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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Contaminação além do garimpo

As comunidades indígenas e ribeirinhas que vivem em áreas próximas a usinas hidrelétricas na Amazônia podem estar expostas a altos níveis de mercúrio. A suspeita é de um grupo de pesquisadores brasileiros e espanhóis coordenado pela bioquímica María Elena López, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Pará (UFPA). Eles analisaram amostras de fios de cabelo de 37 ribeirinhos que vivem em ilhas na região de Caraipé, no lago Tucuruí, nos arredores da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, a segunda maior do Brasil. Verificaram que mais da metade dos moradores apresentava níveis de contaminação até sete vezes superior ao limite de 10 microgramas de mercúrio por grama de fio de cabelo tolerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Mais de 80% do metal identificado estava em sua forma orgânica, o metilmercúrio”, afirma María Elena. Essa é a forma mais tóxica de mercúrio, capaz de driblar o sistema de defesa do organismo e atingir o cérebro. Nesses casos, pode causar uma síndrome neurodegenerativa grave chamada doença de Minamata, caracterizada por tremores, problemas de coordenação, distúrbios sensoriais, comprometimento da visão e da audição e, em casos extremos, morte. Apesar de apresentarem altos níveis de metilmercúrio no organismo, nenhum dos ribeirinhos havia sido diagnosticado com qualquer problema de saúde, o que já era esperado pelos pesquisadores. Sinais clínicos associados à contaminação por esse metal levam anos para se manifestar.


No estudo, publicado em janeiro na revista Ecotoxicology and Environmental Safety, os pesquisadores argumentam que os ribeirinhos de Tucuruí estão se contaminando a partir da ingestão de peixes. A primeira suspeita era de que o envenenamento pudesse ser uma consequência da atividade garimpeira. Isso porque os casos de contaminação por mercúrio na Amazônia quase sempre estão associados à extração de ouro. É comum os mineiros despejarem mercúrio em sua forma líquida à mistura de areia e cascalho extraída dos rios para atrair o metal precioso. Ao fazerem isso, liberam grandes quantidades de mercúrio no ambiente.

Mas, ao analisar o histórico da região, os pesquisadores constataram a existência de vários pontos de mineração, nenhum deles ligado à extração de ouro. Por isso, sugerem que a principal fonte de contaminação por mercúrio seria decorrente de um efeito indireto provocado pelo funcionamento da hidrelétrica de Tucuruí, construída entre 1974 e 1985.

Efeitos da barragem
María Elena explica que a construção da barragem criou ecossistemas fechados que periodicamente são inundados. “O tempo de retenção de água em algumas áreas do reservatório chega a 130 dias por ano”, diz a bioquímica. Assim, todos os anos, na época chuvosa, quando o rio transborda e invade a floresta, suas águas ricas em matéria orgânica em decomposição misturam-se à grande quantidade de matéria orgânica jovem. Com o tempo, sob a ação da luz solar, esses compostos produzem peróxido de hidrogênio (água oxigenada), que ajuda a liberar o mercúrio inorgânico estocado no solo. Em seguida, bactérias anaeróbicas convertem a substância em metilmercúrio, que entra na cadeia alimentar aquática.

A possibilidade de essa dinâmica se tornar um problema na região já havia sido apresentada há quase 20 anos pelo biólogo norte-americano Philip Fearnside, hoje no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em artigos publicados na revista Environmental Management. Em agosto do ano passado, um estudo publicado na PLOS ONE também destacou o risco de contaminação por metilmercúrio decorrente da construção de barragens na Amazônia.



Tucuruí é apenas uma das mais de 400 usinas em operação ou em construção atualmente na região amazônicaImagem: Sócrates Arantes / Eletronorte

“O solo amazônico é naturalmente rico em mercúrio em sua forma inorgânica, menos agressiva”, comenta María Elena. Em algumas regiões, as próprias características do solo e da água favorecem a concentração elevada do metal. É o caso da bacia do rio Negro, onde cada quilo de solo contém em média 172 microgramas de mercúrio, quase quatro vezes mais do que os níveis considerados normais para os solos em outras regiões (ver Pesquisa FAPESP nº 143). “O problema é que qualquer alteração ambiental pode fazer com que o mercúrio inorgânico seja liberado e convertido em metilmercúrio”, ela afirma.

Ao ser liberado no meio ambiente, o metal é absorvido por algas, alimento de pequenos peixes, que são consumidos por peixes maiores. “Os peixes que estão no topo da cadeia alimentar têm maior risco de acumular o mercúrio ao se alimentar de organismos menores contaminados”, explica María Elena. É o caso do tucunaré (Cichla sp.), uma das espécies mais consumidas na região e amplamente comercializada em Belém. “As amostras de tucunaré que avaliamos apresentaram níveis de mercúrio semelhantes aos encontrados em peixes da bacia do rio Tapajós, onde está a maior área de garimpos ativos do Brasil.” Um estudo publicado na revista Science of the Total Environment em 1995 já havia identificado a presença de metilmercúrio em outro peixe na região da hidrelétrica de Tucuruí, a pescada-amazônica (Plagioscion squamosissimus).

A Eletrobras Eletronorte, administradora da Hidrelétrica de Tucuruí, reconhece a complexidade e a importância da questão. Em nota, a empresa afirma que “promove e apoia estudos que contribuam para um melhor entendimento das origens do mercúrio em ambientes naturais e antropizados [alterados pelo ser humano] da região amazônica, bem como os mecanismos biogeoquímicos que contribuem para sua mobilização, acumulação e transferência entre diferentes compartimentos ambientais”. Também destaca que atualmente desenvolve uma pesquisa sobre o papel de microrganismos na mobilização e na acumulação de mercúrio no reservatório da usina, em parceria com a UFPA.

Riscos estendidos
Episódios de contaminação por mercúrio também ocorrem em outros pontos da Amazônia. É o caso de tribos do estado de Roraima. Em 2016, ao analisar amostras de fios de cabelo de 239 índios dos grupos yanomami e ye’kuana, de 19 aldeias, pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) verificaram que em algumas regiões até 92% dos indígenas apresentavam contaminação por mercúrio. Nesse caso, no entanto, o metal fora liberado no ambiente pela atividade garimpeira. “As crianças e mulheres em idade reprodutiva foram as mais afetadas”, explica o médico Paulo Cesar Basta, coordenador do estudo da Fiocruz.

Para ele, é importante estabelecer um plano de monitoramento ambiental para identificar as possíveis fontes de exposição ao mercúrio na Amazônia, que parecem extrapolar a atividade garimpeira. Mais de 400 hidrelétricas estão em operação ou em construção na região, sobretudo na bacia do Tapajós. “Outra estratégia seria aprofundar as análises dos corpos d’água na região e montar um mapa de risco de contaminação que pudesse ser usado para orientar as populações locais”, sugere. “Estamos falando de comunidades isoladas e pobres que dependem da pesca para sobreviver”, destaca María Elena. “Muitos sequer sabem que estão se contaminando.”

Artigos científicos
ARRIFANO, G. P. F. et al. Large-scale projects in the amazon and human exposure to mercury: The case-study of the Tucuruí Dam. Ecotoxicology and Environmental Safety. v. 147, p. 299-305. jan. 2018.
FORSBERG, B. R. et al. The potential impact of new Andean dams on Amazon fluvial ecosystems. PLOS ONE. v. 12, n. 8, p. 1-35. ago. 2017.

Versão atualizada em 09/03/2018



Autor: Revista Pesquisa FAPERJ
Fonte: Revista Pesquisa FAPERJ
Sítio Online da Publicação: Revista Pesquisa FAPERJ
Data de Publicação: 10/04/2018
Publicação Original: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/03/08/contaminacao-alem-do-garimpo/

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

MAPA DA DESIGUALDADE – 23 indicadores sobre sete temas-chave da realidade metropolitana do Rio de Janeiro


O Mapa da Desigualdade agrega 23 indicadores sobre sete temas-chave da realidade metropolitana do Rio de Janeiro: Mobilidade, Mercado de trabalho, Pobreza & Renda, Educação, Segurança Pública & Cidadã, Saúde e Saneamento Básico. Os dados são atualizados de acordo com a publicação mais recente por fontes oficiais.

A visualização na forma de mapas ilustrados mostra os diferentes padrões de vida dos 12 milhões de residentes nos 21 municípios que compõem a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ). Um dos propósitos deste exercício é promover um olhar metropolitano para questões transversais e entender a situação de cada cidade neste cenário.

Com isso, a Casa Fluminense busca preencher uma lacuna em termos de difusão de informações públicas. Ampliar o alcance do conhecimento sobre os territórios e facilitar a assimilação dos dados disponíveis ajuda a qualificar o debate. O aprofundamento da democracia, a promoção da igualdade territorial e o horizonte do desenvolvimento sustentável são as metas.



Aproprie-se!


MOBILIDADE URBANA
Mapa 1 – Pessoas que gastam mais de uma hora para ir de casa até o trabalho

Uso do tempo com o deslocamento casa-trabalho. Percentual da população residente ocupada que leva, em média, mais de uma hora para chegar até o local de trabalho, independente do(s) modal(is) utilizado(s). Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.
Mapa 2 – Pessoas que trabalham fora do município onde moram

Pendularidade. Percentual da população residente ocupada que trabalha em outro município e volta para casa diariamente. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.
Mapa 3 – Pessoas que trabalham no município do Rio de Janeiro

Centralidade da capital. Percentual da população residente ocupada que trabalha no município do Rio de Janeiro e volta para a casa diariamente. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.
MERCADO DE TRABALHO
Mapa 4 – Pessoas que trabalham sem registro formal

Taxa de informalidade. Percentual da população com idade para trabalhar (15 a 70 anos), residente no município, que está ocupada sem carteira assinada ou trabalha por conta-própria, sem registro formal. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.
Mapa 5 – Pessoas desempregadas, procurando trabalho

Taxa de desemprego ou taxa de desocupação. Percentual da população com idade para trabalhar (15 a 70 anos), residente no município, que se encontra desempregada (mercados formal e informal) e alega estar procurando trabalho. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.
Mapa 6 – Pessoas que não participam do mercado de trabalho

Taxa de participação no mercado de trabalho ou taxa de inatividade. Percentual da população, com idade para trabalhar (15 a 70 anos), residente no município, que não está ocupada em nenhum tipo de trabalho remunerado e alega não estar à procura de trabalho. Fonte dos dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo de 2010.
POBREZA & RENDA
Mapa 7 – Renda média mensal por pessoa

Renda domiciliar per capita. Total da renda auferida mensalmente por uma família residente no município, dividido pelo número de membros. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), data-base: dezembro de 2015.
Mapa 8 – Pessoas que vivem com até R$ 140 reais por mês

Taxa de pobreza, vulnerabilidade. Percentual da população residente no município, que vivia com até R$ 140 mensais, em 2010. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.
Mapa 9 – Pessoas que vivem com até R$ 70 reais por mês

Taxa de pobreza extrema, indigência. Percentual da população residente no município, que vivia com até R$ 70 mensais, em 2010. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.
EDUCAÇÃO
Mapa 10 – Crianças de até 3 anos matriculadas na creche

Acesso à Creche. Percentual da população de 0 a 3 anos de idade, residente no município, que estava frequentando a escola em qualquer nível ou série. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.
Mapa 11 – Crianças de 4 e 5 anos na pré-escola

Acesso à pré-escola. Percentual da população de 4 a 5 anos de idade, residente no município, que estava frequentando a escola em qualquer nível ou série. Fontes dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.
Mapa 12 – Crianças e adolescentes fora da escola, entre 6 e 14 anos

Taxa de Evasão Escolar. Percentual da população entre 6 e 14 anos de idade, residente no município, que não estava frequentando a escola, em qualquer nível ou série. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.
Mapa 13 – Pessoas maiores de 18 anos com ensino médio completo

Escolaridade e capacitação. Percentual da população de 18 anos ou mais de idade, residente no município, que concluiu o ensino médio, em quaisquer de suas modalidades (regular seriado, não seriado, EJA ou supletivo). Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, publicado em 2013.
Mapa 14 – Nota média no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)

Qualidade do Ensino. Média entre os resultados das séries iniciais e finais das escolas públicas localizadas no município. O IDEB 2013 foi calculado a partir do desempenho obtido pelos alunos que participaram da Prova Brasil/Saeb 2015 e das taxas de aprovação, calculadas com base nas informações prestadas ao Censo Escolar 2015. Fonte dos dados: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da Educação (MEC), ano-base: 2013.
SEGURANÇA PÚBLICA E CIDADÃ
Mapa 15 – Taxa de homicídios, a cada 100 mil habitantes (letalidade violenta)

Letalidade violenta. Corresponde ao somatório do número de homicídio doloso, roubo seguido de morte (latrocínio), lesão corporal seguida de morte e homicídio proveniente de oposição à intervenção policial, dividido pela população residente. Multiplica-se por 100 mil para obter a taxa comparável. Fonte de dados: Portal do Instituto de Segurança Pública (ISP), vinculado à Secretaria de Segurança Pública do governo do estado do Rio de Janeiro, ano-base 2016.
Mapa 16 – Taxa de homicídios de jovens negros, a cada 100 mil habitantes

Violência contra a juventude negra. Número de homicídios dolosos de jovens (15 a 29 anos) negros (pretos e pardos) ocorridos no município dividido pelo total de jovens negros residentes no município. Multiplica-se por 100 mil para obter a taxa comparável. Fonte de dados: Mapa da violência 2014, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Flacso-Brasil, ano-base: 2012.
Mapa 17 – Mortes decorrentes de intervenção policial, taxa por 100 mil habitantes

Autos de resistência. Número de homicídios cometidos por policiais no município, dividido pela população residente. Multiplica-se por 100 mil para obter a taxa comparável. Fonte de dados: Portal do Instituto de Segurança Pública (ISP), vinculado à secretaria de segurança pública do governo do estado do Rio de Janeiro, ano-base: 2016.
SAÚDE
Mapa 18 – Expectativa de vida, medida em anos

Esperança de vida ao nascer. Número médio de anos que a população residente no município deverá alcançar, levando-se em conta o nível e o padrão de mortalidade por idade, prevalecentes no Censo de 2010, do IBGE. Fonte de dados: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), através do Atlas Brasil, lançado em 2013.
Mapa 19 – Gravidez na adolescência, 15 a 17 anos

Percentual de mulheres, de 15 a 17 anos de idade, residentes no município, que já tiveram filho. Fonte dos dados: Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), organizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no Atlas Brasil, lançado em 2013.
Mapa 20 – Mortalidade infantil, a cada mil nascimentos

Taxa de mortalidade até um ano de idade. Número médio de crianças que não sobrevivem ao primeiro ano de vida em cada 1.000 crianças nascidas vivas, levando-se em conta o nível e o padrão de mortalidade infantil, prevalecentes no Censo de 2010, do IBGE. Fonte de dados: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), através do Atlas Brasil, lançado em 2013.
SANEAMENTO BÁSICO
Mapa 21 – Pessoas atendidas por serviço de esgotamento sanitário

Coleta de esgoto. Percentual da população total residente no município cuja residência está conectada a redes de esgoto, sendo atendida com esgotamento sanitário pelo prestador de serviços. Fonte de dados: Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), vinculado ao Ministério das Cidades (MCidades), ano-base: 2014.
Mapa 22 – Pessoas atendidas por rede de água

Abastecimento de água. Percentual da população total residente no município cuja residência está conectada a economias ativas de água, sendo atendida pelo prestador de serviços. Fonte de dados: Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), vinculado ao Ministério das Cidades (MCidades), ano-base: 2014.
Mapa 23 – Pessoas atendidas por serviço de coleta de lixo

Resíduos Sólidos. Percentual da população total residente no município que é atendida pelas distintas formas de coleta e destinação final do lixo. Fonte de dados: As informações são produzidas pelo IBGE e organizadas no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), vinculado ao Ministério das Cidades (MCidades), ano-base: 2014.

*A Casa Fluminense é um espaço permanente para a construção coletiva de políticas e ações públicas por um Rio mais justo, democrático e sustentável.

Da Casa Fluminense, in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 25/01/2018

Autor: Casa Fluminense
Fonte: EcoDebate
Sítio Online da Publicação: EcoDebate
Data de Publicação: 25/01/2018
Publicação Original: https://www.ecodebate.com.br/2018/01/25/mapa-da-desigualdade-23-indicadores-sobre-sete-temas-chave-da-realidade-metropolitana-do-rio-de-janeiro/

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Inscrições para o Mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública se encerram nesta sexta



Fonte: Ensp/Fiocruz

A chamada pública para 2ª entrada do Mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública (Seleção 2018) já está disponível na Plataforma Siga Stricto Sensu Fiocruz. O curso oferece 50 vagas, distribuídas nas seguintes áreas de concentração: Epidemiologia Geral; Epidemiologia das Doenças Transmissíveis; Epidemiologia, Etnicidade e Saúde; e Métodos Quantitativos em Epidemiologia. Neste ano, do total de vagas destinadas ao mestrado, 10%, ou seja, cinco vagas, serão providas para candidatos que se declararem pessoa com deficiência ou se autodeclararem negros (pretos e pardos) ou indígenas. As inscrições estão abertas até 15 de dezembro. O edital da 2ª Chamada para o Mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública - Seleção 2018 está disponível na Plataforma Sigass e no Portal de Ensino.

Mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública

O Mestrado Acadêmico em Ciências na área de Epidemiologia em Saúde Pública, credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, tem como objetivo a formação de docentes, pesquisadores e gestores numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional. É desenhado para o aprofundamento do conhecimento técnico-científico e acadêmico, possibilitando a formação de docentes para o ensino superior, bem como o desenvolvimento de competência para realizar pesquisas e desenvolver processos, produtos e metodologias em diferentes áreas, considerando os contextos epidemiológico, social e ambiental, nos cenários nacional e internacional.





Autora: Ensp/Fiocruz
Fonte: Fiocruz
Sítio Online da Publicação: G1
Data de Publicação: 12/12/2017
Publicação Original: https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/inscricoes-para-o-mestrado-em-epidemiologia-em-saude-publica-se-encerram-nesta-sexta