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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Cruz Vermelha de Nova Friburgo, RJ, distribui repelentes em bairros da cidade



Voluntários percorreram ruas de bairros de Nova Friburgo, RJ, neste domingo (21) (Foto: Divulgação/Cruz Vermelha)


A Cruz Vermelha de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, distribuiu 305 vidros de repelentes para famílias dos bairros São Geraldo, Amparo e Maria Teresa neste domingo (21). O objetivo é ajudar na prevenção contra a febre amarela.


Segundo Luiz Claudio Rosa, coordenador do órgão, cerca de 40 voluntários participaram da ação. Ao longo da semana, 520 famílias já foram atendidas.


Ainda de acordo com Luis Cláudio, também foram distribuidos panfletos informativos sobre os riscos da doença.



Febre amarela: tudo o que você precisa saber


Um caso confirmado


Na última quinta-feira (18), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou um caso de febre amarela em um morador do bairro Riograndina. O paciente está internado no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fiocruz (INI-Fiocruz), no Rio de Janeiro.


Segundo a Prefeitura, o paciente deu entrada na UPA, chegou a ficar internado no Hospital Municipal Raul Sertã e foi transferido na última terça-feira (16) para o Rio. A doença foi confirmada através do exame de sorologia realizado pela Fiocruz.



Entenda como ocorre a infecção e quais são os sintomas da febre amarela (Foto: Alexandre Mauro/Editoria de Arte G1)

Autor: G1 Globo
Fonte: Nova Friburgo
Sítio Online da Publicação: G1 Globo
Data de Publicação: 21/01/2018
Publicação Original: https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/cruz-vermelha-de-nova-friburgo-rj-distribui-repelentes-em-bairros-da-cidade.ghtml

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Iêmen tem 1 milhão de pessoas com suspeita de cólera, diz Cruz Vermelha




Criança recebe tratamento em hospital do Iêmen (Foto: Abdo Hyder/AFP)



Os casos de suspeita de cólera, país em guerra há mais de dois anos, chegaram a um milhão, de acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Mais de 80% dos habitantes enfrentam escassez de alimentos, de água limpa e de acesso a serviços básicos de saúde.


"Isso amplifica o sofrimento de uma nação imersa em uma guerra brutal", postou o perfil da instituição no Twitter.




Fome e doenças tomam a população do Iêmen (Foto: Abdo Hyder/AFP)


Transmitida por uma bactéria, a infecção é altamente contagiosa e pode matar em menos de 24 horas, segundo a BBC. A doença causa diarreia, vômitos, dores abdominais e perda de grande quantidade de líquido. Apesar disso, o tratamento é simples: baseia-se, na maioria dos casos, em terapia de reidratação oral.


A Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que o Iêmen sofre a pior crise humanitária do mundo. Desde março de 2015, a guerra no país já deixou mais de 8.750 mortos e 50.600 feridos, em sua maioria civis.




Conflito no Iêmen




No Iêmen, forças pró-governo lideradas pelo presidente Abd Rabbuh al-Hadi disputam o poder com os insurgentes houthis, aliados de Ali Abdullah Saleh - que presidiu o país por 33 anos até ser pressionado a renunciar durante a onda de protestos da Primavera Árabe, entre 2011 e 2012. Al-Hadi era vice de Saleh.



No início de novembro, a situação no Iêmen sofreu mais complicações. A coalizão liderada pela Arábia Saudita, apoiadora do governo, vem impedindo o acesso de organizações humanitárias no país, dificultand a entrada de mantimentos que ajudariam a população. O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Mark Lowcock, afirmou ser a "maior crise de fome que o mundo já viu em décadas".




Conflito no Iêmen se agravou com o bloqueio à ajuda humanitária de outros países (Foto: Stringer/AFP)
Autor: G1 Globo
Fonte: G1 Globo
Sítio Online da Publicação: G1 Globo
Data de Publicação: 21/12/2017
Publicação Original: https://g1.globo.com/mundo/noticia/iemen-tem-1-milhao-de-pessoas-com-suspeita-de-colera-diz-cruz-vermelha.ghtml