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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Equipes tentam salvar centenas de baleias encalhadas na Tasmânia; veja

 

Equipes tentam salvar centenas de baleias encalhadas na Tasmânia; veja
Cerca de 270 baleias-piloto encalharam na costa da Tasmânia, na Austrália.

Vários dos animais já morreram, mas numerosas equipes de resgate conseguiram salvar por volta de 25. Os trabalhos continuam.

Segundo a especialista em vida animal Vanessa Pirotta, pode ter ocorrido um erro de navegação por parte dos animais.

Trata-se de um esforço que pode levar dias. "E neste momento simplesmente não sabemos como isso vai terminar", diz ela.




Autor: BBC News Brasil
Fonte: BBC News Brasil
Sítio Online da Publicação: BBC News Brasil
Data: 22/09/2020
Publicação Original: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-54260158

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Retomada à caça de baleias no Japão é retrocesso, diz Brasil

O ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, chamou ontem (26) de “grande retrocesso no cenário global” a decisão anunciada pelo governo do Japão de retomar a caça de baleias e deixar Comissão Internacional da Baleia (CIB).


Caça de baleia. Foto: Agência Brasil – EBC / Reuters/Toru Hanai/Direitos Reservados


Em nota, o Ministério do Meio Ambiente informa que tal iniciativa “ ignora a posição majoritária dos países”. Ressalta ainda que o Brasil é um defensor de todas as formas de vida.

“O Brasil historicamente postula pela defesa de todas as formas de vida nos mares do planeta, principalmente dos cetáceos [animais marinhos que pertencem à classe dos mamíferos], que têm muitas espécies ameaçadas de extinção”, diz o comunicado. “Temos muito a avançar e somente por meio da atuação integrada dos países-membros da CIB poderemos ter êxito na proteção dessas espécies e em outras agendas relacionadas, como o combate ao lixo no mar e ao aquecimento global.”

O texto destaca também que há no Brasil um esforço para garantir a preservação de várias espécies. “Em nossa zona exclusiva, protegemos as baleias jubarte e franca, os golfinhos, as tartarugas e manejamos a pesca de espécies comerciais para garantir a sobrevivência das espécies mais exploradas. Além disso, ampliamos as unidades de conservação costeiras marinhas de 1,5% para 26%, para preservar os hábitats da fauna marinha.”

O comunicado lembra que, na Declaração de Florianópolis, foi reafirmada a importância da manutenção da moratória à caça comercial de baleias e da obrigação da CIB de garantir financiamento adequado para atividades de conservação e uso não letal e não extrativo de cetáceos, como o turismo de avistamento.

O governo da Austrália também lamentou a decisão das autoridades japonesas e apelou para que revisem a medida e abandonem a iniciativa de retomar a caça comercial de baleias a partir de julho de 2019.


Da Agência Brasil, in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 26/12/2018




Autor: Agência Brasil
Fonte: EcoDebate
Sítio Online da Publicação: EcoDebate
Data: 26/12/2018
Publicação Original: https://www.ecodebate.com.br/2018/12/27/retomada-a-caca-de-baleias-no-japao-e-retrocesso-diz-brasil/

terça-feira, 27 de março de 2018

Estudo explica por que as baleias são tão grandes



Na imagem, baleia no litoral do Espírito Santo. Segundo estudo, baleias cresceram muito para não perder calor, mas também tiveram que conter o crescimento (Foto: Leonardo Merçon/Últimos Refúgios). A necessidade de reter calor na água é o motivo pelo qual as baleias são tão grandes, mostra estudo publicado no "PNAS". Elas ainda poderiam ser maiores se não fosse a necessidade de conter o metabolismo para evitar uma perda de energia ainda maior.

O tamanho de mamíferos aquáticos é um assunto debatido há muito tempo na ciência e muitas hipóteses foram formuladas -- uma delas é que a possibilidade de flutuar na água exerceria pouca pressão sobre o corpo dos animais; e, com isso, eles se tornariam maiores. O que a análise de 3859 espécies de mamíferos aquáticos e de 2998 fósseiis mostrou, no entanto, é que o crescimento de mamíferos aquáticos têm a ver com a preservação da energia e a manutenção do calor - e não com diferenças na pressão sobre o tamanho.

"Quando você é um mamífero muito pequeno, você perde calor para a água muito rápido. Não há comida que mantenha a temperatura", diz Jonathan Paine, coautor do estudo e professor da Universidade de Stanford. A análise dos fósseis mostrou ainda que embora alguns mamíferos tenham forma corporal similar, eles não estão intimamente relacionados. Focas e leões-marinhos estão mais relacionados aos cães, enquanto os peixes-bois têm os elefantes como ancestrais. Já as baleias e os golfinhos, estão mais relacionados aos hipopótamos.


O estudo dos fósseis e das espécies vivas mostrou também que quando esses animais terrestres foram para a água, eles chegaram rapidamente a aproximadamente 500 kg. Um outro ponto é que aqueles com ancestrais menores, como o cachorro, cresceram mais que aqueles com ancestrais maiores, como o hipopótamo. De acordo com os autores, esse achado sugere que ser grande é uma vantagem na água, mas só até determinado ponto.

A partir da análise, pesquisadores chegaram a uma teoria termoreguladora que se soma ao conjunto de hipóteses que tenta explicar o tamanho das baleias. "Sob esse modelo energético, verificamos que o custo da termorregulação aumenta o tamanho, enquanto limitações na eficiência da alimentação o contém", escreveram os autores.


Autor: G1 Saúde
Fonte: G1 Saúde
Sítio Online da Publicação: G1 Saúde
Data de Publicação: 27/03/2018
Publicação Original: https://g1.globo.com/natureza/noticia/estudo-explica-por-que-as-baleias-sao-tao-grandes.ghtml