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quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Asteroide atingido pela Nasa deixou rastro de 10 mil km, revela imagem



CRÉDITO,CTIO/NOIRLAB/SOAR/NSF/AURA/T KARETA, M KNIGHT
Legenda da foto,

Um rastro de detritos do asteroide atingido por uma espaçonave da Nasa pode ser visto se estendendo por milhares de quilômetros


Uma nova imagem mostra que o asteroide que foi atingido propositalmente por uma sonda da Nasa, a agência espacial americana, deixou um rastro de detritos que se estendem por milhares de quilômetros.


Um telescópio no Chile capturou a imagem impressionante de uma nuvem semelhante à cauda de um cometa se espalhando atrás da rocha gigante.

A sonda Dart atingiu o asteroide na semana passada (26/9), como parte de um experimento para verificar se é possível desviar rochas espaciais que podem representar uma ameaça à Terra.


Os cientistas estão trabalhando para estabelecer se o teste foi realmente um sucesso — e a trajetória do asteroide foi alterada.


A imagem extraordinária foi registrada dois dias após a colisão por astrônomos no Chile, que conseguiram capturar o vasto rastro usando o telescópio Soar (Southern Astrophysical Research Telescope).

O rastro se estende por mais de 10 mil km — e a expectativa é de que fique ainda mais longo até que se disperse completamente e pareça com qualquer outra poeira espacial flutuando.


"É incrível a clareza com que conseguimos capturar a estrutura e a extensão das consequências (do experimento) nos dias seguintes ao impacto", disse Teddy Kareta, astrônomo envolvido na observação.


O rastro de detritos será monitorado nas próximas semanas e meses, segundo Michael Knight, do Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA.



Na missão Dart, orçada em US$ 325 milhões, a sonda colidiu propositalmente com o asteroide, destruindo a espaçonave no processo. Levará algumas semanas até que os cientistas saibam com certeza se o experimento funcionou.


No entanto, Lori Glaze, diretora de ciência planetária da Nasa, estava convencida de que algo notável havia sido alcançado na missão.


"Estamos embarcando em uma nova era da humanidade, uma era na qual potencialmente temos a capacidade de nos proteger de algo como um perigoso impacto de asteroide. Que coisa incrível; nunca tivemos essa capacidade antes", disse ela a jornalistas.


Os cientistas vão determinar se a missão foi bem-sucedida estudando as mudanças na órbita de Dimorphos, que orbita um asteroide maior, chamado Didymos.


Telescópios na Terra vão fazer medições precisas do sistema binário das duas rochas.


Dart é um acrônimo em inglês para Teste de Redirecionamento de Asteroide Binário. E ele foi projetado para fazer "exatamente o que está escrito na embalagem", afirmou o líder da missão, Andy Rivkin, à BBC News.


Segundo ele, a técnica poderia ser usada se um asteroide viesse em direção à Terra em algum momento no futuro.


E, nas palavras dele, é uma "ideia muito simples" — colidir a espaçonave contra o objeto com o qual você está preocupado e usar a massa e a velocidade da nave "para mudar ligeiramente a órbita desse objeto, o suficiente para que não atinja a Terra".


- Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-63142106





Autor: Nathan Williams BBC News
Fonte: BBC News Brasil
Sítio Online da Publicação: BBC News Brasil
Data: 05/10/2022
Publicação Original: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63142106

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Cientistas descobrem cratera semelhante à formada por colisão de asteroide que dizimou dinossauros



Cratera Nadir pode ter alguma ligação com cratera de Chicxulub, gerada pelo impacto de um asteroide há 66 milhões de anos — Foto: BBC/GETTY IMAGES

A descoberta de uma cratera no oeste da África levanta novas questões sobre o que ocorreu no fatídico dia em que um asteroide colidiu com o que é hoje o golfo do México, há 66 milhões de anos, levando à extinção dos dinossauros e à formação da famosa cratera de Chicxulub.


Recentemente revelada por cientistas, a cratera Nadir tem cerca de 8,5 km de diâmetro, fica a 400 km da costa da Guiné e a 300 metros abaixo do mar. Sua idade estimada é parecida com à da cratera de Chicxulub, o que traz a possibilidade de que elas estejam, de alguma forma, relacionadas — por exemplo, ambas poderiam ter se formado após o impacto de fragmentos de um mesmo asteroide.


Provavelmente, a cratera Nadir foi formada pela colisão de um asteroide que tinha pouco menos de 0,5 km de diâmetro, enquanto o que criou a cratera de Chicxulub tinha estimados 12 km de diâmetro.


O asteroide que caiu na região do golfo do México desencadeou poderosos tremores de terra, tsunamis e uma tempestade de fogo. Tanto material empoeirado chegou ao céu que a Terra entrou em um esfriamento profundo. Os dinossauros não sobreviveram ao choque climático.


Já o asteroide que pode ter gerado a cratera Nadir não era tão grande e nem causou estragos nessas dimensões, mas também teve seu impacto. Informações sobre a cratera encontrada na costa da Guiné foram publicadas por pesquisadores nesta quarta-feira (17/8) na revista científica Science Advances. Apesar de apresentaram evidências de que um asteroide foi responsável pela formação, uma segunda possibilidade é que a cratera seja resultado de atividades vulcânicas no passado.


"Nossas simulações sugerem que esta cratera foi causada pela colisão de um asteroide de 400m de largura", explica Veronica Bray, da Universidade do Arizona, EUA, uma das autoras da publicação.


"Isso teria gerado um tsunami com mais de um quilômetro de altura, bem como um terremoto de magnitude 6,5 ou mais."


"A energia liberada teria sido aproximadamente 1.000 vezes maior do que o observado na erupção e no tsunami de janeiro de 2022 em Tonga".


A cratera recém-revelada foi identificada por Uisdean Nicholson, da Universidade Heriot-Watt, no Reino Unido, enquanto ele analisava dados de pesquisas sísmicas. Esse tipo de análise, frequentemente realizada por empresas de mineração, óleo e gás, documenta as diferentes camadas de rochas e sedimentos subterrâneos a quilômetros de profundidade.



Ilustração da cratera de Chicxulub, logo após sua formação — Foto: GETTY IMAGES/BBC

A equipe de cientistas é cautelosa ao vincular as crateras de Chicxulub e Nadir. Com base na análise de fósseis encontrados próximos à cratera Nadir, esta teria uma idade muito semelhante à de Chicxulub, mas para confirmar isso, é preciso retirar e analisar rochas da própria cratera. Esse tipo de estudo também confirmaria se de fato a cratera Nadir foi causada por um asteroide.


A ideia de que a Terra pode ter sido atingida por um conjunto de grandes rochas espaciais no passado não é nova. Alguns já especularam que o impacto que criou a cratera Boltysh, na Ucrânia, também pode estar relacionado de alguma forma ao evento que gerou o Chicxulub. Suas idades não são muito diferentes. O professor Sean Gulick, um dos líderes de um projeto recente de perfuração da cratera de Chicxulub, comenta esses parentescos.


"Um primo muito menor, ou uma irmã, não necessariamente acrescentam ao que sabemos sobre a extinção dos dinossauros, mas contribuem para nossa compreensão do evento astronômico que ocorreu no Chicxulub", diz Gulick, pesquisador da Universidade do Texas em Austin (EUA) à BBC News.


"Foi o desmembramento de um corpo celeste cujos vários fragmentos atingiram a Terra ao longo do tempo? O Chicxulub era um asteroide duplo em que um objeto menor orbitava um maior? Essas são questões interessantes a serem investigadas, porque saber que o Chicxulub pode ter sido acompanhado por uma segunda formação de cratera muda um pouco a história sobre como (a cratera de) Chicxulub surgiu."






Autor: BBC
Fonte: BBC
Sítio Online da Publicação: BBC
Data: 18/08/2022
Publicação Original: https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2022/08/18/cientistas-descobrem-cratera-semelhante-a-formada-por-colisao-de-asteroide-que-dizimou-dinossauros.ghtml

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Nova teoria: pode não ter sido um asteroide que causou extinção dos dinossauros


Os dinossauros podem ter sido mortos por um cometa em vez de um asteroideFoto: Geralt/ Pixabay


Em uma nova teoria publicada na última segunda-feira (15) na Scientific Reports, pesquisadores de Harvard questionam que tenha sido um asteroide o corpo espacial envolvido na extinção dos dinossauros.


Os cientistas defendem que foi, sim, um pedaço de um cometa que caiu na Terra há mais de 66 milhões de anos para criar a cratera Chicxulub

Localizada na Península de Yucatán, no México moderno, essa cratera se estende por cerca de 180 quilômetros. O impacto que criou Chicxulub está ligado ao evento de extinção do Cretáceo-Paleógeno, que matou os dinossauros e muitas outras espécies, de acordo com o estudo.

"Deve ter sido uma bela visão (a queda do cometa), mas a diversão acabou quando a rocha atingiu o solo", disse o co-autor do estudo Abraham Loeb, professor de ciências da Universidade de Harvard.

Loeb teoriza que um pedaço de um cometa foi o culpado pelo evento de extinção em massa, não um asteroide como muitos cientistas defendem. Segundo ele, o cometa se originou da Nuvem de Oort, um grupo de objetos gelados localizados na borda do sistema solar.

Um cometa é um pedaço de lixo espacial feito principalmente de gás congelado, enquanto um asteroide é um pedaço de rocha mais comumente encontrado no Cinturão de Asteroides, uma coleção de asteroides entre Marte e Júpiter, de acordo com o correspondente meteorológico da CNN, Chad Myers.

A probabilidade de um asteroide com um diâmetro de pelo menos 6,2 milhas causar um evento de impacto Chicxulub é de uma em cada 350 milhões de anos, de acordo com o estudo. Os cometas de longo período - cometas com uma órbita de mais de 200 anos - que são capazes do evento Chicxulub são significativamente mais raros, com um ocorrendo a cada 3,8 a 11 bilhões de anos, indicam os cientistas de Harvard.
O caminho provável do cometa


Os pesquisadores oferecem um cenário de como o cometa poderia ter vencido essas probabilidades de longo prazo.

Conforme o corpo espacial viajou da Nuvem de Oort para o centro do sistema solar, a força gravitacional de Júpiter poderia ter dado um impulso para que tivesse velocidade suficiente para chegar ao sol, de acordo com Loeb.

"Júpiter age como uma máquina de pinball", disse Loeb. "Quando algo chega perto disso, pode dar um chute."

Ao chegar ao sol, a força gravitacional do astro poderia ter quebrado o cometa em vários pedaços. Dividido em várias partes, é 10 vezes mais provável que o cometa atingisse a Terra quando os pedaços se afastassem do Sol, de acordo com Loeb.

Outros pesquisadores discordam

Outros pesquisadores não concordaram com as descobertas do novo estudo e ainda dizem que várias pistas apontam para um asteroide criando a cratera Chicxulub.

Uma evidência é o Iridium - junto com um punhado de outros elementos químicos - encontrado espalhado ao redor do planeta após o impacto, disse David Kring, principal cientista do Instituto Lunar e Planetário em Houston, que não esteve envolvido no estudo do cometa.

Kring disse que as proporções desses elementos são as mesmas proporções vistas em amostras de meteoritos de asteroides.

O pedaço do cometa também teria sido pequeno demais para fazer uma cratera desse tamanho, disse Natalia Artemieva, cientista sênior do Instituto de Ciência Planetária, que também não esteve envolvida no estudo.

A pesquisa estimou o tamanho do pedaço do cometa em cerca de 6,4 km de largura, e Artemieva argumentou que o corpo espacial precisaria ter pelo menos 12 km de largura para fazer uma cratera do tamanho de Chicxulub.

Com o pequeno pedaço do cometa, disse ela, "é absolutamente impossível", e o tamanho da cratera do impacto seria pelo menos metade do tamanho.

Kring também observou que a frequência com que um asteroide ou cometa atinge a Terra para criar tal impacto é estatisticamente insignificante.

Não importa se é aproximadamente "uma vez a cada 350 milhões de anos e tivemos um evento há 66 milhões de anos", porque estatisticamente, essa seria a única ocorrência no intervalo de tempo de 350 milhões de anos, disse ele.

Os pesquisadores também têm uma infinidade de amostras de asteroides para estudar em comparação com cometas, disse Kring.

"Não há absolutamente nenhuma evidência que prove que seu modelo está incorreto, mas por outro lado, há muitas evidências que ainda apontam para um asteroide como o causador de impacto mais provável", disse Kring.

Loeb disse que está interessado em procurar por pedaços de cometa remanescentes da separação para verificar sua teoria.





Autor: Megan Marples
Fonte: CNN
Sítio Online da Publicação: CNN
Data: 18/02/2021
Publicação Original: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/2021/02/18/nova-teoria-pode-nao-ter-sido-um-asteroide-que-causou-extincao-dos-dinossauros

sexta-feira, 2 de março de 2018

Asteroide passará próximo da Terra nesta sexta-feira




Ilustração representa asteroide no espaço; 18 asteroides chegaram próximo a Terra esse ano a uma distância menor que a lunar (Foto: Nasa/Divulgação)

Um asteroide se aproximará da Terra nesta sexta-feira (2) e chegará a aproximadamente 111.300 quilômetros do planeta. Trata-se de uma distância menor que o espaço entre a Terra e a Lua (384.400 quilômetros). A aproximação do asteroide é considerada "perto" em termos astronômicos, mas sem possibilidade de colisão.

Segundo dados da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, o asteroide viajará a 6,5 km/s e alcançará sua distância mínima da Terra às 2h54, no horário de Brasília. O asteroide recebeu o nome de "2018 DV1" e estima-se que tenha entre 5,6 e 12 metros. É o 18º asteroide conhecido este ano que chega próximo da Terra a uma distância menor que a lunar.



Objetos próximos à Terra



O objeto espacial foi classificado como Near Earth Object (NEO, "Objeto Próximo da Terra", em tradução livre). Entre os mais de 600 mil asteroides conhecidos em nosso Sistema Solar, 12 mil estão catalogados como NEO. A aproximação deste corpo rochoso é fundamental para seu estudo: servirá sobretudo para confirmar informações relativas a massa e tamanho e averiguar sua densidade a partir dos dados de sua rotação. 
Telescópios de diversas partes do mundo poderão observá-lo e monitorá-lo. O objeto também poderá ser acompanhado através da internet, graças a um acordo entre o projeto "The Virtual Telescope Project 2.0" e o Observatório Tenagra no Arizona (EUA). O asteroide 2018 DV1 foi descoberto pelo telescópio Mount Lemmon Survey, que fica no Arizona, nos Estados Unidos.



Autor: Agencia EFE
Fonte: G1 Globo
Sítio Online da Publicação: G1 Globo
Data de Publicação: 02/03/2018
Publicação Original: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/asteroide-passara-proximo-da-terra-nesta-sexta-feira.ghtml

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Asteroide de 5 km vai passar ‘raspando’ na Terra antes do Natal


Uma rocha espacial de cerca de 5km de extensão passará "de raspão" na Terra, de acordo com as proporções espaciais.


O asteroide 3200 Phaeton deve ficar a cerca de 10 milhões de quilômetros do nosso planeta em 16 de dezembro. A distância absoluta pode parecer grande, mas é 27 vezes mais perto od que a distância do nosso planeta para a Lua.


A extensão do objeto é o equivalente a quase duas vezes o tamanho da avenida Paulista, no centro de São Paulo. Equivale também à distância do estádio Mané Garrincha ao Congresso Nacional, em Brasília (DF).


Segundo a Nasa (agência espacial dos EUA), não há motivo para pânico, porém: é extremamente improvável que haja qualquer dano ao nosso planeta com a passagem do Phaeton.


Ainda segundo a Nasa, a passagem do Phaeton permitirá observações bastante precisas a partir dos observatórios de Arecibo (em Porto Rico) e Goldstone (na Califórnia). "As imagens serão excelentes para obter um modelo 3D detalhado" do objeto espacial, disse a agência espacial em comunicado.


A inspiração do nome Phaeton vem da mitologia grega. Para os gregos antigos, o deus Hélio (que representava o Sol) não andava a pé: a divindade atravessava o céu do nascente ao poente em uma carruagem, puxada por quatro cavalos. Até que um filho de Hélio, Faeton, pegou o veículo emprestado para "dar um rolê". Ele acaba perdendo o controle dos animais e quase põe fogo na Terra. Para evitar o desastre, Zeus precisa destruir a carruagem com um raio, e acaba matando Fáeton no caminho.




Asteroide de 5 km vai passar ‘raspando’ na Terra antes do Natal (Foto: BBC)



Asteroide ou cometa?


Os cientistas acreditam que o Phaeton seja o responsável pelas chuvas de meteoros das Geminíadas, observadas todos os anos nos dias 13 e 14 de dezembro. É que a órbita do Phaeton é muito similar às dos meteoros das Geminíadas.


Só que chuvas de meteoros geralmente são causadas por cometas - que têm uma "cauda" ou "rabo" formado por estilhaços e gelo, o que não é o caso do Phaeton. A hipótese é de que Phaeton esteja literalmente "quebrando" aos poucos, o que faz com que ele apresente atividade típica dos cometas em algumas ocasiões. Esta é mais uma questão a ser estudada agora em dezembro.


Próxima aproximação: 2050


A aparição de 2017 será a mais próxima da Terra desde a descoberta do asteroide, em 1983, diz a Nasa. É possível, assim, que o objeto fique visível até mesmo para observadores armados apenas de telescópios pequenos. Para isso, porém, é preciso que a pessoa tenha experiência nesse tipo de observação e esteja em um local escuro o suficiente (como na zona rural).


A última passagem próxima do asteroide ocorreu em 2007.


De acordo com os cálculos da Nasa, o Phaeton só voltará a se aproximar tanto da Terra em 2050. E, em 14 de dezembro de 2093, ele passará a apenas 1,9 milhão de quilômetros do nosso planeta (o que não significa que seremos atingidos, segundo a Nasa).


Por causa da sua trajetória, o asteroide é classificado como o terceiro maior Asteroide Possivelmente Danoso (PHA, na sigla em inglês) identificado. Os outros dois são o 53319 1999 JM8 (cerca de 7 km de extensão) e o 4183 Cuno (cerca de 5,6 km).




Autora: BBC
Fonte: BBC
Sítio Online da Publicação: BBC
Data de Publicação: 28/11/2017
Publicação Original: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/asteroide-de-5-km-vai-passar-raspando-na-terra-antes-do-natal.ghtml