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quarta-feira, 18 de maio de 2022

Observatório da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Estado do Rio de Janeiro

 No dia 19 de maio de 2022, das 18h às 21h, no Auditório do Campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida (UVA) será realizado o “IV Simpósio de Planejamento e Gestão Ambiental da UVA”. Nesta edição serão abordadas diferentes "Perspectivas do Novo Plano Nacional de Resíduos Sólidos".


 

A programação do evento incluirá:


Palestra 1: “O Novo Plano Nacional de Resíduos” a ser proferida pelo Dr. André França, Secretário Nacional de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente.


Palestra 2: “Desafios do Novo Plano Nacional de Resíduos” a ser proferida pelo Dr. Rodrigo Silva, consultor ambiental experiente com ampla atuação empresarial no estado do Rio de Janeiro.


Lançamento do “Grupo de Pesquisa Tratamento, Destinação e Disposição Final de Resíduos da UVA”, coordenados pelo Dr. Carlos Canejo e pelo Dr. Ricardo Soares, divulgando a inauguração do "Observatório da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Estado do Rio de Janeiro" (https://www.observatoriodosresiduosrj.com/).


Lançamento do Livro "Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: Múltiplas Perspectivas para um gerenciamento sustentável e circular" pela editora Freitas Bastos Shopping Escolar.


Será um prazer enorme receber a todos!


Entretanto, para garantir o seu lugar no evento será necessário realizar inscrição prévia no link abaixo:


https://forms.gle/cFTw2QqKSA4KxuMP6


ATENÇÃO: Evento com vagas limitadas, auditório sujeito à lotação. Não deixe para a última hora!!!


OBS: Em função das questões sanitárias, recomendamos fortemente o uso de máscaras durante a realização do evento.


Vemos vocês na #UVA


Autor: observatoriodosresiduosrj
Fonte: observatoriodosresiduosrj
Sítio Online da Publicação: observatoriodosresiduosrj
Data: 18/05/2022
Publicação Original: https://www.observatoriodosresiduosrj.com/


sexta-feira, 16 de março de 2018

O papel das mulheres na conservação e gestão da água


O pagamento por serviços ambientais hídricos é tema de estudo na Embrapa Solos – Alba Martins, Azeneth Schuler, Elaine Fidalgo e Rachel Prado (pesquisadoras da Embrapa Solos, Rio de Janeiro-RJ)


O papel da mulher na conservação e gestão da água aparece formalmente nos princípios apontados durante a Conferência Internacional de Água e Meio Ambiente, em Dublin, Irlanda, em 1992, quando representantes de 100 países e 80 organismos internacionais, intergovernamentais e não governamentais reuniram-se e diagnosticaram que a situação futura dos recursos hídricos no mundo era crítica. Naquela ocasião, foram estabelecidos quatro princípios para a gestão sustentável da água: i) a água doce é um recurso finito e vulnerável, essencial para a manutenção da vida, para o desenvolvimento e para o meio ambiente; ii) seu gerenciamento deve ser baseado na participação dos usuários, dos planejadores e dos formuladores de políticas, em todos os níveis; iii) as mulheres desempenham papel essencial na provisão, no gerenciamento e na proteção da água; e iv) o reconhecimento do valor econômico da água (www3.snirh.gov.br/portal/snirh/centrais-de-conteudos/conjuntura-dos-recursos-hidricos).

A partir da Declaração de Dublin, o papel das mulheres no gerenciamento da água para a saúde (água potável e saneamento), alimentação e equilíbrio dos ecossistemas foi reconhecido em diversos documentos internacionais. Em 2000, oito Metas de Desenvolvimento do Milênio foram estabelecidas pelas Nações Unidades visando erradicar a pobreza, sendo uma delas a meta 3 – Promoção da Igualdade de Gênero. O tema água aparece na descrição das metas 1-Erradicação da Fome e 7- Sustentabilidade Ambiental, enquanto aspectos relativos às mulheres são considerados em todas as metas, com a surpreendente exceção da meta de 7-Sustentabilidade Ambiental.

O “Relatório sobre o Desenvolvimento de Gênero e Água” (2003), da Aliança Gênero e Água, supre lacunas importantes para a compreensão da interdependência entre gestão hídrica sustentável e equidade de gênero. A partir de análises de quatro setores da água: Água para Natureza; Saneamento para os Povos; Água para os Povos e Água para Alimentação. Estas análises sustentam com argumentos as seguintes propostas: i) o envolvimento de mulheres e homens nos papéis de tomada de decisão em todos os níveis pode promover a sustentabilidade da gestão de recursos hídricos escassos; ii) a gestão integrada e sustentável da água pode contribuir significativamente para a equidade de gênero, a partir da melhoria do acesso de mulheres e homens à água e aos serviços hídricos para suprir suas necessidades essenciais (Disponível em www.gewamed.net/share/img_documents/19_rep_iwrm1.pdf).

Ao fim do período estabelecido para as Metas de Desenvolvimento do Milênio (2000-2015), com progressos significativos de combate à pobreza, as Nações Unidas definiram uma nova agenda com dezessete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), cujas descrições contêm metas específicas de alcance até 2030. Entre os ODS, o quinto se relaciona a “Igualdade de Gênero” e o sexto a “Água potável e Saneamento”. O papel da mulher na gestão hídrica não aparece claramente nas metas estabelecidas para estes dois ODS. Apenas uma meta do sexto ODS (6.5) prevê “implementar a gestão integrada dos recursos hídricos em todos os níveis, (…)”, contendo implícito o conceito dos Princípios de Dublin (1992) que traz a centralidade da participação das mulheres na gestão da água. Cabe destacar ainda metas que implicam no fortalecimento da questão de gênero também no setor de água e saneamento, como a meta 6.2, de “acesso a saneamento e higiene adequados e equitativos para todos, (…), com especial atenção para as necessidades das mulheres e meninas e daqueles em situação de vulnerabilidade”. Relacionadas ao objetivo “Igualdade de Gênero”, destacam-se as metas: 5.5. “garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública”; 5.c “adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis”.

No Brasil

A incorporação da perspectiva de gênero na gestão hídrica, de acordo com a agenda internacional, propõe o maior envolvimento de mulheres na tomada de decisões sobre o tema. No Brasil, tem-se observado a crescente presença das mulheres em posicionamentos relacionados à água, embora a participação nos processos decisórios seja ainda reduzida. Historicamente, a gestão da água esteve mais voltada às soluções de engenharia, com uma expressiva maioria de profissionais homens. Nas últimas décadas ocorreram mudanças de paradigmas na gestão da água, que passou a compreender questões de conservação ambiental e de impactos sociais, como também cresceu o número de mulheres profissionais de engenharia e de outras profissões que atuam no tema de água. Embora estes fatos tenham contribuído para o aumento de mulheres na gestão hídrica, certamente um fator decisivo foi a mobilização das mulheres junto à sociedade civil, cuja participação nas instâncias de gestão da água é garantida pela Política Nacional de Recursos Hídricos. No entanto, a participação da mulher em comitês de bacias hidrográficas, bem como nos conselhos de recursos hídricos estaduais e nacional, ainda não ocorre de forma igualitária.

Em setembro de 2017, Agência Nacional de Águas (ANA), organizou um curso sobre o tema “Água e Gênero ” para abordar as assimetrias de gênero relacionadas à água, entre profissionais da Agência e dos setores de recursos hídricos e meio ambiente. No mês seguinte, a Agência promoveu a Oficina “Construindo uma Agenda de Água e Gênero para o Brasil e para a América Latina ”, juntamente com a Parceria Global pela Água (GWP) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), buscando delinear ações estratégicas de gênero para a ANA e para o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH). O curso e a oficina foram organizados pelo Comitê Pró-Equidade de Gênero, instalado pela Portaria ANA nº 326, de 22 de dezembro de 2016, a fim de acompanhar as ações para cumprimento do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM) e fortalecer a equidade de gênero nas políticas e instrumentos de gestão da água.

Além disso, no âmbito das discussões do Projeto Legado , esforço institucional de consolidação de propostas para o aperfeiçoamento da Política Nacional de Recursos Hídricos, foi proposto incluir a adoção de cotas para a participação de mulheres no Conselho Nacional de Recursos Hídricos. A criação de cota foi retirada do texto, ainda na fase de discussões preliminares. Em contrapartida, no texto final do Projeto, de dezembro de 2017 , foi proposta como alteração da Lei 9.433/1997, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos, a inclusão no Art. 1º de um novo inciso (VII) contendo o terceiro princípio de Dublin, qual seja, “as mulheres desempenham papel central no fornecimento, gestão e proteção da água”. Este fato mostra a necessidade de avanços na formulação de políticas públicas que reconheçam e promovam a participação das mulheres nas decisões relativas à água.

Gestão hídrica: acesso à água e saneamento

Segundo o Instituto Trata Brasil, 35 milhões de habitantes não possuem acesso à água tratada, metade da população – 100 milhões – não têm coleta de esgotos e apenas 40% dos esgotos coletados são tratados, os outros 60% são lançados sem tratamentos nos rios, riachos e córregos. O problema é grave e embora a questão do saneamento básico afete a todos, os mais prejudicados e que sofrem o maior impacto são as famílias de baixa renda, muitas residentes em áreas impróprias para habitação, frequentemente em condição de irregularidade. Como agravante, o Brasil possui índices elevados de perdas de água nas redes de abastecimento. Os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) 2013 mostram que as perdas na distribuição de água estão estimadas em 37% do volume e as perdas financeiras totais em 39% dos ganhos (Disponível em: www.tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-das-100-maiores-cidades-2017).

Ao se analisar as condições de suprimento de água e saneamento, verifica-se a marginalização do meio rural cuja população ainda enfrenta grandes dificuldades de acesso à água de qualidade. Situação mais grave ocorre nas regiões afetadas pela desertificação e/ou por secas, onde a água para atender às necessidades domésticas ainda é, em algumas localidades, buscada em latas na cabeça pelas mulheres e crianças a longas distâncias. Este cenário é agravado com a insuficiência de políticas públicas estruturadoras que tratem a questão hídrica de forma justa e equitativa, havendo ainda o risco do aumento de eventos extremos associados às mudanças climáticas.

Os avanços necessários para uma boa gestão da água no meio rural compreendem desde o saneamento universalizado, o estabelecimento de sistemas de irrigação mais eficientes e o reuso da água, até o envolvimento das comunidades rurais pela informação e educação sobre os cuidados com a água no ambiente doméstico e na produção agropecuária. Destaca-se que as principais causas da escassez hídrica no Brasil são de natureza humana, como a falta de priorização de recursos humanos e financeiros destinados ao cuidado com as águas, desperdícios, má gestão e falta de governança. Embora prevaleçam cenários de precariedade na gestão da água quanto a seu abastecimento e ao saneamento, várias organizações sociais têm buscado alternativas de melhorias. É neste espaço que as mulheres estão geralmente mais presentes.

A contribuição da pesquisa agropecuária na gestão da água

Ao lado da equidade na participação dos atores sociais na gestão da água, o desenvolvimento científico no manejo e conservação do solo e da água também é fundamental para a produção de alimentos que garanta a provisão dos serviços ecossistêmicos, incluindo os hídricos. Diversas pesquisas da Embrapa têm sido voltadas à conservação e ao uso adequado da água no meio rural, principalmente na agricultura, mas também para uso doméstico e saneamento. O portal Água na Agricultura apresenta conteúdos sobre ciência e tecnologia para o manejo da água, desenvolvidos pela Embrapa.

Um fato que chama a atenção é o elevado número de pesquisadoras da empresa que atuam no tema “água”, integrado a diferentes linhas de pesquisa da agricultura.

Na Embrapa Solos, o Núcleo Temático “Uso da Terra e Serviços Ambientais” (NT-UTSA) tem atuado no desenvolvimento de ferramentas e diretrizes para apoiar as iniciativas de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) hídricos em curso no país. Essas iniciativas remuneram os produtores rurais que atuam em prol da conservação ambiental, viando melhorar a produção da água em bacias hidrográficas (http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/160960/1/Manual-PSA-hidricos-2017.pdf). O desenvolvimento de tecnologias para a agricultura familiar no semiárido é outra linha de pesquisa considerada vital para a sobrevivência de comunidades em condições vulneráveis às variações climáticas, destacando-se as barragens subterrâneas para armazenamento de água em áreas agrícolas.

Para incorporar o recorte de gênero no desenvolvimento de projetos de pesquisa do centro de pequisa, em outubro de 2017, a equipe da Embrapa Solos enviou uma representante para participar de treinamento oferecido pela Agência Nacional de Águas sobre água e gênero. O Núcleo UTSA pretende se aprofundar nessa temática a fim de contribuir com o desenvolvimento de soluções na agricultura para a redução da pobreza em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) “Igualdade de Gênero” e “Água e Saneamento”.

Referências
THE DUBLIN STATEMENT. International Conference on Water and the Environment: Development issues for the 21st century. 26-31 January 1992, Dublin, Ireland. Disponível em: <www.ircwash.org/sites/default/files/71-ICWE92-9739.pdf>.


Por Carlos Dias (20.395 MTb RJ)
Embrapa Solos

in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 16/03/2018


Autor: Carlos Dias
Fonte: Embrapa Solos
Sítio Online da Publicação: EcoDebate
Data de Publicação: 16/03/2018
Publicação Original: https://www.ecodebate.com.br/2018/03/16/o-papel-das-mulheres-na-conservacao-e-gestao-da-agua/

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

FSP-USP oferece Curso de Especialização em Economia e Gestão em Saúde





Oportunidade é voltada a profissionais da área da saúde, com particular ênfase no SUS. Inscrições até 1º de fevereiro (foto: FAPESP)

Agência FAPESP – A Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP realizará o curso de especialização Economia e Gestão em Saúde de 23 de fevereiro a 27 de abril de 2018. O objetivo do curso é oferecer formação especializada em Economia da Saúde a profissionais que atuam na área da saúde, com particular ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS).

Candidatos deverão ter formação universitária e disponibilidade de computador conectado à internet. O curso terá 360 horas-aula e 40 horas para elaboração de trabalho de conclusão de curso. A carga horária envolve o desenvolvimento de 10 disciplinas, baseadas em processo interativo por meio de solução de problemas. As aulas serão às sextas, das 17 às 21 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas.

Os temas das disciplinas serão “Fundamentos da Economia da Saúde”; “Gestão Orçamentária e Financeira em Saúde”; “Necessidade, Eficiência e Equidade em Saúde”; “Avaliação Econômica em Saúde”; “Gestão Estratégica de Custos em Saúde”; “Ferramentas Estatísticas para Economia da Saúde”; “Estratégias de Expansão e Políticas do Setor Farmacêutico”; “Ferramentas Microeconômicas para Economia da Saúde”; “Avaliação de Tecnologias em Saúde”; e “Metodologia Científica”.

Para se inscrever, os interessados devem enviar, até 1º de fevereiro, ficha de inscrição, comprovante de depósito bancário, currículo e cópia de CPF, RG, diploma de graduação ou declaração de conclusão para o e-mail ccexfsp@fsp.usp.br. A taxa de inscrição custa R$ 50 e a de matrícula R$ 850. Além disso, há 12 mensalidades de R$ 850.

A seleção dos candidatos será feita por análise curricular e entrevista, que será realizada entre os dias 6 e 8 de fevereiro.

O local do curso será o prédio da FSP-USP, localizada na av. Dr. Arnaldo, 715, Cerqueira César, São Paulo.

Mais informações: www.fsp.usp.br/site/eventos/mostrar/6616.

Autor: FAPESP
Fonte: FAPESP
Sítio Online da Publicação: FAPESP
Data de Publicação: 30/01/2018
Publicação Original: http://agencia.fapesp.br/fspusp_oferece_curso_de_especializacao_em_economia_e_gestao_em_saude_/27052/

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

IFAT2018 Feira Internacional para Gestão da Água, Esgoto, Lixo e Resíduos








14 a 18 de maio de 2018 Munique, Alemanha
IFAT 2018-Feira Internacional para Gestão da Água, Esgoto, Lixo e Resíduos


A feira apresenta novas soluções e estratégias na utilização de recursos em ciclos
inteligentes na gestão de água, esgoto, resíduos e matérias-primas para assegu-
rar que sejam preservadas a longo prazo. Com números impressionantes, 96%
dos expositores classificam como excelente a qualidade e a diversidade
internacional dos visitantes e 97% dos visitantes






- Ponto de encontro para todas as empresas do setor de tecnologia ambiental.
- Plataforma de inovação mundial do setor.
- Presença das empresas principais com as propostas inovadoras que apre-
sentam soluções pioneiras e dinâmicas para o mercado.
- Temas abordados como: “Reciclagem de carros” (armazenamento, drenagem,
extração de poluentes e fracionamento de veículos em fim de vida para
recuperação de recursos) e materiais de construção ( máquinas, escavadeiras,
acessórios para asfalto, concreto e aço).
- Programação de várias atrações, palestras e demonstrações ao vivo de alto
padrão.







- 3097 expositores vindos de de 59 países
- 136.885 visitantes vindos de 168 países
- mais de 230.000m² de área de exposição











Maria Valle
Maria.valle@mmi-brasil.com
Tel. 11 3205-5025




Autor: Ambiental Mercantil
Fonte: Ambiental Mercantil
Sítio Online da Publicação: Ambiental Mercantil
Data de Publicação: 19/12/2017
Publicação Original: http://muek.trk.elasticemail.com/view?msgid=xyBoElOeu40axYTi-RiCdQ2

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Seminário discute políticas municipais de cultura




Com o intuito de promover um debate sobre ações e perspectivas da gestão em arte, o GEPETO (Grupo de Pesquisa Topologias do espetáculo: arte e identidade contemporâneas), o CNPq e o Instituto de Artes da Unicamp promovem o seminário “Pensando políticas municipais de cultura” no dia 30 de novembro, a partir das 9h, no Ciclo Básico II.

O encontro terá mini-palestras, debates, mesas-redondas com depoimentos e apresentação de cases de gestão em arte. Com ênfase nas artes da cena, o foco do evento serão as políticas municipais de cultura.

O seminário contará com a presença de Isaíra de Oliveira (SP), Rosangela Camolese (Piracicaba), Valquíria Vieira (SP), André de Araújo (Campinas), Arnaldo Siqueira (Recife), Douglas Novais (SP), Henrique Rochelle (SP), João Manoel Costa Neto (São Caetano do Sul), José Luiz de França Penna (SP), Fernando Hashimoto (Pró-Reitor/UNICAMP, Campinas) e Ney Carrasco(Campinas), além da participação de Cássia Navas e Aldo Valentim, ambos na coordenação técnica do evento.

Confira a programação completa abaixo.

MANHÃ (9h-12h30) Compartilhar experiências: pensar cultura, artes da cena e municípios
9h - 9h15

Abertura - Cássia Navas e Aldo Valentim

9h45 - 10h45
Cássia Navas (IA/UNICAMP) - Por que observar o modelo francês?
Arnaldo Siqueira (UFPE+ GEPETO) - O modelo de festivais de dança e teatro no Nordeste, o caso do Cumplicidades (Olinda + Recife)

11h - 12h
Público: da formação à fruição, existe políticas públicas sem cidadão ou arte sem público? - Isaíra de Oliveira (SENAC SP e Centro Paula Souza SP)
Recepção em artes da cena - Henrique Rochelle (GEPETO e site CRITICATIVIDADE)

12 - 12h30
Modelos de financiamento à cultura com foco no município - Aldo Valentim (SEC, SP + SENAC SP+ GEPETO)

TARDE (14h -18h) Painéis de políticas públicas, inspiração para o gestor municipal
14h - 15h30
Tenho praça, coreto, teatro: o que fazer com os meus equipamentos culturais, o exercício da programação
João Manoel Costa Neto (Secretário de Cultura de São Caetano do Sul)
Rosangela Camolese (Secretária- SEMAC, Secretaria Municipal de Ação Cultural, Piracicaba)

15h45 – 17h
Políticas três em 1: formação, qualificação e circulação. O exemplo do Programa de Qualificação em Artes (Ademar Guerra e Qualificação Dança)
Valquíria Vieira (GEPETO + Programa de Qualificação em Artes/Dança), Douglas Novais e André de Araújo (Programa de Qualificação em Artes/Ademar Guerra)


17 – 18h

Encerramento + relatos de trabalho do seminário
Fernando Hashimoto, Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários, UNICAMP
Ney Carrasco - Secretário Municipal de Cultura, Campinas
José Luiz de França Penna - Secretário de Estado da Cultura, São Paulo



Mais informações estão disponíveis na página do evento.




Autora: unicamp
Fonte: unicamp
Sítio Online da Publicação: unicamp
Data de Publicação: 30/11/2017
Publicação Original: http://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2017/11/07/seminario-discute-politicas-municipais-de-cultura

Pesquisa Científica foi tema de debate no III Seminário de Boas Práticas de Gestão de UCs

No III Seminário de Boas Práticas de Gestão nas Unidades de Conservação, são apresentadas e debatidas as 46 boas práticas de gestão previamente selecionadas para o evento, pelo sucesso e inovação em sua aplicação. Até o dia 29 de novembro, gestores, comunidades e voluntários discutem, em Brasília, de que forma essas iniciativas podem melhorar, ganhar escala e serem replicadas.

A Pesquisa Científica nas Unidades de Conservação foi um dos temas debatidos e sobre como as UCs podem se desenvolver e serem beneficiadas com a atividade.

Um dos exemplos apresentados foi o "Projeto MAArE – Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno". Originada por uma condicionante do ICMBio, no âmbito do processo de licenciamento ambiental do IBAMA relacionado às atividades da PETROBRAS nos campos petrolíferos de Baúna e Piracaba (Sul do Brasil), a prática foi uma parceria entre a equipe técnica da Rebio e pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de levantar informações que pudessem subsidiar a construção de um programa de monitoramento ambiental sistemático e contínuo na reserva. Um dos pontos de grande importância para que o projeto tivesse sucesso, foi a sua elaboração em conjunto com todos os parceiros envolvidos. Os resultados de 48 meses de projeto, mais de 100 operações oceanográficas e 47 de mergulho, estão sendo usados para um melhor manejo da Rebio.

Contar com a parceria da comunidade também é outra forma de fortalecer a pesquisa científica no contexto da UC. Este é o caso da prática "Saúde silvestre e inclusão digital: a participação de comunidades no monitoramento e na aplicação de boas práticas para o controle e prevenção de zoonoses emergentes". Com o uso do aplicativo SISS-Geo, UCs como a Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns/PA, o Parque Estadual Serra do Conduru/BA e o Parque Nacional Serra dos Órgãos/RJ identificam riscos e a percepção das comunidades com relação aos potenciais de emergência de zoonoses. Com o aplicativo, a população pode fotografar qualquer espécie da fauna e anotar características que indiquem alteração na saúde da mesma. O objetivo é que elas alertem para o agravo de saúde na fauna, que pode impactar os humanos. O aplicativo foi desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz e é um modelo que pode ser replicado em outras UCS.



De acordo com os participantes do Seminário, parcerias como estas trazem benefícios relevantes já que são capazes de aproximar o pesquisador do gestor da unidade, ampliar a participação social, envolvendo a comunidade, além de gerar produtos que fortaleçam a comunicação das ações e contribuam com a disseminação da prática em outras UCs.

Confira as Boas Práticas apresentadas no Seminário.



Autora: ipe
Fonte: ipe
Sítio Online da Publicação: ipe
Data de Publicação: 30/11/2017
Publicação Original: http://www.ipe.org.br/ultimas-noticias/1464-pesquisa-cientifica-foi-tema-de-debate-no-iii-seminario-de-boas-praticas-de-gestao-de-ucs