sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Aos 75 anos, Wisdom, a albatroz mais velha do mundo, acolhe seu mais novo filhote

Chega essa época do ano e há sempre a mesma expectativa. Será que Wisdom retornará mais uma vez? Mas essa albatroz parece nunca decepcionar aqueles que acompanham sua trajetória, que já passa de sete décadas. Ela é um símbolo da força, da resiliência e das maravilhas do mundo natural.

Como já contamos em diversas outras reportagens aqui no Conexão Planeta – acompanhamos sua história desde 2016 -, a fêmea da espécie Laysan (Phoebastria immutabilis) foi avistada pela primeira vez em 1956, no Refúgio Nacional Atol de Midway, uma reserva de proteção marinha a noroeste do Havaí, no Oceano Pacífico. Naquele ano ela recebeu uma anilha, de número Z333.

Desde então, ano a ano, Wisdom retorna ao atol para se reproduzir. Ela é considerada a albatroz mais velha de vida selvagem do mundo. Estima-se que tenha 75 anos. Já sobreviveu a parceiros, como Akeakamai, e encontrou novos.

A equipe do Departamento de Pesca e Vida Selvagem dos EUA (USFWS, na sigla em inglês) acredita-se que ao longo de sua vida a fêmea já tenha colocado entre 50 e 60 ovos, e tenha gerado pelo menos 30 filhotes saudáveis.

E agora, em 2025, não foi diferente. “Temos o prazer de anunciar que Wisdom fez seu tão esperado retorno esta semana para a temporada de nidificação de 2026”, compartilhou em novembro a Friends of Midway Atoll, organização de voluntários que trabalha no monitoramento e estudo da espécie na região. “Sua chegada é mais do que um marco anual; é um testemunho vivo da longevidade, da resiliência e dos extraordinários ciclos de vida do Mōlī.” (Mōlī é o nome dessa espécie de albatroz na língua havaiana.)

Aos 75 anos, Wisdom, a albatroz mais velha do mundo, acolhe seu mais novo filhote 
Wisdom e o atual companheiro, que possui a anilha EX25
Foto: Chris Forster
Nascimento de novo filhote
E mais do que a alegria da volta de Wisdom, há a celebração também do nascimento de um novo filhote, conforme noticiou o jornal The Guardian nesta sexta-feira (05/12). Na foto, que abre este post, ela aparece ao lado dele.

Todos os anos, 600 mil casais de albatrozes chegam às duas ilhas do Atol de Midway para se reproduzir, na maior colônia da espécie do mundo.

Anualmente é realizado um censo ali: o mais recente foi no começo de 2025, conforme contamos nesta outra reportagem. Além de ser berçário do albatroz-de-laysan, o atol também é ponto de desova de outra espécie, o albatroz-patinegro, também conhecido como albatroz-de-pés-negros (Phoebastria nigripes). 

Autor: conexaoplaneta
Fonte: conexaoplaneta
Sítio Online da Publicação: conexaoplaneta
Data: 05/12/2025

Parceria entre FSP e FFLCH traz para a USP debates sobre economias sexuais, cuidado e marcadores sociais da diferençaCompartilhe

Parceria entre FSP e FFLCH traz para a USP debates sobre economias sexuais, cuidado e marcadores sociais da diferença
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Entre os dias 8 e 11 de dezembro, a USP realizará o evento “Economias sexuais, cuidado e marcadores sociais da diferença”, com atividades abertas ao público nas faculdades de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e de Saúde Pública (FSP). A programação inclui mesas-redondas, grupo de trabalho, workshop, palestra e uma festa de encerramento.

A abertura ocorre na segunda-feira (8), às 19h, com um workshop coordenado por Laura Murray (UFRJ) na FFLCH, dedicado a metodologias audiovisuais e colaborativas em pesquisas sobre economias sexuais. Na terça-feira, a partir das 9h, a FSP recebe a sessão “Práticas de trabalho e escrita”, seguida, às 19h, da primeira mesa do evento, que discutirá trabalho sexual, criminalização e marcadores sociais da diferença, com a participação de ativistas e pesquisadoras de diferentes regiões do país.

Na quarta-feira (10), a programação segue na FSP com a sessão “Processos de criminalização e disputas de território”, às 9h. Às 14h, a antropóloga Ana Paula da Silva (UFF) ministra a palestra “Economias sexuais em perspectiva antropológica”. À noite, às 19h, ocorre a mesa “Trabalho sexual, saúde e direitos humanos”, reunindo pesquisadoras e representantes de coletivos voltados à defesa dos direitos de trabalhadoras sexuais.

O evento termina na quinta-feira (11) com a sessão “Moralidades em disputa”, às 9h, e a Puta Festa, às 19h. Parte da programação — incluindo as mesas 1 e 2, a palestra e o workshop — terá transmissão ao vivo pelo YouTube do Coletive de Pesquisa em Antropologia da Saúde da FSP-USP.

Organizado por estudantes do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da USP (PPGAS-USP), o encontro é uma iniciativa do projeto Cosmopolíticas do Cuidado no Fim-do-Mundo, em parceria com o Núcleo de Estudos dos Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS/USP).


Fiocruz lança curso online e gratuito sobre análise de dados no SUS

iniciativa prevê a elaboração e publicação de outros cursos de qualificação profissional sobre a temática, uma especialização e ainda disciplinas transversais para programas de pós-graduação da Fiocruz. 

Conheça a estrutura do curso e inscreva-se! Ele tem carga horária de 50 horas e um total de três módulos.

Módulo 1 – Lógica e Linguagem de Programação

Aula 1 – Introdução à Lógica de Programação
Aula 2 – Introdução à Linguagem de Programação


Módulo 2 – Estatística Descritiva e Comunicação de Resultados

Aula 1 – Análise exploratória e descritiva
Aula 2 – Formas de visualização de dados e métodos analíticos


Módulo 3 – Modelos estatísticos

Aula 1 – Inferência Estatística
Aula 2 – Modelos Estatísticos: lineares e não lineares
Aula 3 – Dados com estruturas de dependência: Multiníveis, Séries Temporais e Sobrevida
Aula 4 – Aplicação dos modelos estatísticos


Autor: fiocruz
Fonte: fiocruz
Sítio Online da Publicação: fiocruz
Data: 02/12/2025

Nova espécie de bromélia da Mata Atlântica é descrita por pesquisadores do Jardim Botânico do RJ


Uma colorida e linda nova espécie de bromélia acaba de ser descrita por pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Endêmica da Mata Atlântica, ela foi encontrada no Parque Nacional do Alto Cariri, na Bahia, próximo à fronteira com Minas Gerais. Batizada de Wittmackia aurantiolilacina, ela tem tons de laranja, rosa e lilás.

A descoberta da espécie, até então desconhecida pela ciência, aconteceu durante uma expedição da equipe do Centro Nacional de Conservação da Flora, do Jardim Botânico, em agosto de 2023. Na época, eles estudavam árvores ameaçadas de extinção do sul da Bahia.

Os pesquisadores coletaram então um exemplar da bromélia, sem flores, que foi cultivado no bromeliário do Jardim Botânico, e no Refúgio dos Gravatás, em Teresópolis. Um ano depois, acontecia a primeira floração, e com isso foi possível fazer o estudo e a identificação que levaram à confirmação de que aquela era uma nova espécie.

“Ao me deparar com essa planta florescendo pela primeira vez, fiquei estarrecido com a beleza de suas flores, uma combinação inusitada de cores, laranja e lilás. Imediatamente suspeitei de que poderia se tratar de uma espécie nova por não se parecer com nenhuma bromélia que já vi e estudei em mais de 30 anos de profissão”, revelou Bruno Rezende, curador da coleção científica de bromélias do Jardim Botânico do Rio e um dos autores do artigo científico que descreve a nova espécie divulgado na publicação Phytotaxa.

Todavia, apesar da boa notícia, ela vem acompanhada de um alerta. Pesquisadores acreditam que a Wittmackia aurantiolilacina já deve ser classificada como ‘criticamente em perigo de extinção‘, ameaçada por atividades humanas na região onde ocorre, como pastagens e plantações de café e cacau.


Autor: conexaoplaneta
Fonte: conexaoplaneta
Sítio Online da Publicação: conexaoplaneta
Data: 28/11/2025

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Especialistas apontam cenário de estabilidade econômica para 2026 e sugerem cautela


Fotomontagem que mostra um punhado de moedas, uma sobre as outras, em cima de um gráfico que retrata o comportamento da economia
Os analistas apostam que o PIB brasileiro deve crescer algo em torno de 2% em 2026 – Arte sobre foto de Marcos Santos/USP Imagens
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O ano de 2026 já está batendo na porta e é hora de pensar no bolso. O que esperar da economia no próximo ano — e o que cada um de nós pode fazer para cuidar melhor do dinheiro? Depois de um 2025 de recuperação moderada, com inflação sob controle e leve avanço no emprego, o grande desafio será manter o crescimento diante de um cenário global incerto — marcado por tensões geopolíticas, desaceleração da China e transição energética acelerada.

O economista Paulo Feldmann, professor do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) da USP, faz um balanço do que foi o ano que está terminando. A expectativa do professor de Economia da USP para 2026 é de que seja um ano bem parecido com o atual, com uma taxa baixa de crescimento em função da alta inflação, com estimativa de 4% de inflação ao ano.

Os alimentos continuam impactando o dia a dia da dona de casa, apesar da queda na inflação. A previsão de boa safra para 2026 deve reverter esse quadro. O emprego deve continuar em alta, mas na informalidade sem os direitos trabalhistas necessários. Além disso, 2026 promete um grande desafio para o governo federal, o controle dos altos juros, gerando uma expectativa negativa para investidores estrangeiros.

 
Paulo Feldmann – Foto: FEA-USP

PIB deve crescer

Os analistas apostam que o PIB brasileiro deve crescer algo em torno de 2% em 2026, impulsionado pelo agronegócio, exportações de commodities e investimentos em infraestrutura. Outro ponto de atenção é a política monetária. O Banco Central deve manter juros em níveis baixos, para incentivar o consumo e o crédito, mas qualquer desequilíbrio nas contas públicas pode mudar essa rota.

Na prática, 2026 promete ser um ano de ajustes finos — equilibrar as contas, estimular o investimento e manter o País no rumo da previsibilidade. Em resumo, 2026 pode trazer oportunidades, mas o segredo continua o mesmo — organizar o orçamento, evitar dívidas caras e fazer o dinheiro trabalhar por você.

O professor da FEA-USP destaca que “o Brasil continua tendo um problema sério, que é o de crescimento de voo de galinha, como nós chamamos. O Brasil quando cresce, cresce 3%. Muito diferente dos países asiáticos, por exemplo, que crescem a taxas de 8%, 9%, 10% ao ano. Mas para o País ter esse crescimento maior, precisa de um plano, precisa de uma política industrial, precisa definir o que quer fazer no longo prazo, o que absolutamente não se sabe”, avalia.

Feldmann finaliza com o exemplo do caso da Petrobras e a exploração de petróleo na bacia amazônica. “O Brasil vinha falando que era o grande líder da energia limpa, que ia extinguir o petróleo no médio prazo, que ia usar só fontes renováveis. De repente, tudo muda e o Brasil resolve investigar se há petróleo na Amazônia.”

Jornal da USP no Ar no ar veiculado pela Rede USP de Rádio, de segunda a sexta-feira: 1ª edição das 7h30 às 9h, com apresentação de Roxane Ré, e demais edições às 14h, 15h, 16h40 e às 18h. Em Ribeirão Preto, a edição regional vai ao ar das 12 às 12h30, com apresentação de Mel Vieira e Ferraz Junior. Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo do Jornal da USP no celular.





Autor: usp
Fonte: usp
Sítio Online da Publicação: usp
Data: 01/12/2025
Publicação Original: https://jornal.usp.br/radio-usp/especialistas-apontam-cenario-de-estabilidade-economica-para-2026-e-sugerem-cautela/

USP e Educação #33: Escolas indígenas

USP e Educação - USP
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USP e Educação #33: Escolas indígenas
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As escolas são espaços fundamentais na formação intelectual e cidadã dos indivíduos. Além disso, as instituições são responsáveis pela proliferação e compartilhamento de hábitos intrínsecos à cultura brasileira. Nesse sentido, as escolas indígenas assumem esse papel, garantindo a manutenção dos valores dos povos tradicionais.

Contudo, a realidade brasileira é muitas vezes nociva a essas instituições. Ao longo da história, as escolas indígenas foram tratadas de forma preconceituosa e prejudicial pelos órgãos responsáveis, colocando em segundo plano os interesses e valores dos povos nativos. Elie Ghanem, professor da Faculdade de Educação da USP, comenta que, em grande parte, a escolarização dos povos tradicionais brasileiros foi civilizatória, visando principalmente à evangelização.

Gostou do assunto? Quer saber mais? Então acesse https://jornal.usp.br/sinopses-boletins/usp-e-educacao/ e fique por dentro!

Boletim USP e Educação

Produção: Produção - Cinderela Caldeira, Isabella Lopes e Breno Marino
Edição: Rádio USP
Você pode sintonizar a Rádio USP SP 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz, pela internet em www.jornal.usp.br ou nos principais agregadores de podcast como Spotify, iTunes e Deezer.





Autor: usp
Fonte: usp
Sítio Online da Publicação: usp
Data: 01/12/2025
Publicação Original: https://jornal.usp.br/podcast/usp-e-educacao-33-escolas-indigenas/

Biogel desenvolvido em parceria com a USP promove cicatrização de feridas graves

Pesquisador da startup In Situ Terapia Celular trabalhando com o biogel - Foto: Divulgação/In Situ

Um biogel terapêutico desenvolvido pela startup In Situ Terapia Celular, em colaboração com a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, apresentou resultados promissores no modelo pré-clínico de feridas de pele graves associadas à anemia falciforme. A anemia falciforme é uma doença hereditária, caracterizada por inflamação crônica e consequente disfunção imunológica e no processo de cicatrização.

A formulação de uso tópico, que está em fase de patenteamento pela startup, contém pequenas partículas chamadas de vesículas extracelulares, que são liberadas por células estromais mesenquimais e atuam como mensageiras biológicas, regulando o sistema imunológico e auxiliando na regeneração de tecidos lesionados.

As avaliações pré-clínicas iniciais em camundongos sadios mostraram que o biogel acelera em cerca de 50% o processo de cicatrização. “A ferida se fecha em metade do tempo do que fecharia sem o uso do biogel”, explica Adriana Oliveira Manfiolli, pesquisadora-sócia da startup, egressa de pós-graduação na USP. A startup conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e está incubada no Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto e no Hospital Albert Einstein.


Para viabilizar o uso clínico do biogel futuramente, será necessário produzir essas vesículas em larga escala, já que inicialmente as células mesenquimais eram cultivadas em sistemas 2D estáticos, em frascos plásticos, um método trabalhoso e de difícil escalonamento. “Essa limitação foi superada com o desenvolvimento, pelo grupo da professora Kelen Malmegrim de Farias, da FCFRP, de um bioprocesso nacional de produção dessas vesículas em biorreator de tanque agitado, livre de componentes de origem animal e compatível com boas práticas de fabricação”, conta Adriana.

Segundo a engenheira química e pesquisadora do grupo da FCFRP, Paula Bruzadelle Vieira, “o biorreator de tanque agitado é um equipamento que se assemelha a um vaso fechado e permite o cultivo controlado de células animais ou microrganismos, com temperatura, pH e oxigenação regulados, de modo a otimizar o crescimento celular e a produção desejada”.


Adriana Manfiolli, CTO (Chief Technology Officer), e Carolina Caliári Oliveira, fundadora e CEO, ambas da In Situ Terapia Celular - Foto: Divulgação/In Situ


A recém-doutora Natália Cristine Dias dos Santos, responsável pelo desenvolvimento do bioprocesso durante seu doutorado no Programa de Pós-Graduação em Biociências e Biotecnologia da FCFRP, completa: “Com o biorreator, foi possível cultivar as células em suspensão, reduzindo etapas manuais e garantindo lotes reprodutíveis e estáveis de vesículas”. Os resultados obtidos e apresentados na tese de Natália, desenvolvida em parceria com a In Situ Terapia Celular, estão em análise para publicação na revista Biotechnology and Bioprocess Engineering.

Para a professora Kelen, o potencial terapêutico das células estromais mesenquimais e de suas vesículas extracelulares está “na vanguarda das terapias avançadas” e “tem sido investigado em diversos estudos clínicos para tratamento de doenças inflamatórias, autoimunes e degenerativas”.
Foto: Divulgação/FCFRP

Potencial para uso no SUS


O biogel contendo as vesículas produzidas em escala ampliada foi testado com sucesso em modelo pré-clínico de feridas de pele graves em camundongos Townes, que mimetizam a anemia falciforme humana.


Nos experimentos realizados pelo biomédico Waldir César Ferreira de Oliveira, durante seu doutorado orientado pela professora Kelen também pelo Programa de Pós-Graduação em Biociências e Biotecnologia da FCFRP, foram comparados três grupos de camundongos: sem tratamento, tratados com a formulação original e tratados com o biogel contendo vesículas produzidas em escala ampliada. “O último grupo apresentou cicatrização completa das feridas, com menos inflamação e melhor qualidade do novo tecido”, relata Oliveira.

Com a eficácia terapêutica comprovada em modelo pré-clínico, a próxima etapa será liderada pela startup In Situ, com estudos complementares de custo, escalabilidade e viabilidade regulatória do produto. A perspectiva, segundo a professora Kelen, é que a startup disponibilize o biogel, no futuro, como um produto de terapia avançada acessível pelo SUS. “A ciência feita na universidade, quando conectada ao setor produtivo, pode gerar soluções reais para desafios da saúde pública”, conclui a professora Kelen.



Natália Cristine Dias dos Santos e Paula Bruzadelle Vieira no biorreator ; na sequência Waldir César Ferreira de Oliveira, Kelen Malmegrim de Farias, Paula Bruzadelle Vieira e Natália Cristine Dias dos Santos - Foto: Divulgação/FCFRP



A fundadora e CEO da startup, Carolina Caliári Oliveira, também egressa de pós-graduação na USP, destaca o impacto social do produto: “A ciência tem um papel fundamental na melhoria da qualidade de vida. Com inovação, dedicação e colaboração, estamos cada vez mais perto de oferecer um tratamento eficaz para as feridas de pele crônicas”. Além da startup, as pesquisas também tiveram apoio financeiro da Fapesp e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Mais informações podem ser obtidas pelos e-mails kelenfarias@fcfrp.usp.br (Kelen) e adriana@insitu.com.br (Adriana), pelos perfis no Instagram @labterapiacelular e @insitu.terapiacelular, ou pelo site https://www.insitu.com.br

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*Estagiária sob supervisão de Rita Stella e Rose Talamone



Autor: usp
Fonte: usp
Sítio Online da Publicação: usp
Data: 01/12/2025
Publicação Original: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/biogel-desenvolvido-em-parceria-com-a-usp-promove-cicatrizacao-de-feridas-graves/