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quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

CURSOS GRATUITOS – CAPES E UEMA




CAPES E UEMA OFERECEM 100 MIL VAGAS EM CURSOS GRATUITOS

A CAPES está com mais de 100 mil vagas abertas para cursos on-line gratuitos,
oferecidos em parceria com a Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

Embora destinadas prioritariamente a professores, gestores escolares as capacitações são abertas ao público em geral.

É a sua oportunidade de se capacitar para o mercado de trabalho ou aprender uma habilidade nova, tudo isso com a curadoria de conteúdo feita pela Universidade Estadual do Maranhão.

As formações são:Gestão Escolar da Educação Básica, com duração de 60 horas,
Gamificação no Ensino Inclusivo de Surdos, com 30 horas,
Alfabetização, Letramento e Tecnologias Digitais, 60 horas.
Desenvolvimento Humano e Educação
Dificuldades de Aprendizagem

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As aulas são oferecidas pela plataforma Eskada, mantida pela Uema.
https://eskadauema.com/theme/olm/catalog.php?category=21

São Luís MA




Autor: vagamaranhao
Fonte: vagamaranhao
Sítio Online da Publicação: vagamaranhao
Data: 25/01/2023
Publicação Original: https://www.vagamaranhao.com/2023/01/25/cursos-gratuitos-capes-e-uema/

sexta-feira, 16 de julho de 2021

CAPES e UEMA abrem 300.000 vagas de cursos de capacitação para professores, de forma virtual


A CAPES e a Universidade Estadual do Maranhão (Uema) abriram inscrição para cursos, on-line e gratuitos, com oferecimento de 300 mil vagas, em cinco modalidades, que estão relacionadas abaixo:

  • Psicologia da Educação: Trata do estudo científico da Psicologia aplicada à educação e seu papel na formação do profissional e trabalha as correntes psicológicas básicas que abordam a evolução da Psicologia e da Educação. Link para inscrição: https://eskadauema.com/course/view.php?id=61
  • Desenho Didático para o Ensino On-line: Apresenta os aspectos básicos do planejamento para o ensino mediado por tecnologias. Pautado no cenário atual da relação entre tecnologias digitais e educação, o curso trabalha algumas ferramentas usadas na produção de materiais didáticos, mediação pedagógica e avaliação. Link para inscrição:https://eskadauema.com/course/view.php?id=57
  • Como Produzir Videoaulas: Oferece técnicas básicas para a produção de videoaulas e mostra a importância do planejamento e da construção de um bom roteiro na hora de criar de vídeos educacionais. Link para inscrição:https://eskadauema.com/course/view.php?id=56
  • Mediação em EaD: Mostra os aspectos que envolvem o trabalho da tutoria na educação a distância, as funções do professor/tutor e suas competências e habilidades para trabalhar em cursos mediados por tecnologias. A formação também mostra os diversos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) e as ferramentas usadas no processo ensino-aprendizagem. Link para inscrição:https://eskadauema.com/course/view.php?id=55
  • Multimeios em Educação: Apresenta as possibilidades que os multimeios oferecem para a construção de estratégias de aprendizagem para diferentes contextos e públicos. O ensino se dá a partir de situações de aprendizagem envolvendo comunicação, engajamento, curadoria e planejamento com as tecnologias digitais mais utilizadas no contexto educacional. Link para inscrição: https://eskadauema.com/course/view.php?id=54

Os cursos citados acima preparam os profissionais para trabalhar com ferramentas on-line, tanto durante a pandemia de COVID-19, como no retorno às aulas presenciais.


Autor: Rosangela Quinelato
Fonte: blogdovestibular
Sítio Online da Publicação: blogdovestibular
Data: 14/07/2021
Publicação Original: https://www.blogdovestibular.com/noticias/capes-uema-vagas-cursos-capacitacao-professores-forma-virtual.html


sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Fórum de Editores Científicos questiona metodologia da Capes

Em sua mais recente reunião, realizada no dia 7 de agosto, o Fórum de Editores Científicos da Fiocruz debateu a proposta da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para classificação das revistas no Qualis Periódicos. A nova metodologia - que tem como base uma única classificação de referência para cada periódico (Qualis Único) - é questionada por membros do Fórum, na medida em que há diferenças significativas entre as áreas de produção e difusão do conhecimento. Estas e outras ponderações foram sistematizadas numa carta aberta, assinada por quatro revistas científicas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além da fundamentação crítica à proposta do Qualis Único, os editores manifestam sua preocupação no que diz respeito à falta de debate e transparência para a definição dos critérios. "Essa classificação foi divulgada sem ser acompanhada pelos dados originais, impossibilitando, portanto, a análise aprofundada e comparada dos resultados da aplicação da metodologia entre áreas distintas", escrevem.

Eles lembram, ainda, que há diversas partes interessadas nos indicadores de avaliação da pesquisa, dado seus efeitos diretos sobre o financiamento de programas de pós-graduação e das revistas científicas. Neste sentido, criticam a adoção de modelos que se espelham em políticas de países do Hemisfério Norte, e não devem ser aplicadas diretamente ao Brasil.

No documento, os membros do Fórum reiteram as críticas aos indicadores bibliométricos, tratadas por pesquisadores de vários países em importantes guias da avaliação científica - a San Francisco Declaration on Research Assessment (Dora) e o manifesto de Leiden -, destacando “(...) o fator de impacto pode ser manipulado; mesmo dentro da mesma revista, os artigos têm número citações extremamente variado”.

Num cenário de crise, em que o próprio valor do conhecimento científico tem sido alvo de ataques, ao mesmo tempo em que as áreas de pesquisa e educação sofrem cortes sucessivos de recursos, os signatários da carta questionam: “Até quando ficaremos discutindo classificações que pouco contribuem para a avaliar a qualidade real da produção de conhecimento?”.




Autor: Flávia Lobato
Fonte: Portal de Periódicos Fiocruz
Sítio Online da Publicação: Fiocruz
Data: 16/08/2019
Publicação Original: https://portal.fiocruz.br/noticia/forum-de-editores-cientificos-questiona-metodologia-da-capes

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Modelo da produtividade na pesquisa está esgotado, diz ex-diretora da Capes



‘Doutores estão saindo mais como técnicos do que como pensadores’, afirma Rita de Cássia Barradas Barata

CAMILLE CARDOSO,
Especial para o Direto da Ciência*


Pesquisadora na área de Saúde Pública desde os anos 1980 – quando lançou o livro “Meningite: uma Doença sob Censura”?, em que questionou se o governo negou informações a brasileiros durante uma epidemia –, a médica Rita de Cássia Barradas Barata, de 66 anos, tem também participado das discussões sobre políticas para a pesquisa no Brasil. Com isso, Rita tem ocupado funções dentro e fora de órgãos de fomento. Atualmente, ela é professora adjunta da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e o seu mais recente cargo na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) foi o de diretora de avaliação, que ocupou entre agosto de 2016 e abril de 2018.

Com a base de quem já ocupou outros cargos na Capes – como os três anos em que representou o Conselho Técnico Científico da Educação Superior (CTC-ES) no Conselho Superior do órgão –, Rita defende que a avaliação da pós-graduação brasileira possibilitou que a ciência nacional colhesse bons frutos, mas precisa se preparar para uma ruptura. Para a pesquisadora, o modelo que foca na produtividade científica dos programas se esgotou e começa a criar uma distorção que se apresenta difícil de combater: docentes e discentes estão mais preocupados com a quantidade de publicações do que com a qualidade.

“Não é ‘mais’ que interessa, é ‘melhor’”, salienta. Ela reforça que se trata de uma mentalidade dura de alcançar, uma vez que leva os programas de pós-graduação a investir fortemente na qualidade dos trabalhos e no acesso a periódicos de maior relevância.

A professora, porém, sustenta que essa mudança de ponto de vista é necessária, na medida em que a avaliação parece ter chegado a um ponto em que o foco deve voltar a ser a qualidade da formação dos pesquisadores. Na visão de Rita, os doutores precisam voltar a agir como pensadores, em vez de técnicos de qualidade.

Nesta entrevista, concedida quando participou de um seminário voltado a pesquisadores em Curitiba (PR), em março deste ano, Rita levanta esses e outros aspectos da avaliação discutidos com frequência no CTC-ES nos últimos tempos, como a complexidade desafiadora da análise da pós-graduação no Brasil.
*

A avaliação da Capes teve mudanças recentes, ainda que pontuais. Deve continuar mudando, talvez de forma mais drástica?

Para compreender essas mudanças é preciso saber o histórico da avaliação no Brasil, que passou por etapas. Na pré-história da pós-graduação no país, digamos, o curso mais antigo entrou em funcionamento em 1931 e não existia regulação; a Capes é de 1951. Entre esse ano e a década de 1980, pouquíssima coisa aconteceu – alguns cursos foram criados nos anos 1960 e 1970. O impulso da pós-graduação no Brasil ocorreu na segunda metade da década de 1980. Até então, eram poucos os programas e a avaliação era desestruturada. Confiava-se no que os grupos [de pesquisa] pensavam porque todos se conheciam, então a avaliação era mais qualitativa. Por isso podia-se dizer que “esse grupo é melhor do que aquele, está mais bem constituído”. Não havia notas. À medida que a pós-graduação começa a crescer, surge a preocupação da Capes em fazer as primeiras fichas padronizadas. E, nelas, o foco é todinho na estrutura do programa: composição do corpo docente, das bancas. A preocupação era estruturar os programas, montar cursos com qualidade. Nem se falava em produção.

No começo dos anos 90, começou a preocupação com o tempo médio de titulação porque a evasão era enorme, principalmente no mestrado. A regra era que as pessoas se matriculassem, fizessem as disciplinas, mas não entregassem trabalho de conclusão. Eram alunos que procuravam a pós-graduação mais para qualificar a sua formação. Mestrados e doutorados se arrastavam e pouca gente se titulava. Como isso precisava mudar, a Capes colocou uma ênfase enorme nos tempos de titulação.

A próxima etapa da avaliação foi a de ressaltar a produção, porque era comum o pesquisador brasileiro considerar que a pesquisa estava encerrada depois da entrega do trabalho ou do relatório ao financiador. Não havia preocupação em publicar a pesquisa; o aluno fazia a tese, entregou e acabou. Mas o volume de conhecimento do mundo aumentou muito e ninguém mais tem tempo de ler uma tese ou mesmo um livro. Foi nesse cenário que a Capes enfatizou a produção e acabou mudando o caráter da pós-graduação, que era centrada na formação de professores para o ensino superior e passou a se centrar na formação de pesquisadores.

Foi o começo da fase da produtividade?

Foi como dizer “olha, não adianta fazer pesquisa sem publicar o resultado”. A partir dos anos 1990, a pós-graduação brasileira passou a ter uma influência enorme do modelo americano, em que existe foco na constituição de grupos de pesquisa e o curso de pós-graduação é do grupo de pesquisa, mais do que de qualquer coisa. A ênfase que se deu [na avaliação] à produção intelectual dos programas serviu exatamente para levá-los para essa direção. Essa parte da avaliação ficou com peso muito grande. Hoje, nas diferentes áreas, o item 4 da ficha de avaliação, que é a produção do programa, pesa de 30% a 40% da nota. Sendo mais precisa: as áreas têm a liberdade de distribuir os 70% dos itens 3 e 4 igualmente ou dando mais peso para um ou outro, então, a rigor, o item 4 geralmente equivale a 30%, 35% ou 40%, que são pesos grandes para a determinação da nota. Hoje considero que isso está superado, que é preciso mudar de novo. A ideia é voltar-se para a formação de alunos novamente.

O ciclo se fechou então?

Sim. O processo de avaliação permanece igual por 20 anos – foi desenhado em 1998 – teve pequenas mudanças na aplicação e já começa a ter efeitos adversos do próprio processo. Começa-se a induzir nos programas um comportamento que não é o desejado. Existe o Qualis [sistema de classificação de periódicos científicos], mas ainda é preciso dizer que não é quantidade [de publicações], que importa, mas a qualidade. Na época em que o Qualis foi mudado [em 2009] e começaram as travas e as restrições para qualificar os periódicos, o que a Capes fez foi dizer [aos pesquisadores]: “veja, não se preocupe, é difícil publicar artigo em periódicos A1 [a maior nota do Qualis], mas você pode conseguir pontuação publicando muito em outros estratos”.

Naquele momento de mudança isso foi necessário, mas hoje é uma distorção tremenda, porque as pessoas fazem toneladas de artigos que são publicados em revistas de pouco ou nenhum impacto, mas conseguem construir uma pontuação para o programa com isso. Para a Capes, tem sido difícil convencer os programas de que não é para continuar nessa corrida de obstáculos. Mas o pesquisador entra nessa, assim como o coordena dor que quer credenciar o orientador entra nessa. Depois reclamam que a Capes aumenta [os parâmetros de publicação], mas não é a coordenação que faz isso, são os próprios pesquisadores, porque a avaliação é comparativa.

Quando todos publicam o dobro pensando na avaliação seguinte, os pontos de corte dobram. Então é ilógico. Se a roda não for desmontada, ela não vai se desmontar sozinha, vai continuar rodando que nem doida. O sentido original da coisa se perdeu. É preciso voltar a olhar a formação, porque os doutores estão saindo mais como técnicos do que como pensadores. Sem dúvida saem bem preparados para fazer pesquisa na área deles, mas não têm a autonomia que se espera de um doutor.

Como se mede a formação de um aluno?

É um desafio. É necessário olhar o que fazem outros países. Em vários deles essas duas avaliações são separadas, feitas por órgãos diferentes: quem avalia a pesquisa é um grupo, e quem avalia a formação é outro. A Capes avalia o programa, então tem que fazer as duas coisas. Na mais recente avaliação, fizemos um estudo de egressos bem interessante, porque isso é um indicativo indireto da formação. Esse aluno que permanece no campo, como se inseriu, o que está fazendo reflete aquilo para o qual se formou, a trajetória dele como está sendo. Essa é uma das maneiras, a observação do egresso em um período de dez anos, por exemplo.

Outra forma é pedir que o programa indique os melhores alunos para que as teses e os projetos dele sejam avaliados. Outra são as próprias situações de ensino e aprendizagem que aquele programa propicia ao aluno. Levantam-se as competências que se gostaria que o doutor tivesse para que isso possa ser transformado em indicadores e categorias de análise que possibilitem ver se os programas estão ou não fazendo o que se espera. Ou seja, se abre uma perspectiva de competências: o que se deveria propiciar de experiência, situações, conteúdo para que esse aluno de fato tenha as habilidades que um doutor precisa ter.

A ficha da forma como é feita se esgotou, é preciso rever profundamente o significado da avaliação e os instrumentos todos. Não há dúvidas de que o sistema de pós-graduação no Brasil é um ganho e deve ser preservado, mas precisa de ajustes. A avaliação tem que acompanhar as mudanças.

Onde seria possível começar com mudanças?

Os programas precisam ser mais ativos na avaliação. Eles têm que poder dizer o que acham terem feito de melhor, seja em termos de publicação, formação, inserção social. Assim pode-se avaliar os programas pelo melhor deles, sem ter que olhar tudo. [A avaliação] é um negócio monstruoso, ninguém acredita na complexidade do sistema brasileiro, na quantidade de dados, no tamanho do processamento desses dados. Estrangeiros nem conseguem entender o volume de informações que a avaliação levanta no Brasil. Nem têm referencial para nós, porque o Brasil é grande demais, complicado demais, diferente demais; eles dizem “nem sei o que falar para você”. Como o Coleta [portal da Plataforma Sucupira, da Capes, que reúne os dados para a avaliação] precisa atender a diversidade das 49 áreas, ele é exaustivo.

Hoje os programas precisam informar dados que não usam, mas cada área pede coisas diferentes. É preciso esforço para simplificar e convencer os coordenadores que com cinco ou dez indicadores se chega à mesma conclusão de com 50. Muitos indicadores são colineares, medem a mesma coisa. É importante ter uma qualidade melhor dos dados e poder selecionar melhor também.







Autor: Camille Cardoso
Fonte: Direito da ciência
Sítio Online da Publicação: Direito da ciência
Data: 31/08/2018
Publicação Original: http://www.diretodaciencia.com/2018/08/31/modelo-da-produtividade-na-pesquisa-esta-esgotado-diz-ex-diretora-da-capes/

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Programa Bolsa Nota 10 abre calendário de editais de 2018

Abrindo seu calendário de editais de 2018, a FAPERJ lança, nesta quinta-feira, 1º de fevereiro, o programa Mestrado/Doutorado Nota 10. Depois de passar por alguns ajustes em 2017, o programa, que oferece bolsas a alunos de mestrado e doutorado com destacado desempenho acadêmico, volta à sua versão original.

Considerado uma forma de incentivar os programas de pós-graduação fluminenses de excelência – avaliados com conceitos 5, 6 e 7 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) –, o programa oferece bolsas de R$ 2.200 e R$ 3.050, respectivamente a alunos de mestrado e doutorado.

De acordo com a Diretoria Científica, no ano de 2017, foram necessárias algumas modificações no Programa para que esta linha de fomento pudesse continuar a prestigiar os melhores mestrandos e doutorandos dos melhores PPGs em território fluminense. “Em 2018, considerando os esforços para a regularização do pagamento das bolsas da FAPERJ por parte do Governo do Estado, a Fundação, volta, neste início de fevereiro, com o programa Bolsa Nota 10 em sua versão original. Estamos confiantes em sua continuidade e no êxito da retomada do Programa”, disse Jerson Lima, diretor Científico da FAPERJ.

Podem se candidatar alunos de mestrado e doutorado, stricto senso, de acordo com o seguinte critério: programas de pós-graduação, nível mestrado, com conceito 5 na Capes, indicam até dois candidatos de mestrado; programas de pós-graduação, níveis mestrado e doutorado, com conceito 5 na Capes, podem indicar um aluno de mestrado e outro de doutorado; programas de pós-graduação, níveis mestrado e doutorado, com conceito 6 na Capes, podem indicar até dois alunos de mestrado e um de doutorado; enquanto programas de pós-graduação, níveis mestrado e doutorado, com conceito 7 na Capes, podem indicar até dois alunos de mestrado e dois de doutorado.

Os indicados não poderão ter vínculo empregatício de qualquer natureza, nem qualquer outra fonte de renda – a única exceção é para o caso de professor substituto (20 horas semanais), na instituição em que estiver cursando a pós-graduação. Eles deverão ser submetidos a uma seleção criteriosa pelos programas de pós-graduação, que, por sua vez, enviarão à Fundação, anexado ao pedido feito pelo sistema sisFAPERJ, documento explicando os critérios utilizados.

Só será permitida a concessão de bolsas de mestrado para os últimos doze meses de curso (13º ao 24º mês) e para os últimos 24 meses de curso para os alunos de doutorado (25º ao 48º mês). Essa contagem é feita a partir da data oficial de ingresso do aluno, comprovada no programa de pós-graduação. Não será permitida a concessão nem a renovação de bolsas de mestrado a partir do 25º mês de ingresso do aluno no programa, nem a partir do 49º mês de ingresso para os alunos de doutorado.

Haverá duas fases para se proceder à inscrição. Além do cadastramento ou atualização do cadastro on-line, tanto do coordenador do programa quanto do orientador e do aluno indicados, também deverá ser anexada ao pedido on-line uma carta do coordenador ou do vice-coordenador do programa, com sua assinatura e carimbo, descrevendo o processo e os critérios de seleção, assim como o nome dos membros da banca examinadora, a demanda de alunos e o nome dos aprovados, com sua respectiva data de ingresso oficial no curso. Deverá ainda ser anexada uma cópia do documento da Capes – que pode ser retirado da página eletrônica da instituição – comprovando o nível e o conceito final atribuídos ao curso, a relação de alunos indicados para o primeiro semestre e quantos, se houver, para a segunda entrada.

O preenchimento do formulário on-line deverá ser feito nos dois momentos de inscrição: o prazo para submissão de propostas para implementação de bolsas no primeiro semestre (vigência inicial a partir de março) se estenderá até 15 de março, com implementação das bolsas para março. Para as bolsas a serem implementadas no segundo semestre, o prazo é de 28 de junho a 2 de agosto, com início de vigência das bolsas para agosto.

Confira a íntegra do edital Bolsa Nota 10


Autor: FAPERJ
Fonte: FAPERJ
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data de Publicação: 01/02/2018
Publicação Original: http://www.faperj.br/?id=3521.2.9