terça-feira, 10 de outubro de 2023
O apagão de professores no ensino básico é destaque em Pesquisa FAPESP
segunda-feira, 9 de outubro de 2023
InfoGripe alerta para aumento de Covid-19 em vários estados
Redução de emissões de gases estufa é responsabilidade de todos
Estudo destaca o potencial das agroflorestas no combate às mudanças climáticas
Em meio à pressa mundial para reduzir as emissões de carbono, um artigo publicado na revista científica Nature Climate Change destaca o potencial inexplorado das agroflorestas como uma solução climática natural na luta por um futuro sustentável. As estimativas globais sugerem que as agroflorestas, ou agrossilvicultura – definida como a inclusão deliberada de árvores em paisagens agrícolas – sejam talvez a maior contribuição individual que o setor agrícola pode oferecer ao combate às mudanças climáticas e, em escala global, seria comparável a estratégias mais utilizadas, como o reflorestamento.
Além do considerável potencial de mitigação climática, a agrossilvicultura também pode melhorar o rendimento das safras e diversificar a renda dos agricultores; melhorar a sustentabilidade e a resiliência climática dos sistemas de produção alimentar; criar habitats para a biodiversidade; e proteger as pessoas e o gado do calor extremo e de outros eventos climáticos, além de outros benefícios.
Em regiões onde a agricultura é um dos principais fatores de desmatamento, como o Brasil, as práticas agroflorestais podem ajudar a melhorar os meios de subsistência dos agricultores, o que, por sua vez, contribui para redução ou até mesmo a reversão da perda de floresta. Por exemplo, na parte leste da Amazônia brasileira, os sistemas agroflorestais vêm sendo implantados em pastagens degradadas subutilizadas de pequenas propriedades rurais.
quinta-feira, 5 de outubro de 2023
Projeto em comunidade de São Gonçalo capacita mulheres através da costura
FAPESP reajusta valor de Auxílio Pesquisador Visitante
Manutenção mensal teve aumento em cerca de 12% e estará vigente a partir de 1º novembro deste ano para as três categorias, equivalentes a professores titulares, associados e doutores.
O Conselho Superior da FAPESP aprovou um reajuste no valor da manutenção mensal de pesquisadores visitantes. Esse tipo de Auxílio permite a permanência de pesquisadores de instituições de pesquisa do exterior ou de outros estados do Brasil em uma instituição de pesquisa no estado de São Paulo, por um período contínuo e não superior a um ano.
Os novos valores são válidos a partir de 1º de novembro de 2023, com percentual de reajuste de aproximadamente 12% para as três categorias, equivalentes a professores titulares, associados e doutores.
O reajuste vale para novas propostas de Auxílio Pesquisador Visitante, incluindo processos em contratação, e para Auxílios já vigentes, que terão as manutenções mensais a partir do mês de novembro creditadas com os novos valores.
A tabela com os valores está disponível em www.fapesp.br/1092 e as normas da modalidade Auxílio Pesquisador Visitante podem ser consultadas em www.fapesp.br/auxilios/visitante.