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terça-feira, 31 de maio de 2022

Secretaria Municipal abre mais de sete mil vagas para cursos de tecnologia, informática e empreendedorismo


Foto: Prefeitura do Rio


A Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT), por meio das Naves do Conhecimento, abriu inscrições para sete mil vagas em diversos cursos gratuitos nas áreas de tecnologia, informática e empreendedorismo. Os cursos serão realizados no formato presencial e online.

Palestras e oficinas gratuitas também estão disponíveis na programação oferecida para o mês de junho.

O secretário municipal de Ciência e Tecnologia, Willian Coelho, afirma que a tecnologia é uma realidade do cotidiano, por isso os cursos são necessários. “Vivemos uma nova cultura estabelecida pela tecnologia. Ela está cada vez mais efetiva em nossa rotina diária. Independente da área de atuação, quem não acompanha os avanços tecnológicos, acaba ficando em desvantagem no mercado de trabalho. As Naves atuam como núcleos fundamentais de capacitação e inclusão para a população”, completa Coelho.

Entre os temas oferecidos pelas Naves estão: Excel para Iniciantes, Informática Básica Kids, Code Club (Scratch), Excel para Ambiente Empresarial, Canva: O Design para seu empreendimento, Aprendendo Excel em VBA, Game Design, Retrato em Estúdio, Informática Básica Teens, Informática Básica Senior, Edite Imagens com Photoshop, Introdução ao Marketing Digital, Manutenção Preventiva (Desktops e Notebooks), Edição de Vìdeo em Lightworks, Software Livre (Linux mint), Mercado de Trabalho e Tecnologia, Tecnologias 5G e 6G, entre outros.






Autor: Estéfane de Magalhães
Fonte: diariodorio
Sítio Online da Publicação: diariodorio
Data: 26/05/2022
Publicação Original: https://diariodorio.com/secretaria-municipal-abre-mais-de-sete-mil-vagas-para-cursos-de-tecnologia-informatica-e-empreendedorismo/

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Rocinha: celeiro de empreendedorismo, sustentabilidade e inovação social

Em cerimônia realizada na tarde desta quarta-feira, 30 de março, na quadra do Complexo Esportivo da Rocinha, a FAPERJ realizou a entrega dos termos de outorga para os 26 representantes dos projetos contemplados no âmbito do programa Apoio às Bases para o Parque de Inovação Social e Sustentável na Rocinha. Os selecionados pelo edital, lançado em outubro de 2021 pela Fundação, receberão ao todo cerca de R$ 9 milhões, para desenvolverem diversos projetos que vão gerar renda para a comunidade a partir de propostas de empreendedorismo, sustentabilidade e inovação social e tecnológica.

Entre essas iniciativas inovadoras estão a produção de cogumelos cultivados em hortas nas lajes de 50 casas localizadas na parte alta da Rocinha; a implantação do Carteiro Amigo, um serviço para expandir a entrega de cartas e encomendas na comunidade, onde nem sempre o envio de correspondências ocorre de forma correta e segura; a criação de uma biblioteca virtual voltada à memória e à história da comunidade; o estímulo à produção artesanal de uma cooperativa de crochê; o desenvolvimento de uma incubadora de negócios de impacto no Parque de Inovação Social e Sustentável da Rocinha, além de projetos ligados ao saneamento e à coleta de resíduos sólidos, entre outros. Cada projeto contemplado receberá entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, e terá prazo de conclusão entre um a dois anos, de acordo com o valor recebido.

O secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I), Dr. Serginho, destacou a importância para o estado do Rio de Janeiro dos investimentos em políticas públicas voltadas ao setor científico e tecnológico, que geram impactos sociais inovadores. “O Rio de Janeiro concentra um grande número de instituições de ensino e pesquisa e possui pesquisadores e pensadores de renome no mundo, basta dar condições para que eles se desenvolvam. Tenho certeza que a Rocinha é um celeiro de jovens criativos e empreendedores”, disse. Ele lembrou ainda que ações para o desenvolvimento sustentável na Rocinha estão em consonância com a pauta estabelecida pelo Governo do Estado para 2022, eleito como o Ano Internacional da Sustentabilidade.

O presidente da FAPERJ, Jerson Lima Silva, ressaltou o cumprimento, pelo governo estadual, do repasse dos recursos totais previstos no orçamento anual da Fundação, da ordem de R$ 700 milhões, para viabilizar o empenho e pagamento dos projetos contemplados em seus diversos programas e editais. “A FAPERJ tem como missão de Estado lançar editais competitivos, que apoiem o desenvolvimento de pesquisas de alta qualidade com impactos inovadores para a sociedade. Temos muitos talentos escondidos no nosso estado, e, com certeza, na Rocinha estamos semeando o surgimento de novas empresas e talentos, investindo em inovação para além da academia”, disse.

O diretor de Tecnologia da FAPERJ, Maurício Guedes, elogiou a criatividade dos projetos selecionados pelo programa e o potencial transformador deles. “São iniciativas que vão promover o dinamismo econômico na Rocinha de forma inovadora e sustentável. São exemplos concretos de como os investimentos em inovação podem gerar impactos sociais positivos e transformar a comunidade”, comemorou. O programa é uma iniciativa inédita entre as Fundações estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs). “Para merecer o título de Smart City, qualquer cidade precisa incorporar a este conceito os territórios onde moram as camadas mais vulneráveis da sua população”, completou.

O secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Thiago Pampolha, acredita que, entre as diversas políticas públicas em curso no estado, o Parque talvez seja a melhor. “O Parque traz investimentos e renova a motivação e a esperança das pessoas da comunidade, sendo um gatilho para a transformação pessoal delas. É um trabalho feito a muitas mãos e que vai deixar um legado na Rocinha”, afirmou. Ele lembrou ainda que o Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Estadual do Ambiente e Sustentabilidade, deu início à mobilização para a Rio2030 (www.rio2030.org), três décadas após a histórica realização da Rio-92, para debater a questão do desenvolvimento sustentável.


Jerson Lima Silva ressaltou a missão institucional da FAPERJ de lançar editais com resultados de impacto para a sociedade

Responsável pela governança do Parque, José Alberto Aranha contou que o projeto agrega uma ampla rede social, com o protagonismo dos moradores da Rocinha. “Mais de cem pessoas estão envolvidas na execução desse projeto, numa rede social de apoio extensa, e o mais importante é a participação das próprias pessoas da comunidade. O Parque será uma unidade de apoio ao território de inovação da Rocinha, para que daqui as cooperativas possam, por exemplo, ser competitivas e vender e distribuir seus produtos para o mundo inteiro”, explicou.

Um dos contemplado pelo programa, o engenheiro de produção Roberto Bartholo é colaborador do Centro de Pesquisas e Articulação de Conhecimentos PUC-Rocinha. “Esse edital é uma oportunidade de aproximar universidades das associações e lideranças populares da comunidade. É antes de tudo uma proposta de diálogo, de escutar sobretudo as necessidades e projetos dos moradores da Rocinha”, disse Bartholo, que também é professor e pesquisador do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).

Estiveram ainda presentes na cerimônia o representante do Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (Cieds), Léo José; o representante da Fecomércio, Sérgio Arthur Ribeiro; a subsecretária estadual de Recursos Hídricos e Sustentabilidade, Ana Asti; a diretora da Escola Municipal Luiz Paulo Horta, Ana Maria Nogueira; a socióloga e ambientalista Aspásia Camargo; e a assessora da Diretoria de Tecnologia da FAPERJ, Ruth Espínola Mello.

Também participaram moradores e representantes de organizações que atuam na Rocinha, como a Associação de Moradores, o programa Ecomoda – iniciativa da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade inserida dentro do projeto Comunidade Recicla, que capacita gratuitamente moradores das comunidades para confeccionar roupas, bolsas e acessórios a partir do reaproveitamento de tecidos, retalhos e outros objetos que teriam como destino a lata do lixo – e o projeto social Funk Verde, que utiliza resíduos sólidos para a produção de instrumentos musicais.






Autor: Ascom Faperj
Fonte: Faperj
Sítio Online da Publicação: Faperj
Data: 06/04/2022
Publicação Original: https://www.faperj.br/?id=76.7.6

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social

Bem-vindos à 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista.

O Prêmio Jovem Cientista tem o objetivo de impulsionar a pesquisa científica no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram soluções inovadoras para os desafios da sociedade. Nesta edição, o CNPq, a Fundação Roberto Marinho, a Fundação Grupo Boticário e o Banco do Brasil convidam os jovens cientistas e seus orientadores a compartilhar ideias e projetos na área de sustentabilidade ambiental, biodiversidade, empreendedorismo e educação. Participe!

Autor: Jovem Cientista
Fonte: 
Jovem Cientista
Sítio Online da Publicação: 
Jovem Cientista
Data de Publicação: 02/02/2017
Publicação Original: http://www.jovemcientista.cnpq.br/