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terça-feira, 9 de agosto de 2022

Ministério da Saúde divulga orientações para profissionais da saúde, gestantes, lactantes e puérperas sobre a varíola dos macacos




Para evitar casos da varíola dos macacos, também conhecida como monkeypox, e prevenir a transmissão da doença especialmente na gravidez, o Ministério da Saúde publicou, nesta segunda-feira (1º), orientações para profissionais da saúde, gestantes, lactantes e puérperas que apresentem sintomas ou casos positivos da doença. As recomendações estão em uma Nota Técnica, disponível aqui.

Para profissionais da saúde que estejam envolvidos no atendimento, entre as recomendações, estão:

Em gestante assintomática pós-exposição ao vírus:
• Em caso de teste negativo – O monitoramento será suspenso;
• Em caso de teste positivo – Será indicado o isolamento domiciliar por 21 dias, sem visitas;
• A gestante também será instruída à automonitoração, acompanhando sua temperatura e o aparecimento/evolução das lesões cutâneas.

Para gestantes com sinais ou sintomas suspeitos de varíola dos macacos:
• Em caso de teste negativo – Será indicado o isolamento domiciliar por 21 dias, sem visitas e orientada a automonitoração. O teste deve ser feito novamente caso os sintomas persistam;
• Em caso de teste positivo – Levando em consideração maior risco, é indicada a hospitalização da gestante nos casos moderados, graves e críticos;
• Dentro do conhecimento disponível até o momento, os profissionais de saúde devem saber que: as gestantes devem ficar em isolamento domiciliar com acompanhamento pela equipe assistencial, em caso de doença com quadro clínico leve;
• As pacientes com casos de maior gravidade devem ser acompanhadas em regime de internação hospitalar;
• Não há ainda protocolo de tratamento específico com antivirais no ciclo gravídico-puerperal;
• O monitoramento da vitalidade fetal deve ser cuidadoso nas pacientes com a doença moderada, grave ou crítica, em vista da constatação de maior morbimortalidade do concepto nestes casos;
• A via e o momento do parto têm indicação obstétrica e a cesárea como rotina não está indicada nestes casos; o aleitamento deve ser analisado de acordo com o quadro clínico cada caso específico.
Tratamento na gravidez

Apesar da doença transmitida pelo vírus monkeypox ser considerada uma doença autolimitada, que geralmente apresenta cura espontânea, em alguns casos, pode haver a necessidade de tratamento medicamentoso específico, sobretudo em pessoas imunossuprimidas.

Na maioria das vezes, só há indicação de uso de tratamento sintomático para febre e dor. Nos casos que apresentem lesões mais significativas, algumas medicações podem ser consideradas após avaliação médica.
Em geral, as gestantes apresentam quadros leves e autolimitados da doença; nestas não há indicação de antecipar o parto.

As recomendações do Ministério da Saúde para gestantes, puérperas e lactantes são:
• Afastem-se de pessoas que apresentem sintomas suspeitos como febre e lesões de pele-mucosa (erupção cutânea, que habitualmente afeta o rosto e as extremidades, e evolui de máculas para pápulas, vesículas, pústulas e posteriormente crostas);
• Usem preservativo em todos os tipos de relações sexuais (oral, vaginal, anal) uma vez que a transmissão pelo contato íntimo tem sido a mais frequente;
• Estejam alertas para observar se sua parceria sexual apresenta alguma lesão na área genital e, se presente, não tenham contato;
• Mantenham uso de máscaras, principalmente em ambientes com indivíduos potencialmente contaminados com o vírus;
• Procurem assistência médica, caso apresentem algum sintoma suspeito, para que se estabeleça diagnóstico clínico e, eventualmente, laboratorial.
Vigilância

Na última sexta-feira (29), o Ministério da Saúde ativou o Centro de Operação de Emergências (COE) para elaboração do Plano de Contingência do surto de varíola dos macacos no Brasil. O COE será coordenado pela Pasta, com a participação de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS), Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa) e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fiocruz.

O controle da varíola dos macacos é prioridade para o Ministério da Saúde, que realiza o constante monitoramento da situação epidemiológica para orientar ações de vigilância e resposta à doença no Brasil. A Pasta segue em tratativas com a OPAS e OMS para aquisição da vacina contra a doença e medicamentos antivirais para o tratamento da varíola dos macacos.

Fran Martins
Ministério da Saúde





Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 01/08/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/agosto/ministerio-da-saude-divulga-orientacoes-para-profissionais-da-saude-gestantes-lactantes-e-puerperas-sobre-a-variola-dos-macacos

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Saúde destina R$ 247 milhões em ações para gestantes e puérperas




OMinistério da Saúde destinou R$ 247 milhões aos estados e municípios para incentivar ações que assegurem o acesso de qualidade de gestantes e puérperas aos pontos da Rede de Atenção à Saúde no pré-natal. A portaria que libera os recursos traz uma série de recomendações para o atendimento e isolamento social de mulheres grávidas, além da destinação de verba específica para o pré-natal odontológico.

O investimento contribuirá para fortalecer a identificação precoce, o monitoramento de gestantes e puérperas com síndrome gripal, síndrome respiratória aguda grave, com suspeita ou confirmação de covid-19. A qualificação das ações em todos os pontos da rede de atenção à saúde, no contexto da pandemia de coronavírus, inclui o suporte ao distanciamento social daquelas que não possuam condições para realização de isolamento domiciliar e a qualificação das ações de atenção ao pré-natal odontológico realizadas na Atenção Primária à Saúde (APS).

Para o secretário da Atenção Primária à Saúde (Saps) do ministério, Raphael Parente, a destinação dos recursos reforça o compromisso da pasta com a qualificação da atenção e cuidado da população obstétrica, além de contribuir com a redução da mortalidade materno-infantil no contexto da pandemia.

“Por isso reforçamos, com crédito substancial, o apoio aos estados e municípios, onde efetivamente a atenção à saúde da gestante e puérpera acontece. Essa ação destina-se a potencializar o atendimento pré-natal durante a pandemia, que não deve ser interrompido, e garantir que toda gestante seja testada no final da gestação, como recomenda o manual de recomendações para a assistência à gestante e à puérpera frente à pandemia de covid-19”, enfatizou.

Os recursos serão transferidos de modo automático e em parcela única do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos Fundos Municipais e Distrital de Saúde, dispensando-se a publicação de portaria de adesão. “Com esse valor, damos condições para que as prefeituras consigam identificar gestantes que precisem de apoio para isolamento e fiquem acomodadas em hotéis, assim como reforçamos o orçamento da saúde para garantir que não falte leitos de terapia intensiva para as gestantes e puérperas”, destacou o diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do MS, Antônio Braga Neto.

O ministério traçou uma série de diretrizes para os gestores de saúde nos estados e municípios. Dentre elas, seguir as recomendações do MS quanto à vacinação na gravidez e puerpério; divulgar a evolução mais grave da doença diante das novas variantes do vírus; incentivar o isolamento vertical de grávidas; promover treinamento das equipes, dentre outras.

O secretário destacou a importância da vacinação de gestantes e mulheres que acabaram de dar à luz que tenham algum fator de risco associado à covid-19. "Estamos em contato com o Programa Nacional de Vacinação (PNI) e, se for o caso, aumentarmos a recomendação de imunização para todas. Estamos avaliando com muito cuidado, afinal, estamos falando de duas vidas", reforçou Parente.

Para monitoramento das ações, o ente beneficiário deverá comprovar a aplicação dos recursos financeiros recebidos por meio do Relatório Anual de Gestão (RAG).


Clique aqui e acesse a apresentação da coletiva


Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária




Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 16/04/2021
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/ms-destina-r-247-milhoes-em-acoes-estrategicas-de-apoio-a-gestacao-pre-natal-e-puerperio

Gestantes, puérperas e lactantes: Saúde orienta vacinação contra a covid-19 para mulheres de grupos prioritários



Gestantes, puérperas e lactantes podem se vacinar contra a Covid-19 no Brasil, desde que pertençam a um dos grupos prioritários, especialmente se tiverem alguma comorbidade. Essa é a orientação do Ministério da Saúde, que tem como base estudos nacionais e internacionais que avaliaram os riscos e os benefícios de imunizar mulheres nessas condições.

No caso de gestantes sem doenças pré-existentes, mas que façam parte do público-alvo da campanha, a recomendação é que seja realizada uma avaliação cautelosa junto ao seu médico, principalmente se a mulher exercer alguma atividade que a deixe mais exposta à doença. A gestante também deve ser informada sobre os dados de eficácia e segurança conhecidos dos imunizantes. Quem se enquadrar nesses critérios, deve ser vacinado contra a covid-19 conforme a ordem de imunização dos grupos prioritários, estabelecida pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO).

Mas atenção: o Ministério da Saúde orienta que as gestantes, lactantes e puérperas procurem os serviços de saúde somente quando chegar a fase de vacinação do grupo prioritário no qual elas estão inseridas.

As gestantes, puérperas e lactantes, pertencentes aos grupos prioritários, que não concordarem em serem vacinadas, devem ser apoiadas em sua decisão e orientadas a manter medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social. Além disso, lactantes que forem vacinadas contra a covid-19 não precisam interromper o aleitamento materno por conta do imunizante, uma vez que não há evidências de riscos para a saúde do bebê, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A doação de leite materno também é permitida.

MONITORAMENTO

O Ministério da Saúde vem prestando apoio às coordenações estaduais de saúde da mulher e de vigilância epidemiológica para, juntos, monitorar a oferta da vacina e o acompanhamento das gestantes, puérperas e lactantes que optarem pela imunização. A pasta também acompanha casos de eventos adversos pós-vacinação em gestantes, fetos e recém-nascidos até seis meses após o nascimento.

As recomendações em relação a aplicação de vacinas covid-19 em gestantes, puérperas e lactantes estão disponíveis no PNO e também em uma nota técnica elaborada pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS).

Marina Pagno
Ministério da Saúde
(61) 3315-3580 / 2351
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária




Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 16/04/2021
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/gestantes-puerperas-e-lactantes-saude-orienta-vacinacao-contra-a-covid-19-para-mulheres-de-grupos-prioritarios

terça-feira, 31 de julho de 2018

Ações do enfermeiro no pré-natal e a importância atribuída pelas gestantes

Segundo Vieira e Parizotto (2013) a gestação é um período de mudanças na vida da mulher, entre elas físicas, psicológicas e sociais. A mulher pode se torna mais sensível e emotiva nesta fase da vida e precisa receber orientações eficientes para tornar o período gravídico mais tranquilo para si e para a família. Para Martins et al. (2012) o pré-natal é essencial para que a mulher se prepare para ser mãe, e é por meio das consultas e outras ações desenvolvidas no âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF) que a gestante é acompanhada quanto ao desenvolvimento de sua gestação e as condições do bebê. Dessa forma, a assistência da equipe de saúde pode ser considerada como uma ferramenta para a prevenção de complicações clínicas e obstétricas no decorrer da gestação e parto. No pré-natal a gestante é acolhida e conduzida por meio da assistência de uma equipe multiprofissional de saúde, que realiza ações que visam prepará-la para vivenciar a gestação e o parto com tranquilidade e saúde (DIAS et al., 2015a).



Conforme Cunha et al. (2009) a atuação do enfermeiro é importante no pré-natal, assim, é necessário que este profissional seja qualificado para atender as necessidades da mulher durante o ciclo gravídico-puerperal com conhecimentos adequados e atualizados, de forma a oferecer uma assistência eficaz. Os profissionais de enfermagem desempenham uma função fundamental em relação à orientação na consulta da gestante no pré-natal, assim sana as dúvidas, mantêm a mulher orientada quanto à importância das consultas e exames necessários na gestação. Neste sentido, o enfermeiro precisa realizar ações de maneira eficaz, resguardando a gestante de negligências, imperícias e imprudências, atuando de forma ética e responsável, para assegurar o nascimento de um concepto saudável (LEMES, 2012).



Diante dessas considerações, acredita-se que as ações do enfermeiro são importantes no pré-natal, uma vez que por meio da assistência prestada, é possível identificar intercorrências precocemente e monitorar as gestantes que se encontram em situações de riscos. Além disso, as gestantes podem se sentir mais acolhidas diante das descobertas advindas em cada semana de gestação, proporcionando assim, uma gravidez mais segura. Assim, este estudo teve como objetivo identificar a importância atribuída pelas gestantes às ações do enfermeiro no pré-natal e responder ao questionamento norteador deste estudo: qual a importância que as gestantes atribuem às ações realizadas pelos enfermeiros durante o pré-natal? MATERIAL E MÉTODOS Trata-se de um estudo descritivo de natureza qualitativa, realizado com 13 gestantes cadastradas na ESF Vila Serranópolis, da cidade de Porteirinha, Minas Gerais. Foram inclusas as gestantes da área de adscrição da Unidade Básica de Saúde (UBS), cadastradas no Sisprenatal com idade igual ou superior a 18 anos.








Autor: Ernandes Gonçalves Dias, Gisele Brito dos Anjos, Luciene Alves, Sayonara Nayranne Pereira e Lyliane Martins Campos
Fonte: SUSTINERE
Sítio Online da Publicação: e-publicacoes UERJ
Data de Publicação: Janeiro a Junho de 2018
Publicação Original: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/sustinere/article/view/31722/25719

terça-feira, 13 de março de 2018

Gestantes de todo país devem atualizar caderneta de vacinação





Em parceria com o Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e as Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e Infectologia (SBI) lançaram, no Rio de Janeiro, campanha de vacinação focada nas gestantes. O objetivo é sensibilizar as mulheres para a importância de se proteger contra doenças durante a gestação e seus recém-nascidos.

Dados do Ministério da Saúde apontam queda na cobertura vacinal de diversas vacinas neste público em 2017. A adesão à vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche), por exemplo, exclusiva para gestantes, foi de 38,5%, em 2017, enquanto a meta era atingir 95% do público-alvo. Esta vacina é ofertada no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) há três anos.

Com o mote: Calendário de vacinação da gestante: um sucesso de proteção para mãe e filho, a campanha circulará até o dia 8 de junho e foi idealizada com o objetivo de melhorar a cobertura vacinal entre as futuras mães. O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferta quatro vacinas para gestantes: dTpa (difteria, tétano e coqueluche); dT (difteria e tétano); hepatite B; e influenza, esta última ofertada durante campanhas anuais.

Outras vacinas para gestantes com coberturas abaixo do esperado são a dT (difteria e tétano), que imunizou 59% das mulheres em idade fértil de 2013 a 2017; a Hepatite B, com 56% das mulheres protegidas em 2017; e a influenza, com 79% das gestantes vacinadas na campanha do ano passado. As vacinas para gestantes são seguras e não causam problemas à saúde das mamães porque são de vírus inativado. Em determinadas situações epidemiológicas, vacinas de vírus vivo atenuado podem ser prescritas. É o caso da febre amarela, indicada para as gestantes de cidades onde há circulação do vírus com casos confirmados da doença. Nesses casos, a avaliação é individual, de acordo com o estado de saúde de cada paciente, e o profissional de saúde responsável pelo pré-natal da gestante deve orientar.

Para a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, a baixa adesão das gestantes às vacinas é um risco para a saúde das mães e bebês. “Durante a gestação as mães e os bebês estão suscetíveis a doenças que podem ser evitadas com a adesão à vacinação. A infecção de doenças como tétano, coqueluche, hepatite B, difteria e influenza na gestação pode ocasionar problemas graves de saúde nas mães e bebês e até levar a óbito. É importante que as futuras mães procurem as unidades de saúde e se protejam”, destacou Carla Domingues.

Além de zelar pela própria saúde, a gestante transfere os anticorpos obtidos com a vacinação — primeiramente por meio da placenta e, depois, pelo leite materno. Essa proteção é fundamental nos primeiros meses de vida da criança já que o sistema imunológico ainda está se desenvolvendo e fortalecendo. “Aproximadamente 11% dos nascidos no Brasil são prematuros, grupo extremamente suscetível a infecções, em especial às respiratórias. Vacinar a gestante pode reduzir a prematuridade, evitando que as crianças tenham baixo peso aos nascer”, explicou a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai.

Campanha

A atriz Juliana Didon é madrinha da campanha da SBIm em parceria com o Ministério da Saúde. Serão entregues nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o país folhetos, cartazes e material para apoiar os médicos no momento da consulta, além de inserções em relógios de vias públicas. No mundo virtual, foi criado um site e uma página no Facebook para divulgar conteúdo informativo. Os internautas terão acesso a um e-book especial. A estimativa é a de que as ações na internet atinjam cerca de 19 milhões de pessoas.

Infecções de especial risco para a gestante e o feto
• Gestantes, puérperas (45 dias após o parto) e crianças com até cinco anos responderam por 11,4% dos óbitos por influenza entre pessoas com fatores de risco no Brasil em 2017.
• Ainda com relação à influenza, a fase mais crítica para o bebê é nos seis primeiros meses de vida, ou seja, antes da primeira dose da vacina. Estudos apontam que as chances de internação em UTI nesse período são 40% maiores se comparadas às de crianças entre seis meses e 12 meses.
• Dos 2.955 casos de coqueluche registrados no Brasil em 2015, 1.850 (62,6%) aconteceram em menores de 1 ano. Das 35 mortes, 30 foram em menores de 3 meses.
• Aproximadamente 11,1% dos casos de hepatite B verificados no Brasil entre 1999 e 2015 ocorreram entre gestantes. A transmissão vertical (mãe-filho), com 6,2% do total, é fonte de infecção importante.
• Cerca de 90% dos recém-nascidos que contraem hepatite Ba durante o parto desenvolvem a forma crônica. Em adultos, o índice é de 10%.
• O tétano neonatal matava 6,7 a cada 1.000 nascidos vivos no fim da década de 1980, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Graças às políticas de vacinação, apenas 15 países ainda não conseguiram eliminar a doença. A região das Américas alcançou essa conquista em setembro de 2017.



Autor: Amanda Mendes
Fonte: Agência Saúde
Sítio Online da Publicação: Fiocruz
Data de Publicação: 12/03/2018
Publicação Original: https://portal.fiocruz.br/noticia/gestantes-de-todo-pais-devem-atualizar-caderneta-de-vacinacao