sexta-feira, 17 de abril de 2020

Começa hoje segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra Gripe

SERJUSMIG :: Vacinação contra gripe: TJMG fornece vacinas na ...

A expectativa é vacinar 15,6 milhões de pessoas. Entre os públicos prioritários estão povos indígenas, doentes crônicos, profissionais de transporte coletivo (motoristas e cobradores) e portuários

A partir de hoje (16), todos os públicos da segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe já podem procurar um dos 42 mil postos de saúde para se vacinar. Indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivo, além de trabalhadores portuários se juntam ao grupo prioritário da segunda fase da campanha, formado por membros das forças de segurança e salvamento; pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. A segunda fase da campanha segue até o dia 8 de maio.

Profissionais de transporte coletivo (motoristas e cobradores) e portuários devem buscar a vacinação, independente do seu estado ou município de residência, em qualquer serviço público de vacinação, fixo ou móvel, pois transitam em todo o país. Recomenda-se a apresentação de algum documento comprobatório, como carteira de trabalho, o contracheque com documento de identidade, a carteira de sócio (a) dos sindicatos de transportes, carteira de habilitação (categorias C, D ou E), registro no Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) ou declarações dos serviços onde atuam.

Também em função da vulnerabilidade dos povos indígenas, o Ministério da Saúde decidiu antecipar a vacinação contra influenza desse público para o dia 16 de abril. Os indígenas receberão as equipes de vacinação em suas aldeias que adotarão todas as medidas de prevenção e controle do novo coronavírus já estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Em todos os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) do país as vacinas seguirão até as aldeias de carro, de barco ou de avião, sempre observando as recomendações de conservação da temperatura e de armazenamento das doses.

Neste ano, o Ministério da Saúde mudou o início da campanha contra influenza, de abril para março, para proteger de forma antecipada os grupos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe. Devido a circulação do coronavírus no país, cada estado e município tem buscado estratégias para diminuir concentração de pessoas, em especial nos serviços de saúde. Esta vacina não protege contra o coronavírus, porém, neste momento, irá auxiliar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico da gripe, já que os sintomas são parecidos, o que auxilia na exclusão de diagnósticos E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde.

Na primeira fase da campanha, de 23 de março a 15 de abril, foram vacinados idosos e trabalhadores da saúde. O país superou a meta de vacinar 90% dos idosos contra a influenza, alcançanda, até o início desta quinta-feira (16), 19,9 milhões de idosos (95,55%). Na primeira fase também foram vacinados 4 milhões (80,75% da meta) de trabalhadores da saúde.
DOSES ENVIADAS

Todos os estados estão abastecidos para iniciar a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Para isso, o Ministério da Saúde investiu R$ 1,1 bilhão na aquisição total de 79 milhões de doses da vacina para as três fases. Mais de 39,8 milhões de doses já foram enviadas às Unidades Federadas para atender o público-alvo das duas primeiras fases, sendo 15,1 milhões para a segunda fase. A vacina, composta por vírus inativado e, protege contraos vírus influenzaA(H1N1)pdm09, A(H3N2) e Influenza B.

Toda semana, o Ministério da Saúde envia novas remessas de lotes da vacina aos estados, conforme entrega do Instituto Butantan que antecipou em um mês sua produção, para que o país iniciasse a vacinação da população contra a gripe. Os estados são responsáveis por fazer a distribuição aos municípios.
TERCEIRA FASE

A terceira fase da campanha terá início no dia 9 de maio com foco nas pessoas com deficiência; professores; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes; mães no pós-parto até 45 dias e pessoas acima de 55 a 59 anos de idade.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe segue até 22 de maio e a meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos.

CONHEÇA AS FASES E OS PÚBLICOS PRIORITÁRIOS DA CAMPANHA
Fases da Campanha
Público-alvo
1ª fase (a partir de 23 de março)
- Idosos com 60 anos ou mais de idade
- Trabalhadores da saúde
2ª fase (a partir de 16 abril)
- Membros das forças de segurança e salvamento
- Pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais
- Caminhoneiros, profissionais de transporte coletivo (motoristas e cobradores) e portuários
- Povos indígenas
- Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas
- População privada de liberdade
- Funcionários do sistema prisional
3ª fase (de 09 a 22 de maio)
- Pessoas com deficiência
- Professores
- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
- Gestantes
- Mães no pós-parto até 45 dias
- Pessoas de 55 anos a 59 anos de idade
Por Jéssica Cerilo, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315- 3580 / 2745

Autor: nytimes
Fonte: nytimes
Sítio Online da Publicação: nytimes
Data: 16/04/2020
Publicação Original: 
https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46743-comeca-hoje-a-segunda-fase-da-campanha-nacional-de-vacinacao-contra-gripe

Nelson Teich toma posse como Ministro da Saúde

Na transmissão da posse, o novo ministro da Saúde agradeceu a oportunidade de chefiar a saúde do país e assumiu o compromisso de assegurar o bem-estar dos brasileiros



Foto: Erasmo Salomão / ASCOM MS

“Vim para trazer uma vida melhor para as pessoas do Brasil”, declarou o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, ao discursar em cerimônia de posse no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (17). Ao lado do Presidente da República, Jair Bolsonaro, Teich reconheceu o desafio e a responsabilidade que o cargo exige. “Recebo essa missão e é uma honra estar aqui. Hoje começo minhas atividades e vou trabalhar muito na qualidade da informação e na interação de equipes”, destacou.

Nelson Teich possui graduação em medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e duas especializações: em Medicina Interna e em Oncologia Clínica. Possui ainda pós-graduação em Economia da Saúde e mestrado em Avaliação Econômica de Tecnologia de Saúde pela Universidade de York, do Reino Unido. Atuou como médico no Hospital de Praia Brava, em Angra dos Reis (RJ), e no Hospital Geral de Jacarepaguá (RJ). Também é um dos fundadores do Grupo COI (Clínicas Oncológicas Integradas), que presidiu até 2018, onde também criou o Instituto de Gestão, Educação e Pesquisa, destinado a realização de pesquisas clínicas sobre câncer.

O ministro da Saúde, Nelson Teich, destacou que pretende trabalhar de forma integrada com os demais ministérios para a composição dos determinantes sociais da saúde, como fatores sociais e econômicos, para a garantia do bem-estar das pessoas. “O que é importante neste momento é a gente acionar pessoas não só da área da saúde, mas também nos ministérios que, de alguma forma, tenham relação direta com os problemas atuais da saúde e da COVID-19. Vamos entender como esses problemas interagem com a saúde. Então, vamos criar uma estratégia de abordagem de problema para que possamos melhorar a eficiência de como vamos trabalhar o momento atual e o futuro”, disse.
CORONAVÍRUS E OUTRAS DOENÇAS

Durante seu primeiro discurso como ministro da Saúde, Nelson Teich, reforçou a importância da informação e de se conhecer de fato a doença. Para ele, é necessário conscientizar as pessoas para o que, de fato, o problema representa. “Ainda há uma pobreza muito grande de informações, o que leva a um nível de ansiedade e medo. Além da COVID-19, temos que trabalhar para administrar o comportamento da sociedade. Vamos trabalhar trazendo confiança por meio da informação de qualidade, planejamento e conhecimento, porque aí sim será possível achar uma solução”, explicou Teich.

O ministro reforçou também o olhar para outras doenças, que não podem ficar de lado, e que contará com o apoio de uma rede de pessoas para formação de um time em busca das melhores soluções. “Vamos trazer pessoas certas para os problemas certos e dar a essas pessoas condições de trabalhar. Vamos trabalhar todos juntos”, disse.

Durante a solenidade, Teich agradeceu ao ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pelo trabalho feito até então. “Vamos juntar o que já temos de informação, ampliar e detalhar mais, olhar o que está faltando e desenhar um programa para entender o que está acontecendo. Quando isso acontecer, a solução virá quase que naturalmente”, concluiu.

Ao dar boas-vindas ao novo ministro da Saúde, o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, reforçou que, como chefe de estado, olha para a saúde e enxerga, também, outras situações, que também devem ter a atenção necessária. “Desejo sorte ao novo ministro, Nelson Teich, que entra em cena e o cumprimento pela sua coragem. Não é apenas ser ministro, é buscar melhorar a saúde do Brasil, que não é de hoje que tem seus problemas”, destacou o presidente da República.

O ex-ministro Luiz Henrique Mandetta agradeceu a oportunidade de trabalhado e fez um balanço de ações feitas durante um ano e quatro meses à frente da pasta. “Encontramos um país que não tinha diálogo com a Atenção Primária. Criamos, pela primeira vez em 31 anos de SUS, a Secretaria Nacional de Atenção Primária e demos os passos para a reestruturação do SUS, com métrica de desempenho. Também pela primeira vez o Brasil vai medir o que faz em saúde. Se saúde é investimento, todo investimento precisa ser medido para saber o seu retorno à sociedade”, enfatizou o ex-ministro da Saúde.

Assista, na íntegra, à coletiva com a cerimônia do posse do novo ministro


Por Gustavo Frasão, da Agência SaúdeAtendimento à imprensa(61) 3315-3880 / 3533


Autor: Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministério da Saúde
Data: 17/04/2020
Publicação Original: 
https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46747-nelson-teich-toma-posse-como-ministro-da-saude

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Um pequeno estudo no Brasil foi interrompido precocemente por motivos de segurança, após pacientes com coronavírus tomarem uma dose mais alta de cloroquina e desenvolverem batimentos cardíacos irregulares

Packets of Nivaquine tablets containing chloroquine, and Plaquenil tablets containing hydroxychloroquine. Both drugs have been promoted by President Trump as a coronavirus treatment.

Um pequeno estudo no Brasil foi interrompido precocemente por motivos de segurança, após pacientes com coronavírus tomarem uma dose mais alta de cloroquina e desenvolverem batimentos cardíacos irregulares que aumentavam o risco de arritmia cardíaca potencialmente fatal.

A cloroquina está intimamente relacionada à droga hidroxicloroquina mais amplamente utilizada. O presidente Trump os promoveu com entusiasmo como um tratamento potencial para o novo coronavírus, apesar de poucas evidências de que funcionem e apesar das preocupações de alguns de seus principais funcionários da área de saúde. No mês passado, a Food and Drug Administration concedeu aprovação de emergência para permitir que os hospitais usem cloroquina e hidroxicloroquina do estoque nacional, se os ensaios clínicos não forem viáveis. As empresas que fabricam os dois medicamentos estão aumentando a produção.

O estudo brasileiro envolveu 81 pacientes hospitalizados na cidade de Manaus e foi patrocinado pelo estado brasileiro do Amazonas. Foi publicado no sábado no medRxiv, um servidor on-line de artigos médicos, antes de ser submetido à revisão por outros pesquisadores. Como as diretrizes nacionais do Brasil recomendam o uso de cloroquina em pacientes com coronavírus, os pesquisadores disseram que incluir um placebo em seu estudo - considerado a melhor maneira de avaliar um medicamento - era uma "impossibilidade".

Apesar das limitações, médicos de doenças infecciosas e especialistas em segurança de medicamentos disseram que o estudo forneceu mais evidências de que a cloroquina e a hidroxicloroquina, ambas usadas no tratamento da malária, podem causar danos significativos a alguns pacientes, especificamente o risco de arritmia cardíaca fatal. Os pacientes do estudo também receberam o antibiótico azitromicina, que apresenta o mesmo risco cardíaco. Hospitais nos Estados Unidos também estão usando azitromicina para tratar pacientes com coronavírus, geralmente em combinação com a hidroxicloroquina.

"Para mim, este estudo transmite uma informação útil: a cloroquina causa um aumento dependente da dose de uma anormalidade no eletrocardiograma que pode predispor as pessoas à morte cardíaca súbita", disse o Dr. David Juurlink, internista e chefe da divisão de farmacologia clínica da Universidade de Toronto, referindo-se a um eletrocardiograma, que lê a atividade elétrica do coração.


Autor: nytimes
Fonte: nytimes
Sítio Online da Publicação: nytimes
Data: 12/04/2020
Publicação Original: https://www.nytimes.com/2020/04/12/health/chloroquine-coronavirus-trump.html

Ibama interrompe desmatamento ilegal em floresta de araucária no Paraná durante pandemia de coronavírus



Brasília (09/04/2020) – Agentes do Ibama apreenderam três tratores, uma retroescavadeira, duas caminhonetes e duas motosserras durante ação de combate ao desmatamento ilegal em floresta de araucária no município de Paula Freitas, no Paraná. Dez infratores que agiam a serviço de uma empresa florestal influente na região foram identificados.


Os danos atingiram Área de Preservação Permanente (APP) e espécies ameaçadas de extinção, como araucária, canela, cedro e xaxim. Parte da floresta era alvo de corte seletivo. Em outro trecho, a destruição ocorria a corte raso, com uso de maquinário pesado. Dois tratores apreendidos apresentavam as mesas características de equipamentos empregados em desmates de grandes dimensões na Amazônia, como esteira e lâmina frontal. De acordo com a investigação, a floresta nativa seria reflorestada com espécies exóticas, como pinus.


A operação foi planejada a partir da análise de imagens de satélite que apontaram danos à floresta em cerca de 250 hectares. Em campo, os agentes ambientais encontraram uma cova aberta com grande quantidade de toras de araucária, que seriam enterradas para ocultar as atividades ilegais.

A região centro-sul do Paraná abriga os últimos remanescentes de floresta de araucária do estado. Dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA) apontam que apenas 0,8% da vegetação em estágio avançado de regeneração permanece em pé. O local onde ocorreu a operação integra o bioma Mata Atlântica, mais especificamente floresta com araucária, que apresenta um dos maiores índices de destruição do país. O Paraná é o segundo estado no ranking de desmatamento da Mata Atlântica.

A equipe de fiscalização retornará ao local nos próximos dias para exame detalhado dos danos causados e conclusão dos procedimentos administrativos.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados:

Assessoria de Comunicação do Ibama
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Autor: ibama
Fonte: ibama
Sítio Online da Publicação: ibama
Data: 15/04/2020
Publicação Original: https://www.ibama.gov.br/noticias/1487-2020/2201-ibama-interrompe-desmatamento-ilegal-em-floresta-de-araucaria-no-parana-durante-pandemia-de-coronavirus

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Suzano doa 20 respiradores e 90 mil máscaras ao Ministério da Saúde

Os equipamentos serão distribuídos para os locais que tiverem mais necessidade para fortalecer a assistência prestada à população

Nesta quarta-feira (15) pousa no aeroporto de Guarulhos (SP), às 09h05, um voo com 159 respiradores e 300 mil máscaras N95 adquiridos pela Suzano – empresa brasileira do setor de celulose e papel. Deste total, a Suzano doará 20 respiradores e 90 mil máscaras N95 ao Ministério da Saúde. Após o desembaraço da carga, o Ministério da Saúde irá fazer o deslocamento para o seu Centro Nacional de Armazenagem, que fica em São Paulo. Para isso, solicitou apoio de escolta da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O Ministério da Saúde está construindo um planejamento para distribuição destes itens, identificando as localidades mais necessitadas.

Em relação ao restante dos equipamentos adquiridos pela Suzano, a própria empresa definiu os estados e será responsável pelo processo de distribuição.

Nesta semana, o Ministério da Saúde assinou contrato para aquisição de 4.300 respiradores da empresa brasileira Intermed Equipamento Médico Hospitalar. Na semana passada, já havia assinado outro contrato para a compra de 6.500 respiradores com a empresa Magnamed, também com produção nacional. Ainda neste mês as empresas devem começar a distribuir os equipamentos ao Ministério da Saúde que os destinará aos serviços de saúde da rede pública.

No último final de semana, o Ministério da Saúde enviou outros 60 respiradores para três capitais do país que estavam precisando ampliar com urgência o número de leitos de tratamento intensivo para atender os doentes de COVID-19. Foram distribuídos 30 respiradores para Fortaleza (CE), 20 para Manaus (AM) e 10 para Macapá (AP). Esses equipamentos fazem parte das requisições administrativas feitas às empresas exportadoras.

Também na última segunda-feira (13), o Ministério da Saúde requisitou administrativamente outros 13 respiradores, que deverão ser distribuídos aos serviços de saúde, conforme necessidade.

O Ministério da Saúde, de forma emergencial, também realizou a locação de 540 leitos de UTI volantes, de instalação rápida. Deste total, 340 já foram entregues em 11 estados do país. Cada um destes leitos possui um respirador. Desta forma, o Ministério da Saúde tem expandido a oferta de respiradores no país.


Da Agência Saúde
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(61) 3315-3580 / 2351 / 3713


Autor: Ministerio da Saúde
Fonte: Ministerio da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministerio da Saúde
Data: 15/04/2020
Publicação Original: https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46736-suzano-doa-20-respiradores-e-90-mil-mascaras-ao-ministerio-da-saude

Ministério da Saúde antecipa vacinação contra Influenza para os Povos Indígenas

Vacinação inicia em 16 de abril em aldeias de todo Brasil

Em função da vulnerabilidade dos povos indígenas, o Ministério da Saúde decidiu antecipar a vacinação contra Influenza para o dia 16 de Abril. Os indígenas receberão as equipes de vacinação em suas aldeias que adotarão todas as medidas de prevenção e controle do novo coronavírus já estabelecidas pelo Ministério da Saúde. A vacina Influenza Trivalente que será utilizada na campanha tem a seguinte composição: Influenza Tipo A (H1N1)pdm09, Influenza Tipo A (H3N2) e Influenza Tipo B (Victoria).

Em todos os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) do país as vacinas seguirão até as aldeias de carro, de barco ou de avião, sempre observando as recomendações de conservação da temperatura e de armazenamento das doses. O esforço atende a determinação do Ministério da Saúde para aumentar a cobertura da vacina contra Influenza que causa significativos problemas de saúde aos povos indígenas. Apesar de não proteger contra o Coronavírus, a vacina contra Influenza tem o objetivo de diminuir a ocorrência de casos graves, que podem levar a hospitalizações e óbitos.

“As Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena em todo o Brasil já estão a postos para iniciar a vacinação. Todos os indígenas aldeados a partir de 06 meses de idade serão vacinados. Nosso empenho é para que todos sejam imunizados adequadamente” explicou Robson Silva, Secretário Especial de Saúde Indígena. Desta forma, além dos cuidados relativos à vacinação, todos os protocolos e notas técnicas relativas à COVID-19 serão observados.

Atendimento à imprensa:
(61) 3315.3580

Autor: Ministerio da Saúde
Fonte: Ministerio da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministerio da Saúde
Data: 15/04/2020
Publicação Original: 
https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46737-ministerio-da-saude-antecipa-vacinacao-contra-influenza-para-os-povos-indigenas

Coronavírus: 28.320 casos confirmados e 1.736 mortes

Foram 3.058 novas confirmações em 24 horas. São Paulo concentra a maior parte das notificações da lista nacional. Todos os estados agora registram mortes pela doença




Subiu para 28.320 o número de casos confirmados de coronavírus no Brasil. Foram 3.058 novas confirmações em 24 horas, o maior número até agora. O número de óbitos também aumentou, agora são 1.736. Os números estão consolidados com as informações que foram repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde ao Ministério da Saúde até às 14h desta quarta-feira (15).


A maior parte das notificações da lista nacional está em São Paulo, com 11.043 casos confirmados e 778 mortes. Agora, todos os estados, além de casos confirmados, também apresentam óbitos pela doença, incluindo Tocantins, que até esta terça-feira (14) ainda não registrava mortes.

Atualmente, os estados do Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Roraima estão em estado de emergência, ou seja, precisam de redobrar os cuidados em relação à prevenção do coronavírus por estarem 50% acima da incidência nacional de casos de coronavírus.
HOSPITALIZAÇÕES E GRUPOS DE RISCO

Do total de casos, 6.634 estão em estado grave, necessitando de internação em hospitais de referência em todo o Brasil. Atualmente, dos 1.736 óbitos confirmados, 73% ocorreram em pessoas com mais de 60 anos e 73% do total das vítimas apresentavam pelo menos um fator de risco.

Pessoas acima de 60 anos se enquadram no grupo de risco, mesmo que não tenham nenhum problema de saúde associado. Além disso, pessoas de qualquer idade que tenham comobirdades, como cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal, imunodepressão, obesidade, asma e puérperas, entre outras, também precisam redobrar os cuidados nas medidas de prevenção ao coronavírus.

Assista, na íntegra, à coletiva com a atualização dos dados

Da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3713 / 3580 / 2351





Autor: Ministerio da Saúde
Fonte: Ministerio da Saúde
Sítio Online da Publicação: Ministerio da Saúde
Data: 15/04/2020
Publicação Original: https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46738-coronavirus-28-320-casos-confirmados-e-1-736-mortes