sábado, 27 de janeiro de 2024

UERJ - Campus Cabo Frio abre novo Concurso Público



A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) divulgou a abertura do novo Concurso Público destinado a contratação de Professor Adjunto, a fim de atuar no Centro de Tecnologias e Ciências do Instituto de Geografia.

De acordo com o edital, será preenchida uma vaga na área/subárea de Ciências Biológicas - Ecologia Aplicada, junto ao Departamento de Ciências Ambientais - DEPCAMB - Campus Cabo Frio.

Ao ser contratado, o profissional deverá exercer funções em carga horária de 40 horas semanais e contarão com salários de R$ 6.581,01 ao mês.

Para concorrer a oportunidade, é necessário que os candidatos possuam doutorado em Ciências Biológicas ou Biologia ou áreas afins, obtido em curso de pós-graduação credenciado pelos órgãos competentes em âmbito nacional, ou obtido no exterior, desde que o tenha revalidado no país, em conformidade com as normas vigentes.

Procedimentos para participação

Para participar, os interessados devem efetuar as inscrições a partir das 8h do dia 19 de fevereiro de 2024 até às 23h59 do dia 25 de março de 2024, exclusivamente via internet, por meio do site do Prossim, com taxa de R$ 329,05.

Os candidatos que se enquadram nos critérios especificados no edital podem solicitar a isenção da taxa de inscrição até o dia 15 de março de 2024.

A classificação dos candidatos será realizada por meio de prova escrita prevista para ser realizada no dia 6 de maio de 2024, prova de aula, julgamento de títulos e trabalhos, conforme os critérios de pontuação estabelecidos no edital.

Vigência

O Concurso terá validade de dois anos, a partir da data de publicação no DOERJ da homologação do resultado final das provas, prorrogável por igual período.



Autor: Uerj 

Fonte: Uerj 

Sítio Online da Publicação: uerj

Data: 01/12/2023

Publicação Original: https://www.pciconcursos.com.br/noticias/uerj-campus-cabo-frio-abre-novo-concurso-publico



segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Efeitos da mudança climática em anfíbios podem ser mais complexos do que se imaginava, aponta estudo


Ao longo dos anos, muitos trabalhos vêm reafirmando hipóteses das décadas de 1950 e 1960 que associam variações fisiológicas e climáticas. Por exemplo, uma delas diz que espécies expostas a maior amplitude térmica de um ambiente (a diferença entre as temperaturas mínimas e máximas) apresentariam maior amplitude de tolerância térmica.


Um estudo apoiado pela FAPESP e publicado na revista Integrative Organismal Biology mostra que, pelo menos para os anfíbios da Mata Atlântica, isso não é necessariamente verdadeiro.


O trabalho, assinado por pesquisadores brasileiros que atuam em instituições do Brasil, Estados Unidos e Emirados Árabes, aponta que algumas populações vivendo em montanhas, onde a amplitude térmica é grande, não possuem necessariamente maior amplitude de tolerância a mudanças de temperatura do que populações em áreas de menor altitude.


“Essa relação entre maior amplitude térmica e maior amplitude de tolerância às mudanças só ocorreu em duas das cinco espécies que analisamos no estudo”, explica Rafael Bovo, primeiro autor do trabalho, realizado como parte de seu estágio de pós-doutorado no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) com bolsa da FAPESP.



Autor: André Julião | Agência FAPESP

Fonte: FAPESP 

Sítio Online da Publicação: FAPESP 

Data: 22/01/2024

Publicação Original: https://agencia.fapesp.br/efeitos-da-mudanca-climatica-em-anfibios-podem-ser-mais-complexos-do-que-se-imaginava-aponta-estudo/50682 



Via molecular importante para o controle do envelhecimento é desvendada


Uma das formas pelas quais células de diferentes tecidos se comunicam é por meio da troca de moléculas de RNA. Em experimentos com vermes da espécie Caenorhabditis elegans, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) observaram que, quando essa via de comunicação está desregulada, a longevidade do organismo é reduzida. O achado, divulgado na revista Gene, traz uma nova compreensão sobre o processo de envelhecimento e as doenças associadas.

“Estudos anteriores já haviam demonstrado que alguns tipos de RNA podem ser transferidos de uma célula para outra, mediando uma comunicação intertecidual – assim como ocorre com proteínas e metabólitos, por exemplo. Isso é considerado um mecanismo de sinalização entre órgãos ou entre células vizinhas e participa de processos de várias doenças [fisiopatologia] e do funcionamento normal do organismo. O que não estava claro até agora e conseguimos provar foi que alterações no padrão dessa ‘conversa’ que ocorre por meio das moléculas de RNA podem afetar o envelhecimento”, afirma o professor do Instituto de Biologia da Unicamp Marcelo Mori, coautor do artigo.

O trabalho foi feito no âmbito do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Unicamp. A investigação também contou com financiamento por meio de um projeto coordenado por Mori.

“Esse mecanismo de comunicação precisa estar bem ajustado para conferir ao organismo um tempo de vida adequado. Observamos no estudo que, se porventura algum tecido aumenta a sua capacidade de absorver alguns tipos de RNA do meio extracelular [de fora da célula], isso acaba tendo um impacto na longevidade do organismo”, diz.

Segundo Mori, foi possível demonstrar que a redução no tempo de vida ocorreu não apenas pela perturbação na comunicação via RNA entre tecidos de um mesmo organismo, mas também pelo aumento da capacidade de captação de RNAs oriundos do ambiente – provenientes de bactérias da microbiota, por exemplo. Os pesquisadores criaram a alcunha de InExS (sigla em inglês para desequilíbrio de RNA sistêmico intercelular/extracelular) para se referir à desregulação na transferência de RNAs entre tecidos e também com o meio exógeno.

Quebrando as regras

O pesquisador conta que a investigação sobre o mecanismo de transporte de RNA entre células foi inspirada pela descoberta do fenômeno de RNA de interferência (RNAi), que rendeu o prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina aos cientistas norte-americanos Andrew Fire e Craig Mello em 2006. Em seus experimentos, eles conseguiram, usando o RNA de interferência, "desligar" genes de forma precisa.

Ao injetar um RNA dupla fita no C. elegans, os vencedores do Nobel conseguiam silenciar genes. “E observaram que o mecanismo de silenciamento afetava genes em outros tecidos, não apenas onde houve a aplicação, e era transmitido para gerações seguintes”, relata Mori.


Autor: FAPESP 

Fonte: FAPESP 

Sítio Online da Publicação: FAPESP 

Data: 22/01/2024

Publicação Original: https://agencia.fapesp.br/via-molecular-importante-para-o-controle-do-envelhecimento-e-desvendada/50681 


quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Portal de jogos Ludo Educativo ultrapassa a marca de 20 milhões de visualizações


 
Difusão do Conhecimento
Portal de jogos Ludo Educativo ultrapassa a marca de 20 milhões de visualizações

Projeto de difusão do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais – um CEPID da FAPESP sediado na UFSCar – é voltado a estudantes e professores do ensino fundamental e médio

18 de janeiro de 2024

Atualmente, cerca de 50 estão acessíveis ao público, abordando diversas áreas do conhecimento (imagem: reprodução)

 

Agência FAPESP* – O portal de jogos virtuais Ludo Educativo ultrapassou recentemente a marca de 20 milhões de visualizações – contabilizadas desde o dia 4 de agosto de 2010, quando foi lançado o novo site.

Além de jogos educativos, o portal oferece atividades impressas e uma plataforma para ajudar os estudantes do ensino fundamental e médio a entender e fixar de forma lúdica conteúdos de diversas áreas do conhecimento ensinados em sala de aula.

Trata-se de um dos projetos de difusão do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), conduzido em parceria com a Aptor Software, spin-off (gerida no CDMF) que desenvolve jogos educativos e os disponibiliza gratuitamente na internet.

O CDMF é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Embora a maioria dos usuários da plataforma seja de brasileiros, também foram registrados acessos de mais de 180 países, sendo que Portugal está na segunda colocação, seguido pelos Estados Unidos. As seis cidades brasileiras que mais utilizam o portal são, respectivamente: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e Porto Alegre.

Entre dezembro de 2022 e dezembro de 2023, a plataforma obteve mais de 2.090.028 visualizações, alcançando a média anual de 2 milhões de visualizações.

O Ludo Educativo possui mais de 80 jogos desenvolvidos ao longo de sua história. Atualmente, cerca de 50 estão acessíveis ao público. Os mais antigos estão em processo de adaptação para se tornarem compatíveis com os navegadores atuais.

Os jogos são divididos por série/ano. Há ainda atividades para pintura e desenho, além do Ludo Escola – área em que os professores podem organizar cursos por sala e acompanhar o progresso dos alunos, criando avaliações on-line.

* Com informações do CDMF.



Autor: FAPESP

Fonte: FAPESP

Sítio Online da Publicação: FAPESP

Data: 18/01/2024

Novos conhecimentos podem otimizar a produção do pó de urucum


Pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) e da Universidade Federal de Viçosa (UFV) mostraram pela primeira vez que o pigmento extraído da árvore de urucum (Bixa orellana) não é produzido apenas na semente, mas também em outros órgãos da planta, em um processo que se intensifica na fase adulta. O estudo, divulgado no Journal of Experimental Botany, descreve ainda modificações genéticas na espécie capazes de otimizar a produção do pó de urucum.


Conhecido como colorau na indústria alimentícia, o pó de urucum é amplamente utilizado para dar cor a alimentos e bebidas. Também entra na composição de medicamentos e cosméticos, como protetores solares. Sua demanda vem aumentando nos últimos anos, graças à maior procura por produtos que contenham ingredientes naturais. De acordo com dados publicados na Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, o Brasil é o maior produtor mundial do pigmento – com destaque para o Estado de São Paulo.


“Conhecer melhor as características anatômicas e fisiológicas das espécies nativas do bioma brasileiro, especialmente as de importância econômica, como é o caso do urucum, e entender as vias genéticas envolvidas em seu desenvolvimento e nas substâncias que produzem permite aprimorar seu manejo – algo fundamental no contexto das mudanças climáticas”, diz à Agência FAPESP Fábio Tebaldi Silveira Nogueira, pesquisador do Laboratório de Genética Molecular do Desenvolvimento Vegetal do Departamento de Ciências Biológicas da Esalq-USP e um dos coordenadores do trabalho.


No estudo financiado em parte pela FAPESP, pesquisadores do grupo de Nogueira e do Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais/Bioagro da UFV, coordenado pelo professor Wagner Campos Otoni, analisaram a produção desse pigmento ao longo de todo o desenvolvimento da planta, dando atenção especial à transição da fase juvenil para a adulta. A explicação para esse enfoque é que o urucum utilizado na indústria é normalmente extraído da semente, indicando maior produção no período maduro da árvore.


“Por meio de testes de laboratório, avaliamos plantas em diferentes estágios de desenvolvimento e observamos que a produção do pó de urucum se acentua quando a planta muda do estágio juvenil para adulto, inclusive nas folhas”, conta Nogueira.

Autor: Julia Moióli

Fonte: FAPESP

Sítio Online da Publicação: FAPESP

Data: 18/01/2024

Publicação Original: https://agencia.fapesp.br/novos-conhecimentos-podem-otimizar-a-producao-do-po-de-urucum/50664

Alto consumo de frutose pelos pais eleva risco de doenças cardiometabólicas nos filhos, aponta estudo


 Filhos de pais que consomem frutose em excesso apresentam precocemente distúrbios nos sistemas nervoso autônomo, cardiovascular e metabólico – o que aumenta o risco de desenvolverem doenças crônicas, como diabetes e obesidade, na fase adulta. A conclusão é de uma pesquisa em ratos realizada por cientistas brasileiros e publicada no International Journal of Obesity.

Os resultados confirmam dados da literatura científica relacionados ao surgimento de distúrbios metabólicos – como níveis elevados de triglicérides (a partir de 150 mg/dL) e resistência à insulina – em descendentes de pais com consumo excessivo de frutose. Além disso, a prole apresentou aumento da pressão arterial e um comprometimento na sensibilidade do barorreflexo, um mecanismo de regulação fisiológica do sistema cardiovascular que ajuda a manter a pressão arterial dentro dos limites considerados normais.

Apesar de a frutose ser conhecida como “açúcar natural das frutas”, esse carboidrato simples (monossacarídeo) compõe também o xarope de milho, amplamente utilizado pelas indústrias alimentícia e de bebidas na produção de bolachas recheadas, doces e refrigerantes. Adoça entre 20% e 80% a mais do que a glicose pura. Seu consumo excessivo tem sido associado às altas taxas de sobrepeso e obesidade na população mundial, incluindo crianças.

“A medicina trabalhou durante muitos anos somente apagando incêndio, atuando quando a doença já estava instalada. Hoje temos elementos e estudos científicos que contribuem para uma medicina preventiva. Estamos com uma bomba-relógio para as próximas gerações caso não haja avanço nesse tipo de prevenção”, avalia a fisiologista Kátia De Angelis, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e autora correspondente do artigo.

Segundo a pesquisadora, o estudo reforça a importância do sistema nervoso autônomo (SNA) na regulação de várias funções corporais, podendo ser um sinalizador para detectar precocemente a propensão de crianças a desenvolver esses tipos de doença na fase adulta. É o SNA o responsável por regular automaticamente funções corporais involuntárias, como frequência cardíaca, pressão arterial, respiração, digestão e regulação da temperatura.

Pandemia de obesidade

Estima-se que mais da metade da população global – o que representa cerca de 4 bilhões de pessoas – estará acima do peso ou com obesidade até 2035 caso não sejam adotadas ações significativas para conter o problema. O Atlas Mundial da Obesidade 2023 revela que o crescimento anual é de 2,8% entre adultos e 4,4% na infância.

No Brasil, a estimativa é de que 41% dos adultos tenham obesidade nos próximos 12 anos. Atualmente, esse percentual é de 17,1%, segundo o Covitel 2023 (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia), do Ministério da Saúde. Dados da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) apontam que entre 60% e 90% dos portadores da doença estejam também com obesidade, sendo que a incidência é maior após os 40 anos.

“É claro que não é o fator único para obesidade, mas esse excessivo consumo de frutose veio acompanhado das tendências de crescimento do acúmulo de sobrepeso e obesidade na população”, complementa De Angelis, que foi orientadora de doutorado da primeira autora, Camila Paixão dos Santos, no Programa de Medicina Translacional da Unifesp.

O trabalho recebeu apoio da FAPESP por meio de dois projetos (22/04050-1 e 18/17183-4).

Ao ser metabolizada no fígado, a frutose ingerida em grande quantidade pode aumentar a produção de ácidos graxos, promovendo o acúmulo de triglicérides e o ganho de peso corporal, que está associado à elevação de moléculas inflamatórias envolvidas no desenvolvimento de outras doenças.

A Associação Americana do Coração (AHA) recomenda limitar a ingestão de açúcar a 100 calorias por dia para mulheres (equivalente a 26 gramas) e 150 calorias para homem (39 gramas) para uma dieta saudável. Cerca de 350 ml de refrigerante, por exemplo, chega a ter 38 gramas de açúcar. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza um consumo máximo equivalente a 10% das calorias diárias – exemplo: para 2 mil calorias seriam 50 gramas de açúcar por dia ou cerca de dez colheres de chá.

Acúmulo de conhecimento

Presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, professora da pós-graduação da Unifesp e da Universidade Nove de Julho (Uninove), De Angelis vem estudando há mais de 20 anos temas ligados a doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade. Em 2012, uma pesquisa publicada por grupo coordenado pela professora mostrou que camundongos submetidos ao consumo crônico de frutose apresentaram resistência à insulina, além de disfunções hemodinâmicas e autonômicas associadas a um perfil inflamatório. À época, 15 dias após os animais adultos começarem a dieta com frutose, eles já apresentavam aumento de pressão sistólica.

“Fomos surpreendidos por uma associação entre um pequeno aumento da pressão arterial acompanhado de marcante elevação da modulação simpática sobre o sistema cardiovascular nos animais. O que surpreendeu foi que o aumento do simpático vinha antes de qualquer alteração metabólica, ou seja, não havia mudança nos níveis de glicose e triglicérides, por exemplo, pelas medidas clássicas que o médico faria no consultório. A pressão quase não alterava, mas a hiperatividade simpática já estava muito presente. Isso levantou um alerta sobre a disfunção do sistema nervoso autônomo controlando as vísceras”, conta a pesquisadora à Agência FAPESP.

No estudo publicado agora, os cientistas submeteram os animais a uma ingestão de 10% de frutose na água por 60 dias antes do acasalamento. A prole foi avaliada 30 dias após o desmame e não recebeu frutose em sua dieta.


Autor: Luciana Constantino | Agência FAPESP 

Fonte: FAPESP

Sítio Online da Publicação: FAPESP

Data: 18/01/2024

Publicação Original: https://agencia.fapesp.br/alto-consumo-de-frutose-pelos-pais-eleva-risco-de-doencas-cardiometabolicas-nos-filhos-aponta-estudo/50663

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Cientistas descobrem maneira de destruir 99% das células cancerígenas

Um nova investigação descobriu que estimular moléculas de aminocianina com luz infravermelha causa vibração em sincronia, o suficiente para romper as membranas das células cancerígenas. A pesquisa foi publicada na Nature Chemistry.


Moléculas de aminocianina já são utilizadas em bioimagem como corantes sintéticos. Comumente usados ​​em doses baixas para detectar câncer. Elas permanecem estáveis ​​na água e são muito boas em se fixarem na parte externa das células.

Esse tipo de tecnologia é chamado de “britadeira molecular”.


Tecnologia que destrói 99% das células cancerígenas é chamada de britadeira molecularCréditos: katerynakon/Deposit Photos

Tecnologia que destrói 99% das células cancerígenas é chamada de britadeira molecular

Luz infravermelha

O uso da luz infravermelha é importante porque permite que os cientistas se aprofundem no corpo. O câncer nos ossos e órgãos poderia ser tratado sem a necessidade de cirurgia.


Em testes em células cancerígenas cultivadas em laboratório, o método da britadeira molecular obteve uma taxa de acerto de 99% na destruição das células. A abordagem também foi testada em camundongos com tumores de melanoma, e metade dos animais ficou livre do câncer.



Autor: catracalivre 
Fonte: catracalivre 
Sítio Online da Publicação: catracalivre 
Data: 11 /01/2024