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segunda-feira, 19 de março de 2018

FAPESP e Ministério de Educação e Pesquisa da Alemanha lançam chamada



Instituições apoiarão projetos de pesquisa colaborativos em Bioeconomia, com foco em agricultura sustentável, produção de alimentos, biomassa e bioprodutos sustentáveis (foto: Wikimedia)


A FAPESP e o Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF, na sigla em alemão) anunciam a segunda chamada de propostas para apoio à pesquisa no âmbito do acordo de cooperação mantido pelas instituições.

O objetivo é apoiar e fortalecer projetos em Bioeconomia, desenvolvidos em colaboração por pesquisadores do Estado de São Paulo e pesquisadores da Alemanha.

Os temas de interesse da chamada são agricultura sustentável; produção de alimentos (sustentabilidade de processos e materiais, economia de energia e redução de resíduos); uso/processamento de biomassa sustentável para produção de bioprodutos; e desenvolvimento de bioprodutos sustentáveis.

Os critérios de elegibilidade e financiamento seguem as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular (www.fapesp.br/apr), exceto quando menção em contrário especificada na chamada.

Pesquisadores do Estado de São Paulo devem contatar a FAPESP para análise de elegibilidade até o dia 16 de abril de 2018.

Os pesquisadores consideráveis elegíveis (com parceiros também elegíveis na Alemanha) serão informados individualmente sobre a submissão de propostas completas, etapa que será realizada via SAGe, por meio de procedimento específico.

O orçamento máximo permitido a cada projeto é de R$ 100 mil por ano.

A chamada de propostas está disponível (em inglês) em www.fapesp.br/en/11573.




Autor: Fapesp
Fonte: Fapesp
Sítio Online da Publicação: Fapesp
Data de Publicação: 09/03/2018
Publicação Original: http://www.fapesp.br/11581

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Brasil entra no grupo da elite mundial da pesquisa em Matemática



Popularizar o gosto pela Matemática ainda é um desafio no País (Foto: Divulgação)


Se o ensino e o aprendizado da Matemática nas escolas enfrentam dificuldades, o Brasil faz bonito quando o assunto é a pesquisa em Matemática. O País acaba de ingressar no seleto grupo das nações mais desenvolvidas do mundo em pesquisa na área da Matemática. O País se junta, assim, ao chamado "Grupo 5" – Alemanha, Canadá, China, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia –, que formam uma “primeira divisão” dentre as nações que participam da União Matemática Internacional (IMU, na sigla em inglês). Com sede em Berlim, a IMU tem 76 países-membros, divididos em cinco grupos, segundo ordem de excelência. O anúncio foi realizado na quinta-feira, 22 de janeiro, na sede do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), tradicional instituição localizada no Jardim Botânico, no Rio.

“A entrada no Grupo 5 da IMU é o reconhecimento da evolução do nosso País na área de Matemática, mesmo diante do atual cenário de dificuldades econômicas, devido à redução do orçamento destinado à pesquisa. Como nação em desenvolvimento, entramos apenas em 1954 na IMU, no Grupo 1, o mais baixo, e, que eu saiba, somos o único país-membro que conseguiu sair dessa categoria e chegar ao Grupo 5”, diz o diretor-geral do Impa, o matemático Marcelo Viana. Em 1978, o Brasil ascendeu ao grupo 2; em 1981, ao grupo 3; e, em 2005, ao grupo 4.

Ele lembra que, nos anos 1950, a pesquisa no Brasil – em Matemática e em outras áreas – ainda era feita totalmente de forma amadora, sem o apoio de uma rede de fomento, já que não existia o atual Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (SNDCT), formado por instituições como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e as agências estaduais de fomento, como a FAPERJ. “Nossa comunidade científica era muito despreparada na época. O Impa só foi criado em 1952; o CNPq, em 1951, e a FAPERJ, em 1980. Era um País diferente. Há pouco tempo, nem tínhamos o registro histórico de como foi essa adesão do Brasil à IMU em 1954. Descobrimos que não foi iniciativa do Brasil, foi um convite da IMU”, conta.

Viana recorda que essa trajetória da institucionalização do apoio à pesquisa no País também passou pelo fortalecimento da pós-graduação do Brasil, nos anos 1970, e pela consolidação do Impa como uma instituição de ponta internacional, tornando-se um celeiro de jovens talentos, entre eles o matemático carioca Artur Ávila, ganhador, em 2014, da Medalha Fields – considerada o “Nobel” da Matemática. “O Impa tradicionalmente atrai mentes brilhantes, como o Artur Ávila e o Carlos Gustavo Moreira, porque oferece uma flexibilidade na admissão desses talentos, sem deixar de exigir qualidade. Temos, por exemplo, casos de alunos que foram aceitos no mestrado sem a exigência de conclusão do ensino médio, e casos de admissão no doutorado sem a exigência do mestrado como pré-requisito. Prezamos o talento, acima da burocracia”, pondera.


Viana destaca a importância da educação em matemática (Foto: Divulgação/Impa)


Outra característica do Impa que vem contribuindo para alavancar a Matemática brasileira no exterior é a internacionalização. “Metade dos nossos alunos são estrangeiros. Os que não ficam no Brasil depois do curso voltam aos seus países, onde acabam se tornando embaixadores da nossa Matemática no exterior”, disse Viana. O instituto também investe no aprimoramento de professores de Matemática. “Oferecemos formação continuada de professores do ensino médio, desde os anos 1990. Hoje, temos mais de 70 polos de ensino de Matemática a distância, pela internet, espalhados pelo Brasil”, completa.

No entanto, mesmo com potencial para a pesquisa na área, a Matemática no Brasil ainda é vista, pela maioria dos alunos em idade escolar e até pela população em geral, como um “bicho-papão”. Uma iniciativa importante para desmistificar essa ideia e atrair novos talentos é a realização da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), organizada pelo Impa desde 2005. “Cerca de 18 milhões de jovens, de escolas públicas e, em 2017, também das escolas privadas, participaram da Olimpíada. É um esforço enorme para aproximar a Matemática das crianças e desfazer a imagem ruim dessa disciplina junto às crianças e famílias”, afirma.

O matemático destaca que mudanças estruturais na educação do País são necessárias. “Entrar no 'Grupo 5' não resolve todos os problemas, mas aumenta a autoestima dos nossos alunos. Infelizmente, o Brasil é um país que investe muito pouco em ciência; menos de 1% do PIB é destinado à pasta de ciência, tecnologia, inovações e comunicações. Deveríamos investir pelo menos o dobro, pois ciência não é gasto, é investimento. Países com visão estratégica sabem que a ciência é o melhor retorno para sair da crise.”

Outra boa nova para a matemática brasileira é que, neste ano de 2018, o Rio vai sediar o Congresso Internacional de Matemáticos, um dos principais eventos mundiais na área, que ocorre a cada quatro anos. “Estamos no Biênio da Matemática (2017-18), conforme foi estabelecido pela Lei 13.358, especialmente para a realização, no Brasil, dos dois maiores eventos matemáticos internacionais. De 12 a 23 de julho de 2017, sediamos a Olimpíada Internacional de Matemática e, este ano, vamos receber o Congresso Internacional de Matemáticos”, diz Viana, que é o coordenador do comitê organizador do congresso.


Autor: Débora Motta
Fonte: Faperj
Sítio Online da Publicação: Faperj
Data de Publicação: 22/02/2018
Publicação Original: http://www.faperj.br/?id=3525.2.0

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Workshops em São Paulo e na Alemanha recebem submissão de trabalhos


















Eventos em São Paulo e em Eichstätt têm apoio da FAPESP e do Centro Universitário da Baviera para América Latina. Envio de resumos até 15 de junho (foto: KU)

Dois workshops com o tema “Bavaria and São Paulo: the making of knowledge, science, arts – an entanglement perspective” reunirão pesquisadores de instituições do Estado de São Paulo e da Baviera.

O primeiro será realizado em São Paulo, na USP, de 8 a 11 de outubro de 2018. O segundo ocorrerá na Katholische Universität Eichstätt-Ingolstatt (KU), em Eichstätt, Alemanha, de 7 a 10 de outubro de 2019.

Os eventos foram selecionados em chamada de propostas conjunta entre a FAPESP e o Ministério de Estado de Ciências, Pesquisa e das Artes do Estado Livre da Baviera (StMBW) – representado pelo Centro Universitário da Baviera para América Latina (Baylat).

Segundo os organizadores, o ponto de partida dos workshops está representado pelas expedições científicas na primeira metade do século 19, como as conduzidas por Johann Moritz Rugendas, Friedrich Sellow, Johann Baptist von Spix, Carl Friedrich Philipp von Martius, Johann Emanuel Pohl, Georg Heinrich von Langsdorff e Thomas Ender.

O projeto dos workshops está recebendo resumos de trabalhos para os interessados em participar dos eventos. Pesquisadores do Estado de São Paulo poderão se candidatar a terem as despesas pagas para participar do evento na Alemanha.

Os interessados em São Paulo deverão enviar resumos em inglês de trabalhos a serem apresentados nos dois workshops, juntamente com seus currículos, até 15 de junho de 2018, para o e-mail do professor Gildo Magalhães (gildomssantos@hotmail.com), da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, coordenador dos eventos. Na Baviera, os resumos devem ser encaminhados ao professor Thomas Fischer, da KU (th.fischer@ku.de), que também coordena os workshops.

Os trabalhos poderão ser de diversas áreas, incluindo história, geografia, literatura, filosofia, estudos culturais, artes, etnologia, antropologia, biologia, linguística, arquitetura e economia. Os workshops serão conduzidos em inglês.

Entre os temas que poderão ser abordados pelos trabalhos estão “Analysis of political, social, economic contexts in Bavaria / Germany / Europe and São Paulo / Brazil / Americas”, “Cultural, scientific, and artistic interchanges; epistemological changes”, “Representations and images”, “The role of Bavaria and São Paulo in the scientific landscape in the 19th and 20th centuries” e “Travel and Migration: everyday life and material culture; visual culture; social interactions”.

Mais informações: www.agencia.fapesp.br/2018/workshopbaylat.pdf.

Autor: Fapesp
Fonte: Fapesp
Sítio Online da Publicação: Fapesp
Data de Publicação: 09/02/2017
Publicação Original: http://agencia.fapesp.br/workshops_em_sao_paulo_e_na_alemanha_recebem_submissao_de_trabalhos/27120/

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

'2017 será um dos anos mais quentes da história', diz ONU

O ano de 2017 será um dos anos mais quentes já registrados, disse Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial, braço das Nações Unidas para o clima. O anúncio foi feito na abertura da COP 23, a conferência da ONU para o clima que começou nesta segunda-feira (6) em Bonn, na Alemanha.




Esse ano, continuou Taalas, deve figurar entre os três anos mais quentes da história, desde que se começaram os registros, no século XIX. "Os últimos três anos estiveram entre os três primeiros lugares em termos de registros de temperatura. Isso faz parte de uma tendência de aquecimento de longo prazo ", disse.


"Tivemos um clima fora do comum, incluindo temperaturas superiores a 50ºC na Ásia, furacões recorde no Caribe e no Atlântico e uma seca implacável na África Oriental", disse.


O ano de 2017 será o ano mais quente sem a influência do El Niño. As temperaturas em 2016 e, até certo ponto, 2015, também foram muito altas, mas foram impulsionadas por um El Niño excepcionalmente forte, diz a ONU.


Segundo a OMM, a temperatura média global de janeiro a setembro de 2017 foi de aproximadamente 1,1 °C acima da era pré-industrial. A entidade diz ainda que, embora os dados globais sobre a emissão de CO2 esse ano só vão estar disponíveis até o final de 2018, informações em tempo real indicam que os níveis de CO2, metano e óxido nitroso continuaram a aumentar em 2017.


Já o nível médio global do mar (GMSL), um dos melhores indicadores de mudanças climáticas, tem se mantido relativamente estável em 2017, semelhante aos níveis alcançados no final de 2015, diz a ONU. Essa mesma estabilidade não tem sido registrada com a temperatura, no entanto: segundo a OMM, elas estão a caminho de estar entre as três maiores registradas.




Pressão para novo acordo



A entidade espera que o anúncio sirva de incentivo para que se acelerem as negociações sobre a redução dos níveis de emissões de gases na COP 23.



"Essas descobertas destacam os riscos crescentes para as pessoas, as economias e o próprio tecido da vida na Terra se não conseguimos seguir os objetivos e as ambições do Acordo de Paris ", diz Patricia Espinosa, secretária executiva da ONU sobre Mudanças Climáticas.




Patrícia salienta que uma das missões da COP será aumentar o nível de ambições para que novas metas sejam acordadas, para além do Acordo de Paris, acordado na COP 21, em 2015. Na ocasião, 195 países ratificaram o acordo para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. O objetivo é que o aumento da temperatura não chegue a 2ºC em 2030, com esforços para que não se ultrapasse 1,5°C.


O desafio agora, no entanto, é o estabelecimento de medidas concretas para chegar até as metas; por isso, um dos objetivos da COP será finalizar o "Livro de Regras", com maiores detalhamentos sobre como países podem orquestrar maiores comprometimentos para reduzir as emissões de gases.


Também o primeiro-ministro do arquipélago Fiji, Frank Bainimarama, país que preside a conferência, disse à Reuters que vai pressionar para que países se comprometam com metas mais ambiciosas para combater o aquecimento global.





Os efeitos do aquecimento




De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pesquisas recentes mostram que o risco geral de doença ou morte relacionada ao calor subiu de forma constante desde 1980, com cerca de 30% da população mundial vivendo agora em condições climáticas que produzem ondas de calor extremas prolongadas.


Entre 2000 e 2016, o número de pessoas vulneráveis expostas a eventos de ondas de calor aumentou aproximadamente 125 milhões, diz a entidade.


Em 2016, 23,5 milhões de pessoas foram deslocadas durante desastres relacionados ao clima. Em consonância com os anos anteriores, a maioria desses deslocamentos internos foi associada a inundações ou tempestades e ocorreu na região da Ásia-Pacífico.


Na Somália, foram relatados mais de 760 mil deslocamentos internos, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados e Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Autora: G1 Globo
Fonte: G1 Globo
Sítio Online da Publicação: G1 Globo
Data de Publicação: 06/11/2017
Publicação Original: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2017-sera-um-dos-anos-mais-quentes-da-historia-diz-onu.ghtml

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Poluição do ar acidifica oceanos e ameaça vida marinha, diz estudo

Toda a vida marinha será afetada por causa das emissões de gás carbônico, que vêm elevando a acidez dos oceanos no mundo, revela um novo estudo. A pesquisa, que durou oito anos, foi conduzida por mais de 250 cientistas. Os resultados apontam que criaturas marinhas em estágio inicial de desenvolvimento devem ser as mais prejudicadas pelas mudanças. Um exemplo é o bacalhau. Segundo os cientistas, com a acidificação dos oceanos, 25% dos filhotes chegariam à fase adulta - no pior cenário, apenas 12% sobreviveriam. As constatações foram feitas pelo projeto Bioacid, liderado pela Alemanha. O resumo das principais descobertas do estudo será apresentado a negociadores do clima em novembro, numa cúpula em Bonn, no oeste alemão.


Mas nem todas as espécies estão ameaçadas. Os impactos biológicos da acidificação dos oceanos, explicam os cientistas, podem beneficiar diretamente alguns animais. Ainda assim, mesmo esses podem ser afetados com as alterações na cadeia alimentar marinha. Esse processo de acidificação tende a se agravar com mudanças climáticas, poluição, desenvolvimento urbano no litoral, uso de fertilizantes agrícolas e pesca predatória. O nível de acidez está aumentando porque, à medida que o dióxido de carbono de combustíveis fósseis se dissolve na água do mar, produz ácido carbônico e reduz o pH da água. O pH médio identificado na superfície da água caiu de 8,2 para 8,1, o que representa um aumento na acidez de cerca de 26%. O estudo foi liderado pelo professor Ulf Riebesell, do Centro Helmholtz de Pesquisas Oceânicas (Geomar) em Kiel, no norte da Alemanha. Considerado uma das maiores autoridades do mundo no assunto, ele tem mantido a cautela ao falar sobre efeitos da acidificação. À BBC, ele disse que todos os grupos marinhos serão afetados pelas mudanças químicas, ainda que em diferentes níveis.

Desde 2009, pesquisadores que trabalham no programa Bioacid têm estudado como espécies marinhas estão sendo afetadas pela acidificação em diferentes fases da vida e seu impacto na cadeia alimentar. Também tentam verificar se há como reduzir os efeitos pela adaptação evolutiva da fauna e flora. O estudo foi conduzido em laboratório e também nos mares do Norte, Báltico, no Oceano Ártico e na Papua Nova Guiné. Um resumo de mais de 350 publicações acadêmicas sobre os efeitos da acidificação - que será apresentado no próximo mês - revelou que quase metade da fauna marinha testada reagiu de forma negativa ao aumento, ainda que moderado, da concentração do dióxido de carbono. Entre as espécies ainda em crescimento no Atlântico, bacalhau, mexilhão-azul, estrela-do-mar, ouriço e borboleta-marinha aparecem como as mais afetadas pela mudança no pH da água. 

Um experimento com os cirrípedes (tipo de crustáceo) mostrou que eles não são sensíveis à acidificação e algumas plantas - como algas que usam carbono para a fotossíntese - podem até se beneficiar. Carol Turley, especialista em acidificação oceânica no Reino Unido, avaliou a pesquisa como "extremamente importante". "A pesquisa contribuiu com importantes dados sobre os impactos que a acidificação pode gerar em uma ampla gama de organismos marinhos, de micróbios a peixes", concluiu.


DADOS DA NOTÍCIA

Autora: BBC
Fonte: BBC
Sítio Online da Publicação: G1 Globo
Data de Publicação: 23/10/2017
Publicação Original: https://g1.globo.com/natureza/noticia/poluicao-do-ar-acidifica-oceanos-e-ameaca-vida-marinha-diz-estudo.ghtml