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quinta-feira, 29 de abril de 2021

Rebaixamento do lençol freático: uma gravíssima realidade a ser definitivamente enfrentada




Rebaixamento do lençol freático: uma gravíssima realidade a ser definitivamente enfrentada, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

Todos os indicadores apontam para a urgente necessidade de adoção rígida de planos de gestão para a abertura e para a exploração de poços profundos em todo o território nacional

Não é de hoje que o fenômeno é conhecido e suas graves consequências são medidas e aquilatadas em suas variáveis econômica, social e geológica.

Nas áreas rurais o principal fator de rebaixamento do lençol está na total falta de controle da exploração de poços profundos para a irrigação de lavouras. Como exemplo, o sertão baiano da região de Irecê, tradicional produtora de feijão e cebola enfrenta crises agrícolas com o severo rebaixamento de seus níveis freáticos. Esse rebaixamento é decorrente da generalizada sobreexploração de seu aquífero cárstico. Mas Irecê é apenas um exemplo didático de um fenômeno hoje generalizado nas regiões agrícolas que se utilizam da água subterrânea. O motivo é sobejamente conhecido: total descontrole dos regimes de exploração dos aquíferos subterrâneos.

Nas áreas urbanas, seja pelo aumento do escoamento superficial promovido pela impermeabilização das áreas de recarga, seja também pela sobreexploração de poços profundos, expediente hoje largamente utilizado por vários empreendimentos como, indústrias, galpões logísticos, hotéis, motéis, médios e grandes edifícios, hospitais, condomínios, shoppings, etc., observa-se a mesma tendência de rebaixamento do lençol freático.

Especialmente nas áreas urbanas agrega-se ao problema geral de perda de reservas hídricas a potencialização de graves fenômenos de ordem geológico-geotécnica advindos da alteração do comportamento geotécnico de solos e de abatimentos de terrenos promovidos por desequilíbrios hidráulicos em regiões cársticas, como é o caso dos municípios de Cajamar – SP, Sete Lagoas – MG, Almirante Tamandaré PR, Bocaiúva do Sul – PR, Colombo – PR, Vazante – MG, Teresina – PI, Lapão – BA, e várias outras localidades.

O diagnóstico é sempre o mesmo: ausência de planos e regras de gestão e monitoramento da exploração dos poços profundos executados. Na cidade de São Paulo há regiões em que o lençol freático já observa rebaixamentos de cerca de 4 metros, o que em termos de perda de reservas hídricas implica em graves consequências, especialmente tendo em conta que a fonte subterrânea já compõe cerca de 10% do total do abastecimento hídrico da metrópole paulista. Mais grave se torna o fenômeno em municípios que tem na água subterrânea sua principal fonte de recursos hídricos para o abastecimento da população.

Enfim, todos os indicadores apontam para a urgente necessidade de adoção rígida de planos de gestão para a abertura e para a exploração de poços profundos em todo o território nacional. Esse já antigo alerta técnico deve finalmente sair de nossos limitados textos congressuais e acadêmicos para se tornar uma exigência política a ser colocada às autoridades competentes.

Geól. Álvaro Rodrigues dos Santos (santosalvaro@uol.com.br)

Ex-Diretor de Planejamento e Gestão do IPT e Ex-Diretor da Divisão de Geologia

Autor dos livros “Geologia de Engenharia: Conceitos, Método e Prática”, “A Grande Barreira da Serra do Mar”, “Diálogos Geológicos”, “Cubatão”, “Enchentes e Deslizamentos: Causas e Soluções”, “Manual Básico para Elaboração e Uso da Carta Geotécnica”, “Cidades e Geologia”

Consultor em Geologia de Engenharia, Geotecnia e Meio Ambiente

Colaborador e Articulista do EcoDebate


in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 29/04/2021




Autor: EcoDebate
Fonte: EcoDebate
Sítio Online da Publicação: EcoDebate
Data: 29/04/2021
Publicação Original: https://www.ecodebate.com.br/2021/04/29/rebaixamento-do-lencol-freatico-uma-gravissima-realidade-a-ser-definitivamente-enfrentada/

quarta-feira, 31 de março de 2021

Editora da Uerj lança e-book gratuito para o ensino da Engenharia sob uma visão humanista

A Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (EdUerj) acaba de disponibilizar, de forma gratuita, o e-book “Humanidades, ciências sociais e cidadania em Engenharia: uma introdução à Engenharia com um olhar transdisciplinar”. O livro, que aborda a disciplina sob uma visão humanista, dialogando com as ciências humanas e sociais, é indicado para ser utilizado por professores de matérias como Engenharia na Sociedade, Introdução à Engenharia e Aspectos Humanos na Engenharia, colaborando para a formação do engenheiro-cidadão.



Para o autor José Carlos Vilar Amigo, professor da Faculdade de Engenharia da Uerj, a obra atende à necessidade existente hoje, nos cursos da área, de ampliação do caráter multidisciplinar. “O trabalho foi elaborado com o intuito de suprir uma lacuna, já identificada pelo MEC e a qual eu ratifico, que é a falta de componentes humanistas na formação dos engenheiros, que lhes permitam uma atuação com sensibilidade social e humana”, afirma.


José Carlos Vilar Amigo, autor da obra

Abordando temas como Gestão, Ética, Direito, Liderança, Cidadania, História e Filosofia, o livro consegue provocar reflexões importantes e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional, incitando o senso crítico e reflexivo, assim como despertando uma visão holística da Engenharia. Além disso, ajuda no aperfeiçoamento das chamadas soft skills – competências como liderança, planejamento, gestão estratégica e aprendizado autônomo.

Na opinião de Amigo, a obra é relevante pois ajuda na reflexão sobre o exercício da carreira. “São abordados temas como a discussão filosófica do valor social da profissão, a importância de se ter uma atitude ética no desempenho das atividades, de se respeitar as normas que, democraticamente, regem a ação social e profissional e o reconhecimento do esforço histórico que a humanidade fez, na conquista dos direitos de cidadania. A ideia é inspirar o aluno a refletir e agir, não como o cidadão que conquista o direito de se dizer engenheiro, mas como o engenheiro que percebe a responsabilidade de cidadão advinda da conquista da sua formação”, ressalta o autor.

Para fazer o download gratuito, acesse o site da EdUerj.



Autor: Diretoria de Comunicação da UERJ
Fonte: UERJ
Sítio Online da Publicação: UERJ
Data: 30/03/2021
Publicação Original: https://www.uerj.br/noticia/editora-da-uerj-lanca-e-book-gratuito-para-o-ensino-da-engenharia-sob-visao-humanista/

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Vínculos entre acidentes em engenharia e o ambiente de obra, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos




Foto: Corpo de Bombeiros/MG – EBC


As recentes tragédias de Mariana, Brumadinho, os problemas ocorridos e anunciados com viadutos em São Paulo, e tantos eventos da mesma natureza já ocorridos no país, em que são contabilizados um enorme número de mortos e prejuízos sociais incalculáveis, têm suscitado diversas avaliações focadas nos mais diversos aspectos técnicos e gerenciais envolvidos.

Neste artigo abordo um desses aspectos, que me parece um dos fundamentais, o qual não tem sido objeto dessas avaliações, qual seja o ambiente de obra, ou o ambiente empresarial, que sabidamente fortemente influi no tipo e na qualidade das relações entre os empregados, em nosso caso, profissionais de engenharia (engenheiros, geólogos, etc.), e a Diretoria da empresa. E, dentro do mesmo cenário, nas relações entre empresas especializadas contratadas e a contratante proprietária da obra.

É natural e compreensível o fato do profissional técnico do quadro da empresa cultivar a expectativa de sua ascensão hierárquica/salarial no âmbito do organograma empresarial. Alguns valores exigidos para essa ascensão lhe são óbvios e/ou lhe são instilados pela cultura interna da empresa: dedicação, competência, disponibilidade, sociabilidade, responsabilidade, capacidade de liderança, e outros do gênero. Além desses há alguns mais sutis: caracterizar-se por trazer soluções e não problemas e, com destaque, considerar-se e ser considerado parte “do time”, ou seja, um profissional que se destaque por, em qualquer circunstância, “fazer o jogo da empresa”.

No caso de empresas contratadas pela empresa proprietária da obra dá-se algo semelhante. À contratada interessa a melhor relação possível com seu cliente, situação em que lhe serão garantidos novos e importantes contratos. Nesse contexto busca naturalmente cumprir valores essenciais para suas expectativas: competência, confiabilidade, presença, confidencialidade. Da mesma forma, poder ser considerada “parte do time” e, em qualquer condição, “fazer o jogo da empresa contratante”.

Esse ambiente empresarial e de obra, ainda que não explicitado e muito estudado, é conhecido por todos que, de alguma forma, lidam com obras de engenharia. Pode-se dizer até que, respeitados certos limites (aqui mora o “X” do problema) componha um elenco de condutas compreensíveis e até aceitáveis. Decisão dificílima, tanto por parte do profissional empregado da empresa proprietária da obra, como por parte de uma empresa por essa contratada, é estabelecer e atender os limites de ordem ética e de ordem técnica, aqui em especial aqueles que se colocam na esfera da segurança e da assunção de riscos de acidentes.

Vamos a um exemplo prático para melhor entendimento dessa equação. Um geotécnico da empresa proprietária da obra alerta em uma reunião com sua chefia sobre a urgente necessidade de ser tomada determinada providência técnica para que não sejam surpreendidos por um grave acidente. Como a providência envolve custos a diretoria pede estudos complementares. A variável tempo corre inexoravelmente. Feitos esses estudos, o profissional repete seu alerta. Sua chefia lhe recomenda que não faça nada por escrito, ou documentadamente, as comunicações verbais bastariam. Inicia-se um processo interno interminável de aprovação de verbas e serviços e o profissional tem plena consciência de que a probabilidade de um acidente aumenta consideravelmente. Ele tem ganas de emitir por escrito um alerta à sua chefia e à Diretoria da empresa, mas ao mesmo tempo avalia que se assim agir deixará de imediato de ser considerado como “parte do time”, e iriam por terra seus sonhos de progressão hierárquica e salarial dentro da empresa, e quem sabe teria até que contar com a possibilidade de uma demissão, obviamente debitada a um exercício de “remanejamento interno de equipes”. Como, no caso da empresa contratada, dadas as mesmas circunstâncias, iriam para o espaço suas expectativas de novos e vitais contratos. No campo da ética profissional poderíamos elencar vários outros exemplos de incompatibilidade entre o que seria técnica e legalmente correto e os interesses mais imediatos da empresa proprietária da obra, situação que também exigiria do profissional ou da empresa contratada, em obediência aos códigos de conduta informais prevalecentes no ambiente empresarial, uma decisão de anuência e compartilhamento com uma ilegalidade ou com uma agressão a princípios éticos que deveriam ser devidamente assumidos e praticados.

Exemplo que se tem tornado muito frequente decorre de decisões empresariais de redução de despesas, o que acaba contaminando o ambiente de uma obra de uma quase disputa entre profissionais e equipes na busca de resultados financeiros de grande agrado para a direção da empresa proprietária da obra. É fácil deduzir os enormes riscos para a segurança que naturalmente decorrem de um ambiente de obra assim contaminado.

Fato real é que em grande parte dos acidentes e tragédias ocorridos em obras de engenharia no Brasil são explicados, ao menos em boa parte, por circunstâncias próximas às descritas, ou seja, pela prevalência de ambientes de obra constrangedores de uma atitude mais ousada, firme e insistente de profissionais do quadro ou de empresas contratadas no apontamento de disfunções técnicas que possam levar a situações de risco e na persistência por exigências de sua pronta correção e eliminação.

Como enfrentar esse problema? Aqueles que tem uma maior intimidade com os ambientes empresariais sabem perfeitamente da ingenuidade em se esperar que algo de muito substancial seja alcançado via uma alteração comportamental unilateral dos profissionais empregados e de empresas contratadas. Empregos, carreiras, contratos, situações familiares estão em jogo, o que, particularmente em um país com fraco desenvolvimento econômico, conta muito.

Por diversas razões um caminho culturalmente também dificultoso, a alternativa de uma profunda e corajosa decisão das direções empresariais no sentido de dotar seus ambientes de obra e seus códigos de conduta de atributos incentivadores de atitudes mais ousadas e firmes de profissionais e empresas contratadas no apontamento de riscos técnicos e da necessidade de prontas medidas de segurança, promete ser mais promissora para resultados mais rápidos e virtuosos.

Os enormes desgastes financeiros e de imagem institucional derivados de acidentes como os que temos testemunhado, assim como a eventualidade de penalizações criminais envolvendo proprietários da empresa, jogam, a favor dessa possibilidade.

Muito colaboraria também para um melhor equacionamento da variável abordada nesse artigo uma atenção maior das associações técnicas do campo geotécnico, como a ABMS e a ABGE, na discussão e trato do tema aqui focado, qual seja o ambiente de trabalho imperante nas frentes de obra e sua influência na menor ou maior atenção com a excelência técnica e com a segurança.

Geól. Álvaro Rodrigues dos Santos (santosalvaro@uol.com.br)


Ex-Diretor de Planejamento e Gestão do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas


Autor dos livros “Geologia de Engenharia: Conceitos, Método e Prática”, “A Grande Barreira da Serra do Mar”, “Diálogos Geológicos”, “Cubatão”, “Enchentes e Deslizamentos: Causas e Soluções”, “Manual Básico para elaboração e uso da Carta Geotécnica”, “Cidades e Geologia”


Consultor em Geologia de Engenharia e Geotecnia


Colaborador e Articulista do EcoDebate

Artigo enviado pelo Autor e originalmente publicado no CGN.



in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 14/02/2019




Autor: EcoDebate
Fonte: EcoDebate
Sítio Online da Publicação: EcoDebate
Data: 14/02/2019
Publicação Original: https://www.ecodebate.com.br/2019/02/14/vinculos-entre-acidentes-em-engenharia-e-o-ambiente-de-obra-artigo-de-alvaro-rodrigues-dos-santos/

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Chamada seleciona propostas em Ciência de Materiais e Engenharia



FAPESP e M-ERA.NET, rede ligada à União Europeia, apoiarão colaborações em pesquisa e inovação (foto: FAPESP)

A FAPESP e a M-ERA.NET anunciam o lançamento de uma nova chamada de propostas no âmbito do acordo de cooperação mantido entre as instituições.

A M-ERA.NET é uma rede financiada pela União Europeia, criada para apoiar e incrementar a coordenação dos programas europeus de fomento à pesquisa em Ciências e Engenharia de Materiais.

O objetivo específico da chamada M-ERA.NET 2018 (https://m-era.net/joint-calls/joint-call-2018/2018-guideforproposers-1.pdf) é financiar projetos transnacionais ambiciosos em pesquisa e inovação de materiais, incluindo materiais para tecnologias de energia de baixo carbono e tecnologias de produção relacionadas.

Serão recebidas propostas em seis tópicos: “Multiscale modeling for materials engineering and processing (M3EP)”, “Innovative surfaces, coatings and interfaces”, “High performance composites”, “Functional materials”, “New strategies for advanced material-based technologies in health applications” e “Materials for additive manufacturing”.

Na FAPESP, as submissões deverão seguir as normas e orientações, inclusive as relacionadas à elegibilidade, das modalidades Auxílio à Pesquisa – Regular ou Programa de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas – PIPE Fase II. Exceções às normas estão indicadas no texto da chamada.

Pesquisadores do Estado de São Paulo interessados em submeter propostas devem, obrigatoriamente, consultar a FAPESP a respeito da sua elegibilidade, antes de iniciar a elaboração do projeto conjunto.

Considerando que 12 de junho de 2018 é o prazo final para o envio de pré-propostas ao Consórcio M-ERA.NET, consultas de elegibilidade recebidas pela FAPESP depois de 24 de maio podem não ser respondidas em tempo hábil.

Cada proposta deverá ter um pesquisador responsável no Estado de São Paulo e envolver no mínimo três pesquisadores de pelo menos dois países diferentes, também participantes da chamada.

A chamada de propostas está publicada em: www.fapesp.br/11673.


Autor: FAPESP
Fonte: FAPESP
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data de Publicação: 13/04/2018
Publicação Original: http://www.fapesp.br/11675

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Poli-Integra abre inscrições para cursos de especialização e MBA









Objetivo é capacitar para o desempenho de atividades profissionais em Engenharia. Novas turmas iniciam em fevereiro

Agência FAPESP – O programa Poli-Integra está com inscrições abertas para os cursos de: Especialização em Tecnologia e Gestão na Produção de Edifícios; Especialização em Gestão de Projetos na Construção; MBA Real Estate – Economia Setorial e Mercado; e MBA Gerenciamento de Facilidades.

O Poli-Integra é um dos programas de cursos de extensão da Escola Politécnica (Poli) da USP.

O Curso de Especialização em Tecnologia e Gestão na Produção de Edifícios prepara profissionais que atuam na área de construção de edifícios para a escolha e implantação de tecnologias voltadas ao planejamento, organização e produção de edifícios. As aulas, coordenadas pela professora Mércia Maria Semensato Bottura de Barros, serão de segundas e quartas, das 19h30 às 22h30, e começarão no dia 5 de março. Inscrições estão abertas até 16 de fevereiro.

Coordenada pelo professor Silvio Burrattino Melhado, a Especialização em Gestão de Projetos na Construção é voltada a novas tendências na construção civil e adota um modelo de ensino-aprendizagem que privilegia a integração institucional e de mercado, envolvendo professores de diversas áreas e a participação de profissionais convidados. As aulas estão previstas para iniciar em abril e serão programadas em blocos quinzenais, de três dias, às sextas das 18h45 às 22h45, sábado das 8h30 às 12h30 e segundas das 18h45 às 22h45. As inscrições devem ser feitas até dia 20 de março.

O MBA em Gerenciamento de Facilidades é focado na integração de patrimônio, pessoas, processos e tecnologias para dar qualidade ao ambiente construído e aos negócios. As aulas, a partir de 19 de fevereiro, serão às segundas e terças, das 19h30 às 22h30. O prazo de inscrição termina em 15 de fevereiro.

O MBA em Real Estate – Economia Setorial e Mercados oferece uma “visão clara das complexidades do setor imobiliário, de suas deficiências estruturais e das características dos riscos dos negócios, seus meios de mitigação e procedimentos avançados de planejamento e análise para suporte à decisão”. As aulas terão início no dia 19 de fevereiro. Os interessados no curso devem se inscrever até 31 de janeiro.

Mais informações: http://poli-integra.poli.usp.br/cursos/?x=1.


Autor: FAPESP
Fonte: FAPESP
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data de Publicação: 29/01/2018
Publicação Original: http://agencia.fapesp.br/poliintegra_abre_inscricoes_para_cursos_de_especializacao_e_mba_/27047/

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Unesp busca professor assistente para Engenharia Aeronáutica









Oportunidade no campus de São João da Boa Vista, com salário de R$ 10,3 mil, recebe inscrições até 5 de fevereiro (foto: Unesp)

Estão abertas até 5 de fevereiro de 2018 as inscrições para o processo seletivo de professor assistente doutor no campus de São João da Boa Vista da Unesp. A oportunidade é para o curso de Engenharia Aeronáutica.

O professor contratado ministrará disciplinas de Eletricidade, Eletrônica e Eletrotécnica de Aeronaves. O salário será de R$ 10.360,07, em jornada de 40 horas semanais de trabalho. Candidato portador do título de livre-docente receberá salário de R$ 12.351,27.

Poderão se inscrever graduados em curso superior que tenham, no mínimo, título de doutor, obtido preferencialmente em cursos de pós-graduação na área de Engenharia.

As inscrições serão recebidas, em dias úteis, até 5 de fevereiro, no horário das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas, na Unesp, campus de São João da Boa Vista. No caso de inscrição por via postal os documentos exigidos no presente edital deverão ser enviados via Sedex para: Unesp, Campus de São João da Boa Vista, av. Profª Isette Corrêa Fontão, nº 505, Jardim das Flores, São João da Boa Vista, SP, CEP 13876-750. A taxa de inscrição custa R$ 93.

O concurso para a contratação constará de prova de títulos e prova didática. Na prova de títulos, haverá julgamento do curriculum vitae, em que serão analisadas as atividades de formação, didáticas e científicas, dos últimos cinco anos, com maior relevância para as atividades relacionadas às áreas de Engenharia Aeronáutica e afins. Já a prova didática constará de aula teórica em nível de graduação, com duração de no mínimo 40 minutos e no máximo de 60 minutos.

Mais informações: https://goo.gl/MDppGa.

Autor: Agência FAPESP
Fonte: FAPESP
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data de Publicação: 31/01/2018
Publicação Original: http://agencia.fapesp.br/unesp_busca_professor_assistente_para_engenharia_aeronautica__/27064/

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Pós-doutorado em Engenharia de Materiais com Bolsa da FAPESP

O Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais(CDMF), com sede na Faculdade de Engenharia da Unesp de Guaratinguetá, abriu uma vaga de pós-doutorado na área de sensores de gases à base de óxidos metálicos semicondutores. O CDMF é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP. O prazo de inscrições termina em 10 de novembro de 2017.


Projeto de pesquisa para desenvolvimento de nanomateriais semicondutores com aplicação em sensoriamento ambiental recebe inscrições até 10 de novembro (foto: CDMF)

Segundo o pesquisador responsável pelo projeto, o professor Alexandre Zirpoli Simões, a proposta de pesquisa visa ao desenvolvimento de nanomateriais semicondutores para aplicação na área de sensoriamento ambiental, de modo a detectar atmosferas gasosas distintas, com particular interesse em monóxido de carbono.

“No desenvolvimento do projeto, os materiais serão sintetizados em forma de pós e posteriormente depositados como filmes espessos, e estes serão caracterizados quanto às suas estruturas, morfologias e desempenho com relação à propriedade sensorial”, disse.

Exigem-se do candidato: conhecimento na área de síntese de materiais nanoestruturados na forma de pós e filmes; conhecimentos em técnicas de caracterizações elétricas de filmes, tais como Espectroscopia de Impedância Complexa (EIC), simulações com base na Teoria de Densidades Funcionais (DFT), além de medidas elétricas com sonda de duas pontas; experiência nas principais técnicas de caraterização de materiais, como difratometria de raios X, microscopia eletrônica de varredura por emissão de campo, microscopia eletrônica de transmissão de alta resolução, espectroscopia de ressonância paramagnética eletrônica, espectroscopias no infravermelho e no ultravioleta visível, bem como espectroscopia Raman.

Os interessados pela vaga devem enviar e-mail para o professor Simões (alezipo@yahoo.com), anexando uma carta apresentando seu interesse, curriculum vitae resumido e nomes e e-mails de duas pessoas como referência.

Mais informações sobre as vagas estão disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1780.

A vaga está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 7.174,80 mensais e Reserva Técnica. A Reserva Técnica de Bolsa de PD equivale a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso o bolsista de PD resida em domicílio diferente e precise se mudar para a cidade onde se localiza a instituição-sede da pesquisa, poderá ter direito a um Auxílio-Instalação. Mais informações sobre a Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em www.fapesp.br/bolsas/pd.

Outras vagas de bolsas, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em fapesp.br/oportunidades.


Autora: Agência FAPESP
Fonte: Agência FAPESP
Sítio Online da Publicação: Agência FAPESP
Data de Publicação: 01/11/2017
Publicação Original: http://agencia.fapesp.br/posdoutorado_em_engenharia_de_materiais_com_bolsa_da_fapesp/26545/