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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Saudável Mente: com games, animação e histórias em quadrinhos, exposição informa sobre câncer

Como forma de tratar a temática câncer de forma lúdica para jovens, a exposição Saudável Mente mostra, através de histórias em quadrinhos dos personagens Thiago e Mila, como é na juventude que se adquire bons hábitos de saúde, e como esses repercutirão ao longo de toda vida. A mostra também informa como hábitos negativos, como sexo sem preservativo, exposição ao sol sem protetor solar, cigarro, falta de exercícios físicos e uma alimentação inadequada, terão consequências no futuro.

Idealizada pelo Núcleo de Divulgação do Programa de Oncobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o Museu Ciência e Vida, da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj), e apoiada no edital Apoio à Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia no Estado do Rio de Janeiro, da FAPERJ, a exposição também contou com recursos financeiros da Fundação do Câncer para continuar com a divulgação do tema em outros espaços. Itinerante, a mostra foi montada para difundir informações especialmente para jovens ouvintes, surdos e cegos, no Museu Ciência e Vida, de Duque de Caxias. Para atrair o interesse dos jovens, o assunto é abordado através de histórias em quadrinhos, vídeos de animação e games. Cada um dos painéis conta com audiodescrição para público cego e vídeos em Libras para surdos. Para acessar esse conteúdo, o visitante pode usar um leitor QR Code com o próprio celular.



Interativa, a mostra atende a jovens surdos, cegos e ouvintes


Depois de permanecer durante um ano e meio no Museu Ciência e Vida, a exposição seguiu para o Museu da Vida, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde permanecerá até novembro de 2018. Só na semana passada, ela foi vista por um grupo de 32 alunos do Instituto Nacional de Surdos que puderam acessar o conteúdo dos painéis, via QR Code de seus celulares e ainda participar de uma roda de conversa com mediadores e intérpretes. Em menos de dois meses de exibição na Fiocruz – de 12 de junho até esta semana, a mostra já foi vista por mais de 2.139 pessoas, teve mais de 24 grupos de escolas agendadas, e mais o público que foi conferir sem ter feito agendamento.

A exposição pode ser visitada de terça a sexta, de 9h às 16h30, e aos sábados, de 10h às 16h. O salão de exposições temporárias está localizado próximo ao prédio-sede do Museu da Vida, que fica no campus da Fiocruz (Avenida Brasil, nº 4.365, Manguinhos). Para mais informações sobre a visita, entre em contato com o Centro de Recepção, pelo telefone (21) 2590-6747 ou com o e-mail museudavida@fiocruz.br

* Com informações da Assessoria de Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)




Autor: Ascom FAPERJ
Fonte: FAPERJ
Sítio Online da Publicação: FAPERJ
Data: 27/08/2018
Publicação Original: http://www.faperj.br/?id=3618.2.8

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Revista em quadrinhos conta como é estudar na USP em Pirassununga


Detalhe da capa da revistinha USP na Escolinha – Foto: Reprodução

Eles ainda estão no ensino fundamental, mas já estão tendo a oportunidade de entender o que é uma universidade e como ela funciona. O projeto USP na Escolinha atendeu mais de 1.500 alunos desde que foi criado, em 2013, por Delaine Rocha, funcionária da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP em Pirassununga.

A proposta é aproximar as crianças do ensino fundamental do universo da USP e dos cursos oferecidos na FZEA por meio de visitas monitoradas. Entre as ações do projeto está uma revista em quadrinhos, lançada em junho.

Nas 28 páginas do material, as crianças podem conferir uma história falando sobre a USP, em Pirassununga, como os cursos de graduação, o espaço físico, explicação sobre profissões. “Para a revistinha ficar mais atrativa, fizemos passatempos e incluímos as informações do próprio campus e atividades oferecidas à comunidade: oficinas de línguas, oficinas de música – tudo gratuito – e como eles podem se inscrever”, explica Luciane Martello, professora da FZEA e coordenadora do USP na Escolinha.

A revista foi feita colaborativamente entre docentes, funcionários e alunos de graduação e pós-graduação da FZEA. Foram impressos 1.300 exemplares para serem distribuídos entre os estudantes que participam das visitas monitoradas organizadas pelo projeto e o excedente será enviado a alunos de escolas participantes que não realizarão a visita.

Além disso, foram destinadas revistas para as bibliotecas de todas as escolas municipais em Pirassununga, independente de terem participado do projeto ou não. O público pode conferir a versão digital que está disponível on-line.

“A cada edição da revistinha, que ainda não sabemos se será bienal ou anual, gostaríamos que ela tivesse um tema diferente”, disse Luciane. Ela afirma que, dessa forma, poderiam abordar diversos aspectos dos cursos oferecidos no campus, como sustentabilidade, posse responsável de animais e uso de tecnologias no dia a dia.
USP na Escolinha

O projeto está em sua sexta edição e aproveita o processo de formação das crianças para apresentar conceitos, além de inspirá-las ao desejo, à curiosidade pelas profissões relativas aos cursos da FZEA e divulgar o campus de Pirassununga para a comunidade local.


Clique na revistinha para ler

Ele ocorre em cinco etapas: as escolas são selecionadas por ordem de inscrição. Selecionada a escola, é apresentado o portfólio de palestras com temas/datas para que a escola verifique se há interesse. A instituição escolhe uma data, conforme as disponibilidades apresentadas. Nesse período, é entregue um questionário para os pais e, assim, traçado um perfil dos alunos.

Na quarta etapa, ao receber os questionários dos pais, as escolas também ganham pôsteres para exposição às crianças antes da visita à USP. É recomendado que os professores apresentem aos alunos atividades livres (arte, redação, frase, desenho) com o tema O que eu espero da USP. Essa atividade dos alunos deve ser entregue no dia da visita, juntamente com os pôsteres.

A última etapa é a visita no campus de Pirassununga. Podem se inscrever escolas públicas e particulares, com crianças entre seis e dez anos. Para participar, a coordenação das escolas deve acompanhar o calendário no site do projeto.

“Percebemos que, principalmente, crianças de escolas municipais ou estaduais não têm uma aproximação com a Universidade. A ideia desse projeto é aproximar as crianças da Universidade e cultivar nelas a ideia de que elas podem vir a estudar na USP”, afirma Luciane.

Mais informações: site http://uspnaescolinha.blogspot.com/




Autor: Jornal da USP
Fonte: Jornal da USP
Sítio Online da Publicação: Jornal da USP
Data de Publicação: 23/07/2018
Publicação Original: https://jornal.usp.br/universidade/extensao/revista-em-quadrinhos-conta-como-e-estudar-na-usp-em-pirassununga/