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quarta-feira, 25 de maio de 2022

'Fiquei em coma, meus rins pararam e quase morri por infecção urinária'



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Um dos principais sintomas é a dificuldade para controlar o xixi, mas muitos pacientes são assintomáticos


"Tem que ser muito filha de uma p* para vir 1 da manhã no pronto socorro por conta de uma infecção urinária viu (sic). Não tem outra expressão para descrever".


O comentário acima, postado no Twitter durante o fim de semana por um perfil de uma médica que se identifica como sendo de Rondônia, viralizou, chocando e enfurecendo usuários.


Mas para a carioca Luciane Almeida, de 35 anos, trouxe à tona memórias dolorosas, que ela decidiu compartilhar também na mesma rede social.



CRÉDITO,REPRODUÇÃO/TWITTER
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Tuíte de suposta médica sobre infecção urinária chocou e enfureceu usuários


Em 2009, Luciane conta que, devido a uma infecção urinária, ficou internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) por uma semana, foi colocada em coma induzido e teve que fazer hemodiálise porque seus rins pararam de funcionar.


Hoje, mais de uma década depois, ela recobrou a saúde, mas não esquece do episódio que quase lhe tirou a vida. "A assistente social do hospital chegou a perguntar à minha família sobre os possíveis preparativos para o meu funeral."

A BBC News Brasil não conseguiu confirmar a identidade do perfil que postou o comentário que abre esta reportagem e levou o assunto "infecção" a "trending topic" no Twitter, mas conversou por telefone com Almeida.


Em outro desdobramento, o Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) decidiu na segunda-feira (23/5) abrir uma sindicância para apurar a conduta da suposta médica, que viveria em Curitiba e trabalharia numa unidade de pronto atendimento na região metropolitana da capital paranaense.



CRÉDITO,REPRODUÇÃO/TWITTER
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Resposta de Luciane Almeida à tuíte de suposta médica viralizou, com mais de 35 mil curtidas


Esta é a história de Luciane (a conversa foi editada por motivos de clareza).


"Tudo aconteceu no fim de 2009, quando eu tinha 22 anos. Comecei a sentir uma ardência ao urinar. Achei que se tratava de uma cistite e me automediquei. A ardência passou e voltei à vida normal.


Dois dias depois, senti uma dor estranha nas costas, mas pensei que era um problema na coluna. Era uma dor leve e suportável. Tomei um anti-inflamatório e fui para a piscina. Passei o dia bebendo refrigerante e comendo batata-frita. À noite, passei muito mal e tive que cancelar a noitada com meus amigos. A dor aumentou de intensidade e se tornou incapacitante. Foi quando pedi ao meu marido para me levar ao hospital. Já era madrugada.


Passei toda a manhã lá, fizeram todos os exames e o médico me passou um antibiótico. Voltei para casa.


Era horário do almoço e não consegui comer nada. Fui direto para a cama. Estava exausta e com muito enjoo. Uma dor abdominal que não cedia de jeito algum.


Meu marido ficou estressado com a situação e achava que era exagero meu. Ele me encorajou a comer e eu vomitei tudo. Andava curvada tamanha era a dor no abdômen.


Decidimos voltar ao hospital. Fui atendida por outra médica, que refez os exames. Quando os resultados chegaram, ela me mandou imediatamente fazer uma tomografia.


Fui colocada em uma cama na enfermaria para aguardar o diagnóstico. Foi então que a médica veio até mim com um semblante sério e disse: 'Você já está num quadro de choque séptico'.


Ela me explicou que, por causa da minha situação, não podia mais me dar antibiótico via oral. Seria necessário administrar um antibiótico intravenoso. Também disse que eu teria que permanecei durante dois dias na UTI. Inicialmente, me assustei, mas pensei: 'são só dois dias'.


Me lembro até hoje. Quando entrei no CTI, me despedi do meu marido e falei: 'tá vendo como não é exagero?'. Estava muito mal, delirante, não falava coisa com coisa. A médica, então, me disse que teria que fazer a administração do antibiótico por meio da minha veia jugular.


Comecei a entrar em pânico. Tiveram que me segurar na maca. A médica falou: 'Vou ter que entubar você se você continuar assim'. Estava completamente fora de si, mas não porque sou rebelde. Em infecções assim, você acaba perdendo seu eixo, não consegue pensar direto.


Fui entubada e colocada em coma induzido. O hospital avisou a minha mãe por telefone. Foi desesperador para minha família. Imagine, entrei falando na UTI. E de lá talvez não saísse viva. Fiquei quase três dias em coma. Minha família me disse depois que fiquei irreconhecível porque os meus dois rins pararam e tive que fazer hemodiálise.


Fiquei completamente inchada. Virei uma 'bolha humana'. Fiz hemodiálise por dois dias e, quando me tiraram da sedação, me lembro de ter acordado bastante debilitada, porque minha saturação de oxigênio caiu bastante durante esse período. Tive que fazer fisioterapia respiratória durante o restante do tempo que passei na UTI. Também permaneci com uma sonda para me alimentar, que depois foi retirada.


O médico que me acompanhou no CTI foi categórico: eu só sobrevivi porque era muito jovem. Meu organismo reagiu muito bem ao tratamento.



CRÉDITO,LUCIANE ALMEIDA/ARQUIVO PESSOAL
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Em 2009, carioca Luciane Almeida teve que fazer hemodiálise porque seus rins pararam de funcionar


Foi um milagre, na verdade.


Quando estava no pior momento do coma e da hemodiálise, a assistente social do hospital chamou minha mãe e chegou a perguntar se minha família estava preparada financeiramente para meu velório.


Ao todo, fiquei uma semana na UTI e depois mais alguns dias no quarto. Quando saí da UTI, havia perdido nove quilos. Aos poucos, fui recuperando os movimentos. Não conseguia nem me mexer direito.


Durante minha estadia na UTI, três pessoas morreram de pielonefrite aguda (quando a infecção ascende aos rins, tornando-se mais grave), mas eram mais idosas.


E ao voltar para casa, ainda tive que tomar antibiótico por 14 dias.


A suspeita dos médicos foi que eu contraí uma bactéria comum, pois não houve resistência ao antibiótico. Cheguei a investigar para ver se eu tinha algum problema de saúde subjacente que desconhecia, mas não tinha nada de errado comigo. Foi algo aparentemente pontual.


Quando vi o tuíte dessa suposta médica, fiquei indignada. Além de mostrar total falta de sensibilidade, ela parece não ter conhecimento técnico algum.


Sou o exemplo vivo de que uma infecção urinária é, sim, coisa séria.



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As mulheres são as mais afetadas pela infecção urinária

Opinião do especialista


Osvaldo Merege Vieira Neto, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), explica que há infecções urinárias de diferentes gravidades.



CRÉDITO,SBN
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'Quando você tiver sintomas específicos de infecção urinária, você não deve ficar esperando. Você deve buscar ajuda médica imediatamente', diz Osvaldo Merege Vieira Neto, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN)


"Há casos leves, como cistite, mas há outros que matam, se o médico não intervier rapidamente. Já vi um caso de um paciente vir a óbito em poucas horas, especialmente quando afeta os rins (pielonefrite)".


"O comentário desta suposta médica é absurdo. Infecção urinária pode ser potencialmente grave e matar. "


"Quando você tiver sintomas específicos de infecção urinária, você não deve ficar esperando. Você deve buscar ajuda médica imediatamente", conclui.

Mulheres mais atingidas


Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a infecção do trato urinário (ou infecção urinária) é associada à bactéria 'Escherichia coli' em cerca de oito a cada 10 casos.


Mas as causas por trás desse problema de saúde são diversas, entre elas higiene inadequada, histórico familiar, gestação, infecção hospitalar, atividade sexual e doenças crônicas, como diabetes.


A infecção urinária pode afetar bexiga (quando ganha o nome de cistite), uretra (uretrite) ou rins (pielonefrite).


Entre os sintomas, o principal deles é a urgência urinária (dificuldade de controlar), mas muitos pacientes são assintomáticos.


As mais atingidas são as mulheres: estima-se que mais de 50% delas vão ter ao menos um episódio de infecção do trato urinário ao longo da vida.


Isso porque a uretra, mais curta do que a dos homens, facilita a entrada de bactérias no canal urinário, que alcançam a bexiga e encontram um ambiente úmido e aquecido, propício ao seu desenvolvimento.


Os idosos também costumam ser afetados com maior frequência.


E, com a chegada do verão, crescem as ocorrências de infecções urinárias — as temperaturas mais elevadas, ideais para maior frequência em praias e piscinas, "favorecem o aumento da umidade em áreas íntimas, o que modifica a população de bactérias e germes comuns dessa região, causando um desequilíbrio que propicia o desenvolvimento de infecções", segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).



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Ingerir bastante água é uma das recomendações para evitar a infecção urinária

Prevenção


Segundo a SBN, estas são as recomendações para evitar infecções urinárias:
Ingestão de água suficiente para provocar de seis a oito micções, distribuídas uniformemente ao longo do dia;
Revisão de hábitos de higiene, utilizando apenas papel higiênico descartável, evitando uso de duchas e produtos específicos propagados como "mais seguros" a cada micção;
Utilização de água e sabonete após as evacuações, com cuidado no direcionamento do fluxo de água para o enxague;
Regularização do ritmo intestinal, pois longos períodos de constipação permitem a proliferação bacteriana pela presença de fezes ressecadas na ampola retal;
Revisão ginecológica anual, para mulheres e consulta urológica para os homens, especialmente quando apresentam quadros pouco comuns de ITU;
Cuidados de higiene antes e após as relações sexuais;
Uso de preservativos;
Dar preferência por roupas íntimas de algodão, evitando tecidos sintéticos e modelos "colados" ao corpo, especialmente nas regiões íntimas.





Autor: bbc
Fonte: bbc
Sítio Online da Publicação: bbc
Data: 24/05/2022
Publicação Original: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-61563421

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

A vítima de febre amarela que foi diagnosticada com sinusite, infecção urinária e enxaqueca




Técnico em refrigeração que morreu com febre amarela dizia que doença só afetaria macacos (Foto: Arquivo pessoal)



Na véspera do último Natal, o técnico em refrigeração Anderson Lopes Oliveira dos Santos, de 31 anos, se lembrou que não tinha tomado a vacina contra a febre amarela ao passar em frente a um posto de saúde fechado. Diante da preocupação e constante insistência de sua mulher, a atendente Maria Dolores Faria Moraes, de 26 anos, ele buscou tranquilizá-la.


"Isso aí não pega, não. Se fosse tão sério assim, tava matando gente. Mas só aparece macaco morto. Só mata macaco, Maria", disse Santos, segundo as lembranças de sua mulher. A doença o matou apenas 15 dias mais tarde.


O técnico em refrigeração morava em Mairiporã, cidade que registrou 20% dos 40 casos de febre amarela silvestre do Estado de São Paulo - 21 dos infectados morreram. Tanto Maria quanto os dois filhos do casal, Beatriz, de 8 anos, e Gabriel, de 6, já estavam imunizados. Só faltava Santos - que deixara a vacina para janeiro.


A família organizou uma festa de Ano-novo em casa, mas já no primeiro dia do ano, Santos se sentiu mal. Dores de cabeça, no corpo e febre o levaram ao Hospital Municipal Nossa Senhora do Desterro, no centro de Mairiporã. Em uma consulta rápida, foi diagnosticado com sinusite.




Anderson Santos morreu quatro dias após ser internado em hospital na Grande São Paulo | (Foto: Arquivo pessoal)



Segundo sua mulher, Santos discordou do médico. "Meu nariz não está escorrendo e eu não estou espirrando. Acho que o médico é louco", teria dito. Voltou para casa com uma receita de antiinflamatório e descongestionante nasal.


Nos dias 2 e 3, Santos voltou ao mesmo hospital. Ele piorara: as dores estavam mais fortes e agora se concentravam nas articulações e o técnico passara a ter vômitos e incômodo para urinar. Santos também apresentava visão turva, além da sensação de ter areia nos olhos. O novo diagnóstico foi de infecção urinária.


"Bateu um desespero. A dor nos ossos dos dedos dele era tão insuportável que não podia nem encostar. Como aquilo poderia ser só infecção urinária?", contou a mulher de Santos em entrevista exclusiva à BBC Brasil. Ainda assim, Santos foi mandado para casa.


No dia 4, ele deu entrada mais uma vez no hospital e, dessa vez, ouviu que sofria de enxaqueca. Apenas na madrugada do dia 5, com sintomas avançados, os médicos o diagnosticaram com febre amarela e, horas mais tarde, o transferiram para um hospital estadual no município vizinho, Franco da Rocha, onde ele foi internado.




Paciente com febre amarela chegou a ser diagnosticado com sinusite, hepatite, infecção urinária e dengue (Foto: Arquivo pessoal)


A partir daí, a doença se agravou rapidamente. Santos teve rins e fígado comprometidos. Passou a fazer hemodiálise e a ter problemas no sistema neurológico. Não sabia mais onde estava, apresentava pensamento confuso e não mexia mais os olhos. Respondia às perguntas apenas por meio de movimentos com o braço.



No terceiro dia de internação, um exame de sangue confirmou que o paciente estava com febre amarela. Já era tarde demais. Santos passou a ter hemorragia pelos ouvidos, boca e nariz. Entrou em coma na noite do dia 8 e morreu às 9h15 do dia 9.


Nesta terça-feira, sete dias depois da morte, a mulher de Santos conversava com a reportagem da BBC Brasil na oficina do marido, onde trabalhava como atendente. Ela está esvaziando o local porque o único funcionário era Santos.


"Essa oficina era o sonho dele, mas eu não tenho condições de continuar sozinha. Eu vou fechar e pedir ajuda para conseguir um serviço".


Procurada, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde de Mairiporã afirmou que não fornece informações sobre diagnósticos ou condições de saúde de pacientes que tenham passado por alguma de suas unidades de saúde.


Já a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que Santos só chegou à rede do Estado com o diagnóstico de febre amarela e foi encaminhado imediatamente para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).




Campanha pró-vacinação




A morte do técnico em refrigeração abalou a família e a vizinhança. Segundo Maria, Santos não viajou nos últimos meses, mas a família vive em uma região de mata em Mairiporã - o mosquito que transmitiu o vírus que dizimou macacos na área foi o mesmo que o vitimou. Não há registros de febre amarela urbana - transmitida entre humanos em cidades - no Brasil desde 1942.


Uma semana depois, Maria diz que sua "ficha ainda não caiu", mas que está preparada para ajudar outras famílias.


"Isso marcou minha vida e me dói muito falar, principalmente quando eu lembro da dor que ele passou e o quanto ele sofreu por essa demora do diagnóstico. Pensar que um mosquito está tirando a vida de muitas pessoas é revoltante", afirmou.



O casal estava junto há 12 anos. Para lidar com a dor, ela optou por usar sua página no Facebook para encorajar os amigos a tomarem vacinas e a questionarem os médicos diante de sintomas da doença.


"Falta uma campanha ainda maior. É necessário mais agentes de saúde entrando nos bairros mais afastados, vacinando gente e eu estou disposta a ser voluntária e entrar nesses locais. E eu não vou me cansar de falar o que passei no hospital, dar palestra ou o que mais for necessário. Tudo por causa de uma picada. É inaceitável", diz.




Depois de cinco dias, Anderson foi diagnosticado com febre amarela e internado na UTI (Foto: Arquivo pessoal)




Área de risco




A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar nesta terça-feira a vacinação contra febre amarela para todos os viajantes internacionais que visitem qualquer área do Estado de São Paulo.


A determinação de novas áreas consideradas de risco de transmissão de febre amarela tinha ocorrido em abril de 2017. A recomendação de vacinação já é válida para viajantes internacionais que visitem estados das regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil, Minas Gerais e Maranhão, além de partes dos estados da região Sul, Bahia e Piauí.


A vacinação deve ser feita ao menos dez dias antes da viagem.


O vírus da febre amarela é considerado endêmico em áreas tropicais do continente africano e nas Américas Central e do Sul. A OMS recomenda que seja tomada uma dose padrão da vacina, o que é suficiente para garantir imunidade e proteção para toda a vida.



O Brasil terá, entre fevereiro e março, uma campanha de vacinação, porém com doses fracionadas. O objetivo do fracionamento é conseguir atender a um número maior de pessoas.


O efeito da dose menor, entretanto, é mais efêmero e tem um período de eficácia variável. Ainda faltam estudos que possam precisar em definitivo o tempo da proteção garantida, se cinco, oito, dez ou mais anos. De acordo com o Instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz, que produz a vacina no Brasil, a dose fracionada pode proteger as pessoas por até oito anos.


A vacina de dose padrão confere imunidade eficaz dentro de 30 dias para 99% das pessoas imunizadas.




Febre amarela




O nome "febre amarela" se refere ao sintoma da icterícia, quando a pele adquire coloração amarelada, apresentada por alguns pacientes da doença, como Santos.


O vírus é transmitido por mosquitos infectados e causa febre hemorrágica. Os sintomas incluem dor de cabeça, dores musculares, náusea, vômitos e fadiga.


Uma pequena parte das vítimas chega a desenvolver sintomas graves, com insuficiência hepática e renal, que podem levar à morte. Entre os casos severos, aproximadamente metade deles resulta em morte num período de sete a 10 dias.


Os viajantes com contra-indicações para a vacina contra a febre amarela (gestantes, crianças abaixo de 9 meses ou lactentes, pessoas com hipersensibilidade grave à proteína do ovo e imunodeficiência grave) ou com mais de 60 anos devem consultar um médico para avaliar cuidadosamente a relação risco-benefício.




Autor: G1
Fonte: G1
Sítio Online da Publicação: G1
Data de Publicação: 17/01/2018
Publicação Original: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/a-vitima-de-febre-amarela-que-foi-diagnosticada-com-sinusite-infeccao-urinaria-e-enxaqueca.ghtml