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quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Ministério da Saúde celebra 15 anos de criação do Programa Saúde na Escola



Foto: Walterson Rosa/MS

Para marcar a celebração dos 15 anos do Programa Saúde na Escola (PSE), o Ministério da Saúde realiza, a partir desta quarta-feira (7), um evento que vai reunir os resultados e experiências que mostram a importância da articulação e integração entre escolas e Atenção Primária à Saúde, principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). O PSE, em parceria com o Ministério da Educação, beneficia mais de 23,4 milhões de estudantes em todo Brasil.

Para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, saúde e educação são um binômio indissociável. "Por isso são consagradas na nossa Carta Magna como direitos complementares. Sem educação e sem saúde, nunca vamos construir o Brasil que queremos para o nosso futuro", declarou o ministro na abertura do evento.

No ciclo 2021/2022, o PSE contou com a participação recorde de 5.422 municípios, o que corresponde a 97% dos municípios brasileiros, contemplando cerca de 97,3 mil escolas pactuadas. O crescimento dos municípios também fortalece a articulação entre as Unidades Básicas Saúde (UBS), suas respectivas equipes de Atenção Primária e as escolas públicas da rede básica de ensino, potencializando estratégias de atenção à saúde dos estudantes.

"O PSE é um dos maiores programas interfederais do governo e proporciona à comunidade escolar a participação da saúde e da educação para trabalhar de forma integral no combate às vulnerabilidades sociais", afirmou a diretora do Departamento de Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Juliana Rezende.

Em 2021, de forma extraordinária, o Ministério da Saúde disponibilizou R$ 454,3 milhões a todos os municípios brasileiros para aquisição de materiais necessários para apoiar as escolas a cumprirem as medidas sanitárias necessárias à reabertura e para ações de promoção da saúde e prevenção à Covid-19. Além disso, em 2022, foram repassados R$ 82,1 milhões para 4.908 municípios que registraram ações sobre prevenção da Covid-19 e outras ações dentre as temáticas do PSE.

No Programa Previne Brasil, o PSE representa uma ação estratégica com repasse de incentivos para a promoção da saúde escolar realizada pela APS em parceria com a escola e na Rede de Atenção à Saúde.

A articulação entre as equipes de Atenção Primária das UBS e as escolas públicas da rede básica de ensino fortalece a integração, a fim de assegurar uma vida mais saudável promovendo o bem-estar para todos.

Ministério da Saúde






Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 07/12/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/dezembro/ministerio-da-saude-celebra-15-anos-de-criacao-do-programa-saude-na-escola

Ministério da Saúde detém e monitora diariamente todas as informações sobre vacinação de brasileiros



Myke Sena/MS

Para garantir o andamento das campanhas de vacinação, o Ministério da Saúde acompanha diariamente a atualização de dados dos brasileiros vacinados e todas as notificações registradas por estados e municípios nas plataformas de informação. O Governo Federal detém o número de vacinados, por CPF, além do tipo de vacina administrada, data de aplicação e as doses de reforço.

O próprio cidadão pode acessar a sua situação vacinal contra o coronavírus e histórico clínico por meio do ConecteSUS - plataforma que disponibiliza comprovante de vacinação em português, inglês e espanhol, além de dados de autenticação. O aplicativo, criado em 2020, já tem mais de 35 milhões de downloads.

O andamento da campanha contra a Covid-19 também é atualizado diariamente na plataforma LocalizaSUS, onde a partir das notificações de estados e municípios, é possível saber quantos brasileiros estão vacinados com todas as doses da vacina. A consulta é simples e pode ser feita por todos os brasileiros. Por essa plataforma, o Governo Federal mantém a atualização de distribuição de insumos, medicamentos, testes, ventiladores, habilitação de leitos, repasse de recursos para municípios e outras informações essenciais para o enfrentamento da pandemia. Mesmo com o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), todos os dados permanecem disponíveis e atualizados.

Desde o início da pandemia, o Governo Federal apostou na compra diversificada de vacinas, de vários laboratórios, garantindo mais de 700 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 com um investimento de mais de R$ 37 bilhões. Destas, mais de 550 milhões de doses já foram distribuídas a todos os estados e Distrito Federal - incluindo as destinadas para os povos e comunidades tradicionais.

“Os dados da vacinação e distribuição de imunizantes contra a Covid-19, bem como número de casos e óbitos registrados, são observados de perto e disponibilizados publicamente no LocalizaSUS. Os dados epidemiológicos também são atualizados diariamente, informando a população, inclusive, o percentual de recuperados e pacientes em acompanhamento”, destaca o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

O ministro também segue alertando, constantemente, sobre a importância da dose de reforço para manter a proteção contra casos graves e óbitos pela Covid-19. Até agora, mais de 77 milhões de brasileiros ainda não retornaram aos postos de vacinação para tomar a primeira dose de reforço, recomendada quatro meses após a segunda dose. Cerca de 24 milhões de pessoas, que já podem tomar a segunda dose de reforço (quatro meses após o primeiro reforço), também não se vacinaram. É importante reforçar que as doses disponíveis nas salas de vacinação de todo Brasil são eficazes contra a doença.

O Ministério da Saúde, desde as primeiras tratativas com os laboratórios fabricantes de imunizantes contra a Covid-19, segue em contato constante para garantir a entrega das doses e a atualização das vacinas quando necessário. Após a articulação da pasta com a Pfizer e a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os primeiros lotes da vacina bivalente, de acordo com previsão do fabricante, devem chegar ao Brasil no início de dezembro. Os imunizantes são eficazes por conter a mistura de cepas do vírus SarsCov-2.

“É importante ressaltar que o Ministério da Saúde possui acordo com a farmacêutica Pfizer, assinado ainda em novembro de 2021, que contempla a entrega de todas as vacinas disponíveis e aprovadas pela Anvisa, ressalta o ministro Queiroga. A entrega da vacina bivalente ao Brasil está em negociação há, pelo menos, dois meses.

Já a estratégia de vacinação para o próximo ano está em discussão pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), assim como o quantitativo necessário de doses para garantir a continuidade da imunização da população e a máxima proteção contra a Covid-19.

A mais recente atualização do Ministério da Saúde mostra que aproximadamente 80% da população receberam as duas doses ou dose única da vacina contra a Covid-19. Mais de 101 milhões de doses de primeira dose de reforço foram aplicadas até o momento.

Do diagnóstico ao tratamento

Para garantir o diagnóstico de Covid-19, o teste RT-PCR é considerado padrão ouro no SUS porque apresenta alta sensibilidade e alta especificidade. Desde o início da pandemia, mais de 32,2 milhões de reações de RT-PCR foram enviadas para todos os estados e o Distrito Federal. A metodologia utilizada identifica todas as variantes da Covid-19.

O Brasil já conta com medicamentos incorporados ao SUS para tratamento da Covid-19. Cinquenta mil tratamentos do antiviral formado pelos comprimidos nirmatrelvir e ritonavir foram distribuídos a todos os estados e o Distrito Federal de maneira proporcional e igualitária - respeitando discussões feitas com as unidades federativas. O País também poderá contar com outros 50 mil tratamentos já no começo do próximo ano, de acordo com previsão feita pelo próprio laboratório fabricante.

Para além do foco na prevenção da doença, por meio das vacinas, o Governo Federal também investiu na assistência das pessoas que necessitem de atendimento médico por complicações da Covid-19. Mais de 19,5 mil leitos foram habilitados ao custo de R$ 14 bilhões. Os dados de leitos habilitados por ano e localidade também são públicos e podem ser acessados no LocalizaSUS.

Nathan Victor
Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária





Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 25/11/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/ministerio-da-saude-detem-e-monitora-diariamente-todas-as-informacoes-sobre-vacinacao-de-brasileiros

Ministério da Saúde lança campanha contra Aids focada em prevenção entre jovens



Foto: Julia Prado/MS

OMinistério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (1°), a campanha nacional para reforçar e conscientizar sobre a prevenção do HIV/Aids - principalmente entre os jovens de 15 a 24 anos, população mais afetada, segundo o Boletim Epidemiológico de HIV/Aids 2022. O lançamento ocorre no Dia Mundial de Luta contra a Aids.

Com o tema "Quanto mais combinado, melhor!", a campanha de 2022 tem o objetivo de conscientizar e informar sobre as formas de se proteger e prevenir a infecção. A estimativa de 2021 do Ministério da Saúde mostra que 960 mil pessoas estão vivendo com HIV no Brasil. No mesmo ano, foram detectados 40,8 mil casos de HIV e 35,2 mil casos de Aids. Cerca de 727 mil estão em tratamento.

“Precisamos humanizar o tratamento dessas pessoas não só no SUS. A gente não pode pode deixar que doenças como a Aids fiquem um pouco a margem diante de novas situações, como foi com a chegada da pandemia. Que agente possa gerar equidade em todo o mundo para o tratamento do HIV”, disse a secretária de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos, Sandra Barros.

O novo boletim, também divulgado nesta quinta, revela que há maior concentração dos casos de Aids em pessoas com idade entre 25 e 39 anos: 51,7% dos casos do sexo masculino e 47,4% dos casos do sexo feminino pertencem a essa faixa etária.

Houve queda de 24,6% no coeficiente de mortalidade por Aids padronizado, que passou de 5,6 em 2011 para 4,2 óbitos por 100 mil habitantes em 2021, apesar do provável impacto da pandemia de Covid-19 no coeficiente de mortalidade do último ano.

Acesse aqui o novo boletim

Esse cenário torna muito importante a disseminação de informações sobre o uso combinado de novos métodos de prevenção, como as profilaxias pré e pós exposição (PrEP e PEP). Em 2022, com a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT), a recomendação da profilaxia foi atualizada para todos os adultos e adolescentes com mais de 15 anos sob risco de infecção, ampliando o acesso.

Além disso, a estratégia também prioriza a promoção do uso de preservativos e do incentivo à testagem regular, fundamental para a detecção precoce do vírus entre a população mais jovem.
O Ministério da Saúde tem como prioridade a redução da mortalidade por Aids. Nesse sentido, foram elaboradas diversas estratégias para qualificação do cuidado e fortalecimento da rede de atenção e às pessoas com Aids Avançada, com a incorporação de novos insumos para detecção de infecções oportunistas.
Transmissão vertical

O boletim do Ministério da Saúde aponta que a taxa de detecção da Aids em menores de cinco anos apresentou queda nos últimos dez anos, passando de 3,4 casos a cada 100 mil habitantes em 2011 para 1,2 casos a cada 100 mil em 2021, o que corresponde a uma redução de 66%. Já a taxa de detecção de HIV em gestantes aumentou 35% no mesmo período.

Para redução da transmissão vertical, o Ministério da Saúde investe na qualificação do cuidado, acompanhamento e detecção precoce da doença. A estratégia Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical fortalece as gestões locais do SUS para aprimorarem ações de vigilância, diagnóstico, assistência e tratamento das gestantes, além da capacitação de profissionais de saúde.

No mês que vem, está prevista a distribuição de um medicamento, o dolutegravir 5 mg, para crianças vivendo com HIV/Aids com mais de quatro semanas de vida.
Mais ações

O Ministério da Saúde também apresenta o Projeto de Reestruturação dos Centros de testagem e Aconselhamento (CTA), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que busca ofertar serviços específicos para os CTA integrada à rede de Atenção Primária, a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Governo Federal promove, ainda, a capacitação de trabalhadores de saúde e gestores, com foco na melhoria do acesso e acolhimento das populações em situação de maior vulnerabilidade, além de organizar pontos de atenção, integrando ações de vigilância em saúde, prevenção, assistência e intervenções de base comunitária

Nathan Victor
Ministério da Saúde






Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 01/12/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/dezembro/ministerio-da-saude-lanca-campanha-contra-aids-focada-em-prevencao-entre-jovens

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Ministério da Saúde reforça ação de vacinação nas fronteiras



- Foto: Walterson Rosa/MS

Para ampliar as coberturas vacinais e atualizar as cadernetas de vacinação da população que vive nas regiões de fronteira das 33 cidades gêmeas brasileiras, o Ministério da Saúde segue atuando com o “Plano de Ação: Estratégia de Vacinação nas Fronteiras de 2022” para elevar as taxas de imunização nesses municípios. Neste sábado (26), a mobilização será realizada na cidade de Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, na fronteira com o Uruguai, a partir das 09h30. As vacinas estarão disponíveis no Parque Internacional da cidade.

Pessoas de todas as idades podem se imunizar com as doses recomendadas de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação. Serão utilizados como indicadores de monitoramento e avaliação da estratégia as coberturas vacinais dos seguintes imunizantes:

• Vacinas Poliomielite;
• Tríplice Viral;
• Covid-19;
• Febre Amarela;
• Influenza;

A Pasta reforça que as baixas coberturas vacinais nessas regiões representam alto risco para a saúde pública, pois a população se expõe a possíveis epidemias e surtos, com consequentes prejuízos para a comunidade e sobrecarga nos serviços de saúde.

A meta do Ministério da Saúde é atualizar a situação vacinal da população, de todas as faixas etárias, residente nos municípios brasileiros ou estrangeiros que estiverem no Brasil, considerando todas as vacinas orientadas no Calendário Nacional de Vacinação e vacina Covid-19 e, com isso, evitar novos casos e a reintrodução de doenças imunopreveníveis em território nacional.

A estratégia de intensificação vacinal nas áreas de fronteira segue até o dia 16 de dezembro de 2022, conforme o cronograma. Os países que fazem fronteira com o Brasil serão convidados a aderir ao Plano, com a inclusão das cidades que fazem fronteiras com os 33 municípios brasileiros selecionados. Por isso, cidades estrangeiras também serão contempladas com a ação.

Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária





Autor: gov
Fonte: gov
Sítio Online da Publicação: gov
Data: 25/11/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/ministerio-da-saude-reforca-acao-de-vacinacao-nas-fronteiras

Ministério da Saúde detém e monitora diariamente todas as informações sobre vacinação de brasileiros



Myke Sena/MS

Para garantir o andamento das campanhas de vacinação, o Ministério da Saúde acompanha diariamente a atualização de dados dos brasileiros vacinados e todas as notificações registradas por estados e municípios nas plataformas de informação. O Governo Federal detém o número de vacinados, por CPF, além do tipo de vacina administrada, data de aplicação e as doses de reforço.

O próprio cidadão pode acessar a sua situação vacinal contra o coronavírus e histórico clínico por meio do ConecteSUS - plataforma que disponibiliza comprovante de vacinação em português, inglês e espanhol, além de dados de autenticação. O aplicativo, criado em 2020, já tem mais de 35 milhões de downloads.

O andamento da campanha contra a Covid-19 também é atualizado diariamente na plataforma LocalizaSUS, onde a partir das notificações de estados e municípios, é possível saber quantos brasileiros estão vacinados com todas as doses da vacina. A consulta é simples e pode ser feita por todos os brasileiros. Por essa plataforma, o Governo Federal mantém a atualização de distribuição de insumos, medicamentos, testes, ventiladores, habilitação de leitos, repasse de recursos para municípios e outras informações essenciais para o enfrentamento da pandemia. Mesmo com o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), todos os dados permanecem disponíveis e atualizados.

Desde o início da pandemia, o Governo Federal apostou na compra diversificada de vacinas, de vários laboratórios, garantindo mais de 700 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 com um investimento de mais de R$ 37 bilhões. Destas, mais de 550 milhões de doses já foram distribuídas a todos os estados e Distrito Federal - incluindo as destinadas para os povos e comunidades tradicionais.

“Os dados da vacinação e distribuição de imunizantes contra a Covid-19, bem como número de casos e óbitos registrados, são observados de perto e disponibilizados publicamente no LocalizaSUS. Os dados epidemiológicos também são atualizados diariamente, informando a população, inclusive, o percentual de recuperados e pacientes em acompanhamento”, destaca o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

O ministro também segue alertando, constantemente, sobre a importância da dose de reforço para manter a proteção contra casos graves e óbitos pela Covid-19. Até agora, mais de 77 milhões de brasileiros ainda não retornaram aos postos de vacinação para tomar a primeira dose de reforço, recomendada quatro meses após a segunda dose. Cerca de 24 milhões de pessoas, que já podem tomar a segunda dose de reforço (quatro meses após o primeiro reforço), também não se vacinaram. É importante reforçar que as doses disponíveis nas salas de vacinação de todo Brasil são eficazes contra a doença.

O Ministério da Saúde, desde as primeiras tratativas com os laboratórios fabricantes de imunizantes contra a Covid-19, segue em contato constante para garantir a entrega das doses e a atualização das vacinas quando necessário. Após a articulação da pasta com a Pfizer e a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os primeiros lotes da vacina bivalente, de acordo com previsão do fabricante, devem chegar ao Brasil no início de dezembro. Os imunizantes são eficazes por conter a mistura de cepas do vírus SarsCov-2.

“É importante ressaltar que o Ministério da Saúde possui acordo com a farmacêutica Pfizer, assinado ainda em novembro de 2021, que contempla a entrega de todas as vacinas disponíveis e aprovadas pela Anvisa, ressalta o ministro Queiroga. A entrega da vacina bivalente ao Brasil está em negociação há, pelo menos, dois meses.

Já a estratégia de vacinação para o próximo ano está em discussão pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), assim como o quantitativo necessário de doses para garantir a continuidade da imunização da população e a máxima proteção contra a Covid-19.

A mais recente atualização do Ministério da Saúde mostra que aproximadamente 80% da população receberam as duas doses ou dose única da vacina contra a Covid-19. Mais de 101 milhões de doses de primeira dose de reforço foram aplicadas até o momento.

Do diagnóstico ao tratamento

Para garantir o diagnóstico de Covid-19, o teste RT-PCR é considerado padrão ouro no SUS porque apresenta alta sensibilidade e alta especificidade. Desde o início da pandemia, mais de 32,2 milhões de reações de RT-PCR foram enviadas para todos os estados e o Distrito Federal. A metodologia utilizada identifica todas as variantes da Covid-19.

O Brasil já conta com medicamentos incorporados ao SUS para tratamento da Covid-19. Cinquenta mil tratamentos do antiviral formado pelos comprimidos nirmatrelvir e ritonavir foram distribuídos a todos os estados e o Distrito Federal de maneira proporcional e igualitária - respeitando discussões feitas com as unidades federativas. O País também poderá contar com outros 50 mil tratamentos já no começo do próximo ano, de acordo com previsão feita pelo próprio laboratório fabricante.

Para além do foco na prevenção da doença, por meio das vacinas, o Governo Federal também investiu na assistência das pessoas que necessitem de atendimento médico por complicações da Covid-19. Mais de 19,5 mil leitos foram habilitados ao custo de R$ 14 bilhões. Os dados de leitos habilitados por ano e localidade também são públicos e podem ser acessados no LocalizaSUS.

Nathan Victor
Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária





Autor: gov
Fonte: gov
Sítio Online da Publicação: gov
Data: 25/11/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/ministerio-da-saude-detem-e-monitora-diariamente-todas-as-informacoes-sobre-vacinacao-de-brasileiros

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos e Tecidos de 2022



- Foto: Julia Prado/MS

Com o tema “Amor para superar, amor para recomeçar”, o Ministério da Saúde lançou, nesta terça-feira (27), a Campanha Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos e Tecidos de 2022. O objetivo é incentivar a população sobre a importância da doação de órgãos e os profissionais de saúde que lidam com essa situação delicada para as famílias e são agentes importantes para essa conscientização. O Brasil tem o maior programa público de transplantes do mundo através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante o evento, Elaiza Machado, de 46 anos, conta que há 8 anos perdeu o seu filho em um trágico acidente. William Machado teve morte cerebral aos 19 anos. A partir daí o seu irmão mais novo, Wellington Machado, pediu para que sua mãe autorizasse a doação de órgãos de William. “Conto esse resumo da história mais dolorosa da minha vida, mas, hoje, me orgulho dessa atitude. Meu filho é um herói, mesmo após a sua morte, ajudou seis pessoas a viverem”, relata Elaiza, que também diz que esse ato trouxe ajuda para a superação da tragédia e deseja que outras pessoas tenham essa mesma consciência.

Para o ministro da Saúde Substituto, Bruno Dalcolmo, essa data é um dia de celebração de renovação da vida. “Não dá para dimensionar o quanto as pessoas podem ser abençoadas após receberem uma ligação sabendo que terão uma nova oportunidade de viver”, pontua. O ministro substituto também reforça que o país tem o título de maior programa público de transplantes do mundo, algo que foi construído ao longo de décadas com muito esforço.

O lançamento marca o Dia Nacional da Doação de Órgãos. A campanha será veiculada em TV, rádio, mídia exterior em lugares de grande circulação de pessoas, em portais online, além de redes sociais. A campanha também mostra a importância de conversar e manifestar o desejo da doação para os familiares, que serão os responsáveis por essa decisão. Atualmente, mais de 59 mil pessoas estão na fila esperando por um órgão - esse dado contabiliza também as pessoas que esperam por uma córnea. Só em 2022, em média, mais de 45% das famílias não concordaram com a doação.
Transparência

Nesta terça (27), o Ministério da Saúde também apresentou uma ferramenta de avaliação e visualização de dados referente ao cenário atual da lista de espera e dos transplantes de órgãos realizados em 2022, com objetivo de promover maior conscientização e também apoio a decisões sobre a doação de órgãos e medula óssea pelos gestores do Sistema Nacional de Transplantes (SNT).

Os painéis contêm informações de lista de espera e de transplantes de órgãos e medula óssea realizados durante o ano, até o momento, com atualização semanal. Com as informações da lista de espera, o público poderá visualizar a quantidade de pessoas que aguardam por um órgão para realização do transplante na última data de compilação dos dados. No painel, é possível visualizar a quantidade de pacientes aguardando pelo tipo de órgão e modalidade de transplante.

De acordo com a secretária de Atenção Especializada à Saúde (SAES), Maíra Botelho, as informações podem contribuir muito para analisar o cenário da doação de órgãos no Brasil. “Quando esses dados são analisados em conjunto podem revelar a importância de se discutir em família sobre a vontade de cada um em se tornar doador de órgãos”. A secretária explica que isso se dá pela diferença entre a quantidade de pessoas que aguardam por algum órgão para transplante e o número de procedimentos realizados. “Havendo mais pessoas dispostas a doar, a chance daqueles que aguardam por um órgão serem contemplados também aumenta”, destaca Maíra.
Doação e transplantes de órgãos no Brasil

O Brasil é o segundo país do mundo que mais realiza transplantes, que é garantido a toda a população por meio do SUS. Em 2021, foram feitos cerca de 23,5 mil procedimentos, desse total, cerca de 4,8 mil foram transplantes de rim, 2 mil de fígado, 334 de coração e 84 de pulmão, entre outros. O país tem mais de 600 hospitais de transplantes autorizados.

Através do QualiDOT, o Programa de Qualificação do Sistema Nacional de Transplantes, o Ministério da Saúde implantou a avaliação de critérios e indicadores dos centros transplantadores do país. O programa consiste no monitoramento e avaliação dos serviços de transplantes de órgãos e de medula óssea, mediante acompanhamento de indicadores quali-quantitativos e a concessão de incentivo financeiro adicional para serviços de alta performance.

Karol Ribeiro
Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária





Autor: gov

terça-feira, 9 de agosto de 2022

Ministério da Saúde lança campanha na Semana Nacional de Amamentação



- Foto: Walterson Rosa/MS

Com o tema “apoiar a amamentação é cuidar do futuro”, o Ministério da Saúde lançou nesta segunda-feira (1º), em Brasília/DF, a Campanha Nacional de Amamentação 2022, em alusão à Semana Mundial da Amamentação. O mês de agosto é conhecido como Agosto Dourado por simbolizar o incentivo ao aleitamento materno – a cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite humano.

A iniciativa tem como objetivo fortalecer o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida da criança e sua continuidade até os dois anos ou mais, além dar suporte a mulheres e redes de apoio quanto a amamentação segura e seus benefícios. A meta estabelecida pela Organização Mundial da Saúde é de aumentar em 50% a taxa de aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida até 2025.

Os percentuais referentes ao aleitamento materno no Brasil são positivos, segundo Janini Ginani, coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno da Secretaria de Atenção Primária à Saúde. “Dados recentes mostram que a prevalência de aleitamento materno na primeira hora de vida é de 62%. Esse primeiro contato é extremamente benéfico", explica. "Temos ainda uma prevalência de aleitamento materno de mais de 60% para crianças menores de dois anos”, acrescenta Janini.

Atualmente, no Brasil, a amamentação exclusiva alcança 45,8% dos bebês com até seis meses. Para as mulheres, amamentar reduz o risco de desenvolvimento do câncer de útero e câncer de mama. Para o bebê, fortalece o sistema imunológico, reduz os riscos de obesidade, desenvolvimento de diabetes, casos de diarreia, infecções respiratórias, hipertensão, colesterol alto, além de reduzir a mortalidade por causas evitáveis em crianças menores de cinco anos.

O depoimento de Raquel Gomes Ferreira, mãe da Lara Nakamura, de 5 meses de idade, ressaltou a importância do aleitamento materno. “Eu reforço para todas as mães e até mesmo para as mulheres que querem ser mães um dia, que o aleitamento é a mais linda forma de amor e respeito com os nossos filhos. Enquanto ela quiser e eu puder, vou amamentar”, declarou.

De 2013 a 2021, mais de 60 mil profissionais da Atenção Primária à Saúde foram capacitados na Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil. A portaria nº 13/2022 instituiu a Câmara Técnica de Aleitamento Materno. Em maio, a portaria 1.124 repassou R$ 2,7 milhões para o apoio às ações de aleitamento materno no âmbito da Atenção Primária.

Fran Martins
Ministério da Saúde

Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária




Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 05/08/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/agosto/ministerio-da-saude-lanca-campanha-na-semana-nacional-de-amamentacao

Ministério da Saúde divulga orientações para profissionais da saúde, gestantes, lactantes e puérperas sobre a varíola dos macacos




Para evitar casos da varíola dos macacos, também conhecida como monkeypox, e prevenir a transmissão da doença especialmente na gravidez, o Ministério da Saúde publicou, nesta segunda-feira (1º), orientações para profissionais da saúde, gestantes, lactantes e puérperas que apresentem sintomas ou casos positivos da doença. As recomendações estão em uma Nota Técnica, disponível aqui.

Para profissionais da saúde que estejam envolvidos no atendimento, entre as recomendações, estão:

Em gestante assintomática pós-exposição ao vírus:
• Em caso de teste negativo – O monitoramento será suspenso;
• Em caso de teste positivo – Será indicado o isolamento domiciliar por 21 dias, sem visitas;
• A gestante também será instruída à automonitoração, acompanhando sua temperatura e o aparecimento/evolução das lesões cutâneas.

Para gestantes com sinais ou sintomas suspeitos de varíola dos macacos:
• Em caso de teste negativo – Será indicado o isolamento domiciliar por 21 dias, sem visitas e orientada a automonitoração. O teste deve ser feito novamente caso os sintomas persistam;
• Em caso de teste positivo – Levando em consideração maior risco, é indicada a hospitalização da gestante nos casos moderados, graves e críticos;
• Dentro do conhecimento disponível até o momento, os profissionais de saúde devem saber que: as gestantes devem ficar em isolamento domiciliar com acompanhamento pela equipe assistencial, em caso de doença com quadro clínico leve;
• As pacientes com casos de maior gravidade devem ser acompanhadas em regime de internação hospitalar;
• Não há ainda protocolo de tratamento específico com antivirais no ciclo gravídico-puerperal;
• O monitoramento da vitalidade fetal deve ser cuidadoso nas pacientes com a doença moderada, grave ou crítica, em vista da constatação de maior morbimortalidade do concepto nestes casos;
• A via e o momento do parto têm indicação obstétrica e a cesárea como rotina não está indicada nestes casos; o aleitamento deve ser analisado de acordo com o quadro clínico cada caso específico.
Tratamento na gravidez

Apesar da doença transmitida pelo vírus monkeypox ser considerada uma doença autolimitada, que geralmente apresenta cura espontânea, em alguns casos, pode haver a necessidade de tratamento medicamentoso específico, sobretudo em pessoas imunossuprimidas.

Na maioria das vezes, só há indicação de uso de tratamento sintomático para febre e dor. Nos casos que apresentem lesões mais significativas, algumas medicações podem ser consideradas após avaliação médica.
Em geral, as gestantes apresentam quadros leves e autolimitados da doença; nestas não há indicação de antecipar o parto.

As recomendações do Ministério da Saúde para gestantes, puérperas e lactantes são:
• Afastem-se de pessoas que apresentem sintomas suspeitos como febre e lesões de pele-mucosa (erupção cutânea, que habitualmente afeta o rosto e as extremidades, e evolui de máculas para pápulas, vesículas, pústulas e posteriormente crostas);
• Usem preservativo em todos os tipos de relações sexuais (oral, vaginal, anal) uma vez que a transmissão pelo contato íntimo tem sido a mais frequente;
• Estejam alertas para observar se sua parceria sexual apresenta alguma lesão na área genital e, se presente, não tenham contato;
• Mantenham uso de máscaras, principalmente em ambientes com indivíduos potencialmente contaminados com o vírus;
• Procurem assistência médica, caso apresentem algum sintoma suspeito, para que se estabeleça diagnóstico clínico e, eventualmente, laboratorial.
Vigilância

Na última sexta-feira (29), o Ministério da Saúde ativou o Centro de Operação de Emergências (COE) para elaboração do Plano de Contingência do surto de varíola dos macacos no Brasil. O COE será coordenado pela Pasta, com a participação de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS), Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa) e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fiocruz.

O controle da varíola dos macacos é prioridade para o Ministério da Saúde, que realiza o constante monitoramento da situação epidemiológica para orientar ações de vigilância e resposta à doença no Brasil. A Pasta segue em tratativas com a OPAS e OMS para aquisição da vacina contra a doença e medicamentos antivirais para o tratamento da varíola dos macacos.

Fran Martins
Ministério da Saúde





Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 01/08/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/agosto/ministerio-da-saude-divulga-orientacoes-para-profissionais-da-saude-gestantes-lactantes-e-puerperas-sobre-a-variola-dos-macacos

Ministério da Saúde ativa Centro de Operação de Emergências para monkeypox



O Ministério da Saúde realizou, nesta sexta-feira (29), a primeira reunião do Centro de Operação de Emergências (COE) para elaboração do Plano de Contingência contra o surto de monkeypox no Brasil, doença também conhecida como varíola dos macacos. O COE funcionará ininterruptamente, de segunda a sexta-feira presencialmente e nos finais de semana de forma virtual. Havendo necessidade, as reuniões poderão ser presenciais.

Com o objetivo de promover resposta coordenada por meio da articulação e integração dos atores envolvidos com o tema, o COE é uma estrutura organizacional que permite a análise de dados e informações para subsidiar a tomada de decisão dos gestores e técnicos, na definição de estratégias e ações adequadas para o enfrentamento de emergências em saúde pública.

O atual surto de monkeypox representa emergência de saúde pública de importância internacional, segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros. “Precisamos aumentar o nível de alerta e de vigilância em nosso País. Para isso abrimos o COE”, explicou.

A partir das informações estabelecidas durante a Sala de Situação, que foi instalada em 23 de maio de 2022 e funcionou durante 50 dias, o Ministério da Saúde vai analisar o cenário com novas evidências nacionais e internacionais e rever cada conceito para definir o que é um caso suspeito, um caso confirmado e um caso descartado.

“Vamos expandir o número de laboratórios de testagem no Brasil, criar protocolos clínicos, protocolos de diretrizes, protocolo de manuseio dos pacientes e protocolo de estratégias de comunicação para a população brasileira”, acrescentou o secretário.

A operação será coordenada pelo Ministério da Saúde e conta também com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa) e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fiocruz.
Ações desenvolvidas

O controle da monkeypox é prioridade para o Ministério da Saúde, que realiza monitoramento e analisa diuturnamente a situação epidemiológica para orientar as ações de vigilância e resposta à doença no Brasil.

Todas as medidas necessárias para enfretamento da doença já estão sendo realizadas pela Pasta que, antes do registro dos primeiros casos no País, estabeleceu fluxos de notificação, diagnóstico, assistência e instituiu as medidas de contenção e controle da doença. O Ministério da Saúde também articula com a Opas/OMS as tratativas para a aquisição da vacina monkeypox. A OMS coordena junto ao fabricante, de forma global, ampliar o acesso ao imunizante nos países com casos confirmados da doença.

A vacinação em massa não é preconizada pela OMS em países não endêmicos da doença. A recomendação, até o momento, é somente para contatos com casos suspeitos e profissionais de saúde com alto risco ocupacional ao vírus.

Karol Ribeiro
Ministério da Saúde




Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 29/07/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/julho/ministerio-da-saude-ativa-centro-de-operacao-de-emergencias-para-monkeypox

terça-feira, 7 de junho de 2022

QualiDot: Ministério da Saúde lança programa de qualificação do Sistema Nacional de Transplantes



- Foto: Wallace Martins / MS

OMinistério da Saúde lançou, nesta segunda-feira (6), o Programa de Qualificação do Sistema Nacional de Transplantes por meio da avaliação de critérios e indicadores, o QualiDot. Coordenado pela secretaria de Atenção Especializada à Saúde, o objetivo do programa é reclassificar todos os centros transplantadores do país para aperfeiçoar os mecanismos de controle relativos aos resultados dos transplantes. Podem aderir ao programa hospitais com atividades transplantadoras de, no mínimo, dois anos.

O programa consiste no monitoramento e avaliação dos serviços de transplantes de órgãos e de medula óssea, mediante acompanhamento de indicadores quali-quantitativos e a concessão de incentivo financeiro adicional para serviços de alta performance. O aprimoramento ocorre mediante redefinição e criação de incentivo sobre indicadores de qualidade em doação e transplantes, passando pela estrutura e processo até chegar nos resultados. Após a reclassificação de todos os centros transplantadores, o impacto financeiro previsto é de R$ 26 milhões.

“Essa é uma política extraordinária porque ela começa por meio de um ato de amor, o ato de doação daqueles que no momento de dor se dispõem a doar o órgão de um ente querido para salvar a vida de outra pessoa”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o evento de lançamento do QualiDot.

A secretária de Atenção Especializada à Saúde, Maíra Botelho, traçou um paralelo da lista de espera para transplantes no País e ressaltou a importância do aperfeiçoamento do controle de resultados. “Não adianta ter uma rede com bastante capilaridade no nosso País se não temos um monitoramento de resultados”, afirmou.

Esse aumento incide sobre 34 procedimentos, além de outros que foram recentemente incluídos: pâncreas e pâncreas-rim, além de acompanhamento pré e pós-operatório de pacientes.
A classificação será renovada a cada dois anos, mediante apresentação, pelos hospitais, das mesmas comprovações e instrumentos de avaliação atualizados por meio da respectiva Central Estadual de Transplantes e Secretaria de Saúde do Estado.

O incentivo financeiro sobre indicadores de qualidade do QualiDot considera, entre outras coisas, a porcentagem de doações efetivas em relação ao total de notificações de morte encefálica nos últimos dois anos; a média do número de transplantes realizados por órgão ou célula, por estabelecimento na UF, em 24 meses; a sobrevida dos pacientes em um ano e dois anos pós-transplante, dependendo da modalidade; e o tempo médio de espera em lista, em dias, para transplante de órgãos.

Sistema Nacional de Transplantes
O Brasil tem o maior sistema público de transplantes do mundo. Atualmente, existem uma central nacional e 27 centrais estaduais de transplantes; 648 hospitais, 1.253 serviços e 1.664 equipes de transplantes habilitados; 78 organizações de procura por órgãos; 516 comissões intra-hospitalares de doação de órgãos e tecidos para transplantes; 52 bancos de tecido ocular; 13 câmaras técnicas nacionais; 12 bancos de multitecidos; além de 48 laboratórios de histocompatibilidade.


Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária






Autor: gov
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 06/06/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/junho/qualidot-ministerio-da-saude-lanca-programa-de-qualificacao-do-sistema-nacional-de-transplantes

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Segurança do paciente: valorização do autocuidado é tema de campanha do Ministério da Saúde em 2022



Durante todo o mês de abril, o Ministério da Saúde promove uma campanha que tem a finalidade de estimular a participação consciente de pacientes e usuários do sistema de saúde em relação à sua própria segurança. Neste ano, o tema é “Valor do Autocuidado para a Segurança do Paciente”, iniciativa desenvolvida para orientar e melhorar as práticas em assistência e o autocuidado para o uso seguro de medicamentos.

Para o diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência, Brunno Carrijo, “a segurança do paciente é uma estratégia essencial”. Ele contou que um dos objetivos este ano é sensibilizar os profissionais de saúde e os próprios pacientes para a temática. Carrijo destaca ainda o papel das equipes nos processos de qualificação do cuidado como um aspecto central do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP).

“Identificação do paciente, comunicação efetiva entre os profissionais de saúde, uso seguro de medicamentos, cirurgia segura, higienização das mãos, prevenção de lesão por úlcera de pressão e prevenção do risco de quedas são algumas das ações consideradas estratégicas para a minimização de eventos adversos evitáveis na assistência à saúde dos pacientes”, elenca o diretor.

Entre as ações propostas pelo programa estão:

• Reduzir fatores de risco pessoais (atividade física/alimentação/bem-estar);
• Autogerenciamento de sua saúde e tratamento (adesão às terapias e uso correto de medicamentos);
• Busca de respostas em casos de dúvidas ou dos efeitos das terapias;
• Observação de efeitos adversos ou sintomas com uso dos medicamentos;
• Busca de orientações em fontes técnicas (profissionais de saúde, bulas e serviços de referência).

Autocuidado

Segundo a OMS, o autocuidado é a capacidade de indivíduos, famílias e comunidades de promover sua própria saúde, prevenir doenças, manter a saúde e lidar com doenças e deficiências com ou sem o apoio de um profissional de saúde.

A entidade reconhece os indivíduos como agentes ativos na gestão dos próprios cuidados de saúde em áreas como a promoção da saúde, prevenção e controle de doenças, autocuidado, prestação de cuidados a pessoas dependentes e reabilitação, incluindo cuidados paliativos.

Riscos da automedicação

Segundo pesquisa realizada em 2018, pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), 79% das pessoas com mais de 16 anos admitem tomar medicamentos sem prescrição médica ou farmacêutica.

Entre os sintomas que levam as pessoas a tomar remédios por conta própria estão: dor de cabeça, febre, resfriado, congestão nasal, alergia, tosse, dor de barriga, dor no estômago, dores musculares e cólica abdominal.

Já entre os medicamentos mais consumidos por conta própria pelos brasileiros destacam-se: analgésicos, anti-inflamatórios, relaxante muscular, antitérmicos, descongestionante nasal, expectorante, antiácido e antibióticos.

Cabe ressaltar que nem todas as doenças exigem o uso de medicamentos, porque alguns problemas são de curta duração e podem desaparecer mesmo sem o uso de medicamentos. Há ainda medidas que podem auxiliar na cura de doenças, tais como dietas, repouso, exercícios, entre outras, mas somente um profissional de saúde habilitado pode orientar corretamente a respeito do tratamento das doenças.

De qualquer forma, exige a consciência e adesão da pessoa para ter o efeito esperado na saúde. Ainda assim, qualquer que seja a doença, de longa duração ou passageira, o tratamento deve ser bem entendido pelo paciente, seu familiar ou cuidador e seguido com rigor até o final, ingerido de acordo com a receita e as orientações recebidas, no horário correto, como é o caso de antibióticos.

Redução de danos

Instituído por meio da Portaria nº 529 de 1º de abril de 2013, o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), foi criado para contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional.

A segurança do paciente é a área da ciência que promove a redução dos riscos de danos desnecessários associados à assistência em saúde. A iniciativa é focada no compartilhamento de informações de qualidade com os outros responsáveis pelo cuidado, como os profissionais de saúde.








Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 05/04/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/abril/seguranca-do-paciente-valorizacao-do-autocuidado-e-tema-de-campanha-do-ministerio-da-saude-em-2022

Ministério da Saúde dá início à Campanha de Vacinação contra a Influenza e Sarampo nesta segunda (04)



- Foto: Myke Sena/MS

Com um público-alvo composto por 76,5 milhões de brasileiros, o Ministério da Saúde iniciou nesta segunda-feira (4) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza e Sarampo. Com o dia “D” marcado para 30 de abril, a vacinação acontece em duas etapas e os primeiros a serem vacinados serão os idosos acima de 60 anos e trabalhadores de saúde.

A primeira etapa acontece entre os dias 4 de abril e 2 de maio, quando os mais de 45 mil pontos de vacinação espalhados por todo o Brasil receberão o primeiro público-alvo da Campanha. Vale destacar que os trabalhadores da saúde devem receber uma dose de vacina contra a Influenza e, também, atualizar a caderneta caso não tenham tomado o imunizante contra o Sarampo.

Já a segunda etapa será realizada entre 2 de maio e 3 de junho, atendendo a crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias). Gestantes e puérperas, povos indígenas, professores da rede ensino pública e privada, pessoas com comorbidades e outros públicos também devem se vacinar na segunda etapa.

Durante a cerimônia de lançamento, que aconteceu na Unidade Básica de Saúde 13, em Brasília (DF), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou que a campanha será um sucesso e ressaltou a cultura de vacinação dos brasileiros.

“Os três pressupostos para o sucesso das campanhas de vacinação são absolutamente atendidos no Brasil: nós temos vacinas, nós temos uma capacidade sem precedentes de aplicar essas vacinas, graças aos vacinadores que estão nas mais de 38 mil salas de vacinação do Brasil. E outro ponto é a conscientização da nossa população, que busca as salas de vacina”, disse o ministro.

De acordo com o Ministério da Saúde, o público infantil, composto pelas crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos de idade, deve tomar uma dose dos dois imunizantes. Não há necessidade de cumprir intervalo para a aplicação das vacinas contra o Sarampo e Influenza. Dessa forma, as duas vacinas poderão ser administradas no mesmo dia.

A agente comunitária de saúde, Mireila Gomes de Oliveira, de 40 anos, convidou os colegas de profissão. “Eu, com profissional da saúde, queria aproveitar e pedir para todos os colegas, agentes comunitários, técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos, seja qualquer pessoa que trabalha na área da saúde: venham tomar a vacina para cuidarmos primeiro de nós e depois dos nossos pacientes lá fora”, alertou.

O objetivo da campanha é prevenir o surgimento de complicações decorrentes das doenças, evitando novos óbitos e possível pressão sobre o sistema de saúde. Ao todo, o Governo Federal enviou mais de 80 milhões de doses do imunizante da gripe aos estados e ao Distrito Federal para que a vacinação aconteça.

Confira quando cada etapa será realizada e quais públicos serão atendidos:

1ª etapa - de 04/04 a 02/05
idosos com 60 anos ou mais;
trabalhadores da saúde;

2ª etapa - de 02/05 a 03/06
Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
Gestantes e puérperas;
Povos indígenas;
Professores;
Comorbidades;
Pessoas com deficiência permanente;
Forças de segurança e salvamento e Forças Armadas;
Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
Trabalhadores portuários;
Funcionários do sistema prisional;
Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
População privada de liberdade.

Vacina trivalente

A vacina Influenza trivalente utilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é produzida pelo Instituto Butantan. A formulação é constantemente atualizada para que a dose seja efetiva na proteção contra as novas cepas do vírus. A vacina será eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B.

Vacinação de crianças

No caso das crianças de seis meses a menores de 5 anos que já receberam ao menos uma dose da vacina Influenza ao longo da vida em anos anteriores, deve se considerar o esquema vacinal com a apenas uma dose em 2022. Já para as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, a orientação é agendar a segunda dose da vacina contra gripe para 30 dias após a primeira dose.

Em caso de dúvidas, acesse o Informe Técnico sobre a 24ª Campanha de Vacinação contra a Influenza.





Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 04/04/2022
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/abril/ministerio-da-saude-da-inicio-a-campanha-de-vacinacao-contra-a-influenza-e-sarampo-nesta-segunda-04

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Governo Federal fixa prazo de até 180 dias para incorporação de tratamentos e medicamentos na saúde suplementar



Foto: Isac Nóbrega/PR


Ainclusão de novos procedimentos e medicamentos na saúde suplementar ficará mais simples e ágil para chegar na ponta, isto é, aos quase 48 milhões brasileiros que possuem planos de saúde. O Governo Federal editou Medida Provisória que determina o prazo de até 180 dias para que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realize as análises para incorporações de novas tecnologias na cobertura dessa área.

A medida, assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (2), regulamenta todo o processo para incorporação de tecnologias na saúde suplementar. O prazo contabiliza a conclusão do processo administrativo em 120 dias, que poderá ser prorrogado por sessenta dias corridos quando as circunstâncias exigirem.

A iniciativa estabelece uma análise robusta sobre a eficácia, a segurança e o custo-benefício da inserção de procedimentos e equipamentos oferecidos pelos planos de saúde. Além disso, o texto prevê o amplo acesso à defesa e contraditório, com a realização de consultas e audiências públicas, na hipótese de matérias relevantes.

Até o momento, pela legislação vigente, não havia prazo determinado para que a análise para incorporações fosse realizada. A norma atual da agência (RN 470/2021), que entraria em vigor em outubro, estabeleceu um ciclo específico para cada solicitação com o prazo de até 18 meses de análise. No entanto, será substituída pela nova legislação. Antes, a atualização do rol de procedimentos e eventos era publicada pela ANS a cada dois anos, com um ciclo único para todos os pedidos de incorporação.

Outras atualizações

O Medida Provisória ainda determina que seja realizada a incorporação automática de procedimentos e medicamentos caso a ANS não conclua a análise no prazo determinado. Além disso, deverão ser inseridos no rol de cobertura dos planos de saúde os procedimentos e fármacos já autorizados no Sistema Único de Saúde (SUS). A inclusão deve acontecer em até 30 dias após decisão da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde.

Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária





Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 03/09/2021
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2021-1/setembro/governo-federal-fixa-prazo-de-ate-180-dias-para-incorporacao-de-tratamentos-e-medicamentos-na-saude-suplementar

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Dose de reforço: Ministério da Saúde anuncia aplicação em idosos com mais de 70 anos e imunossuprimidos

Na última terça-feira, 25, o Ministério da Saúde anunciou que será aplicada uma dose de reforço da vacina contra a Covid-19 em idosos com mais de 70 anos e imunossuprimidos a partir do dia 15 de setembro.

No caso das pessoas imunossuprimidas, a indicação é que tomem a dose de reforço com no mínimo 28 dias após a segunda dose ou a dose única. Já para os idosos com mais de 70 anos, a recomendação do Ministério da Saúde é para que recebam a aplicação adicional da vacina contra Covid-19 com pelo menos seis meses após a data em que completaram o ciclo vacinal.


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Dose de reforço

A vacina administrada será, preferencialmente, a da Pfizer. Caso haja falta desse imunizante, a recomendação é que se utilize imunizantes de vetor viral, que podem ser a vacina da Janssen ou a Astrazeneca.

O Ministério da Saúde ainda destaca que a dose de reforço é indicada para quem completou a vacinação regular com qualquer vacina usada na campanha nacional de vacinação contra a Covid-19.

Redução de intervalo entre doses

Além de trazer informações sobre a dose de reforço, o Ministério da Saúde também anunciou a redução do intervalo entre as doses da vacina da Pfizer e Astrazeneca. Até então, o tempo entre as doses era de 12 semanas (três meses). A partir do dia 15 de setembro, o intervalo será de 8 semanas (dois meses).

Segundo o Ministério, a diminuição deste intervalo foi estudada e analisada pela Câmara Técnica, se tornando viável após a aplicação da primeira dose de grande parte da população brasileira com idade acima dos 18 anos. A pasta ainda afirma que, até o momento, 77% do público-alvo já iniciou o ciclo vacinal com a primeira aplicação.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referência bibliográfica:
Ministério da Saúde anuncia dose de reforço para vacinação contra a Covid-19 na segunda quinzena de setembro. Ministério da Saúde. 25 de agosto de 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/ministerio-da-saude-anuncia-dose-de-reforco-para-vacinacao-contra-a-covid-19-na-segunda-quinzena-de-setembro







Autor: PEBMED
Fonte: PEBMED
Sítio Online da Publicação: PEBMED
Data: 25/08/2021
Publicação Original: https://pebmed.com.br/dose-de-reforco-ministerio-da-saude-anuncia-aplicacao-em-idosos-com-mais-de-70-anos-e-imunossuprimidos/

quarta-feira, 21 de julho de 2021

Sesai inaugura primeira Unidade Básica de Saúde Indígena no distrito sanitário Alto Rio Juruá (AC)



- Foto: Sesai

Mais saúde, qualidade de vida e atendimento humanizado chegam para a população indígena do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Juruá, no Acre. O secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Robson Santos da Silva, inaugurou a primeira Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI) do Distrito, em Mâncio Lima (AC), nesta segunda-feira (19). A unidade vai atender uma população de aproximadamente 700 indígenas da etnia Puyanawa das aldeias Ipiranga e Barão.

A UBSI tem consultório médico e odontológico, laboratório de endemias, sala de vacina, farmácia para dispensação de medicamentos com receituários, entre outros. A obra foi construída pela prefeitura municipal de Mâncio Lima, com recurso de emenda parlamentar da deputada federal Jéssica Sales, e doada à Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), do Ministério da Saúde.

“Inaugurar um posto de saúde como este é a prova de que a gente está no caminho certo, um trabalho feito em parceria com a prefeitura municipal e com emenda parlamentar. A Sesai garante a manutenção da UBSI, tanto na estrutura física quanto na disponibilização de profissionais de saúde”, afirma o secretário Robson Santos da Silva.

De acordo com a coordenadora do DSEI Alto Rio Juruá, Iglê Monte da Silva, a região do Acre é 98% fluvial. Apesar do território ser amplo, com 69 mil km2, a maioria das aldeias tem população pequena, abaixo do critério mínimo para a construção de uma UBSI no local. Por isso, a maior parte do atendimento é realizado por visita domiciliar em escalas de trabalho que levam oito dias de barco até a aldeia mais distante.

O DSEI conta com uma estrutura de oito Polos Base, uma Casa de Apoio à Saúde Indígena e 340 profissionais de saúde para atender uma população de mais de 18 mil indígenas de 16 etnias, em 162 aldeias.

Expansão

Além da unidade de atendimento inaugurada, mais três UBSI serão entregues em breve, sendo que uma já está em construção e mais duas estão em processo de licitação para atender aldeias com maior densidade populacional.

“O objetivo é trazer um atendimento mais humanizado e de qualidade para a população indígena, aonde poderemos fazer pré-natal, exames preventivos, atendimento médico e odontológico continuado. Além desta UBSI, teremos mais três unidades de atendimentos para serem entregues, estamos trabalhando também para ter mais pontos de referência dentro das aldeias, pois o acesso é bem difícil, as aldeias são bem distantes ”, informa a coordenadora do DSEI Alto Rio Juruá, Iglê Monte da Silva.

A previsão é entregar em breve a reforma do Polo Base de Cruzeiro do Sul, que vai atender nove aldeias da Terra Indígena Katukina e mais duas UBSI na região fluvial dos municípios de Mâncio Lima e Tarauacá. O secretário da SESAI também visitou as instalações do Polo Base Cruzeiro do Sul para conhecer o local e vistoriar as obras de quatro novos Sistemas de Abastecimento de Água (SAA) que serão entregues à população indígena.

Médio Rio Purus

Nesta terça feira, 20, o secretário Robson Santos da Silva visita as instalações do DSEI Médio Rio Purus, no Amazonas, para entregar os certificados do Curso de Atualização de Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN) e inaugurar o novo sistema de comunicação via rádio que vai interligar todas as aldeias e unidades de atendimento do DSEI.

Cristiane Hidaka
Secretaria Especial de Saúde Indígena
Ministério da Saúde





Autor: Cristiane Hidaka
Fonte: Secretaria Especial de Saúde Indígena
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 20/07/2021
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/sesai-inaugura-primeira-unidade-basica-de-saude-indigena-no-distrito-sanitario-alto-rio-jurua-ac

quarta-feira, 14 de julho de 2021

OPAS, Funasa e Ministério da Saúde selecionam experiências para 1ª Mostra de Experiências em Saúde Ambiental



Junto à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e ao Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) selecionará experiências para a 1ª Mostra de Experiências em Saúde Ambiental, que tem o objetivo de identificar, visibilizar, reconhecer e promover iniciativas locais, municipais ou regionais, em serviços, que tenham como foco principal o tema da saúde ambiental.

A realização da Mostra é uma estratégia para estimular o debate e compartilhar conhecimento de práticas na área. Podem inscrever iniciativas profissionais de saúde e de outras áreas que atuam no tema de saúde ambiental (vigilância e/ou promoção) nas Superintendências Estaduais da Funasa, secretarias municipais ou estaduais de saúde, assim como em entidades filantrópicas ou organizações da sociedade civil que atuam em alguma das linhas temáticas que compõe a Saúde Ambiental, sendo elas:

  1. Água para consumo humano – experiências voltadas para vigilância, controle e segurança da água para consumo humano.

  2. Água, saneamento e higiene (WASH) e gênero – experiências voltadas para água, saneamento/esgoto e/ou higiene que impactam na vida de mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade.

  3. Acesso a serviços de saneamento básico – soluções de gestão, novas tecnologias e ações voltadas para as populações residentes em áreas rurais, comunidades tradicionais e os povos originários.

  4. Educação em saúde ambiental – projetos em educação em saúde ambiental, visando à inclusão social, à promoção e à proteção da saúde, bem como à promoção da qualidade ambiental dos ecossistemas e mananciais.

  5. Saúde ambiental e COVID-19 – boas práticas em saúde ambiental para o enfrentamento da pandemia.

  6. Saúde ambiental infantil – experiências voltadas à vigilância e promoção da saúde ambiental infantil, considerando que os fatores ambientais exercem um importante papel no bem-estar e na saúde das crianças.

  7. Territórios sustentáveis e saudáveis – considerando os aspectos relacionados às estratégias inovadoras para promoção da saúde ambiental, mobilidade sustentável, qualidade do ar, clima e saúde.

  8. Vigilância em saúde ambiental – ações de vigilância em saúde de populações expostas a substâncias químicas, poluição atmosférica e vigilância em saúde ambiental dos riscos associados aos desastres naturais e antropogênicos.

  9. Articulação e atuação integrada em saúde ambiental – implementação de ações de saúde ambiental em articulação com a atenção básica, saúde do trabalhador (Centros de Referência em Saúde do trabalhador - Cerest), Centros de Informação Toxicológica (Ciatox), entre outros.

  10. Gestão e governança em saúde ambiental – articulação intra e intersetorial, uso de ferramentas da epidemiologia, análise de situação de saúde, bem como tecnologias da informação e comunicação para o monitoramento, avaliação e apoio a tomada de decisão.

Interessados podem se inscrever até o dia 31 de julho preenchendo o formulário disponível no link https://forms.gle/7ZnKvjT6MCgGibJ38, no qual devem ser inseridos os relatos de experiências com no máximo 4 mil caracteres, obedecendo a estrutura apresentada no edital. Cada inscrito poderá submeter apenas um trabalho por linha temática. Acesse o edital clicando aqui.

A seleção de experiências acontecerá em duas etapas. A primeira é composta pela avaliação a ser feita por um comitê composto pela OPAS, Funasa e Ministério da Saúde e pode contar com a participação de especialistas reconhecidos(as) nacionalmente nos temas das experiências avaliadas. A segunda, por sua vez, ocorrerá por meio da seleção de três experiências exitosas por linha temática. O resultado final será divulgado em 6 de setembro de 2021.


Autor: OPAS
Fonte: OPAS
Sítio Online da Publicação: paho
Data: 08/07/2021
Publicação Original: https://www.paho.org/pt/noticias/8-7-2021-opas-funasa-e-ministerio-da-saude-selecionam-experiencias-para-1a-mostra

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Saúde lança uma das maiores pesquisas de prevalência da Covid-19



Oministro da Saúde, Marcelo Queiroga, apresentou uma das maiores iniciativas no campo das pesquisas de prevalência da infecção por Covid-19. O estudo, que irá mostrar o comportamento do vírus em território nacional, vai contar com a participação de 211.129 brasileiros, em mais de 62 mil domicílios de 274 municípios a partir de 1º de junho. Os participantes serão testados para identificar a presença de anticorpos do tipo IgG para a Covid-19, apontando quem já foi contaminado ou desenvolveu imunidade após a vacinação. A metodologia da pesquisa foi apresentada em entrevista coletiva, nesta quarta-feira (05), em Brasília.

O ministro da Saúde ressaltou a importância dessa forma de estratégia para diminuir a transmissão de casos de Covid-19. “Nós temos um único inimigo – o vírus – precisamos pôr fim a circulação dele para que possamos retomar a vida. O Governo Federal tem atuado fortemente para apoiar estados e municípios no enfrentamento à pandemia”, destacou Queiroga. “Mais de R$ 200 milhões foram investidos neste estudo, reforçando o apoio do governo em pesquisas, na ciência e na tecnologia”.

O estudo de soroprevalência vai mostrar qual é o comportamento do vírus no Brasil, como e em quais estados, capitais ou regiões metropolitanas a infecção pela Covid-19 tem sido mais intensa. Os resultados dos exames dos participantes servirão como uma amostragem para a pesquisa, indicando qual é o cenário epidemiológico em todas as regiões do país.

"A pesquisa vai trazer importantes evidências. Temos o comprometimento de nossa comunidade que acredita no SUS, não só no atendimento, mas também em pesquisa e inovação. Precisamos de um país como o Brasil, que produza pesquisas necessárias", reforçou a representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Socorro Gross.

A partir dos dados coletados, será possível observar as características socioeconômicas e epidemiológicas dos pesquisados, bem como o cálculo da letalidade da doença, fornecendo subsídios para que o Ministério da Saúde possa traçar as melhores estratégias no enfrentamento da pandemia.

"Nós teremos também a oportunidade de acompanhar os dados de vacinação, se essa população tomou a primeira e segunda dose e o histórico de saúde dessas pessoas. Certamente é um dos maiores estudos sorológicos já realizados sobre Covid-19 no mundo que irá gerar um mapa detalhado da transmissão e comportamento da Covid-19", ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros.

O teste de anticorpos também indica se você foi contaminado ou vacinado anteriormente e se o seu corpo desenvolveu imunidade para a doença – ele não detecta a enfermidade na fase aguda. Neste caso, é fundamental procurar um médico o quanto antes.

A coletiva também contou com a participação das outras instituições envolvidas no projeto - o representante do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Osnei Okumoto; o secretário executivo do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira; a presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade; o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Rios Neto e o diretor de pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo.

COMO VAI FUNCIONAR

A pesquisa trabalhará com pessoas selecionadas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - a PNAD COVID-19, produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). As informações sobre a identificação dos participantes ficarão em sigilo.

As pessoas serão contatadas primeiramente por ligação telefônica, com reforço por mensagem de texto ou Whatsapp. Essa ligação vai confirmar alguns dados do participante e perguntará quantos e quais moradores daquela residência aceitam participar do estudo. A adesão é voluntária e menores de 18 anos precisam ter a autorização de pais ou responsáveis.

Depois da confirmação dos dados, o agendamento para coleta de sangue é realizado de acordo com o dia e horário definido pelo participante. Os técnicos que farão a coleta nas residências estarão uniformizados com crachá de identificação, camiseta e boné com a marca da campanha.

Os participantes terão acesso ao exame de forma individual. O Ministério da Saúde divulgará os resultados da pesquisa em documentos técnicos e coletivas de imprensa – a previsão de conclusão é para setembro deste ano.

Ministério da Saúde

(61) 3315-2562





Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 05/05/2021
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/saude-lanca-uma-das-maiores-pesquisas-de-prevalencia-da-covid-19

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Saúde destina R$ 247 milhões em ações para gestantes e puérperas




OMinistério da Saúde destinou R$ 247 milhões aos estados e municípios para incentivar ações que assegurem o acesso de qualidade de gestantes e puérperas aos pontos da Rede de Atenção à Saúde no pré-natal. A portaria que libera os recursos traz uma série de recomendações para o atendimento e isolamento social de mulheres grávidas, além da destinação de verba específica para o pré-natal odontológico.

O investimento contribuirá para fortalecer a identificação precoce, o monitoramento de gestantes e puérperas com síndrome gripal, síndrome respiratória aguda grave, com suspeita ou confirmação de covid-19. A qualificação das ações em todos os pontos da rede de atenção à saúde, no contexto da pandemia de coronavírus, inclui o suporte ao distanciamento social daquelas que não possuam condições para realização de isolamento domiciliar e a qualificação das ações de atenção ao pré-natal odontológico realizadas na Atenção Primária à Saúde (APS).

Para o secretário da Atenção Primária à Saúde (Saps) do ministério, Raphael Parente, a destinação dos recursos reforça o compromisso da pasta com a qualificação da atenção e cuidado da população obstétrica, além de contribuir com a redução da mortalidade materno-infantil no contexto da pandemia.

“Por isso reforçamos, com crédito substancial, o apoio aos estados e municípios, onde efetivamente a atenção à saúde da gestante e puérpera acontece. Essa ação destina-se a potencializar o atendimento pré-natal durante a pandemia, que não deve ser interrompido, e garantir que toda gestante seja testada no final da gestação, como recomenda o manual de recomendações para a assistência à gestante e à puérpera frente à pandemia de covid-19”, enfatizou.

Os recursos serão transferidos de modo automático e em parcela única do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos Fundos Municipais e Distrital de Saúde, dispensando-se a publicação de portaria de adesão. “Com esse valor, damos condições para que as prefeituras consigam identificar gestantes que precisem de apoio para isolamento e fiquem acomodadas em hotéis, assim como reforçamos o orçamento da saúde para garantir que não falte leitos de terapia intensiva para as gestantes e puérperas”, destacou o diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do MS, Antônio Braga Neto.

O ministério traçou uma série de diretrizes para os gestores de saúde nos estados e municípios. Dentre elas, seguir as recomendações do MS quanto à vacinação na gravidez e puerpério; divulgar a evolução mais grave da doença diante das novas variantes do vírus; incentivar o isolamento vertical de grávidas; promover treinamento das equipes, dentre outras.

O secretário destacou a importância da vacinação de gestantes e mulheres que acabaram de dar à luz que tenham algum fator de risco associado à covid-19. "Estamos em contato com o Programa Nacional de Vacinação (PNI) e, se for o caso, aumentarmos a recomendação de imunização para todas. Estamos avaliando com muito cuidado, afinal, estamos falando de duas vidas", reforçou Parente.

Para monitoramento das ações, o ente beneficiário deverá comprovar a aplicação dos recursos financeiros recebidos por meio do Relatório Anual de Gestão (RAG).


Clique aqui e acesse a apresentação da coletiva


Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária




Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 16/04/2021
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/ms-destina-r-247-milhoes-em-acoes-estrategicas-de-apoio-a-gestacao-pre-natal-e-puerperio

Gestantes, puérperas e lactantes: Saúde orienta vacinação contra a covid-19 para mulheres de grupos prioritários



Gestantes, puérperas e lactantes podem se vacinar contra a Covid-19 no Brasil, desde que pertençam a um dos grupos prioritários, especialmente se tiverem alguma comorbidade. Essa é a orientação do Ministério da Saúde, que tem como base estudos nacionais e internacionais que avaliaram os riscos e os benefícios de imunizar mulheres nessas condições.

No caso de gestantes sem doenças pré-existentes, mas que façam parte do público-alvo da campanha, a recomendação é que seja realizada uma avaliação cautelosa junto ao seu médico, principalmente se a mulher exercer alguma atividade que a deixe mais exposta à doença. A gestante também deve ser informada sobre os dados de eficácia e segurança conhecidos dos imunizantes. Quem se enquadrar nesses critérios, deve ser vacinado contra a covid-19 conforme a ordem de imunização dos grupos prioritários, estabelecida pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO).

Mas atenção: o Ministério da Saúde orienta que as gestantes, lactantes e puérperas procurem os serviços de saúde somente quando chegar a fase de vacinação do grupo prioritário no qual elas estão inseridas.

As gestantes, puérperas e lactantes, pertencentes aos grupos prioritários, que não concordarem em serem vacinadas, devem ser apoiadas em sua decisão e orientadas a manter medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social. Além disso, lactantes que forem vacinadas contra a covid-19 não precisam interromper o aleitamento materno por conta do imunizante, uma vez que não há evidências de riscos para a saúde do bebê, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A doação de leite materno também é permitida.

MONITORAMENTO

O Ministério da Saúde vem prestando apoio às coordenações estaduais de saúde da mulher e de vigilância epidemiológica para, juntos, monitorar a oferta da vacina e o acompanhamento das gestantes, puérperas e lactantes que optarem pela imunização. A pasta também acompanha casos de eventos adversos pós-vacinação em gestantes, fetos e recém-nascidos até seis meses após o nascimento.

As recomendações em relação a aplicação de vacinas covid-19 em gestantes, puérperas e lactantes estão disponíveis no PNO e também em uma nota técnica elaborada pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS).

Marina Pagno
Ministério da Saúde
(61) 3315-3580 / 2351
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária




Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 16/04/2021
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/gestantes-puerperas-e-lactantes-saude-orienta-vacinacao-contra-a-covid-19-para-mulheres-de-grupos-prioritarios

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Ministério da Saúde conclui distribuição da vacina contra a Covid-19 para todo o Brasil

OMinistério da Saúde concluiu a operação logística de envio da vacina contra a Covid-19 para todo o Brasil. Na manhã desta terça-feira (19/01), os 26 estados e o Distrito Federal já estavam em posse das doses.


A operação montada pelo Ministério da Saúde iniciou na manhã de segunda-feira (18/01) contando com o apoio dos Ministérios da Defesa e da Justiça, e das companhias aéreas Azul, Gol, Tam e Voepass.


A Força Aérea Brasileira realizou o transporte da vacina para 11 capitais e para Tabatinga (AM), cidade a partir da qual foi iniciada, nesta terça-feira (19/01), a vacinação em aldeias indígenas.

Neste momento inicial, o Ministério da Saúde estima vacinar cerca de 3 milhões de pessoas, priorizando profissionais de saúde, idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência vivendo em instituições de longa permanência e indígenas aldeados – no total, 6 milhões de doses do Instituto Butantan, produzidas pelo laboratório Sinovac, estão disponíveis.

Marina Pagno
Ministério da Saúde
(61) 3315-3580 / 2351
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária


Autor: Marina Pagno
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 19/01/21
Publicação Original: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/ministerio-da-saude-conclui-distribuicao-da-vacina-contra-a-covid-19-para-todo-o-brasil