UNICAMP
EMU-Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de arquivos deslizantes, serviço de digitalização e restauro para acondicionamento, difusão e preservação da coleção de periódicos da Biblioteca IPEN
Nº Processo: 2025/24563-1
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Isolda Costa
Instituição Sede: Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares/SDE
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de serviços de higienização e restauro e implementação de laboratório para garantir preservação e acesso ao acervo especial Shiguenoli
Nº Processo: 2025/24571-4
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Antonio Vogaciano Barbosa Mota Filho
Instituição Sede: Campus Osasco/UNIFESP
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EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de acervos deslizantes, higienização e infraestrutura de informática para Biblioteca Octavio Ianni (IFCH-Unicamp)
Nº Processo: 2025/24574-3
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Mariana Miggiolaro Chaguri
Instituição Sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas/UNICAMP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivístico: Aquisição de Scanners e Infraestrutura para digitalização e disponibilização virtual de obras raras e históricas do acervo da Biblioteca da FDUSP
Nº Processo: 2025/24476-1
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Mauricio Zanoide de Moraes
Instituição Sede: Faculdade Direito/USP
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Preservação e Tratamento Documental para Acesso Digital da Coleção de Dossiês de Artistas do Arquivo Histórico Wanda Svevo
Nº Processo: 2025/24494-0
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Lígia Fonseca Ferreira
Instituição Sede: Fundação Bienal de São Paulo
EMU Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos: Aquisição de hot stamp, plotter , guilhotina digital, servidores (Prodigy e NAS), higienização e digitalização de fotografias para Preservação e Memória
Nº Processo: 2025/24498-5
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Rogério Nogueira de Oliveira
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia/USP
EMU Infraestrutura de pesquisa em acervos museológicos, bibliográficos e arquivísticos: aquisição de equipamentos de digitalização e catalogação museológica para acesso aberto ao acervo do Centro de Ciências de Araraquara (CCA/IQ-UNESP)
Nº Processo: 2025/24380-4
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Ian Castro Gamboa
Instituição Sede: Instituto de Química de Araraquara/UNESP
EMU: Implantação e Disponibilização de Sistema de Imagens Osteológicas de Alta Definição para Modernização e Expansão da Coleção Ictiológica do Acervo Zoológico da Universidade Santa Cecília (AZUSC)
Nº Processo: 2025/24615-1
Linha de Fomento: Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa do Estado de São Paulo (PAIP): Chamada de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa em Acervos Museológicos, Bibliográficos e Arquivísticos
Pesquisador Responsável: Matheus Marcos Rotundo
Instituição Sede: Pró-Reitoria Acadêmica/UNISANTA
Autor: fapesp
Sítio Online da Publicação: fapesp
Data: 01/07/2026
Publicação Original: https://fapesp.br/18257/fapesp-divulga-resultado-de-chamadas-para-colecoes-biologicas-e-acervos-museologicos
Colaborações científicas entre São Paulo e Pernambuco serão apoiadas

Imagem de Gerd Altmann em Pixabay
A FAPESP anuncia o lançamento de chamada de propostas com a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe) para apoiar colaborações científicas entre pesquisadores de ambos os estados em duas áreas: Tecnologias Quânticas e Transição Energética.
FAPESP e Facepe mantêm um acordo de cooperação científica assinado pela primeira vez em 2008 e, desde então, renovado duas vezes. Esta chamada, a oitava no histórico da parceria entre as instituições, visa apoiar propostas que visem à formação ou ao fortalecimento de redes de pesquisa colaborativa entre os estados de Pernambuco e de São Paulo.
Propostas devem ser elaboradas em conjunto por um Pesquisador Responsável (PR) vinculado a instituição de ensino superior e pesquisa do estado de São Paulo, de um lado, e por um PR vinculado a instituição de mesmo tipo do estado de Pernambuco, de outro. Cada PR deve submeter até 31 de agosto junto à Fundação de Amparo à Pesquisa (FAP) de seu estado a proposta incidindo sobre uma das duas áreas de pesquisa da chamada.
A área de Tecnologias Quânticas abrange temas como comunicações seguras, estabelecendo novos padrões de segurança para transmissão de informações por meio da distribuição quântica de chaves; sensoriamento de alta precisão; e processamento/algoritmos quânticos, com foco em aplicações e no desenvolvimento de plataformas integradas que miram a superação de importantes limitações da computação clássica.
Já a área de Transição Energética considera pesquisas em minerais críticos, hidrogênio de baixa intensidade de carbono, bioenergia, biodiversidade e tecnologias industriais de descarbonização – contemplando desde a geração de conhecimento fundamental até o desenvolvimento de processos, materiais, plataformas tecnológicas, cadeias de valor e aplicações industriais capazes de reduzir emissões, aumentar a segurança energética e posicionar o Brasil de forma competitiva na economia global de baixo carbono.
O orçamento total da chamada para apoio a projetos colaborativos é de R$ 2,4 milhões, sendo que a FAPESP desembolsará R$ 1,8 milhão e a Facepe, R$ 600 mil. O aporte da FAPESP e da Facepe deverá ser proporcional ao esforço em pesquisa do respectivo estado, não havendo obrigação de igual financiamento de cada uma das duas FAPs. Os projetos podem ter duração de até 36 meses e orçamento máximo de R$ 600 mil.
A FAPESP irá adotar para essa chamada as condições e normas da modalidade de apoio Auxílio à Pesquisa – Regular. Pesquisadores paulistas devem enviar propostas exclusivamente via Sistema SAGe, que estará aberto para submissões no âmbito desta chamada a partir de 23 de julho.
A chamada pode ser acessada em fapesp.br/18262.
Autor: fapesp
Fonte: fapesp
Sítio Online da Publicação: fapesp
Data: 03/07/2026
Publicação Original: https://fapesp.br/18263/colaboracoes-cientificas-entre-sao-paulo-e-pernambuco-serao-apoiadas
FAPESP e CSIC lançam chamada conjunta de projetos
Serão aceitas propostas com a instituição espanhola dentro dos sete eixos estratégicos de pesquisa para o período 2026-2028 da Fundação
A FAPESP e a o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC), da Espanha, lançam esta Chamada Conjunta de Projetos de Pesquisa, com o objetivo de promover e fortalecer a colaboração científica entre pesquisadores vinculados a Instituições de Ensino Superior ou Pesquisa do estado de São Paulo e pesquisadores do CSIC. A chamada faz parte do acordo que a FAPESP mantém com a CSIC.
Os temas das propostas devem estar alinhados com as áreas prioritárias dos sete eixos estratégicos de pesquisa para o período 2026-2028 escolhidos pela FAPESP:Biotecnologia
Transição energética
Biodiversidade, produção sustentável de alimentos e segurança alimentar
Transição digital e inteligência artificial
Ciência e tecnologias quânticas
Saúde humana e animal
Violência e segurança pública
A FAPESP financiará os custos dos grupos de pesquisa sediados no estado de São Paulo e o CSIC financiará os custos dos grupos sediados na Espanha. Serão apoiadas até 5 (cinco) propostas no âmbito desta Chamada.
O prazo para recebimento de propostas termina em 14 de agosto de 2026.
A chamada de propostas está disponível em: fapesp.br/18255.
Sítio Online da Publicação: fapesp
Data: 01/07/2026
Publicação Original: https://fapesp.br/18258/fapesp-e-csic-lancam-chamada-conjunta-de-projetos
FAPESP participa de chamada da União Europeia com foco em matérias-primas e transição verde
que envolve instituições de 27 países

Foto: Quang Nguyen Vinh/Pexels
A FAPESP anuncia a participação, a convite do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), em chamada de propostas da Raw Materials Partnership (RAMP), parceria no âmbito do Horizon Europe, programa da Comissão Europeia, estabelecida para possibilitar pesquisa transnacional e o financiamento de inovação ao longo de toda a cadeia de valores de matérias-primas consideradas cruciais às tecnologias por trás da transição verde e digital – como sistemas de geração de energia renovável, baterias e infraestruturas digitais.
Participam da Chamada 2026 do RAMP 37 instituições financiadoras de 25 países. A FAPESP apoiará projetos com duração de 36 meses de acordo as normas e condições da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular e aportará até o equivalente a 800 mil euros para apoiar propostas concedidas a proponentes do estado de São Paulo.
De acordo com as diretrizes da Chamada RAMP 2026, as propostas devem ser elaboradas por um consórcio reunindo três pesquisadores parceiros que solicitem financiamento em três países participantes da chamada, sendo que pelo menos dois desses países devem ser Estados-membros da União Europeia ou países associados ao programa Horizon Europe.
As propostas devem definir seu principal objetivo e o impacto com base em uma das seis áreas prioritárias da Chamada: (i) Garantir um fornecimento resiliente de matérias-primas a partir de fontes primárias; (ii) Focar em fontes secundárias para ampliar o acesso às matérias-primas; (iii) Uso eficiente e eficaz das matérias-primas no design e na produção; (iv) Superar barreiras tecnológicas à circularidade; (v) Colocar em prática as ambições da economia circular; (vi) Abordagens inovadoras para analisar as cadeias de valor das matérias-primas. A adoção de abordagens inter e transdisciplinares sobre estas áreas são fortemente encorajadas.
As submissões à chamada serão feitas em duas etapas. Na primeira, o pesquisador responsável (PR) do consórcio oriundo do estado de São Paulo deverá enviar até 22 de setembro uma pré-proposta à FAPESP por meio do e-mail de atendimento criado pela fundação para esta chamada. Na mensagem, o proponente deve incluir súmula curricular em inglês, o tempo estimado de dedicação ao projeto, título, duração e orçamento previstos para a proposta e nome e instituição do PR coordenador do consórcio.
O PR paulista cuja pré-proposta for aprovada procederá para a segunda fase, em que enviará a proposta completa exclusivamente por através do Sistema de Apoio à Gestão (SAGe). O prazo para esta etapa é 15 de fevereiro de 2027.
A chamada com orientações aos pesquisadores paulistas está disponível em https://fapesp.br/18256.
Autor: fapesp
Fonte: fapesp
Sítio Online da Publicação: fapesp
Data: 02/07/2026
Publicação Original: https://fapesp.br/18259/fapesp-participa-de-chamada-da-uniao-europeia-com-foco-em-materias-primas-e-transicao-verde
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Estudo investiga os caminhos para o tratamento da osteoartrite
A osteoartrite é uma doença degenerativa crônica que causa o desgaste progressivo da cartilagem que reveste as articulações. Afeta principalmente joelhos, quadris, mãos e coluna, provocando dor mecânica, rigidez e limitação de movimentos, especialmente em idosos e pessoas obesas. Apesar dos avanços da Medicina, os tratamentos farmacológicos atualmente disponíveis apresentam eficácia limitada, e nem sempre proporcionam alívio adequado para a dor. Investigando os caminhos para o tratamento desta doença, o pesquisador Robson da Costa, da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estuda como regular os mecanismos neurais relacionados à sensação de dor em condições crônicas, como nos pacientes com osteoartrite.
No Laboratório de Neurofarmacologia e Comportamento (LabNec/UFRJ), ele conseguiu, em testes com modelo animal, reduzir a atividade de um canal iônico presente em neurônios sensoriais envolvidos na transmissão da dor. Trata-se do canal TRPM3 (Receptor de Potencial Transitório Melastatina 3), envolvido na sinalização da sensação de dor. "Um dos principais achados do estudo foi demonstrar que a remoção seletiva do TRPM3 nos neurônios sensoriais foi suficiente para impedir o desenvolvimento da dor associada à osteoartrite. Além disso, antagonistas seletivos desse canal foram capazes de reverter a dor já estabelecida nos modelos experimentais. Em conjunto, os resultados identificam o TRPM3 como um importante mediador da dor articular e um promissor alvo terapêutico para o tratamento da osteoartrite", contou o pesquisador.
"O bloqueio deste canal, que funciona como um canal iônico que permite a entrada de íons nas células nervosas, contribuindo para a geração de sinais associados à dor, pode representar uma estratégia promissora para aliviar a dor associada à osteoartrite", completou Robson, que vem desenvolvendo seu trabalho com apoio da FAPERJ, por meio dos editais Jovem Cientista do Nosso Estado e Auxílio Básico à Pesquisa (APQ1).

Esquema ilustra o processo bioquímico de sinalização da dor por meio do canal iônico TRPM3, nas terminações dos neurônios, tema do estudo desenvolvido no LabNec/UFRJ (clique aqui para ampliar a imagem)
Os compostos utilizados na pesquisa foram a ononetina e a isosakuranetina, moléculas experimentais capazes de bloquear a atividade do canal TRPM3. O estudo resultou na recente publicação de um artigo na revista científica internacional Osteoarthritis and cartilage, especializada na área de Ortopedia e Reumatologia. “Foi importante ter esse reconhecimento. Essa é uma das principais revistas da área de osteoartrite, com fator de impacto nove”, destacou Costa.
O artigo, intitulado Transient Receptor Potential Melastatin 3 ion channel expressed in sensory neurons mediates osteoarthritis pain in mice, pode ser lido na íntegra aqui. Além de Robson da Costa, assinam o trabalho os pesquisadores: Suelen Pereira; Clive Gentry; Fabiana C. Dias; Bianca de Lima Almeida; Margot Maurer; Laura I. Primicheru; Lio Moreira; Stefanie Mannebach; Petra Weissgerber; Stephan E. Philipp; David A. Andersson e Stuart Bevan.
Farmacêutico, Costa começou a estudar a questão da dor e dos canais TRP ainda na época em que foi bolsista de Iniciação Científica, em 2004, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde concluiu a graduação e o Doutorado. Posteriormente, aprofundou essas investigações durante seu período como pesquisador visitante no King's College London, onde foi bolsista Newton International Fellow, entre 2017 e 2018, e teve a oportunidade de investigar especificamente o comportamento do canal TRPM3.
Costa afirma que o estudo demonstra que a inibição seletiva desse canal reduziu significativamente comportamentos relacionados à dor em modelos experimentais de osteoartrite, apontando para uma estratégia inovadora, e tem um potencial translacional, ou seja, abre possibilidades de gerar aplicações com impactos diretos para a sociedade. “Esses achados ampliam o conhecimento sobre os mecanismos biológicos envolvidos na dor crônica e podem contribuir futuramente para o
desenvolvimento de terapias mais eficazes, beneficiando milhões de pacientes afetados pela osteoartrite”, concluiu.
Autor: FAPERJ
Fonte: FAPERJ
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data: 18/06/2026
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=1031.7.5